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quarta-feira, 8 de março de 2023

A ORAÇÃO DE PAULO

 A ORAÇÃO DE PAULO

Por essa razão, eu me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toda a família, nos Céus e na Terra, recebe o nome. Efésios 3:14, 15

A Bíblia contém muitas orações. Imagino que você, leitor, recorde-se das orações que se encontram no Livro dos Salmos e daquelas feitas por alguns de seus principais personagens. Entre elas, há as orações de Moisés intercedendo por Israel (Êx 32:31, 32; Nm 14:13-19); as orações de Elias, no Carmelo, primeiro pedindo que Deus enviasse fogo do céu e, depois, que enviasse chuva sobre a Terra (1Rs 18); e as orações de Jesus, sendo que as duas mais conhecidas são: a oração do Pai Nosso (Mt 6:9-13) e a oração sacerdotal (Jo 17).

Hoje, porém, vamos meditar em uma oração menos conhecida, feita por Paulo quando estava preso (Ef 3:1). Na Carta aos Efésios, depois de lembrar aos seus leitores como estavam perdidos e o que Deus fizera, em Cristo, para os salvar, unindo judeus e gentios em Sua igreja, o apóstolo declarou que os irmãos não deviam desanimar por causa da prisão dele, pois Deus usaria aquela situação para o bem deles, uma vez que ele teria o tempo necessário para escrever a Palavra de Deus e orar pelo crescimento espiritual deles.

Então, Paulo passa a focar no tema da oração (Ef 3:14-20). Ela é endereçada a Deus Pai, cuja família é formada pelos seres santos do Céu e pela igreja na Terra. Paulo ora ajoelhado, indicando sua atitude de humildade, quando o inferior se prostra diante do Superior. Nessa oração, ele clama pelo fortalecimento espiritual de seus leitores, o que ocorreria quando, pela fé, o Espírito de Deus habitasse em seu interior, e suas raízes e alicerces espirituais se apegassem ao amor de Cristo – que devia ser compreendido, conhecido e assimilado por eles até que chegassem à plenitude de Deus (Ef 4:13).

Essa oração é movida pela confiança no poder de Deus, que, atuando em nós e em nosso favor, habilita-nos a fazer infinitamente mais do que pedimos ou mesmo pensamos. Em Sua oração, Jesus finaliza com a exaltação a Deus, que merece ser glorificado, mediante Cristo, na igreja, em todas as gerações e para todo o sempre. Essa prece ensina que é nosso privilégio orar a Deus Pai. Com base em quem Ele é, podemos solicitar, sobretudo, bênçãos espirituais, glorificando Seu nome. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

8 de março
https://youtu.be/ELwzGcJKVYs
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sábado, 11 de setembro de 2021

A base de tudo: Cristo- 1 Coríntios 3

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  1 Coríntios 3

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Desde o capítulo 1:10 até o capítulo 4:21 percebe-se que existiam na igreja de Corinto – e como hoje – pessoas dentro da igreja que estão prendendo a atenção dos membros causando problemas de relacionamento na comunidade.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, expôs a natureza do evangelho como pregação de uma loucura que nega as habilidades humanas.

A essência é que Deus opera em Sua igreja, Ele age em Seus ministros. A igreja é dEle e certamente Ele cuida dela. Ele sabe o que faz e como fazer para que alcance Seus propósitos. Para entender a carta em pauta, fique atento nos seguintes itens:

1. Elementos sociais e culturais de Corinto, que era uma colônia dominada por Roma, onde continha ambição social, libertinagem e muita imoralidade.

2. Elemento geográfico: Por estar entre dois portos, Corinto abrigava muita imoralidade sexual.

3. Elemento espiritual: Devido à vida tão degradante, a sociedade de Corinto favorecia a pregação do evangelho. Muitos aceitavam facilmente uma mensagem que dava sentido à vida vazia que eles viviam.

Provavelmente Paulo escrevera esta carta antes de escrever Romanos. E, ainda antes dessa, teve uma carta aos coríntios que se perdeu (5:9-11).

Agora, preste atenção nos pontos do capítulo em questão:

• Crentes carnais vivem brigando e se dividindo; enquanto crentes espirituais vivem unidos promovendo a paz (vs. 1-4).

• Líderes não devem ser autoritários, pois são apenas servos dos servos de Cristo (vs. 5-9).

• A edificação da igreja deve ser realizada com determinação, seguida de muita atenção (vs. 10-15);

• Deus destruirá aqueles que destroem Sua igreja no mundo (vs. 16-17);

• A sabedoria humana não tem valor algum frente à sabedoria divina; a primeira promove o partidarismo, a segunda, a unidade em Cristo (vs. 18-23).

Problemas de relacionamento evidencia uma tremenda falta de intimidade com Deus. Uma existência desprovida de espiritualidade verdadeira é uma forte influência para o mal; em vez de ser instrumento para edificar a igreja de Cristo, é instrumento do diabo para destruir o que Cristo está construindo.

A base de tudo deve ser Cristo. Quando Ele deixa de ser a base, as estruturas ruirão. O fundamento de nossa vida determinará o nosso destino, pois Deus provará quem é quem dentro de Sua igreja. Cuidado com quem prega a Cristo incorretamente.

“Senhor, dê-nos discernimento e maturidade espiritual” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

terça-feira, 24 de agosto de 2021

Paulo em Roma - Romanos 1

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Romanos 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Mesmo que nossos planos sejam os mesmos planos de Deus, a realização deles pode não ser fácil ou acontecer como gostaríamos.

O último terço do livro de Atos descreve a viagem de Paulo de Jerusalém a Roma (Atos 19:21-28:31). Essa capital e maior cidade do Império Romano sempre esteve no coração desse apóstolo (Atos 19:21). Para alcançar seu objetivo, teve de passar por prisão ilegal, julgamentos de judeus e romanos, reclusão e naufrágio.

Hernandes Dias Lopes observa que por oito vezes Paulo revelou seu propósito de visitar Roma:

• Essa viagem foi alvo de suas orações (Romanos 1:10);

• Ele propôs-se várias vezes visitar os crentes romanos (Romanos 1:13);

• Expressou que em todas as investidas para visitá-los, fora impedido (Romanos 1:13);

• Afirmou que, ao escrever sua Carta aos Romanos, estava pronto para anunciar o evangelho a eles (Romanos 1:15);

• Afirmou ter sido impedido de visitar Roma porque seu compromisso era prioritariamente pregar o evangelho onde Cristo não tinha sido ainda anunciado (Romanos 15:20-22);

• Disse ter pregado em todos os cantos do Império Romano e, não tendo mais onde pregar nas regiões que percorrera, aproveitaria para passar por Roma quando fosse visitar a Espanha (Romanos 15:23-24);

• Estando de partida para Jerusalém, a fim de levar uma oferta aos santos, disse que seguiria para a Espanha, passando por Roma (Romanos 15:25-29);

• Ele pediu oração à igreja de Roma, queria livramento dos rebeldes judeus, alcançar bom êxito na entrega da oferta, e chegar a Roma (Romanos 15:30-32). Deus também queria que Paulo fosse a Roma (Atos 23:11).

Paulo chegou a Roma, mas de uma forma indesejada: Como prisioneiro. Mas, sua carta fora escrita antes, da cidade de Corinto, no final de sua terceira viagem missionária. Na carta, Paulo:

• Na introdução, Paulo se apresenta-se e revela que os crentes romanos são os destinatários; também apresenta o tema: Cristo e o evangelho da salvação (vs. 1-7).

• Explica por que escreve (vs. 8-15) e sobre o que escreve (vs. 16-17): Justificação pela fé.

• Começa sua argumentação referindo-se ao pecado. Sua tese é: Mesmo possuindo conhecimento de Deus, a humanidade não O glorificou, mudou a verdade em mentira, e rejeitou o conhecimento do verdadeiro Deus (vs. 18-32). Consequentemente, todos os humanos estão condenados.

Paulo mostrará que, apesar disso, há esperança e salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

A missão Avança - Atos 28

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 28

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Nada põe limites ao evangelho. A missão de Cristo avança poderosamente apesar dos inúmeros obstáculos. Observe isso no último capítulo de Atos:

• Após o naufrágio e o salvamento, a tripulação passou o inverno em Malta. Paulo foi picado por uma cobra venenosa, mas, ao invés de morrer, ele viveu para ser instrumento de Deus para curar doentes da ilha (vs. 1-10).

• Paulo chegou a Roma, onde ficou como prisioneiro numa casa alugada, na qual atraiu muitos para conhecer ao evangelho, que estava sendo pregado livremente (vs. 11-31).

Há mais informações nas cartas de Paulo escritas na prisão (Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom) do que no relato de Lucas; daí, Hernandes Dias Lopes pontua:

1) A prisão de Paulo levou a igreja de Roma a pregar com mais ousadia.

2) Nesses dois anos Paulo evangelizou toda a guarda pretoriana, bem como outros membros da casa imperial.

3) Não podendo visitar as igrejas, Paulo lhes escreveu cartas, as quais fazem parte do cânon sagrado.

4) Dessa primeira prisão Paulo orou para ser libertado e pediu oração nesse sentido às igrejas.

5) Paulo continuou seu trabalho após ser solto, fazendo uma espécie de quarta viagem missionária.

6) Paulo foi capturado novamente e colocado numa masmorra romana, de onde saiu para o martírio no ano 67 d.C.

“Do ponto de vista de missão da igreja, no entanto, pode-se dizer que o livro de Atos (ou a história da propagação do evangelho) ainda não foi concluído, e é aqui que cada um de nós entra em cena. Muitos outros capítulos emocionantes e dramáticos já foram escritos ao longo dos séculos, às vezes com o próprio sangue das fieis testemunhas de Deus. Agora é nossa vez de acrescentar mais um capítulo – talvez o último – e concluir a missão que Jesus deixou aos discípulos, e ‘então, virá o fim’ (Mt 24:14)” (Wilson Paroschi).

“Os Atos dos Apóstolos terminaram há muito tempo. Mas os atos dos seguidores de Jesus continuarão até o fim do mundo, e a palavra deles vai se espalhar até os confins do mundo” (John Stott).

O tempo de pregar o evangelho bíblico ainda não terminou. Precisamos nos unir e utilizar todos os meios e recursos para fazer avançar a mensagem de salvação cada vez mais. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Dê teu parecer sobre o livro de Atos dos Apóstolos…

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domingo, 22 de agosto de 2021

Veracidade das Promessas de Deus - Atos 27

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 27

Comentário Pr Heber Toth Armí 

As provas da existência servem para revelar quem é quem.

Observe a sequência desse relato inspirado:

• Paulo, Aristarco e Lucas estavam entre prisioneiros levados a Roma pelo navio de Adramítio (vs. 1-2).

• Julio, centurião da Coorte Imperial, gentilmente permitiu Paulo desembarcar em Sidom, a 12 Km de Cesareia, para rever amigos (v. 3).

• De Sidom, o navio rumou à ilha de Chipre visando proteger-se do vento, depois passou pela Cilícia,  Panfília, e chegou à Mirra, na Lícia; ali os prisioneiros foram transferidos a um navio de Alexandria, África, com destino à Itália (vs. 4-6).

• A viagem foi demorou devido ao vento que se intensificava. Além disso, o inverno se aproximava para inviabilizar a viagem. Paulo advertiu do perigo de perder carga, navio e até vidas caso insistissem em prosseguir. Contudo, a embarcação avançou, por óbvias razões humanas (vs. 7-12).

• Como Paulo havia previsto, a situação complicou demasiadamente. O condenado poderia ter acusado aos que não lhe deram atenção, entretanto, ofereceu mensagem de esperança ao grupo (vs. 13-44). Do que acontece depois, A. W. Tozer escreve:

“Quando o vento sul soprou brandamente, o navio que levava Paulo navegou com toda a tranquilidade, e ninguém a bordo sabia quem Paulo era ou quanta força de caráter se encontrava escondida atrás de uma aparência comum. Quando, porém, lhes sobreveio a forte tempestade, o Euroaquilão, a grandeza de Paulo passou a ser assunto das conversas de tripulantes e passageiros. Apesar de ser um prisioneiro, o apóstolo literalmente assumiu o comando da embarcação, tomou decisões e deu ordem que fizeram a diferença entre a vida e a morte dos homens a bordo. A meu ver, a crise concretizou na vida de Paulo algo que nem ele havia percebido com clareza. Quando veio a tempestade, a bela teoria se transformou rapidamente em fato inquestionável”.

• As palavras positivas de Paulo cumpriram-se acertadamente: Ninguém morreu.

“Ao longo de toda a história, há vários indícios do cuidado contínuo e vigilante de Deus pelo apóstolo” (Bíblia Andrews). Essa história é a realidade de promessas como Salmo 23:4; Mateus 28:20; etc.

Dificuldades surgem para Deus revelar a veracidade de Suas promessas. Dificuldades revelam Deus e Seus servos ao mundo. Problemas são oportunidades para testemunharmos de Deus!

O justo viverá pela fé! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2021

“O Caminho” - Atos 24

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 24

Comentário Pr Heber Toth Armí 

  As pessoas não sabem exatamente o significado de seita. Os incautos não possuem habilidades suficientes para avaliarem a religião verdadeiramente bíblica. O cristianismo verdadeiro já foi considerado uma seita.

• Tua denominação já foi considerada uma seita?

Jesus disse ser “o Caminho” (João 14:6); portanto, o cristianismo, em certo momento foi identificado pelo título “O Caminho”. Não foi a igreja Católica Apostólica Romana a denominação fundada por Cristo ou pelos apóstolos.

A vertente religiosa identificada como “O Caminho” foi caracterizada de seita pelos oponentes de Paulo (Atos 24:14). É o que ele explica no sermão autobiográfico pregado perante o “excelentíssimo Félix” (leia Atos 24 com atenção e oração).

O poder religioso de Jerusalém com o poder Civil de Roma uniram-se para o julgamento do apóstolo Paulo no tribunal do governador.

Tértulo, um orador profissional, começa seu discurso bajulando o governador e acusando a Paulo por tumulto, promoção de seita e sedição política (vs. 1-8).

Ao se defender, Paulo prova que os argumentos usados para acusa-lo são falsos. Ele contra-argumenta e prova que ele…

• Não era um perturbador da paz social (vs. 9-13);

• Não promovia uma seita (vs. 14-16);

• Não profanou o templo (vs. 17-21).

O governador pendeu para o discurso simples, claro, objetivo e sincero de Paulo, nas para as lisonjas hipócritas de seu oponente Tértulo. Entretanto, mesmo desejando conhecer mais sobre a religião de Paulo, e mesmo diante da ousadia de Paulo, Félix titubeou diante da decisão oportuna e deixou Paulo preso (vs. 22-27).

Paulo não perdia oportunidade de pregar, ele pregava até o mandarem calar (v. 25). Diz Pierra Marcel que “a pregação é a função central, primária e decisiva da igreja”. Sendo que cada crente é membro da igreja de Cristo, a preocupação primária de cada um deve ser a pregação da Palavra de Deus.

Conquanto que, “o fundador do cristianismo foi o primeiro dos seus pregadores” (John Stott), então, Seus seguidores também devem ser pregadores.

Assim como “a pregação era central no ministério de Jesus” (John Broadus), também deve ser central em Seu corpo, que é a igreja.

David L. Larsen observou: “Paulo não pregava como Jesus, ele pregava Jesus”. Temos muito que aprender nas páginas dos Atos de Paulo.

“Senhor, naquilo que negligenciamos, corrige-nos. Desperta-nos de nossa indiferença!” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

Para ver o significado de uma seita: http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/igreja/o-que-significa-uma-seita-cd/. Ver também: https://www.significados.com.br/seita/.

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

A conspiração - Atos 23

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 23

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 A história do capítulo em pauta chega até a parecer hilária. Para entendê-la, leia-a várias vezes, principalmente numa versão mais moderna.

O cenário é um tribunal. A situação foi realmente cômica em um lugar de seriedade, solenidade e responsabilidade. A razão de tudo: Um pregador, Paulo. Suas mensagens revolveram a sociedade, chegou até o mais alto escalão do governo.

“O tribuno, para prestar relatório aos seus superiores, tinha de definir que acusações havia contra Paulo. Com esse intuito ele convocou o Sinédrio para interrogar Paulo! Alguns estudiosos aceitam que o tribuno tinha poder para convocar o Sinédrio; outros questionam isso. Seja como for, essa sessão do Sinédrio fui muito estranha e talvez tão ilegal como a que interrogou a Jesus. A narrativa está repleta de ironia. Além de o sumo sacerdote (Ananias) agir de maneira inaceitável (lemos em outras fontes antigas que essa violência era característica desse sumo sacerdote em particular), a reunião terminou numa confusão digna de uma comédia. Os membros do conselho pareciam não ter entendido que a ressurreição de que Paulo falou (23.6) foi a de Jesus, e não um conceito filosófico. A reunião do conselho quase terminou em pancadaria, forçando o tribuno a tirar Paulo dali para garantir sua segurança, sem receber outras informações sobre as acusações que havia contra ele” (Steven Sheeley).

Após toda essa complicação, uma conspiração satânica e assassina foi montada pelos judeus visando pressionar o governo a entregar Paulo (vs. 12-25).

A conspiração foi um fracasso, embora homens do saber estivessem envolvidos nela. Paulo foi transferido da prisão de Jerusalém para a de Cesareia. Uma carta escrita pelo comandante Cláudio ao governador Félix descrevendo o incidente esclareceu o envio do prisioneiro (vs. 26-31).

Em minha opinião, o verso 11 é mais importante deste relato. Ele nos ensina que:

1. Apesar das tramas humanas regidas pelas forças diabólicas, os planos de Deus são os que dão certo na vida de Seus servos.

2. Em meio às incertezas da vida e diante de um futuro tenebroso, Deus anima, conforta e orienta aqueles que se dedicam sinceramente a seguir Sua vontade.

3. Deus vê tudo e sabe como resolver qualquer coisa, por mais complicada que seja, ainda de forma surpreendente (vs. 16-22).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Atividades Missionárias -Atos 21

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 21

Comentário Pr Heber Toth Armí 

O livro de Atos apresenta 53 referências sobre o Espírito Santo dizendo o que fazer, como fazer e quando fazer – além de capacitar os crentes a fazer o que se deve fazer. O livro também faz 68 referências às multidões e grande número de pessoas salvas.

Do início ao fim, Atos trata de avivamento espiritual. Pregar sobre Jesus tomado totalmente pelo Espírito Santo é o segredo de Deus para o avivamento da Igreja. Pena que muitos estão preferindo shows, palestras motivacionais, recortes de jornais, histórias emocionantes em lugar de estudo sério e profundo da Bíblia.

• O lugar da Palavra de Deus está sendo substituído por qualquer bagatela oferecida por qualquer pessoa.

Muitos cristãos vivem flertando com o pecado, desprezando o que realmente é importante. Considere que, se Paulo pregasse para agradar, encurtasse ou diluísse seus sermões em água açucarada, jamais teria sido perseguido.

Vamos ao capítulo em análise:

1. Paulo vai de Mileto a Tiro e depois a Cesareia (vs. 1-9);

2. O profeta Ágabo aborda Paulo (vs. 10-14);

3. Paulo chega a Jerusalém (vs. 15-16):

a) Reunião com Tiago e os anciãos (vs. 17-26);

b) Alvoroço no Templo e prisão de Paulo (vs. 27-30);

c) O comandante, o centurião e os soldados romanos tiraram Paulo das mãos dos judeus (vs. 31-36);

d) Paulo pede permissão para falar ao público alvoroçado (vs. 37-40).

O apóstolo Paulo é ousado. Sua presença está causando a maior confusão, mesmo assim ele quer pregar. Ah! Se tivéssemos a mesma palavra, a mesma coragem e o mesmo fervor que ele!

“Nenhum temor de causar escândalo, nenhum desejo de amizade ou de aplausos, poderiam levar Paulo a reter as palavras que Deus lhe dera para instrução deles, advertência ou correção”, comenta Ellen G. White; e, depois declara:

“Dos Seus servos hoje Deus requer destemor na pregação da Palavra e na exposição de Seus preceitos”.

Paulo havia feito o bem, além de oferecer um relatório das atividades missionárias mundiais,

• …trouxe oferta das igrejas gentias para amenizar a fome reinante em Jerusalém;

• …demonstrou que não abandonara a religião judaica.

Fica evidente que, pessoas malignas não apreciam as pessoas do bem. Falsos religiosos odeiam aos verdadeiros cristãos. Mas, nem por isso devemos deixar de pregar Jesus.

“Senhor, guia-nos em teus planos!” Heber Toth Armí.

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sábado, 14 de agosto de 2021

Evangelismo- Grandes cidades Atos 19

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 19

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Evangelizar grandes cidades e líderes influentes tem sido uma estratégia ignorada por nossas igrejas. Mas, se temos algo a aprender com Paulo, é exatamente isso.

John Stott falando sobre Paulo, observa que, “provavelmente, o que o atraía às cidades era o fato de conterem sinagogas judaicas, populações maiores e líderes mais influentes. Assim, em sua primeira viagem missionária, ele visitou Salamina e Pafos no Chipre, e Antioquia, Icônio, Listra e Derbe na Galácia; em sua segunda viagem, evangelizou Filipos, Tessalônica e Bereia na Macedônia, e Atenas e Corinto na Acaia; enquanto se concentrou em Éfeso durante a maior parte da terceira viagem”.

No capítulo em análise, temos estes pontos:

1. Paulo em Éfeso rebatiza doze discípulos quando aceitaram novas verdades (vs. 1-7).

2. Por três meses Paulo falou ousadamente, dissertando e persuadindo os de coração duro (v. 8).

3. Por dois anos, na Escola de Tirano, Paulo expôs a Palavra de Deus (v. 10). Ao espalhar-se os convertidos em Éfeso a outras localidades, “esse período de dois anos viu a fundação das igrejas de Colossos e Hierápolis, e possivelmente algumas das sete igrejas mencionadas em Ap 2-3, além da de Éfeso” (John MacArthur).

4. O poder do Espírito Santo manifestou-se em Paulo em prol dos habitantes de Atenas, contudo, o poder de Satanás se lhe opôs; porém, “a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente” (vs. 11-20). Onde a Palavra de Deus penetra com poder, itens do poder das trevas são destruídos:

• Os magos foram confrontados;

• Exorcistas foram desmascarados;

• Pecados foram confessados publicamente pelo povo;

• Livros de magia foram queimados.

5. Paulo traçou plano para o futuro, seu alvo era chegar a Roma (v. 21).

6. Paulo enviou Timóteo e Erasto a Macedônia (v. 22).

7. Paulo permaneceu em Éfeso, e o que aconteceu?

• Demétrio liderou um alvoroço contra Paulo porque não conseguia mais vender ídolos (vs. 23-28).

• Confusão em nome da deusa Diana no Teatro da cidade (vs. 29-34).

• O escrivão, sabiamente acalmou toda a agitação (vs. 35-41).

Síntese: A Palavra de Deus redireciona crentes ignorantes (vs. 1-5), solapa o poder da magia (vs. 6-20) e, levanta tumulto no terreno da idolatria (vs. 23-41).

Precisamos mais dessa Palavra em nossa vida, em nossa família, em nossas igrejas e em nosso país! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Avanço do Evangelho - Atos 18

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 18

Comentário Pr Heber Toth Armí 

A esta altura no estudo de Atos, deveríamos ter assimilado a importância prática de pregar estrategicamente o evangelho de Cristo nos mais variados lugares e, aos diversos tipos de públicos, sempre dependendo do poder do Espírito Santo e da orientação de Cristo – o dono da Igreja.

Outro detalhe muito importante, nossa motivação para pregar o evangelho não deve ser apenas porque faz parte da agenda de nossa igreja, porque o pastor desafiou os membros, ou para obter fama apresentando relatórios invejáveis, ou também para ostentar um título de “bom cristão” almejando cargos elevados, ou um espaço no céu.

• Devemos evangelizar porque decidimos submetermo-nos ao senhorio de Cristo, o qual espera que Seus súditos conquistem escravos do reino das trevas para Seu reino eterno.

• Os primeiros cristãos se dedicavam à causa de Cristo ao ponto de, ousadamente, testemunharem mesmo correndo sérios riscos de perder a vida – como realmente muitos perderam. E nós?

Após passar por vários lugares, Paulo avançou aproximadamente 80 km de Atenas. Em Corinto, Deus colocou amigos para apoiá-lo e então continuou pregando a Palavra a quem encontrasse, apesar dos que faziam pouco caso dele, dos que o queriam prendê-lo e dos que o acusavam de blasfêmia perante o governador romano (vs. 1-17).

Depois, de Corinto Paulo foi à Cencreia, onde raspou sua cabeça (v. 18) para ir rumo à Síria; depois dirigiu-se à Éfeso, onde permaneceu pouco tempo – embora houvesse um clamor para que ele permanecesse (vs. 19-21). Dali, seu destino foi sua cidade de origem: Antioquia da Síria (v. 22). Assim Paulo encerrou sua segunda aventura missionária pelo Império Romano.

Entre a segunda e a terceira viagem de Paulo, Apolo encontrou-se com o casal de amigos de Paulo e os três se organizam para fazer o evangelho avançar (vs. 24-28).

Reflita:

• Há responsabilidade em proclamar a Palavra de Deus: Os novos crentes precisam ter sua fé revigorada até se tornarem discípulos firmes e ativos (v. 23).

• Quem se entrega totalmente à Palavra, testemunha de Cristo em todo momento e em todo lugar (v. 5).

• Há desafios em proclamar a Palavra de Deus; porém, além do Senhor colocar amigos para apoiar-nos e fortalecer-nos na dura missão, Ele mesmo se faz presente para consolar-nos (vs. 9-11; conferir Mateus 28:20).

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 9 de maio de 2020

DEUS E NOSSAS DIFERENÇAS

MEDITAÇÃO DIÁRIA

 9 DE MAIO
DEUS E NOSSAS DIFERENÇAS

Barnabé queria levar também a João, chamado Marcos. Mas Paulo não achava justo [...]. Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Atos 15:37-39

Cada pessoa é única, tem seu modo de pensar e expressar seus pensamentos. Mesmo nos empreendimentos espirituais e nos relacionamentos entre cristãos não existe a obrigação de se concordar com tudo e não se dizer nada. Isso às vezes tem algum preço, mas a maturidade e o afeto cristãos devem prevalecer, mesmo que haja dissociação de pessoas as quais Deus pode usar com o mesmo propósito de espalhar o bem em direções diferentes.

Paulo e Barnabé exemplificam esse tipo de discordância. Foi Barnabé quem apresentou Paulo aos apóstolos que estavam descrentes da conversão dele (At 9:27). Tornaram-se amigos e companheiros no campo missionário, embora nem sempre concordassem plenamente em todas as coisas.

Em uma viagem missionária, Barnabé quis levar seu parente João Marcos, com o que Paulo discordou. O jovem Marcos havia mostrado pouca firmeza diante dos desafios em uma experiência anterior. Barnabé queria lhe dar uma segunda chance. Paulo não cedeu. “Ele não estava inclinado a desculpar a fraqueza de Marcos ao desertar da obra em troca da segurança e do conforto do lar. Insistia em dizer que alguém de tão pouca fibra não estava habilitado para uma obra que exigia paciência, altruísmo, bravura, devoção, fé e disposição para sacrificar, se necessário, a própria vida” (Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 202). Assim, a contenda se fortaleceu e houve a separação. Contudo, diferenças de pontos de vista não significam inimizade entre servos de Deus.

Aqui está uma lição da qual precisamos nos lembrar: deixar bem claro o limite entre o ponto de vista e a pessoa ao nos depararmos com opiniões diferentes das nossas ou opinar diferentemente de nossos irmãos e amigos. Exemplo disso foi a atitude de Paulo em relação a Barnabé, a quem menciona em diversas epístolas (Gl 2:1, 9, 13; Cl 4:10). Em 1 Coríntios 9:6, Paulo falou dele como sendo um exemplo digno de alguém que trabalhava para o sustento próprio enquanto pregava o evangelho.

   A coroação do bom senso de Barnabé bem como a coroação da humildade de Paulo aconteceu no fim da vida desse apóstolo. Em sua prisão, ele pediu a Timóteo: “Procura vir ter comigo depressa. [...] Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil” (2Tm 4:9-11).

Como você pode perceber, nossas diferenças são como as notas musicais: juntas, nas mãos de Deus, elas podem formar a mais harmoniosa e bela sinfonia.
Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O Testemunho Triunfante de Paulo

Refletindo a Cristo

28 de dezembro
O Testemunho Triunfante de Paulo

Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia. II Tim. 4:7 e 8.

Este homem de fé [Paulo]contempla a escada da visão de Jacó, que representa Cristo, e que ligou a Terra com o Céu, o homem finito com o infinito Deus. Sua fé se fortalece na recordação de como os patriarcas e profetas confiaram nAquele que é também seu arrimo e consolação, e por quem está dando a vida. Desses santos homens que de século em século deram testemunho de sua fé, ouve ele a segurança de que Deus é verdadeiro. De seus coobreiros apóstolos, que, para pregar o evangelho de Cristo, saíram a enfrentar o fanatismo religioso e as superstições pagãs, a perseguição e o desprezo, que não tiveram a vida por preciosa desde que pudessem levar a luz da verdade em meio aos escuros labirintos da incredulidade – desses ele ouve o testemunho de Jesus como o Filho de Deus, o Salvador do mundo. Do cavalete, das fogueiras, das masmorras, das covas e cavernas da Terra ecoa em seus ouvidos o grito de triunfo dos mártires. Ele ouve o testemunho de almas firmes que, embora despojadas, afligidas, atormentadas, dão testemunho da fé, destemido e solene, declarando: “Porque sei em quem tenho crido.” II Tim. 1:12. Esses, que entregam a vida pela fé, declaram ao mundo que Aquele em quem têm crido é capaz de salvá-los perfeitamente.

Resgatado pelo sacrifício de Cristo, lavado do pecado em Seu sangue, e revestido de Sua justiça, Paulo tem em si mesmo o testemunho de que sua alma é preciosa à vista de seu Redentor. Sua vida está escondida com Cristo em Deus, e ele está persuadido de que Aquele que conquistou a morte é capaz de guardar o seu depósito. Seu espírito se apega à promessa do Salvador: “Eu o ressuscitarei no último dia.” João 6:40. Seus pensamentos e esperanças estão centralizados na segunda vinda de seu Senhor. E quando a espada do carrasco desce e a sombra da morte cai sobre o mártir, seu último pensamento avança, do mesmo modo que o primeiro quando ressuscitar, para encontrar o Doador da vida, que o há de convidar para o regozijo dos santos. …

Como o clangor de uma trombeta, sua voz tem repercutido através de todos os séculos, enrijando com sua coragem milhares de testemunhas de Cristo, e despertando em milhares de corações, feridos pela tristeza, o eco de sua alegria triunfante: … “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, … me dará naquele dia.” II Tim. 4:7 e 8. Atos dos Apóstolos, págs. 512 e 513.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 368 –

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O Poder Irresistível da Vida de Paulo

Refletindo a Cristo
O Poder Irresistível da Vida de Paulo - 12 de dezembro

Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti. Isa. 26:3.

Nero pronunciou a decisão que condenava Paulo à morte de mártir. …

A poucos espectadores se permitiu estar presentes; pois seus perseguidores, alarmados com a extensão da sua influência, temiam que fossem ganhos conversos para o cristianismo por meio das cenas de sua morte. Mas, até os soldados empedernidos que o acompanhavam, ouviram suas palavras, e com espanto o viram animoso e mesmo alegre à vista da morte. Para alguns que testemunharam seu martírio, o espírito de perdão que manifestou para com seus assassinos, e sua inabalável confiança em Cristo até o último momento, mostraram ser um cheiro de vida para vida. …

A paz celestial que o semblante de Paulo irradiava ganhou muitas almas para o evangelho.

Paulo levava consigo a atmosfera do Céu. Todos os que com ele se associavam sentiam a influência de sua união com Cristo. O fato de que sua própria vida exemplificava a verdade que pregava, dava a sua pregação um convincente poder. Nisto reside o poder da verdade. A influência espontânea e inconsciente de uma vida santa é o mais convincente sermão que se pode fazer em prol do cristianismo. O argumento, mesmo quando seja irrespondível, pode só provocar oposição; mas o exemplo piedoso tem um poder a que é impossível resistir completamente.

O apóstolo perdeu de vista seus próprios sofrimentos, que se aproximavam, em sua solicitude por aqueles que ele estava prestes a deixar a lutar com o preconceito, ódio e perseguição. Os poucos cristãos que o acompanharam para o local da execução, ele se esforçou por fortalecer e animar, repetindo as promessas feitas àqueles que são perseguidos por causa da justiça. Assegurou-lhes que nada falharia de tudo aquilo que o Senhor falara com respeito a Seus filhos provados e fiéis. Por algum tempo poderiam estar sob o peso de multiformes tentações; poderiam achar-se destituídos de conforto terrestre; poderiam, porém, animar o coração com a certeza da fidelidade de Deus, dizendo: “Sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.” II Tim. 1:12. Logo terminaria a noite de provações e sofrimentos, e raiaria a alegre manhã da paz e do dia perfeito.

O apóstolo estava a olhar para o grande além, não com incerteza ou terror, mas com esperança e anelante expectativa. Ao encontrar-se no lugar do martírio, não vê a espada do carrasco ou a terra que tão logo há de receber o seu sangue; olha, através do calmo céu azul daquele dia de verão, para o trono do Eterno. Atos dos Apóstolos, págs. 509-512.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo– Pág. 352

sábado, 24 de novembro de 2018

Paulo e Silas Cantam na Prisão

Refletindo a Cristo
Paulo e Silas Cantam na Prisão- 24 de novembro

Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas a portas, e soltaram-se as cadeias de todos. Atos 16:25 e 26.

Enquanto os mensageiros da cruz se entregavam a sua obra de ensinar, uma mulher possessa de espírito de adivinhação seguia-os, clamando: “Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus altíssimo. E isto fez ela por muitos dias.” Atos 16:17 e 18. …

Por inspiração do Espírito Santo, Paulo ordenou ao espírito mau que deixasse a mulher. …

Restituída ao uso da razão, a mulher preferiu seguir a Cristo. Seus senhores ficaram alarmados por causa de seus proventos. Viram que toda esperança de obter dinheiro por meio de suas adivinhações e predições estava perdida, e que, … estaria logo esgotada inteiramente sua fonte de renda. …

Impelida por um frenesi, a multidão se levantou contra os discípulos. Prevaleceu o espírito de tumulto, sancionado pelas autoridades, que, rasgando os vestidos dos apóstolos, ordenaram que fossem açoitados. “E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança.” Atos 16:23. …

Com espanto ouviram os outros prisioneiros os sons de oração e hinos que saíam da prisão interior. Estavam habituados a ouvir gritos e gemidos, maldições e blasfêmias a quebrarem o silêncio da noite …

Mas, conquanto houvessem os homens sido cruéis e vingativos, ou criminosamente negligentes nas responsabilidades solenes sobre eles postas, Deus não Se havia esquecido de ser misericordioso para com Seus servos. Todo o Céu estava interessado nos homens que estavam sofrendo por amor de Cristo, e anjos foram enviados a visitar a prisão. A terra tremeu aos seus passos. As portas da prisão pesadamente aferrolhadas abriram-se; cadeias e grilhões caíram das mãos e pés dos prisioneiros; e brilhante luz inundou a prisão. …

O carcereiro [havia] caído no sono de que foi despertado pelo terremoto e pelo sacudir das paredes da prisão.

Erguendo-se alarmado, viu com espanto que todas as portas da prisão estavam abertas e dele se apossou o temor de que os prisioneiros tivessem escapado. … Tirando a espada, estava prestes a matar-se, quando a voz de Paulo foi ouvida em palavras de animação: “Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos.” Atos 16:28. Cada prisioneiro estava em seu lugar, retido pelo poder de Deus exercido por intermédio de um companheiro de prisão. …

O carcereiro, depondo a espada e… levando-os para um recinto aberto, interrogou: “Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?” Atos 16:30. Atos dos Apóstolos, págs. 212-216.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 334 –

sexta-feira, 10 de abril de 2015

2 Coríntios 11 Comentários de Michael Campbell

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 11
Comentários  de  Michael Campbell

Missionários rivais em Corinto tiraram o foco correto dos membros da igreja. O pastor Paulo está preocupado, pois percebe que eles estão sendo enganados e aborda diretamente aqueles que ele chama de “super-apóstolos”. “O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo”, ele adverte (v. 3). Ninguém deve ser seduzido por qualquer pessoa que pregar um “evangelho diferente” daquele que Paulo primeiro apresentou a eles.

Parece que Paulo comumente não aceitava qualquer apoio financeiro das igrejas onde realizava trabalho missionário. Depois de explicar essa política no capítulo 9, ele a defende mais uma vez no capítulo 11. Embora ele possuísse o direito a esse pagamento, ele optara por não receber qualquer pagamento para que pudesse oferecer de graça as boas novas (I Co 9:18). Ele também não queria que os membros da igreja o sustentassem. “Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim.” (v. 9, NVI).

O papel de um pastor é proteger o seu rebanho. Parece, portanto, natural que os instintos pastorais de Paulo o alertassem de perigo. Lembro de quando era um jovem pastor e um líder religioso local entrou em  minha igreja. Assim que ele chegou, começou a distribuir uma literatura com êrros doutrinários. Passando perto de mim, este líder se dirigia a um número cada vez maior de pessoas no átrio da igreja. Confrontei o indivíduo e pedi-lhe que cessasse de distribuir aquela literatura. Como ele não atendeu ao meu pedido fui forçado a pedir-lhe para sair. Ele saiu e não voltou mais. Senti ser meu dever proteger as pessoas que estavam sob meus cuidados.

A partir do versículo 16 até o final do capítulo, Paulo apela mais uma vez para os membros da igreja de Corinto que o apoiem enquanto se prepara para responder a esses adversários. Embora não desejasse faze-lo, e considerasse até uma insensatez (v. 21), Paulo lista alguns de seus inumeráveis sofrimentos e provações como um meio de mostrar o quanto amava as igrejas por quem trabalhara.

As palavras de Paulo evidenciam que o ministério e o serviço exigem sacrifício pessoal. Peçamos a Deus que nos conceda dedicação e compromisso no trabalho que realizamos em prol daqueles por quem Cristo morreu.
Michael Campbell


quinta-feira, 2 de abril de 2015

2 Coríntios 3 Comentários de Michael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 3
Comentários  de Michael W. Campbell

O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja em Corinto é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.
Paulo, então, traça um contraste entre o seu próprio ministério e o de Moisés (como o esquema a seguir ajuda a ilustrar):

O ministério de Moisés:

- Um ministério que tinha glória, mas também trouxe a morte e a condenação (2 Cor. 3: 7, 9)
- Gravado em tábuas de pedra (2 Cor. 3: 7)
- Veio com uma glória que era temporária e desapareceu (2 Cor. 3: 7, 9-11)
- Moisés usava um véu para esconder do povo aquela glória temporária (2 Cor. 3:13)
- A mente dos que lêem os escritos de Moisés permanece com um véu (2 Cor. 3: 14-15)

O ministério de Paulo:
- Um ministério do Espírito doador de vida que traz justiça (2 Cor. 3: 8, cf. 2 Cor. 3:6)
- Escrito nas tábuas de corações humanos (2 Cor. 3: 3)
- Um ministério com glória superior e que não desvanece (2 Cor. 3: 8-11)
- “Todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor” (2 Cor. 3:18)

- Aqueles que se voltam para o Senhor Jesus tem o véu removido (2 Cor. 3:16)
Em última análise, o “ministério do Espírito” é “muito mais glorioso” (v. 8, NVI). Na verdade, Moisés, através da “antiga aliança”, apontava para os dias de hoje. Estes não são dois pactos separados, mas o que Moisés ensinou foi como um “véu” que foi retirado “em Cristo.” Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.
Michael W. Campbell, Ph.D.

Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas


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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Romanos 1 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra
 Bíblica  - Romanos 1

Comentários  de  Norman McNulty

O livro de Romanos é uma poderosa explicação do evangelho de Jesus Cristo. Ellen White oferece uma melhor visão sobre a grande luz que a epístola de Paulo aos Romanos nos traz: “Com grande clareza e poder ele [Paulo] apresentou a doutrina da justificação pela fé em Cristo. … A grande verdade da justificação pela fé, como exposta nesta epístola, tem permanecido através de todas as épocas como um poderoso farol a guiar o pecador arrependido pelo caminho da vida. … Ele tem orientado milhares de almas sobrecarregadas pelo pecado à mesma fonte de perdão e paz. Todo cristão tem motivos para agradecer a Deus por essa epístola à igreja de Roma.” (Sketches from the Life of Paul [Lições da Vida de Paulo], pp 187, 188).

Nos primeiros seis versos, Paulo oferece uma breve ideia do que ele irá compartilhar nos primeiros oito capítulos. Ele é um apóstolo, chamado por Deus para pregar o evangelho, que também havia sido compartilhado com Israel nas Escrituras do Antigo Testamento. Esta boa notícia é sobre Jesus Cristo, que, “como homem, era descendente de Davi” (v. 3, NVI). Assim, Jesus veio como um ser humano, o que O qualificou a morrer como sacrifício pelos pecados, para que possamos receber a Sua graça . Além disso, a Sua vida nos capacita a sermos libertos do pecado quando nós O aceitamos como nosso Salvador. Esta é certamente uma ótima notícia!

Após salientar que Deus é contra toda a impiedade, Paulo mostra porque o mundo necessita tanto do evangelho e identifica a maldade dos que não têm parte com Deus (vs. 18-32). No próximo capítulo, ele descreve o pecado dos que afirmam conhecer a Deus e carecem do evangelho tanto quanto os do mundo.

Entretanto, o mais importante do capítulo se encontra nos versículos 16 e 17, onde Paulo descreve o poder do evangelho. A palavra grega para poder é dunamis, de onde veio o substantivo dinamite. O evangelho é poderoso porque nele a justiça de Deus se revela na vida daqueles que creem, o que é evidência da justificação pela fé. Observe como Ellen White conecta a justificação pela fé com a última mensagem ao mundo. Ela diz: “Várias pessoas me escreveram, indagando se a mensagem da justificação pela fé é a mensagem do terceiro anjo, e eu respondi: ‘É a mensagem do terceiro anjo, em verdade.’ O profeta declara: ‘E depois destas coisas, vi outro anjo que desceu do céu com grande poder; e a terra foi iluminada com a sua glória’ “(Review and Herald, 1º de abril de 1890).

Em outras palavras, aqueles que experimentam a justificação pela fé revelarão a justiça de Deus e receberão poder e destemor para dar a mensagem do alto clamor ao mundo.

Norman McNulty
Neurologista, EUA


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Atos 28 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Atos 28
Pr. Heber Toth Armí

Neste último capítulo percebe-se ausência de conclusão: O doutor Lucas não concluiu o livro de Atos. Pois, a história da Igreja não terminou. Ela continua na vida dos cristãos e na disposição de proclamar as coisas pertencentes ao Senhor Jesus.

Cada mensagem de cada capítulo visa nossa motivação para a missão. Portanto, se nada mudou em nós após lermos estes 28 capítulos, tem alguma coisa errada – certamente não com a Bíblia.

Avalie! Mudou alguma coisa? O que aprendemos do legado de Estevão, Pedro, Paulo, Filipe, Ananias, Lucas, Príscila, Áquila, etc.?

Acontecimentos do início do cristianismo devem moldar nosso cristianismo atual. Lemos sobre homens consagrados que ergueram a bandeira da verdadeira religião em um mundo pagão. Todavia, não devemos viver das vitórias de pessoas cristãs piedosas que já fizeram sua parte na história.
Deus nos fez, deu-nos vida e oportunidade neste tempo, nesta geração, para que empenhemos no avanço da evangelização. Evangelismo é o coração do cristianismo.

Atente para estas verdades:

1. Onde quer que estejamos, ainda que seja onde não queiramos estar, todo tempo é tempo de promover o reino de Deus. Paulo, salvo do naufrágio, permaneceu durante três meses na ilha de Malta (vs. 1-11); ele honrou a Deus e Deus o honrou.

2. Por mais difícil que seja viver os planos divinos é melhor que viver os ambiciosos, mas miseráveis planos do corrupto coração humano. Demorou, foi difícil, mas Paulo chegou a Roma. As hostes satânicas podem fazer de tudo para atrapalhar os planos de Deus, mas certamente Deus vence na vida dos crentes (vs. 11-31).

3. Deus abençoa-nos para abençoarmos aos outros, e, assim ganhamos o respeito de gente importante e autoridades políticas. Foi permitido a Paulo morar à parte (v. 16), na companhia de um soldado. Por dois anos morou numa casa, evangelizando a todo aquele que se aproximasse (v. 30).

Velho, cansado, doente, fraco, contudo até o último dia de vida, Paulo evangelizou. O que estamos fazendo com a vida e o tempo que Deus nos dá?

Precisamos ser mais poderosos que a influência secular (mundana), para que a igreja não seja abalada pelo mundo; se clamarmos pelo poder que Paulo recebeu, poderemos ser uma igreja que conquiste o mundo para Cristo.
E, então, vamos ousar mais?

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Atos 28 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Atos 28
Ron E. M. Clouzet

Paulo e seus companheiros passaram os três meses de inverno em Malta. Durante esse tempo, Lucas menciona três milagres pelas mãos de Paulo: sacudindo uma cobra venenosa, curando o pai do homem mais influente na ilha, e curando os demais doentes (vv.1-9). Paulo era um homem cheio do Espírito Santo. Somente podemos imaginar o que deve ter passado pela mente de Lucas, o médico, vendo tantos serem curados por Paulo!

Finalmente, eles embarcaram num outro navio que passava por lá e navegaram para Puteoli, o porto próximo de Roma. O centurião, profundamente impressionado com este homem de Deus, permitiu que Paulo e seus amigos se encontrassem  com os cristãos daquele lugar por uma semana. A notícia de que Paulo estava para chegar a Roma certamente alcançou os cristãos que moravam em Roma e na região e os crentes vieram até um lugar chamado Três Pousadas (ou Três Vendas), e ao mercado de Ápio, situados na Via Ápia, para recebê-lo e a seus amigos ( v.15). Esses lugares estavam a 33 e 43 quilômetros de Roma, respectivamente.

Ellen White conta-nos mais deste encontro. Paulo, Lucas e Aristarco caminhavam para Roma, guardados por soldados: “De súbito ouve-se um grito de alegria e um homem se destaca da turba que passa, e lança-se ao pescoço do prisioneiro, abraçando-o e chorando de alegria, como um filho que saudasse o pai por muito tempo ausente. A cena se repete muitas vezes à medida que, com a vista aguçada por expectante amor, muitos reconhecem no preso acorrentado aquele que em Corinto, Filipos e Éfeso, lhes havia pregado as palavras da vida … Os soldados impacientam-se com a demora, mas não têm coragem de interromper essa feliz reunião; pois também eles aprenderam a respeitar e estimar seu prisioneiro. Nessa face macerada e batida pela dor, os discípulos veem refletida a imagem de Cristo. Asseguram a Paulo que nunca o esqueceram nem deixaram de amá-lo; que lhe são devedores pela feliz esperança que lhes anima a vida, e dá-lhes paz para com Deus “(Atos dos Apóstolos, pp.448, 449).

Que recepção! A cidade que Paulo tanto almejava impactar com o evangelho de Jesus, lhe mostra sinais de que Deus tinha ido à frente dele para preparar-lhe o terreno e dar-lhe sucesso, mesmo em cadeias! Assim, o livro de Atos termina dizendo-nos que Paulo ficou “em sua própria sede alugada” (v. 30), desfrutando de uma relativa liberdade, por dois anos. Durante este tempo, embora acorrentado a um soldado, ele se manteve “pregando o reino de Deus e ensinando a respeito do Senhor Jesus Cristo, com toda a confiança” (v. 31). De lá, ele enviou trabalhadores para fortalecer as igrejas e plantar novas.

A obra de Deus não pode e não será interrompida. O mundo ouvirá as boas novas de Jesus Cristo. A questão é: você fará parte deste grande empreendimento? Que Deus nos use para a Sua glória!

Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Atos 27 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Leitura Bíblica- Atos 27
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Não só a igreja deve ser reavivada e reformada; a sociedade, o lar e, principalmente nossa vida pessoal. Observe pausadamente cada uma destas palavras:

• Deus;
• Igreja;
• Bíblia;
• Jesus;
• Oração.

Note que, geralmente, indagamos sobre a primeira. Desgostamo-nos com a segunda. Não conseguimos entender a terceira. Usamos a quarta de qualquer jeito. Depois, arruinados e desesperadamente, intentamos a última. Precisamos reavivarmos e reformarmos urgentissimamente...

Dificuldades sempre existiram e ainda existirão, tanto aos cristãos como aos pagãos, assim também aos servos de Deus e aos ateus. Isso é visível na viajem de Paulo, de Cesaréia com destino a Roma (vs. 1-12).

A vida é uma viagem, às vezes vamos por terra, outras vezes por mar – algumas vezes pelo ar. Quando no mar, ora parece calmo, ora tormentoso. E, certa altura, experimentamos um naufrágio – onde só nos restará a vida (vs. 13-44).
Ao comentar sobre este capítulo, Charles Swindoll apresenta, didaticamente, lições sobre lidar com os naufrágios da vida: Lance quatro âncoras ao mar:

1. Âncora da estabilidade (vs. 20-26);
2. Âncora da unidade (vs. 27-32);
3. Âncora da renovação (vs. 33-36);
4. Âncora da realidade (vs. 41-44).

O navio tinha 276 almas, nenhuma se perdeu. Mas o resto, inclusive o navio, tudo se perdeu. A despeito de todas as perdas, a preservação das 276 almas foi um milagre. Note no texto que, em meio às adversidades da vida faz diferença a confiança em Deus, estar ligado à Igreja verdadeira, ser praticante da Bíblia, depender de Jesus e recorrer à oração.

Catorze dias tempestuosos. Sem fogo, sem cozinhar, sem comer, sem parar. “No meio daquele terrível cenário, o apóstolo mantinha a calma e a coragem. Não obstante estivesse ele sofrendo fisicamente mais do que todos, tinha palavras de esperança para o momento mais crítico... Nesse tempo de provação, Paulo agarrou-se pela fé ao braço do poder infinito, apoiando seu coração em Deus e, no meio do desânimo circundante, sua coragem e nobreza de alma brilharam com o mais claro fulgor. Enquanto todos ao redor aguardavam apenas rápida destruição, esse homem de Deus, na serenidade de uma consciência irrepreensível, estava derramando suas ardentes súplicas em favor de todos” (EGW, Paulo, 270-271).

Quem dera dependêssemos de Deus assim como Paulo! Aprendamos!

Lance tuas âncoras em Jesus! Confie!

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Salmos 36 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 36 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontad...