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segunda-feira, 10 de abril de 2023

PROVAÇÃO OU TENTAÇÃO?

  PROVAÇÃO OU TENTAÇÃO?

Ninguém, ao ser tentado, diga: “Sou tentado por Deus.” Tiago 1:12

Em seu texto, Tiago fala sobre provação e tentação. Uma situação pode ser ao mesmo tempo uma provação e uma tentação. Do ponto de vista de Deus, é uma provação. Nesse caso, é uma oportunidade para crescimento espiritual. Se a vencemos, tornamo-nos mais fortes do que antes de termos enfrentado tal batalha. Essa é a razão pela qual elas aparecem em nossa caminhada para o reino de Deus. Mas do ponto de vista do inimigo, é uma tentação, pois ele agirá com a intenção de que escolhamos o mal e nos afastemos de Deus. Assim, a situação que está diante de nós é como uma pedra. Se subirmos nela, ficaremos mais altos. Se nela tropeçarmos, cairemos.

A tentação começa dirigindo-se às nossas emoções, criando desejos que estão em oposição à vontade divina. Depois, atua sobre nosso intelecto, enganando-nos, pois ela parece mais atraente do que é. Ela atrai e seduz, como um pescador que coloca a isca em um anzol. Então, quando a vontade é seduzida, o pecado é cometido (Tg 1:12-14). Mas, a todo momento, a tentação esconde o fato de que sua satisfação resultará em tristeza e castigo. E por fim trará morte.

Esses estágios podem ser vistos claramente em Gênesis 3, o capítulo que conta sobre o primeiro pecado. Ali Satanás, por meio da serpente, usou o desejo para despertar o interesse de Eva. Depois a enganou (2Co 11:3) e, finalmente, atraiu sua vontade, de modo que ela estendeu a mão, tomou o fruto e o comeu. Dessa forma, Eva foi levada à morte. Sua morte espiritual foi imediata. Ela perdeu sua perfeição e santidade. Perdeu o desejo de estar perto de Deus e a capacidade de Lhe obedecer. Sua morte física ocorreria a longo prazo.

Você quer ser vitorioso sobre a tentação? Pare de olhar para a isca. Olhe para o futuro – imediato e a longo prazo. Tente enxergar as consequências do pecado e o juízo divino (Rm 6:23). Mantenha seus desejos, seus pensamentos e sua vontade submissos a Deus. Escolha dizer “não” ao mal.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/provacao-ou-tentacao/
https://youtu.be/oGC62RAD9hg

terça-feira, 30 de junho de 2020

SERENIDADE NA PROVAÇÃO

MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 DE JUNHO
SERENIDADE NA PROVAÇÃO

É bom esperar tranquilo pela salvação do Senhor. Lamentações 3:26, NVI

Conforme o próprio nome indica, Lamentações compõe-se de cinco poemas nos quais se evidenciam lamentos pela destruição de Jerusalém pelos babilônios em 586 a.C. Com essa conquista, deixaram de existir o reino, o templo e o sacerdócio. O povo foi levado cativo. Embora a tristeza esteja presente nas páginas desse livro, há também manifestações de confiança e esperança. A misericórdia de Deus não havia sido dissipada pelo ataque babilônico. Pelo contrário, renascia a cada manhã. A fidelidade divina às promessas feitas permanecia (Lm 3:23). Jeremias tinha plena consciência de que o Senhor era fiel a essas promessas ao preservar a nação da destruição completa. Cada alvorecer era para ele a reafirmação do amor, da misericórdia e graça de Deus em favor de Seu povo. A libertação viria. Nessa certeza, todos deviam perseverar. A noite não duraria para sempre.

Foi em meio à turbulência do cativeiro que o profeta ressaltou a sabedoria de se esperar serenamente pela providência divina em favor de Seus filhos. Para todos quantos estão ansiosos diante de algum problema, o conselho é mais do que oportuno; é terapêutico. “É bom esperar”, disse Jeremias. Isso porque a ansiedade é inútil, pois não resolve nenhuma das dificuldades.

Quantas vezes, em nossa experiência, depois de dias de suspense, durante os quais imaginamos os piores cenários possíveis para nossas crises, descobrimos que nossos pressentimentos eram infundados!

É bom esperar, tranquilamente, na salvação do Senhor. É bom porque temos um Deus bondoso, colocando em nosso favor todos os recursos da onipotência, trabalhando nos bastidores, preparando sempre o melhor para nós. É bom aguardar a salvação do Senhor porque um espírito calmo inspira confiança em nós e nas pessoas que nos observam.

Os benefícios desse conselho não se restringem às lutas que enfrentamos diariamente em nosso círculo pessoal. A salvação que os cativos israelitas deviam esperar dizia respeito à libertação nacional.
Daí podermos concluir que, além das crises do mundo como um todo e da nação onde vivemos, emerge a esperança da intervenção divina dentro em breve, por ocasião da vinda do Salvador. Nela podemos fundamentar a confiança de que viveremos dias melhores, uma nova ordem mundial impossível de ser estabelecida pela filosofia, diplomacia humana ou por sistemas políticos.
Meditação Jovem
José Venefrides

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Prova de Fé- Ezequiel 24

Lições de Vida


Prova de fé

O capítulo 24 nos apresenta novas metáforas: a parábola da panela incandescente e a morte da esposa de Ezequiel.

A Parábola de Carne numa Panela (24:1-14)

As palavras e os fatos constantes deste capítulo sucederam no dia em que Babilônia começou o sítio de Jerusalém no décimo dia do décimo mês do nono ano do reinado de Zedequias, que correspondia ao nono ano de Ezequiel no cativeiro em Babilônia (v. 1,2).

Novamente o profeta dramatizará a sua profecia. Agora ele deve colocar uma panela com água no lume (fogueira) e colocar carnes boas dentro. A carne sendo cozida representa a cidade de Jerusalém sendo assolada pela invasão da Babilônia. Deus quis mostrar o quanto Jerusalém era sanguinária, por isso, colocou a panela numa rocha sem vegetação para que o sangue aparecesse e subisse para Deus cheirar a indignação. Deus fará uma fogueira de Jerusalém. Não terá piedade, pois nunca se purificou de suas mentiras. Os povos verão e julgarão Jerusalém (v.1-14).

Ele coloca a panela enferrujada, vazia, sobre as brasas para tentar tirar a ferrugem, mas não consegue purificar a panela (24:11-12).A mensagem para Jerusalém: ela não seria purificada até Deus satisfazer a sua ira no julgamento da cidade sanguinária (24:13-14)

A viuvez de Ezequiel

O profeta passou por uma prova de fé, através de uma experiência muito triste (Ez 24:15-18).Agora o profeta recebe um grande golpe, contudo, Deus não quer que ele chore. A morte da mulher de Ezequiel representa a destruição do templo (24:15-27).De todas as ilustrações dramáticas do trabalho de Ezequiel, este deve ter sido a mais difícil.Deus falou para ele que a mulher do profeta ia morrer de repente, e que ele não poderia lamentar por ela (24:15-17).Pela manhã, ele falou ao povo e, à tarde, a mulher dele morreu (24:18).No dia seguinte, ele fez o que Deus mandou e não lamentou pela mulher (24:18)

O povo ficou intrigado com a atitude do profeta e quis saber o que significava.

Deus falou que ele tiraria a “delícia” dos olhos do povo – o templo em Jerusalém, e que os filhos deles seriam mortos (24:19-21) e como Ezequiel não tinha lamentado, eles não lamentariam (24:22-24) que ele não teria outras revelações de Deus até chegar um mensageiro com a notícia da destruição do templo (24:25-27)

Israel passou a amar mais o templo que a Deus - o verdadeiro motivo de sua construção. Ezequiel continuou seus esforços para mostrar ao povo a justiça de Deus e para chamar o povo rebelde ao arrependimento verdadeiro. Ele usou uma série de ilustrações para avisar o povo, chegando à cena difícil de aceitar, sem lamentação exposta, a morte de sua mulher. Já era tarde demais para salvar os habitantes de Jerusalém, mas Ezequiel ainda lutava para resgatar alguns dos restantes entre os cativos.

Hoje não é diferente. Privilégios divinos não nos isentam de tristezas terrenas. Seremos julgados de acordo com o nosso comportamento e com nossas ações. ‘Eu, o Senhor, falei. Chegou a hora de eu agir. Não me conterei; não terei piedade, nem voltarei atrás. Você será julgada de acordo com o seu comportamento e com as suas ações, palavra do Soberano Senhor’Ezequiel 24:14
Palavra e Ação

sábado, 7 de junho de 2014

Fé Inabalável-Jeremias 37

Lições de Vida
Fé Inabalável
Pr. Heber Toth Armí

Quando a alma se rende inteiramente à Palavra de Deus um poder sobrenatural toma posse do coração; porém, quando se rejeita à Palavra de Deus, outro poder que diferente toma posse das atitudes e ações. “Está amarrado” nunca foi frase do profeta Jeremias. Ser blindado diante das provações também nunca foi sua prerrogativa. No entanto, ele não receava expor a revelação de Deus com devoção e dedicação, ainda que se levantasse a oposição. 

Leia Jeremias 37 e veja que, fé é a coragem para pregar para quem não quer ouvir. Fé é a ousadia de falar a verdade onde a verdade é alvo de escárnio e desprezo. Fé é a teoria colocada na prática entre um povo que diz ser fiel a Deus, mas vive no pecado. Fé é amar aqueles que te odeiam. Fé é ação diante de toda e qualquer situação. 

A fé de Jeremias é um fé sólida, robusta e inflexível. É um exemplo para nós, que mesmo na prisão por causa de sua convicção, não muda de opinião. 

Temos de aprender e a ter mais fé na Palavra de Deus, a qual nos confere um poder sobrenatural para viver neste mundo que naturalmente caminha para a sua destruição. Não sejamos ousados em rejeitar à Palavra de Deus, mas corajosos para abandonar o pecado. Confie em Deus ao viver pela fé, na contramão de pessoas sem fé!

Leia e medite, ore e reflita em Jeremias 37. Note que por medo, o rei Zedequias solicitou a Jeremias que orasse pelo sucesso dos egípcios que afugentaram os babilônicos que cercara Jerusalém. Todavia, contrariamente, Jeremias não orou; ele avigorou sua mensagem de que Deus certamente traria juízo à Jerusalém. Por relatar a verdade, o profeta parou numa prisão subterrânea. Ah! Antes disso, ele fora acusado injusta e falsamente! Pior, ia-me esquecendo...: Além de acusarem Jeremias, e de o terem jogado num calabouço, “os príncipes, irados..., açoitaram-no...”. 

Entretanto, Jeremias não se intimidou. Quando secretamente procurado por Zedequias por palavra do Senhor, o profeta, na prisão, não titubeou. Sua resposta? “Nas mãos do rei da Babilônia serás entregue” (vs. 16-17). Contudo, Jeremias foi solto da prisão, ficou no átrio da guarda, onde a cada dia lhe traziam um pão da Rua dos Padeiros, até que acabou todo o pão que havia na cidade (vs. 18-21). Críticas e acusações contra os servos de Deus brotam daqueles que não se rendem à Palavra de Deus (vs. 1-13). 

Acusado de deserção, torturado, humilhado e encarcerado, Jeremias conservou-se com fé inabalável, um poderoso legado para os que enfrentam provações e perseguições ao servir ao Senhor (vs. 11-21).

Ao estudar, meditar, refletir em Jeremias 37, consegui através da oração extrair as seguintes aplicações para a vida:

1. O servo de Deus nem sempre intercede por todos os pedidos de oração;
2. O servo de Deus nem sempre está isento de tribulações e aflições;
3. O servo de Deus nem sempre está livre das ações injustas dos ímpios;
4. O servo de Deus nem sempre está em boas condições ou reclamando seus direitos por falta delas;
5. O servo do Senhor não fala o que as pessoas querem ouvir, mas o que o Senhor pedir para falar.

Servir a Deus é arriscado, mas é melhor que servir ao pecado. Enquanto o pecado escraviza, Deus liberta, protege, ama e guia.

Ore a esse Deus: “Soberano e Eterno Deus, aprendi que há momentos que não é fácil te servir, mas é mais preferível servir a Ti antes que ao pecado. Portanto, ainda que seja arriscado, Te peço que me libertes do pecado e dá-me a oportunidade de viver para Te servir, custe o que custar. Quero ser guiado, protegido e liberto por Tua graça, agora mesmo. Confio no nome de Jesus, amém!”

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Salmos 88 Comentário

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