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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Transparentes como a luz do sol

Refletindo a Cristo

Transparentes como a luz do sol, 26 de Fevereiro

Eu, porém, vos digo: De modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser o trono de Deus; nem pela Terra, por ser estrado de Seus pés; nem por Jerusalém,por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Mateus 5:34-36.

Tudo quanto possuímos, recebemos selado com a cruz,comprado com o sangue cujo valor é inapreciável, pois é a vida de Deus. Daí, não há coisa alguma que, como se fora nossa mesma, tenhamos o direito de empenhar para o cumprimento de nossa palavra. ... 

Nosso Salvador não proibiu, todavia, o emprego do juramento judicial, no qual Deus é solenemente invocado para testificar que o que se diz é verdade, e nada mais que a verdade. O próprio Jesus,em Seu julgamento perante o Sinédrio, não Se recusou a testificar sob juramento.Disse-Lhe o sumo sacerdote:“Conjuro-Te pelo Deus vivo que nos digas se Tu és o Cristo, o Filho de Deus.” Jesus respondeu: “Tu o disseste.” Mateus 26:63-64. ... 

Mas se existe alguém que possa coerentemente testificar sob juramento, esse é o cristão. Ele vive constantemente como na presença de Deus, sabendo que todo pensamento está aberto perante os olhos daquele com quem temos de tratar; e, quando lhe é exigido fazer assim em uma maneira legal, é-lhe lícito apelar para Deus como testemunha de que o que ele diz é a verdade, e nada senão a verdade. ... 

Tudo quanto os cristãos fazem deve ser tão transparente como a luz do Sol. A verdade é de Deus; o engano, em todas as suas múltiplas formas, é de Satanás. ... Não é, todavia, coisa leve ou fácil falar a exata verdade; e quantas vezes opiniões preconcebidas, peculiares disposições mentais, imperfeito conhecimento, erros de juízo,impedem uma justa compreensão das questões com que temos de lidar! Não podemos falar a verdade, a menos que nossa mente seja continuamente dirigida por Aquele que é a verdade. 

Cristo nos recomenda por intermédio do apóstolo Paulo: “A vossa palavra seja sempre agradável.” Colossences 4:6. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Efésios 4:29. À luz destas passagens, as palavras de Cristo no monte condenam as galhofas, as futilidades, as conversas impuras. Exigem que nossas palavras sejam, não somente verdadeiras, mas puras. 

Aqueles que têm aprendido de Cristo não terão comunicação “com as obras infrutuosas das trevas”. Efésios 5:11. Na linguagem, como na vida, serão simples, retos e verdadeiros; pois estão-se preparando para a companhia daqueles santos em cuja boca “não se achou engano”. Apocalipse 14:5. — O Maior Discurso de Cristo, 66-69. 

Este texto vem do livro Refletindo a Cristoescrito por Ellen G. White.

domingo, 26 de maio de 2013

Juramento- MD- Hebreus 6:13 e 14

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Juramento no Mundo de Pecado
George R.Knight

Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por Si mesmo, dizendo:
Certamente, te abençoarei e te multiplicarei. Hebreus 6:13 e 14.

Ontem mencionamos que tanto Paulo como Jesus se submeteram a juramento ou fizeram uso dele. Assim, parece que nenhum deles tomou as palavras de Jesus, em Mateus 5:33-37, como uma proibição geral contra todo tipo de juramento. E, no texto de hoje, vemos que até mesmo Deus usou o juramento neste mundo de pecado.

Essas três últimas palavras captam a razão para certos tipos de juramento. Vivemos em um mundo de pecado. De acordo com Mateus 5:37 (versão ARC), a própria necessidade de juramento “é de procedência maligna”. Por exemplo: sempre que o juramento é usado, como no julgamento de Jesus, a razão do seu uso é a má condição do mundo, onde o juramento parece ser necessário para que os cidadãos sejam impressionados com a seriedade especial da sua palavra em lugares como os tribunais de justiça.

Como cidadãos, somos obrigados a assinar muitos documentos legais sob juramento. A origem desses juramentos e a razão da sua necessidade é a má condição do mundo, conforme Jesus mencionou em Mateus 5:37. Os cristãos fazem juramentos simplesmente porque nosso mundo mau o requer, mas essa não é sua maneira de expressar-se.

Ellen White nos ajuda a ver a lógica da questão quando escreve: “Muitos há que não temem enganar seus semelhantes; mas foi-lhes ensinado, e eles foram impressionados pelo Espírito de Deus, que é terrível coisa mentir a Seu Criador. Quando postos sob juramento, é-lhes feito sentir que não estão testemunhando apenas diante dos homens, mas perante Deus; que se derem falso testemunho, é Aquele que lê no coração, e que sabe a exata verdade. O conhecimento dos terríveis juízos que se têm seguido a esse pecado tem uma influência refreadora sobre eles.” - O Maior Discurso de Cristo, pág. 67.

Mas tais expedientes não devem ser necessários para os cristãos. O cristão compreende que Deus vê tudo, esteja ele falando sob juramento ou não. Para o cristão, fazer juramento é admitir necessariamente que o juramento tem seu lugar, embora restrito, num mundo em que as pessoas precisam de motivações não ideais.

Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

“As escolhas são a matéria prima da vida.”, escreveu o escritor George R.Knight. A vida é feita de escolhas! Os que escolhem esperar, não se frustram. “…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31 Escolha caminhar com Jesus hoje e sempre e seja Feliz!

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

juramento 2 MD- I João 3:4

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Juramento Farisaico – II
George R.Knight

Todo aquele que pratica o pecado transgride a lei; de fato, o pecado é a transgressão da lei. I João 3:4, NVI.

“ O pecado é a transgressão da lei.” Mas o que é a lei?

Os escribas e fariseus, no capítulo 5 de Mateus, nos diriam que lei se refere às palavras exteriores da lei, e que pecado é praticar atos ou manter uma conduta que transgrida a lei.

Essa é exatamente a interpretação que Jesus está condenando em Mateus 5. Para Jesus (ver Mat. 22:35-40) e para Paulo (ver Rom. 13:8- 10 e Gál. 5:14), a essência da lei não é tanto a exposição específica dos Dez Mandamentos, mas o imperativo moral para amar a Deus e aos nossos semelhantes.

Isso significa que tudo que é destituído de amor é pecado. Quer dizer que esquivar-se da verdade por meio de um juramento é pecado. A segunda parte da divina lei de amor abrange muito mais do que os legalistas antigos ou modernos são capazes de compreender. Ela abrange nossa vida inteira.

Mas a mente farisaica fica satisfeita enquanto puder persuadir a si mesma de estar guardando a letra da lei. Por exemplo: enquanto a pessoa não for culpada de adultério físico, do próprio divórcio em si, ou de homicídio físico, ela acredita que está no caminho certo.

A mente farisaica interpreta o significado da lei de tal modo e a define de forma tão legalística que se sente livre para fazer muitas coi¬sas que contradizem totalmente o espírito da lei de amor, e ainda assim permanece sem culpa.

A mente dos fariseus mantém a seguinte posição: “Praticar um ato proibido é pecado, mas enquanto eu não estiver praticando o específico ato em si, tudo está bem.” Assim, algumas pessoas franzem a testa ao ver outros usando uma aliança de casamento ou alguma joia, ao passo que acham perfeitamente correto viver em uma casa ostentosa ou possuir um carro do último modelo. Elas definem o que é ser “mundano”, de tal forma que ficam satisfeitas em sua justiça própria. A mentalidade do fariseu torna o pecado trivial e o acomoda dentro de limites seguros.

Jesus condena terminantemente todas essas atitudes. Tais pessoas perdem a noção do que é cristianismo.

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“As escolhas são a matéria prima da vida.”, escreveu o escritor George R.Knight. A vida é feita de escolhas! Os que escolhem esperar, não se frustram. “…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31 Escolha caminhar com Jesus hoje e sempre e seja Feliz!

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Questão do juramento MD-Mateus 5:34-36

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Questão do Juramento
George R.Knight

Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de Seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Mateus 5:34-36.

“Não  jurem de jeito nenhum”. (BLH). Isso é o que Jesus disse.

Mas como conciliar isso com o Antigo Testamento? Não parece claro, à primeira vista. Na realidade, Jesus parece contradizer Moisés. “O Senhor, teu Deus, temerás, a Ele servirás, e, pelo Seu nome, jura- rás”, é o que lemos em Deuteronômio 6:13. Em Salmo 50:14, lemos ainda: “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo.” Obviamente, o salmista havia feito votos a Deus com juramento.

Como podemos resolver essas aparentes contradições entre Jesus e o Antigo Testamento? Em Levítico 19:12 encontramos uma dica: “Nem jurareis falso pelo Meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o Senhor.”

Desde o princípio da história de Israel como nação, um problema duplo foi enfrentado. Por um lado, a ordem positiva de Deus por meio de Moisés para jurar pelo Seu nome, intentava, indubitavelmente, abordar o problema da tentação de ser desonesto. Por outro lado, como vimos ontem, sem falar a verdade coerentemente é impossível existir uma vida social de confiança mútua. Por isso, a ordem de jurar pelo nome de Deus tinha a intenção de refrear a tendência de não ser totalmente verdadeiro, especialmente em questões sérias.

O pecado, porém, perverte todas as coisas. Consequentemente, quando algumas pessoas descobriram que podiam conseguir que a própria vontade prevalecesse ao jurar falsamente usando o nome de Deus, elas começaram a utilizar isso como instrumento de chantagem. Por isso a condenação levítica dessa prática.

Por volta do tempo de Jesus, essa questão se tornara bastante delicada, como perceberemos amanhã. Como resultado, Ele questiona até mesmo a permissão do Antigo Testamento ao explorar o significado da lei de Deus.

Podemos aprender muito de Seus ensinos sobre o assunto. Especialmente se colocarmos em prática Seu ideal positivo.

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Deus, nosso refúgio e fortaleza

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