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terça-feira, 26 de julho de 2022

O MINISTRO DA NOVA ALIANÇA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 de julho

       O MINISTRO DA NOVA ALIANÇA

   Quando, porém, Cristo veio como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos humanas, quer dizer, não desta criação. Hebreus 9:11

   O serviço sacrifical que apontava para Cristo passou, mas os olhos da humanidade se voltaram para o verdadeiro sacrifício pelos pecados do mundo. O sacerdócio terrestre terminou; mas nós olhamos para Jesus, o Ministro da nova aliança, e para o “sangue aspergido, que fala melhor do que o sangue de Abel” (Hb 12:24, NVI). “O caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo, […] mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, […] por Seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção” (Hb 9:8, 11, 12, ARC). 

   “Por isso, também pode salvar totalmente os que por Ele se aproximam de Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25). Embora o serviço sacerdotal tivesse de ser transferido do templo terrestre para o celestial; embora o santuário e nosso grande Sumo Sacerdote fossem invisíveis aos olhos humanos, os discípulos não sofreriam nenhuma perda com isso. Não experimentariam falha alguma em sua comunhão nem diminuição de poder por causa da ausência do Salvador. Enquanto Cristo ministra no santuário do Céu, Ele continua a ser, por meio de Seu Espírito, o ministro da igreja na Terra. Apesar de estar ausente aos nossos olhos, Ele cumpre a promessa que nos deu ao partir: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:20, NVI). Embora delegue Seu poder a ministros inferiores, Sua presença vitalizante permanece ainda em Sua igreja. 

   “Tendo, pois, Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote […], conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa se compadecer das nossas fraquezas; pelo contrário, Ele foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Portanto, aproximemo-nos do trono da graça com confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça para ajuda em momento oportuno” (Hb 4:14-16) (O Desejado de Todas as Nações, p. 123, 124 [166]). 

   PARA REFLETIR: Que poder pessoal Jesus, o Ministro da nova aliança, oferece a você hoje na batalha contra o pecado?

sábado, 27 de novembro de 2021

Cristo, o Mediador - Hebreus 9

    Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Hebreus 9

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Após Jesus validar a nova aliança (ou novo pacto) não é mais necessário depender da forma da antiga. Pois a nova é superior, por ser a original e real aliança estabelecida por Deus.

O esboço de F. F. Bruce nos ajuda ter uma ideia geral do capítulo:

1. O Santuário sob o antigo pacto (vs. 1-5);

2. Um ritual temporal (vs. 9-10);

3. A redenção eterna de Cristo (vs. 11-14);

4. O Mediador do novo pacto (vs. 15-22);

5. O sacrifício perfeito (vs. 23-28).

O cristianismo surgiu a partir da construção da religião revelada por Deus no Antigo Testamento. Portanto, para entender a nova aliança é essencial entender como funcionava a antiga aliança.

Por isso, o capítulo começa relembrando aspectos da aliança utilizada por Deus com os pecadores por cerca de um século e meio (vs. 1-5). O Santuário, que era copia do modelo do Céu teve sua validade, e seus serviços apontavam para a realidade do que Cristo faria. O Santuário possui dois compartimentos, o Santo e o Santíssimo. Entender estes dois compartimentos nos leva a entender as duas fazes do ministério de Cristo no Céu.

Sendo visto como parábola para o tempo presente, não podemos ignorar o estudo do Santuário nos dias atuais. O Espírito Santo nos guia à verdade por meio deste recurso didático (vs. 6-10).

Sendo que os sacrifícios antigos purificavam cerimonialmente o pecador, mas não satisfazia plenamente os anseios do coração, os pecadores precisam de Cristo para alcançar a plena purificação. Os muitos sacrifícios não equivaliam ao único sacrifício de Cristo, o qual é o único suficiente para o perdão dos pecados (vs. 11-14).

Sendo Cristo, o Mediador da aliança apontada pela antiga, sendo Ele o sacrifício perfeito, a oferta perfeita e o Sumo Sacerdote perfeito, Seu ministério difere do serviço levítico quanto ao lugar e o sangue: O lugar é num Santuário Superior, perfeito; e, o sangue, não é de nenhum animal, é o dEle mesmo. Nos versos 15-28 notamos que isso implica que:

O sangue de Jesus foi derramado:

• …uma vez por todas;

• …para a remissão dos pecados;

• …para operar a nossa salvação.

Assim que Jesus morreu, um novo testamento entrou em vigor: Muito melhor que o anterior que era apenas sombra/símbolo deste. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Nova Aliança - Hebreus 8

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Hebreus 8

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 O Santuário e o Sumo Sacerdote descritos neste capítulo são de abrangência global, não estão limitados a um território geográfico no mundo.

Embora o título deste livro seja “aos Hebreus”, todos os cristãos estão inseridos em sua mensagem. Aliás, os verdadeiros hebreus/israelitas são aqueles que estão ligados pela fé ao judeu Jesus Cristo (ver Romanos 9-11).

A ênfase deste capítulo está na “aliança superior”, citada no capítulo 7:22 (ver 8:6). “Agora, essa ideia é desenvolvida e são apresentados três motivos pelos quais a nova aliança é melhor no tocante ao sumo sacerdote, seu santuário, fundamento e promessa:” (Tesfaye Kassa).

• Um sumo sacerdote superior: Jesus assentou-Se no lugar de autoridade, poder e honra (v. 1);

• Um Santuário Celestial superior: Jesus não ministra num santuário na Terra feito por homens, mas no Céu, feito por Deus. Os rituais do santuário terrestre foram executados por Jesus de forma abrangente, pois as cerimônias terrestres eram apenas sombras das coisas celestes (vs. 2-5).

• Um fundamento e promessas superiores: O ministério sacerdotal de Cristo baseia-se em superiores promessas; a antiga aliança foi substituída por outra, profetizada por Jeremias (Jeremias 31:31-34). Esta aliança causa mudanças profundas a partir da mente e do coração, visando restaurar o relacionamento do pecador com Deus, e ajuda a conhecer Cristo através da misericórdia e graça divinas (vs. 6-13).

“O advento da nova aliança foi anunciado na Última Ceia, quando Jesus tomou o cálice e disse: ‘Isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança’ (Mt 26:28) e declarou: ‘Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós’ (Lc 22:20). O sangue de Jesus cumpriu a antiga aliança e instituiu a nova com seu ministério superior” (Kassa).

Sendo que tudo em Hebreus é superior, a nova aliança não abaixa o padrão de santidade exigido dos crentes (12:14). Cristo não cancela a Lei; Ele imprime e escreve-a não em tábuas de pedras como na aliança do Sinai, mas nas paredes do coração.

O que mudou foi a legislação do santuário (7:12), o qual não perdeu seu valor; pelo contrário, o plano da salvação não é mais regido por sombras ou pela cópia (8:5), mas por Cristo no Santuário Celestial, no original!

“Senhor, escreva Tua Lei em meu coração!” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

terça-feira, 2 de junho de 2015

Hebreus 9 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Hebreus 9
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Religião sem relacionamento vívido e real com Deus é ilusão. Rituais, cerimônias, formas, etc. não significam absolutamente nada se não promover aproximação de Deus e distanciamento do pecado.

O capítulo em apreço mostra escancaradamente o que Cristo fez para destruir todas as barreiras entre Deus e o ser humano, barreiras estas erigidas pelos nossos horrendos pecados.

Este capítulo fala 12 vezes sobre o sangue, sobre o sangue dos animais que apontava para o sangue de Cristo e o sangue de Cristo que validava o significado do sangue de animais. Nota-se a enorme angústia humana sob a escravidão do pecado tentando purificação pelo sangue, mas sem resposta significativa.

Então, o divino Filho de Deus veio e viveu sem pecado; depois, morreu para prover purificação por meio de seu precioso sangue; então, tornou-Se Sumo Sacerdote na corte do Céu oferecendo um sacrifício autossuficiente. Assim, o Calvário é o alvo apontado por todos os sacrifícios do Antigo Testamento.

O magnífico sacrifício de Cristo proveu a solução que todos os sacrifícios de animais não proveram. O sacrifício e a morte de Jesus superam todos os outros sacrifícios e sangues. Por isso, Jesus é:
• ...Mediador da Nova Aliança (v. 15);
• ...Nosso representante diante de Deus (v. 24);
• ...Garantia da solução total do pecado no Universo (v. 26).

Por meio de Cristo, os cristãos de fé verdadeira, guiados pelo Espírito Santo, têm acesso ao verdadeiro Santuário, no Céu, junto ao Soberano Sumo Sacerdote; isso porque, embora o culto do Antigo Testamento provesse purificação cerimonial, o novo culto em Cristo provê purificação moral – da consciência (vs. 9, 13-14).

Num sonho Martinho Lutero viu-se perante o trono de Deus, no dia do julgamento. Satanás estava ali presente para acusá-lo. Quando os livros se abriram, o inimigo apontou muitos e muitos pecados, dos quais ele era, de fato, culpado – Nestas horas Satanás fala verdades nuas e cruas.

Em seguida, o coração dele afundou em terrível desespero. Foi então que lembrou-se da cruz de Cristo e, virando-se para o acusador, o derrotou com as seguintes palavras: “O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado”.

O sangue de Cristo não obteve somente nossa redenção, mas também a purificação de nossa consciência corrompida pelo pecado. Lave-se neste sangue, ele tem poder purificador!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


Hebreus 9 Comentários de Felix H. Cortez

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Hebreus  9
Comentários  de  Felix H. Cortez

O autor argumenta neste capítulo que Jesus proveu para nós a bênção do acesso direto a Deus, a mais cobiçada de todas as bênçãos.

Nos versos 1-10, os leitores são lembrados de que no primeiro santuário e seus regulamentos de adoração, as pessoas não tinham acesso a Deus. Só uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, onde estava o trono de Deus, e apenas uma vez por ano. O problema era que os sacrifícios oferecidos naquele tabernáculo não podiam purificar a consciência do adorador.

Os versos 11-14 afirmam, porém, que Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial e ofereceu um sacrifício perfeito que purifica nossas consciências. Os versos 15-23 afirmam que esse sacrifício cumpriu dois propósitos. O primeiro foi nos redimir da transgressão cometida sob a primeira aliança e o segundo foi inaugurar a nova aliança com o Seu novo santuário, o celestial.

Então, os versos 24-29 culminam o argumento, tornando clara a importância daquilo que foi feito por Jesus. Enquanto os sacerdotes só podiam entrar uma vez por ano na presença de Deus no Lugar Santíssimo, Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial para dar início ao seu ministério eterno (Hb 7:25) em nosso favor. Não só isso, ele afastou o pecado pelo Seu sacrifício, o que nos recorda a profecia de Daniel 9:24 de que o Messias viria “acabar com a transgressão, dar fim ao pecado, expiar as culpas, trazer justiça eterna” (NVI). No verso 27, o autor menciona que há uma segunda fase no ministério de Jesus relacionada com o julgamento, mas o objetivo deste julgamento será trazer a salvação ao Seu povo.

Eu amo a maneira como Hebreus 9:24 descreve o sacrifício e a ascensão de Jesus “para … se apresentar diante de Deus em nosso favor” (NVI). A expressão hebraica “se apresentar diante de Deus” significa pedir ajuda a Deus. A esperança era que ao estar diante de Deus o Seu rosto brilhasse com alegria (Nm 6:25). Isto é certamente o que aconteceu quando Jesus apareceu perante o Pai em nosso benefício.

Que o rosto de Deus brilhe sobre você hoje!

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos



segunda-feira, 1 de junho de 2015

Hebreus 8 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida
 Leitura Bíblica- Hebreus 8

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

A ênfase que Jesus é superior a tudo e a todos não pode ser exagerada. Por mais que Paulo reitere várias vezes, não há exagero. Quem é Jesus e o que Ele está fazendo e aceitar Sua obra faz toda diferença.

Jesus não está de férias no Céu; Ele não está de braços cruzados; Ele não está sem fazer nada. O capítulo em questão mostra o que Jesus está fazendo após Sua morte e ressurreição, ascensão e entronização.

Deus preza por relacionamentos. Ele instituiu o pacto, aliança; um sistema de compromissos com Seu povo. O sacerdócio foi instituído para que pecadores pudessem ter relacionamentos com o Criador. Tornando ainda mais intenso esse desejo, Jesus morreu na cruz e tornou-se o Sumo Sacerdote de uma nova aliança.

Há dois pontos destacáveis deste capítulo, os quais são os seguintes, conforme M. F. Unger:

1. Cristo é nosso Sumo Sacerdote no santuário celeste (vs. 1-5): Esse é o ponto principal, Jesus está realizando um ministério fundamental – ignorado e desprezado por muitos que não querem saber e nem estudar o santuário celestial. Jesus supera a todos os sacerdotes do mundo e, o santuário em que atua é superior a qualquer outro. Os sacerdotes do passado e o santuário do Antigo Testamento eram apenas réplicas do original. Jesus atua constantemente no verdadeiro santuário; Ele intercede fiel e incessantemente por nossa salvação.

2. A natureza satisfatória da nova aliança (vs. 6-13): A antiga aliança era limitada, foi outorgada segundo promessas inferiores, não era definitiva e não tinha eficácia; já, a natureza da nova aliança é satisfatória, é gratuita e incondicional, espiritualmente eficaz, imaculada e definitiva.

O termo novo em grego neste texto significa “inédito em qualidade” e não “cronologicamente novo” – analisa W. W. Wiersbe. Porque Jesus é superior a todo sacerdote, a aliança baseada nEle também supera a todas as outras alianças.

Implicações práticas:
1. Temos diante de nós a oportunidade de uma nova e superior aliança com Deus;
2. Temos a nossa disposição o Sumo Sacerdote Jesus que age como nosso Mediador;
3. Temos o dever de servir a Deus com seriedade num relacionamento íntimo e genuíno;
4. Temos a magnífica oportunidade de conhecer a Deus com profundidade.

Deus quer relacionar-Se comigo e com você. Como reagiremos?

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


Hebreus 8 Comentários de Felix H. Cortez

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Hebreus  8
Comentários  de  Felix H. Cortez

O autor de Hebreus já demonstrou nos capítulos anteriores que Jesus é superior aos maiores personagens do Antigo Testamento. Ele é maior do que os anjos, os quais, se cria que governavam as nações (Hb 1). Como governante Jesus é o maior, porque derrotou o diabo – que tinha o poder da morte – e nos libertou (Hb 2). Jesus também é mais fiel do que Moisés (Hebreus 3), nos leva a um descanso melhor do que Josué levou o povo israelita (Hb 4) e Seu sacerdócio é melhor do que o dos sacerdotes levitas (Hb 5-7). O argumento mais importante da carta, porém, é que Jesus é um mediador superior a Moisés, porque tem mediado uma melhor aliança (Hebreus 8-10).

Uma aliança (ou concerto) é um meio legal através do qual os benefícios da família se aplicam àqueles que não são da família. Assim, por meio de Jesus, Deus inaugurou uma nova aliança que nos leva de volta a uma relação familiar com Ele. A nova aliança é superior à antiga por conta de duas coisas: ela é baseada em um sacrifício superior e é ministrada no santuário real, o celestial. Em outras palavras, o sacrifício de Jesus nos provê perdão (vs. 8-12) e fornece acesso à própria casa de Deus, o santuário celeste!

Uma palavra é necessária sobre a Antiga Aliança. Ela foi ineficaz, não porque a aliança era falha, mas porque as pessoas falharam (v. 9). O problema era que as pessoas não foram capazes de ver além das cerimônias do santuário para o ministério de Jesus, que traria verdadeiro perdão. Eles abraçaram o símbolo e esqueceram-se da realidade, como o garoto que prefere a caixa em vez do brinquedo!

Isto significa que mesmo a nova aliança pode ser ineficaz para nós. Na nova aliança há cerimônias e práticas (batismo, ceia do Senhor, etc.). Elas também serão ineficazes se perdermos de vista o seu propósito. A oração, por exemplo, é inútil se não entendermos (ou se esquecermos) que é simplesmente o incrível privilégio de entrar na casa de nosso Pai – o santuário celestial – para falarmos com Ele!

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos



sábado, 27 de abril de 2013

Pontos de vista MD-II Coríntios ,3:6.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo

Dois Pontos de Vista
George R.Knight

O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. II Coríntios ,3:6.

Os fariseus eram excelentes na letra da lei, mas fracos no espírito da mesma. Eles eram perfeccionistas por excelência, e todos os perfeccionistas precisam de uma lista do que fazer e do que não fazer. Os perfeccionistas precisam tornar a lei controlável, se quiserem guardá-la com perfeição.

Assim, os fariseus da antiguidade, como os fariseus de nossos dias, precisam ser cuidadosos na maneira de definir o pecado. Para eles, o pecado era um ato.

Por isso, restringiam as proibições bíblicas de coisas como o homicídio e o adultério apenas ao ato em si. A pessoa não era pecadora en­quanto não cometesse literalmente o homicídio.

O grupo dos fariseus não só restringia o significado dos mandamentos para tornar a perfeição possível, como também ampliava a permissividade da lei a fim de que, por exemplo, um homem pudesse divorciasse de sua esposa pelas razões mais triviais, sem ser considerado um transgressor da lei.

Jesus inverteu a tendência judaica de restringir o significado da lei em ampliar a sua permissividade. Recusou seguir as regras do jogo deles.

Ele foi além da letra exterior da lei e até o seu íntimo propósito espiritual. Assim mostrou que a raiz do problema não é o ato, mas o pensamento que antecede o ato. Como resultado, até o desejo sensual por Minha pessoa é pecado; até ficar irado contra outra pessoa é pecado.

Dessa maneira, Jesus destruiu o perfeccionismo fácil dos fariseus. Afinal, conquanto pessoas bem religiosas não tenham cometido o ato do homicídio ou do adultério, nenhuma delas pode dizer que jamais teve um pensamento sequer de ira ou de desejo.

E Jesus não apenas preencheu a profundeza espiritual do significado da lei; Ele também removeu a permissividade legalista que os fariseus erigiram para proteger a própria imagem.

Neste dia, Jesus nos mostra o verdadeiro significado da Sua lei. Ele deseja que vivamos pelo espírito da lei, não simplesmente pela letra.

(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

O Senhor Jesus é maravilhoso! Ele nos promete que estará conosco em nossa caminhada, em nossa jornada aqui nessa terra. E por mais que nós passemos por caminhos tortuosos e até pelo vale da sombra da morte não tememos porque ELE, o nosso Deus está sempre presente para nos livrar e nos guiar!

Salmos 45 Comentário

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