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quinta-feira, 19 de abril de 2018

JOÃO 16 Comentário Pr Heber Toth Armí

 JOÃO 16 
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A profundidade dos discursos de Jesus exige nosso tempo e habilidade para entender suas importantes verdades espirituais.

Note bem que, “os capítulos 14, 15, 15 e 17 têm, cada um, um tema central [...]. Mesmo assim, num estudo mais detalhado, fica claro que uma conexão orgânica e lógica percorre todos estes capítulos: a nota predominante do capítulo 14 é de conforto (‘Que o coração de vocês não fique mais perturbado’); do capítulo 15 é de admoestação (‘permaneçam em mim... amem uns aos outros... também testemunhem’); e do capítulo 16, de profecia (‘Eles os expulsarão das sinagogas’), enquanto o capítulo 17 contém a Oração Sacerdotal, famosa por sua simplicidade e ternura” (William Hendriksen).

O capítulo oferece-nos os seguintes pontos:

• Enquanto os discípulos pregassem com paixão da verdade do amor divino, ódio brotaria do coração de muitos a tal ponto de promoverem uma perseguição, iludidos com suas crenças equivocadas (vs. 1-4);
• Jesus enviaria o Consolador para os capacitar, encorajar, ensinar e torná-lO real mesmo após a Sua partida (vs. 4-15);
• Jesus promete transformar tristezas em alegrias aos crentes que O amam e esperam encontrá-lO pessoalmente (vs. 16-22);
• A oração feita em nome de Jesus é o meio para conectar-se ao Pai diante das adversidades provocadas pelas pessoas perversas. Orações respondidas geram alegria sem medida (vs. 23-28);
• Jesus, mesmo sendo divino, enfrentaria a morte a fim de promover a paz no coração dos discípulos em meio ao grande conflito entre o bem e o mal existente no mundo (vs. 29-33).

Existe uma sequência do capítulo 15 para o 16, e uma ampliação dos temas proclamados por Jesus. “Enquanto no capítulo 15 os discípulos foram informados sobre o que eles deviam fazer, no capítulo 16 Jesus prediz o que o Deus Triúno iria fazer pelos discípulos em vista desse espírito de ódio e perseguição. Algo desse teor já fora dito em 15.26. Agora se expande o tema. O Espírito Santo condenará o mundo, e guiará a Igreja a toda a verdade. O Filho dará alegria ao coração dos discípulos (por meio de Sua gloriosa ressurreição e pelo envio do Espírito). O Pai continuará a amá-los. Portanto, a vitória é certa” (Hendriksen).

Temos inúmeras razões para reavivamo-nos espiritualmente! Por que permanecer apáticos?

Aprofundemo-nos nas Palavras de Cristo! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Romanos 1 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra
 Bíblica  - Romanos 1

Comentários  de  Norman McNulty

O livro de Romanos é uma poderosa explicação do evangelho de Jesus Cristo. Ellen White oferece uma melhor visão sobre a grande luz que a epístola de Paulo aos Romanos nos traz: “Com grande clareza e poder ele [Paulo] apresentou a doutrina da justificação pela fé em Cristo. … A grande verdade da justificação pela fé, como exposta nesta epístola, tem permanecido através de todas as épocas como um poderoso farol a guiar o pecador arrependido pelo caminho da vida. … Ele tem orientado milhares de almas sobrecarregadas pelo pecado à mesma fonte de perdão e paz. Todo cristão tem motivos para agradecer a Deus por essa epístola à igreja de Roma.” (Sketches from the Life of Paul [Lições da Vida de Paulo], pp 187, 188).

Nos primeiros seis versos, Paulo oferece uma breve ideia do que ele irá compartilhar nos primeiros oito capítulos. Ele é um apóstolo, chamado por Deus para pregar o evangelho, que também havia sido compartilhado com Israel nas Escrituras do Antigo Testamento. Esta boa notícia é sobre Jesus Cristo, que, “como homem, era descendente de Davi” (v. 3, NVI). Assim, Jesus veio como um ser humano, o que O qualificou a morrer como sacrifício pelos pecados, para que possamos receber a Sua graça . Além disso, a Sua vida nos capacita a sermos libertos do pecado quando nós O aceitamos como nosso Salvador. Esta é certamente uma ótima notícia!

Após salientar que Deus é contra toda a impiedade, Paulo mostra porque o mundo necessita tanto do evangelho e identifica a maldade dos que não têm parte com Deus (vs. 18-32). No próximo capítulo, ele descreve o pecado dos que afirmam conhecer a Deus e carecem do evangelho tanto quanto os do mundo.

Entretanto, o mais importante do capítulo se encontra nos versículos 16 e 17, onde Paulo descreve o poder do evangelho. A palavra grega para poder é dunamis, de onde veio o substantivo dinamite. O evangelho é poderoso porque nele a justiça de Deus se revela na vida daqueles que creem, o que é evidência da justificação pela fé. Observe como Ellen White conecta a justificação pela fé com a última mensagem ao mundo. Ela diz: “Várias pessoas me escreveram, indagando se a mensagem da justificação pela fé é a mensagem do terceiro anjo, e eu respondi: ‘É a mensagem do terceiro anjo, em verdade.’ O profeta declara: ‘E depois destas coisas, vi outro anjo que desceu do céu com grande poder; e a terra foi iluminada com a sua glória’ “(Review and Herald, 1º de abril de 1890).

Em outras palavras, aqueles que experimentam a justificação pela fé revelarão a justiça de Deus e receberão poder e destemor para dar a mensagem do alto clamor ao mundo.

Norman McNulty
Neurologista, EUA


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