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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Um ministério sagrado -Numeros 18


 NÚMEROS 18: Um ministério sagrado | Reflexão: Pr. Michelson Borges


“[Os levitas] são dados a vocês como dádiva ao Senhor, para servirem na tenda do encontro. [...] Eu lhes dou o seu ofício sacerdotal como dádiva.” Números 18:6, 7

“Dou a vocês o serviço do sacerdócio como um presente” (v. 7, NVI). Como você encara seu serviço para Deus? Os sacerdotes (assim como o reino sacerdotal) não tinham herança neste mundo; Deus era a herança deles. O sacerdote e sua família deviam viver dos recursos do santuário e trabalhar exclusivamente para Deus. “Assim também o Senhor ordenou aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (1Co 9:14).

As ofertas ao Senhor deveriam ser da melhor parte do que era ofertado. A Deus sempre devemos dar o melhor. Arão era responsável pelas contribuições levadas ao santuário. O Senhor exige responsabilidade na gestão dos dízimos e das ofertas. Para Deus as ofertas são sagradas e não devem ser profanadas pelos que as administram. Isso é pecado grave.

Os animais para o sacrifício não podiam ser resgatados, assim como Jesus não foi poupado da morte na cruz. Ele Se entregou por nós.

Promessa: Deus chama “sacerdotes” para cuidar de Seu povo, sendo Ele mesmo o bom Pastor, modelo de amor e serviço.

https://youtu.be/m3FjpSOiRbc?si=wE_Xdl0oDg-SY5rg

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Números 3 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 3

Comentário Pr Heber Toth Armí

NÚMEROS 3 – Alguém disse que “ministério é serviço, não ser visto”; não foca na premissa de quem não é visto não é lembrado. Cada função deve ser exercida visando salvar ao pecador, não a autopromoção do líder do Senhor.

Ministério é responsabilidade para com Deus e Seu povo. Em Números 3, seis vezes aparece o termo “responsabilidade”, todas ligadas ao serviço a Deus e ao Seu povo (Números 3:25, 28, 31-32, 36, 38). Tanto é que foi necessário um ajuste ritualístico devido ao excedente dos primogênitos israelitas (Números 3:44-51).

A morte fulminante de Nadabe e Abiú tornou-se lembrete de que o ministério espiritual junto ao povo de Deus não deve ser feito irresponsavelmente nem relaxadamente (Números 3:2-4). Os líderes espirituais pertencem a Deus e devem viver exclusivamente para Seu serviço; por isso, os levitas foram dispensados do serviço militar para batalhar na guerra espiritual, conhecida como grande conflito entre o bem e o mal (Números 1:47-54; 2:33). Eles deviam cuidar do Santuário e serem responsáveis para que nenhuma profanação ocorresse (Números 18:1-8).

Atualmente Deus quer líderes espirituais vivendo exclusivamente para o evangelho (1 Coríntios 9:13-14). Por haver muitos “ignorantes e instáveis” torcendo as Escrituras, introduzindo secretamente heresias destruidoras, atraindo muitos seguidores, satisfazendo seus interesses ambiciosos (1 Pedro2:1-3; 3:16), é que existe a necessidade de líderes espirituais fieis que ministrem com responsabilidade, enfrentando os desafios dos lobos vorazes (Atos 20:28-31; 1 Timóteo 1:8-11; Tito 1:5-16). Eis a razão pela qual Deus pede respeito e consideração pelos líderes espirituais de Sua igreja (Hebreus 13:17).

“Ao enviar os Seus pastores, nosso Salvador deu dons aos homens, pois por meio deles Ele comunica ao mundo as palavras da vida eterna. Este é o meio ordenado por Deus para o aperfeiçoamento dos santos em conhecimento e verdadeira santidade. A obra dos servos de Cristo não é meramente pregar a verdade; devem vigiar pelas almas, como os que têm que dar contas a Deus. Devem redarguir, repreender, exortar, com toda a longanimidade e doutrina”, afirma Ellen White (T5, p 237-238).

Infelizmente, na história, a verdade foi jogada por terra; a mentira prosperou devido à negligência de muitos líderes espirituais (Malaquias 1:6-2:9). Felizmente, Deus tem restaurado rupturas doutrinárias através de Seus líderes (Isaías 58:12; Daniel 7:25; 8:8-14; Apocalipse 3:14). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

A glória do ministério - 2 Coríntios 3

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 3

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);

• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);

• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);

• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);

• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);

• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);

• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);

• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);

• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);

• A glória do


ministério – sua pureza (6:11-7:1);

• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);

• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);

• É autenticado por Deus (vs. 4-6);

• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);

• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);

• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;

2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;

3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 4 de maio de 2015

1 Tessalonicenses 2 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  


Leitura Bíblica- 1 Tessalonicenses 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Carecemos de bons modelos de líderes espirituais nos dias atuais. Temos em Paulo um legado milenar que serve de inspiração tanto a líderes de igreja quanto aos membros.

Hernandes Dias Lopes, em sua introdução a este capítulo faz as seguintes observações. Um líder espiritual não busca
1. Conforto, mas conversões;
2. Lucro, mas trabalho;
3. Aplausos dos homens, mas a aprovação de Deus.

Paulo era um excelente líder espiritual porque possuía o amor celestial que regia todas as suas atitudes e atividades, o que falta a muitos líderes modernos. “Mais que todas as demais cartas de Paulo, esta é caracterizada por simplicidade, ternura e afeição” analisa W. Graham Scroggie.

Escrita possivelmente no ano 52 d.C., esta pequena missiva paulina nos ensina grandes lições, do capítulo em questão temos:

1. Para o cristão, seja líder espiritual ou não, o sofrimento deve desenvolver a coragem; sob perseguição o cristão deve ser fiel, esta fidelidade gera responsabilidade e maturidade espirituais (vs. 1-4).
2. Todo verdadeiro convertido a Cristo passa de um amor egoísta para um amor altruísta. O amor abnegado é visível quando o indivíduo está sob pressão, angústia e provocações e mesmo assim oferece atitudes de um amor desapegado ao eu e às coisas pessoais (vs. 5-8).
3. A vida cristã genuína é vivida nos ministérios, onde os outros são prioridades. O cristão se sacrifica, usando toda influência do poder do evangelho em sua vida a fim de alcançar outras pessoas para Cristo (vs. 9-20).

Aos que querem aprender a pregar, sejam inexperientes ou experientes, nos doze primeiros versículos encontramos os seguintes princípios. Para pregar com poder e autoridade o pregador precisa...
• ...de uma motivação correta: Buscar a aprovação de Deus para glorificar genuinamente a Deus através de suas palavras (vs. 1-6);
• ...possuir caráter amoroso e misericordioso: Ele deve ter coração de mãe para amar os ouvintes e de pai para consolar os carentes (vs. 7-11);
• ...ter senso aguçado de estar numa missão divina: Isso fará dele alguém que abre a boca para incentivar pessoas a viverem para a glória de Deus, a perseverar na Palavra até entrar no reino de Deus e conduzir os ouvintes do crescimento espiritual à maturidade espiritual (vs. 11-12).

Enfim, temos muito que aprender deste grande apóstolo! Reavivemo-nos!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


1 Tessalonicenses 2 Comentários de Jon Paulien

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - 1 Tessalonicenses 2
Comentários  de Jon Paulien

Era amplamente conhecido no mundo antigo que dinheiro, sexo e poder são  grandes motivadores do comportamento humano. Muitos “pregadores de rua” do primeiro século vendiam suas idéias como uma forma de evitar trabalhar com as mãos. Outros descobriram que as mulheres eram atraídas por homens articulados e conhecidos publicamente. Outros ainda estavam obcecados com o poder que as grandes ideias exerciam sobre os outros. Mas se você está motivado pelo dinheiro, sexo ou poder, você não está motivado pelo desejo de agradar a Deus. E pode ser que você nem consiga reconhecer suas verdadeiras motivações.

Em 1 Tessalonicenses 2:1-12 temos um vislumbre da vida interior de Paulo e seus companheiros. Ministério genuíno significa deixar Deus testar a sua vida interior e motivações, falar o que você realmente acredita e procurar sempre agradar a Deus. Permitir que Deus teste a sua vida interior é a melhor maneira de desenvolver e manter a autenticidade espiritual (2:3-6). E essa autenticidade será testada não apenas por Deus, ela será testada pela vida. O sofrimento e a perseguição ajudam a separar o genuíno do falso. Se a motivação dos apóstolos fosse dinheiro, sexo ou poder, a difícil experiência deles em Filipos os teria feito desistir da missão (2: 1-2). Mas a autenticidade de suas motivações afetou tudo o que eles fizeram em prol dos tessalonicenses (2:7-12).

Paulo e os outros apóstolos eram pessoas reais. Eles poderiam ter ficado abatidos e até com raiva quando a mensagem pregada por eles foi rejeitada (1 Tessalonicenses 2:13-16), mas eles foram profundamente encorajados pela acolhida favorável dos tessalonicenses (1 Ts 2:17-20). Acima de tudo, eles permitiram que Deus testasse continuamente a sua autenticidade como apóstolos (2:3-6). Se a mensagem que eu prego não mudou a minha própria vida, será de pouca utilidade para aqueles a quem eu prego.
Jon Paulien



sexta-feira, 10 de abril de 2015

2 Coríntios 11 Comentários de Michael Campbell

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 11
Comentários  de  Michael Campbell

Missionários rivais em Corinto tiraram o foco correto dos membros da igreja. O pastor Paulo está preocupado, pois percebe que eles estão sendo enganados e aborda diretamente aqueles que ele chama de “super-apóstolos”. “O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo”, ele adverte (v. 3). Ninguém deve ser seduzido por qualquer pessoa que pregar um “evangelho diferente” daquele que Paulo primeiro apresentou a eles.

Parece que Paulo comumente não aceitava qualquer apoio financeiro das igrejas onde realizava trabalho missionário. Depois de explicar essa política no capítulo 9, ele a defende mais uma vez no capítulo 11. Embora ele possuísse o direito a esse pagamento, ele optara por não receber qualquer pagamento para que pudesse oferecer de graça as boas novas (I Co 9:18). Ele também não queria que os membros da igreja o sustentassem. “Fiz tudo para não ser pesado a vocês, e continuarei a agir assim.” (v. 9, NVI).

O papel de um pastor é proteger o seu rebanho. Parece, portanto, natural que os instintos pastorais de Paulo o alertassem de perigo. Lembro de quando era um jovem pastor e um líder religioso local entrou em  minha igreja. Assim que ele chegou, começou a distribuir uma literatura com êrros doutrinários. Passando perto de mim, este líder se dirigia a um número cada vez maior de pessoas no átrio da igreja. Confrontei o indivíduo e pedi-lhe que cessasse de distribuir aquela literatura. Como ele não atendeu ao meu pedido fui forçado a pedir-lhe para sair. Ele saiu e não voltou mais. Senti ser meu dever proteger as pessoas que estavam sob meus cuidados.

A partir do versículo 16 até o final do capítulo, Paulo apela mais uma vez para os membros da igreja de Corinto que o apoiem enquanto se prepara para responder a esses adversários. Embora não desejasse faze-lo, e considerasse até uma insensatez (v. 21), Paulo lista alguns de seus inumeráveis sofrimentos e provações como um meio de mostrar o quanto amava as igrejas por quem trabalhara.

As palavras de Paulo evidenciam que o ministério e o serviço exigem sacrifício pessoal. Peçamos a Deus que nos conceda dedicação e compromisso no trabalho que realizamos em prol daqueles por quem Cristo morreu.
Michael Campbell


quinta-feira, 9 de abril de 2015

2 Coríntios 10 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  
Leitura Bíblica- 2 Coríntios 10

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Há quem ministra porque deseja ministrar, outros porque Deus deseja. Há quem deseja exaltar-se por isso ministra na igreja; outros desejam exaltar Jesus, por isso estão na igreja. Todo aquele que exerce função na igreja é ministro, exerce ministério; mas, nem todos o fazem motivados por Cristo.

1. O ministro enviado de Deus é caracterizado pelo comportamento adequado (vs.1-6):

• Brandura e amabilidade de Cristo;
• Humildade com ousadia;
• Usa armas espirituais, são poderosas;
• Submete-se os pensamentos a Cristo;
• Pune toda desobediência para promover resistência espiritual.

2. O ministro enviado de Deus revela autoridade de quem o enviou (vs. 7-11):

• Não intimida com palavras nem com gestos ameaçadores;
• Está seguro de sua posição em Cristo;
• Está disposto a tudo para não destruir, mas construir a vida das pessoas;
• Não provoca medo, mas diálogo amistoso.

3. O ministro enviado de Deus tem a recomendação do Céu (vs. 12-18):

• Não se exalta, nem se orgulha e nem se vangloria;
• Avalia-se não conforme o gosto dos ouvintes, interessa-se pela vontade de Deus;
• Louva ao Senhor, não seus próprios feitos;
• Busca aprovação do Senhor, sem recomendar-se a si mesmo.

Sem conhecimento real e espiritual da Palavra muitos desprezam os ministros de Deus, e buscam ministros que erguem fortalezas contra os ministros do Senhor.

Pondere: “Satanás tinha almejado as mentes de algumas pessoas em Corinto e a igreja estava sofrendo ameaça de acreditar nessas pessoas em vez de acreditar no servo do Senhor” (Kay Arthur). Será que Satanás não faz igualmente nas igrejas através da mente de muitos irmãos?

Mentes carnais avaliam equivocadamente as mentes espirituais. Paulo era mal interpretado e criticado de...

• Ousado longe, tímido presente;
• Arrogante;
• Irreverente;
• Arrogante;
• Deficiente na oratória;
• Desprovido de amor;
• Explorador.

O inimigo levanta fortalezas na igreja contra os verdadeiros servos de Deus, mas estes agem com destrezas do Céu: Usam as armas espirituais. Paulo ensina-nos focar menos contra quem lutam os servos do Senhor, e, dá mais atenção às armas espirituais.

As armas espirituais não atingem pessoas, atingi-las implica lutar conforme padrões mundanos: Destroem e afastam uns dos outros. As armas espirituais promovem união, restauração e harmonia. Elas destroem preconceito, orgulho, inveja, arrogância, brigas e desavenças.

Oremos pelos injustiçados ministros de Cristo. Une-te a eles, não contra eles! Busque armas espirituais!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:




                                                

segunda-feira, 6 de abril de 2015

2 Coríntios 7 Comentários de Michael Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 7
Comentários  de  Michael Campbell

No início do capítulo 7 o pastor Paulo conclui a defesa de seu ministério apostólico. Ele apela que “purifiquemo-nos de tudo o que contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus” (v 1 NVI). Além disso, ele relembra o que são ações convenientes [para a boa convivência] (v 2b), o vínculo estreito que estabeleceu com eles (v 3) e manifesta esperança e encorajamento (v. 4).

No restante do capítulo (vs 5-16) Paulo volta a falar da razão da mudança de seus planos de viagem, razão do conflito com os membros da igreja de Corinto. Esta parte da carta torna-se profundamente pessoal ao ele analisar o impacto emocional de sua carta anterior. “Mesmo que a minha carta lhes tenha causado tristeza, não me arrependo” (v 8 NVI). Esse confronto será a oportunidade para a mudança de corações e vidas (vs 9, 10).

O verdadeiro arrependimento está intimamente ligado ao afastamento do pecado. “A tristeza segundo Deus”, lembra Paulo, “não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação.” (v 10 NVI)

Paulo cita que não escreveu “por causa daquele que cometeu o erro” (v 12 NVI), mas para benefício dos crentes de Corinto. E não identifica a pessoa que cometeu o erro. Anteriormente Paulo tinha aconselhado aos crentes em Corinto a perdoarem essa pessoa (2Co 2:5-8). Ellen White nos lembra que, como cristãos, temos a responsabilidade de evitar uma atitude crítica: “É fácil falar contra as falhas e os erros dos outros e, em termos gerais condenar isso e aquilo, mas você já pensou que este é o trabalho que o inimigo está sempre fazendo? … Quanto descanso e paz e felicidade tem você encontrado em se demorar sobre as imperfeições dos seus irmãos? … Não foi a sua fé enfraquecida e seu discernimento obscurecido? Sua alma tornou-se mais e mais destituída da graça de Deus” (Carta 48, 1893).

O próprio Paulo dá o exemplo, tentando ser uma fonte de encorajamento (v 13). Suas boas obras haviam mostrado que a sua fé era verdadeira. “Alegro-me”, observa Paulo, “por poder ter plena confiança em vocês” (v. 16).
Michael Campbell


domingo, 5 de abril de 2015

2 Coríntios 6 Comentários de Michael Campbell

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 6
Comentários  de  Michael Campbell

No capítulo 6, o apóstolo Paulo continua a defesa de seu ministério. E começa lembrando aos coríntios que o momento presente envolvia urgência: “agora é o dia da salvação!”(6:2 NVI). Ele os adverte que prestem atenção. Isto faz-me lembrar de um membro da igreja que tinha o mau hábito de falar e distrair outros na igreja. Um dia, enquanto eu estava pregando eu enviei a ele uma mensagem de texto: “Preste atenção!”. Depois de um minuto ou dois, ele leu a mensagem e endireitou-se no banco. Depois, ele me perguntou: “Como é você enviou um texto enquanto pregava?” Eu disse a ele, brincando, que eu tinha o dom espiritual de enviar mensagens de texto. Se o apóstolo Paulo estivesse vivo hoje penso que ele iria usar massivamente a mídia social para lembrar as pessoas de que nossas vidas espirituais são importantes e que não devemos adiar nossa decisão a respeito de Jesus Cristo.

Paulo faz o seu apelo para a prontidão espiritual no verso 2, logo após citar Isaías 49:8, se referindo ao “dia da salvação” como tendo chegado em Jesus Cristo. Ele se coloca como modelo de ministro, “suportando com muita paciência as aflições, os sofrimentos e as dificuldades” (v 4 NTLH). No entanto, o que torna o ministério louvável não são as coisas ruins que lhe acontecem, mas sim, o serviço feito por meio do Espírito Santo, “e no amor sincero; na palavra da verdade e no poder de Deus” (vs. 6b-7 NVI).

Finalmente, o apóstolo encerra sua defesa pessoal do seu ministério. Ele os lembra do papel paterno que ele tem desempenhado em suas vidas. E como um pai ele os adverte: “não se juntem com descrentes para trabalhar com eles”, “pois nós somos o templo do Deus vivo” (vs. 14, 16 NTLH). Ainda mais importante nesta consideração é a lembrança de que Deus é nosso Pai celestial (vs. 17-18).O que distinguia a visão de mundo dos judeus e cristãos primitivos de todas as outras religiões do mundo e ainda distingue hoje, é exatamente essa compreensão de um Pai celestial transcendente e pessoal.
Michael Campbell
AIIAS
Filipinas


sábado, 4 de abril de 2015

2 Coríntios 5 Comentários de Michael Campbell

Reavivados por Sua Palavra


Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 5
Comentários  de  Michael Campbell

Do final do capítulo 4 (verso 16 em diante) até os dez primeiros versos do capítulo 5, o apóstolo Paulo contrasta a natureza passageira da existência terrena com a natureza permanente da existência após a ressurreição. Embora seja evidente que será “destruída a temporária habitação terrena em que vivemos” (v 1 NVI), ou seja, o nosso corpo, o que realmente conta é que no interior sejamos “uma nova pessoa” (v 17 NTLH) por estarmos unidos com Cristo e, assim, renovados a cada dia. Nós nos concentramos em coisas eternas, que não podem ser vistas (v 1).

Tudo aqui nesta terra perde o brilho quando comparado com a glória do céu. Assim, esta “habitação” (v 1 NVI) ou “tabernáculo” (v 1 ARA) em que vivemos acabará por ser demolido. “Enquanto isso, gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação celestial” (v. 2 NVI), Paulo nos lembra. Entendemos isto pela “fé, e não pelo que vemos” (v. 7 NVI). E Quem vai fornecer nossas roupas e casa celestiais é o próprio Jesus.

Na segunda parte deste capítulo (versos 11 a 21), somos lembrados do belo ministério da reconciliação. Nosso trabalho é “persuadir os homens” a terem um relacionamento com Jesus Cristo (v 11 NVI). Se por este desejo e argumentação parece que “enlouquecemos, é por amor a Deus” (v 13 NVI).

No ponto alto do capítulo, Paulo escreve: “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” (vs. 14-15 NVI). Seu maior desejo é contar que “Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens”.

Nós todos “estamos aqui falando em nome de Cristo” NTLH, tendo recebido o alto privilégio de sermos portadores desta “mensagem da reconciliação” (v. 19 NVI) entre Deus e os homens. Temos a elevada missão se suplicar a todos que se reconciliem com Deus (v 20), proclamando que: “em nome de Cristo, deixem que Deus os transforme de inimigos em amigos dEle” (v 20 NTLH).

Que todos conheçam que “Deus colocou sobre Cristo a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com Ele, tenhamos a vida santa que Deus quer” (v 21 NTLH).

Michael Campbell


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Atos 20 Comentários de Ron E. M. Clouzet

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 20
Comentários  de  Ron E. M. Clouzet

O plano de Paulo para sua terceira viagem missionária era ir até Roma (Atos 19:21). Ele tinha estado em Antioquia, Atenas, Corinto e Éfeso (as grandes cidades do mundo Mediterrâneo), mas Roma era a maior e mais importante de todas. Ele não foi a Roma imediatamente, mas realizou muita coisa nesse meio tempo. Em Éfeso, ele escreveu cartas aos Coríntios, com muitas lágrimas, expressando sua preocupação para com eles (1Co 2:4). Além disso, ele decidiu ficar em Éfeso um pouco mais de tempo, tendo em vista o surgimento de novas oportunidades para o evangelismo (1Co 16:9). Neste momento, ocorreu em Éfeso o motim liderado por Demetrius (Atos 19:21-41) e Paulo voltou para Macedônia (Atos 20:1). Em Filipos, ele se encontrou com Tito, que retornava de Corinto trazendo a boa notícia da reação positiva à carta [1Co] que Paulo lhes escrevera (2 Cor 7:6-10). Mais à frente, o apóstolo foi a Corinto, onde permaneceu por três meses (At 20:2, 3). Enquanto ainda estava lá, ele escreveu aos Romanos, antecipando sua jornada para lá.

Paulo iria navegar de Corinto a Jerusalém. Mas em vez disso decidiu retornar por terra, através da Macedônia, depois que tomou conhecimento de uma conspiração para matá-lo (Atos 20:3). Depois de uma semana com Lucas em Filipos, ele se reuniu com os outros homens em Trôade, onde ele ressuscitou Êutico no meio de um sermão que durou toda a noite (Atos 20:7-12)! Na parte da manhã, os companheiros de Paulo embarcaram em um navio que ia para Assos, mas Paulo decidiu ir a pé. Ele queria privacidade para pensar e orar (Atos dos Apóstolos, p.392).

Novamente num navio, Paulo e sua equipe finalmente atracaram em Mileto, a 30 km de Éfeso. De lá, ele enviou uma mensagem para os anciãos para virem vê-lo. Quando chegaram, o apóstolo lhes disse: “Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa” (v.20), proclamando “toda a vontade de Deus” (v.27 NVI). Ele lhes advertiu que “dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! … ” (vv.30, 31 NVI). Então ele disse-lhes: “Cuidem de vocês mesmos … para pastorearem a igreja de Deus, que Ele comprou com o seu próprio sangue.”(v.28 NVI).

O grande apóstolo focava nas duas funções do ancião, de acordo com o Novo Testamento. A primeira, ensinar a Palavra (1Tt 1:5, 9), para o rebanho crescer espiritualmente e não se extraviar. A segunda, liderar (Atos 20:28), isto é, pastorear o rebanho com sabedoria e habilidade, fazendo referência ao ministério dos pastores de hoje de pastorear e supervisionar, que também se aplica aos anciãos.

Muitos que lêem esses blogs são líderes em sua igreja. Lembrem-se, vocês, de sua responsabilidade: ser um mestre da Palavra, e um pastor do rebanho. Estas são as duas principais responsabilidades de pastores e anciãos na igreja. Isto é o que Paulo fez, e, oh!, como ele amava o seu rebanho! (Atos 20:36-38).

Ron E. M. Clouzet



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Mateus 10 Comentários:Joey Norwood Tolbert

Mateus  10
Joey Norwood Tolbert

Quando leio a Bíblia, procuro descobrir o que ela está a me dizer. Eu sinto que cada capítulo tem algo que se aplica a mim como esposa e mãe. Este não é apenas um livro antigo de histórias. É muito mais. Todos os dias eu busco nela por paciência e paz da parte de meu Pai celestial para me fortalecer.

Em Mateus 11, João Batista está à procura de mais discernimento espiritual a respeito de Jesus. Ele está na prisão e ainda assim seu coração ainda está repleto de amor para com o Salvador do Mundo. Ele havia seguido diligentemente o caminho que Deus havia planejado para ele e, então, foi preso. Jesus continuou o Seu ministério e quando os seguidores de João O encontraram, Jesus elogia João pelo trabalho que ele tinha feito em preparar o caminho para Ele. João era diferente do que as pessoas esperavam. Ele não usava roupas finas nem se alimentava das melhores comidas. Mas o que ele fez não foi sem importância para Deus. Não devemos nunca pensar que o que fazemos para Deus não é importante.

Enquanto Paulo refletia sobre suas limitações, o Senhor lhe disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Cor. 12:9, NVI). A mensagem também para nós é: apesar de nossas debilidades somos valiosos para Deus.

Costumo cantar em escolas, igrejas e retiros de mulheres e dar o meu testemunho pessoal. Desde muito jovem tenho cantado em louvor a Jesus. Sentir-se inadequada é uma sensação que está sempre presente: “Quem estaria interessado em meu testemunho?” Então lembro a mim mesma que isto é o que Deus quer que eu faça. Todos nós somos chamados a apresentar a história de como Jesus tem trabalhado em nossas vidas. O que realmente importa é como interagimos com os outros e como representamos a Jesus em nosso lares e na comunidade em que vivemos. 

Quando leio Mateus 11, duas mensagens me vem a mente: 1. Jesus quer que mesmo nos momentos mais difíceis da nossa vida busquemos saber mais sobre Ele, porque Ele é quem verdadeiramente nos ama. 2. Jesus promete dar-nos paz e descanso quando colocamos a nossa confiança nEle.

Mantenhamos firmes a nossa confiança, pois nada poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus! (Romanos 8:39).

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã


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sábado, 3 de novembro de 2012

Foco nos Outros- MD-Atos 10:38

Meditação Diária
Foco nos Outros

 “Sabem também como Deus derramou o Espírito Santo sobre Jesus de Nazaré e lhe deu poder. Jesus andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os que eram dominados pelo Diabo, porque Deus estava com ele.” (Atos 10:38 NTLH)

Não acredito ser coincidência o fato de que a presença do Espírito Santo de Deus produza sinais, mas entendo ser igualmente não-coincidente o fato de que estes sinais beneficiam sempre outras pessoas e não o portador da unção. Jesus curava outras pessoas, abençoava outras pessoas, fazia o bem a outras pessoas.

Ministério cristão é algo sério e deve ser tratado com seriedade, especialmente quando tratamos com respeito ao foco de nossas ações. Toda vez que trazemos o foco dos luminosos para nós, que nos exaltamos e tomamos espaço, que fazemos algo que beneficia muito a nós, perdemos de vista o que Deus deseja. Existe no coração de Deus um intenso desejo de que dependamos uns dos outros – e para isso encontraremos dezenas de versículos para embasar.

Nossa interdependência deve ir ao nível de não me preocupar absolutamente nada comigo mesmo, pois estou sendo cuidado e abrigado pelos que me rodeiam. Devo, sim, zelar pelo meu corpo como morada do Espírito Santo, devo sim amar a mim mesmo para saber amar ao meu próximo; devo, sim, cuidar de mim mesmo. Mas nunca devo me preocupar comigo mesmo, pois estou abrigado. Há uma enorme diferença em tomar cuidado de si e preocupar-se consigo.

Deus é Pai, e o mais competente de todos os pais. Quem de nós dá a um filho uma pedra quando ele pede um pão? Imagine Deus cuidando de nós. E Deus por vezes cuida pessoalmente, por vezes usa circunstâncias e situações, por vezes vai usar servos consagrados e até mesmo – como já fez – vai usar uma mula pra falar.

Se para mim e para você isso for claro, a humildade vai tomar conta e a igreja neste mundo será bem diferente.



“Pai, ensina-me a depender do Senhor para ser suprido e atendido, sem negligenciar meu cuidado comigo, de forma humilde e dependente.”

Experimente Jesus através da leitura e meditação diária da Palavra de Deus, desfrute de suas promessas e tenha uma vida  renovada e vitoriosa.

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