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domingo, 29 de dezembro de 2024

2 Coríntios 3 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – 2 Coríntios 3
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


II CORÍNTIOS 3 – Este capítulo é uma rica oportunidade de aprofundar nossa compreensão sobre a relação entre a Lei e o ministério do Espírito Santo.

A nova aliança é caracterizada por uma glória que não se desvanece (II Coríntios 3:9-11). Isso remete-nos ao ministério de Cristo como nosso Sumo Sacerdote no Santuário Celestial. Ele ministra em nosso favor, intercedendo por nós (Hebreus 8:1-2).

II Coríntios 3:17 diz: “Onde está o Espírito do Senhor ali há liberdade”. Essa liberdade não é libertinagem, mas libertação do poder do pecado e da condenação da Lei. Cristo liberta-nos do domínio das trevas e convida-nos a andar na luz de Sua verdade.

O objetivo final da nova aliança é ter a Lei escrita no coração (Jeremias 31:31-33); o que implica refletir o caráter de Deus. Essa transformação não é instantânea, é um processo contínuo operado pelo Espírito Santo. Esse é o tipo de evangelho que a Bíblia apresenta, e recomenda o pregador.

Por isso, Paulo começou abordando a ideia de cartas de recomendação de seu ministério, mas fez uma transição para um conceito mais profundo: Os crentes são “cartas vivas” escritas pelo Espírito de Deus.

• A transformação do pecador é que deve recomendar o ministério do pregador!

II Coríntios 3:7-13, Paulo contrasta a glória da antiga aliança com a glória ainda maior da nova aliança. Ele fala de Moisés, cujo rosto brilhava ao descer do Monte Sinai com as taboas da lei, mas cobria seu rosto com um véu. “Moisés colocou um véu para que os israelitas não vissem que a claridade (ou ‘glória’) de seu rosto estava acabando (v. 7; Êx 34:29-35). Assim como a face de Moisés, a glória do sistema mosaico havia desvanecido (2Co 3:7). Paulo e seus coobreiros, que atuavam no ‘ministério’ de maior glória ‘do Espírito’ (v. 8) não necessitavam desse tipo de estratégia. Em vez disso, apresentavam-se abertamente com ‘muita ousadia no falar’ (v. 12)” (Bíblia Andrews).

• O pastor do verdadeiro evangelho é um canal pelo qual o Espírito Santo escreve a Lei de Deus no coração dos crentes, conduzindo-os à liberdade em Cristo (Apocalipse 14:12).

• A obra pastoral sob a nova aliança consiste em guiar pessoas num processo contínuo de transformação, tornando-as “cartas vivas” que testemunham do caráter de Deus!

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 27 de setembro de 2021

A glória do ministério - 2 Coríntios 3

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 3

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);

• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);

• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);

• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);

• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);

• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);

• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);

• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);

• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);

• A glória do


ministério – sua pureza (6:11-7:1);

• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);

• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);

• É autenticado por Deus (vs. 4-6);

• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);

• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);

• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;

2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;

3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

terça-feira, 26 de junho de 2018

I I CORÍNTIOS 3 Comentários Pr Heber Toth Armí

I I CORÍNTIOS 3
Comentários Pr Heber Toth Armí

Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na tua, que é mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado. 

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);
• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);
• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);
• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);
• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);
• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);
• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);
• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);
• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);
• A glória do ministério – sua pureza (6:11-7:1);
• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);
• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);
• É autenticado por Deus (vs. 4-6);
• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);
• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);
• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;
2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;
3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 2 de abril de 2015

2 Coríntios 3 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida

Leitura Bíblica-2 Coríntios 3
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O cristão é marketing de Deus, uns são péssimos nisso, mas há outros que honram esse privilégio e representam bem o caráter de Deus. “De 100 homens, 1 lerá a Bíblia; 99 lerão o cristão” (D. L. Moody). Muitos se salvarão porque antes de ler a Bíblia foram influenciados pela vida do cristão; mas o falso testemunho levará muita gente ao inferno.

O grande problema que existe é que muitos cristãos receberam pequenas porções do evangelho e não persistiram em avançar nele, contentando-se com o mínimo assim como muitos doentes deixam os medicamentos assim que começam sentir-se melhores. Nunca se recuperam totalmente devido ao relaxo; o mesmo acontece com muitos crentes.

1. O cristão é uma carta viva ao mundo; não será uma carta truncada, desagradável e mal escrita se o próprio Cristo a escrever, não com tinta, mas com Seu sangue por meio do Espírito Santo, não em papel ou em pedras, mas na vida, ou seja, no coração. Essa é a melhor recomendação de uma igreja (vs. 1-6).

2. Só é possível ser usado por Deus quando o eu é completamente esvaziado. Reconhecer a insuficiência humana nos conduz à suficiência de Deus. O resultado é um ministério de grande esplendor. A letra da lei nunca libertou ninguém do pecado, por nunca ser esse o seu propósito. Se as pessoas não perceberam o dom da graça de Deus para salvar, seja no tempo de Moisés ou no nosso, é porque permitiram que o véu da justiça própria cubra sua face. Precisamos permitir que esse véu seja removido pela submissão do eu a Cristo, e teremos um ministério ousado e cheio de resultados (vs. 7-12).

3. O véu da incompreensão das sublimes verdades bíblicas precisa ser removido urgentemente, a dificuldade de crer que a lei não salva foi o problema dos judeus e de muitos cristãos modernos. Esse véu é removido apenas “quando eles se voltam para Deus, como Moisés fez”.

Quando ficamos sem o véu (vs. 13-18) compreendemos...

1. Que o eu é completamente incapaz de alcançar a salvação;
2. Que Deus é Todo-suficiente para salvar através da graça em Jesus;
3. Que em Cristo há verdadeira liberdade por meio do Espírito Santo.

Avancemos nesta direção e experimentemos reavivamento espiritual

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros do Antigo e Novo Testamento   você encontra em:



2 Coríntios 3 Comentários de Michael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - 2 Coríntios 3
Comentários  de Michael W. Campbell

O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja em Corinto é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.
Paulo, então, traça um contraste entre o seu próprio ministério e o de Moisés (como o esquema a seguir ajuda a ilustrar):

O ministério de Moisés:

- Um ministério que tinha glória, mas também trouxe a morte e a condenação (2 Cor. 3: 7, 9)
- Gravado em tábuas de pedra (2 Cor. 3: 7)
- Veio com uma glória que era temporária e desapareceu (2 Cor. 3: 7, 9-11)
- Moisés usava um véu para esconder do povo aquela glória temporária (2 Cor. 3:13)
- A mente dos que lêem os escritos de Moisés permanece com um véu (2 Cor. 3: 14-15)

O ministério de Paulo:
- Um ministério do Espírito doador de vida que traz justiça (2 Cor. 3: 8, cf. 2 Cor. 3:6)
- Escrito nas tábuas de corações humanos (2 Cor. 3: 3)
- Um ministério com glória superior e que não desvanece (2 Cor. 3: 8-11)
- “Todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor” (2 Cor. 3:18)

- Aqueles que se voltam para o Senhor Jesus tem o véu removido (2 Cor. 3:16)
Em última análise, o “ministério do Espírito” é “muito mais glorioso” (v. 8, NVI). Na verdade, Moisés, através da “antiga aliança”, apontava para os dias de hoje. Estes não são dois pactos separados, mas o que Moisés ensinou foi como um “véu” que foi retirado “em Cristo.” Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.
Michael W. Campbell, Ph.D.

Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas


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