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quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

O VALOR DE UM PARDAL

Devocional Diário - Descobertas da fé


1°  de janeiro

O VALOR DE UM PARDAL

Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Entretanto, nenhum deles cairá no chão sem o consentimento do Pai de vocês. Mateus 10:29


Esse é um bom versículo para começar o ano. Ele ilustra o cuidado de Deus por meio da simples venda de alguns pardais. A moeda mencionada se chama assarion, que é o diminutivo de “asse”. Por isso, algumas versões da Bíblia dizem: “Não se vendem dois pardais por um asse?”

Essa foi a primeira moeda romana. No tempo de Jesus, ela ainda circulava, valendo apenas uma fração de denário. Eram necessários 16 asses para completar um denário e assim pagar um dia de trabalho. Seu nome provavelmente tenha derivado do fato de ser fundida ou literalmente “assada”. O metal era derretido, colocado em moldes e então preparado para o comércio.

Por ser de pequeno valor, havia muitos tipos de asses em Roma. As moedas mais antigas traziam de um lado a proa de um navio e do outro um sujeito com duas faces olhando para frente e para trás. Era Janus, o deus romano das portas, considerado o primeiro fabricante de moedas.

Quando Júlio César fixou o novo calendário, homenageou Janus dando seu nome ao primeiro mês (janeiro). Desse modo, suas duas faces representavam a passagem do ano velho para o ano novo. Sua moeda também se tornou objeto de adivinhação e deu origem ao jogo “cara ou coroa”, que existe até hoje.

É possível que, entre os vários tipos de moedas em circulação na época de Cristo, algumas ainda tivessem o duplo rosto de Janus. No dia 1o de janeiro, era comum que os romanos apelassem a Janus para que os livrasse das dívidas e de sua condição miserável. Muitos judeus também embarcavam nessas crendices, e Jesus sabia disso.

O olhar infalível do Mestre viu ali uma oportunidade de ilustrar o amor de Deus. Valendo-se das moedas e dos pardais, Ele apresentou uma bela lição. Essas aves, ao que parece, eram artigos baratos e muito pechinchados. Tanto que, se em Mateus um asse pagaria dois pardais, em Lucas 12:6, dois asses comprariam cinco – um iria de brinde!

O ponto aqui não é o custo desses pequenos pássaros, mas a certeza de que, se até mesmo aves tão baratas tinham seu valor de mercado e eram cuidadas por Deus, quanto mais nós que somos Seus filhos. Portanto, neste ano que se inicia, lembre-se das palavras do Mestre: “Não temam! Vocês valem bem mais do que muitos pardais” (Mt 10:31).

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-valor-de-um-pardal/

sábado, 5 de agosto de 2023

Salmos 91 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 91
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 91 – As tempestades da vida atingem a grandes e pequenos, ricos e pobres, culto e analfabetos, crentes e incrédulos.

Porém, os que creem em Deus e submetem-se inteiramente a Sua vontade certamente passa pelas dificuldades da vida de forma diferente. “O Salmo 91 é um tesouro de inspiração e direção espiritual para os momentos difíceis. Esse traz de volta o conceito de batalha entre o bem e o mal e nos assegura quanto ao triunfo destinado para o povo que aceita a justiça de Deus. Quem escolhe a Cristo como Seu Salvador, também ganha um Protetor, um Consolador e um Libertador, nas batalhas da vida. Seu amor em nós e conosco nos torna invencíveis diante do pecado e da angústia” (D. Arthur Delafield).

• O amor de Deus nos mantém em meio ao caos que o pecado causou neste planeta.
• O cuidado de Deus é nossa segurança em meio a este mundo em decadência.
• O consolo de Deus nos anima a continuar fieis apensar das dificuldades da existência.

As bênçãos contidas no Salmo 91 não são para qualquer um. “Não é o cristão que ora de vez em quando e entra e sai da presença divina, mas aquele que ‘habita’ com o Altíssimo é quem vivencia o cuidado divino” (Delafied).

O segredo para recebermos tudo o que se promete no Salmo em questão é submissão total a Deus initerruptamente. “Se quisermos estar em segurança contra a peste perniciosa, se quisermos ser preservados de perigos vistos e invisíveis, temos de esconder-nos em Deus; temos de assegurar o protetor cuidado de Jesus e dos santos anjos” (Ellen G. White).

Estudiosos do Apocalipse sabem que até o tempo do fim chegar ao fim a situação de nosso planeta só tende a piorar. Contudo, os fieis não precisam apavorar-se. Pois, certamente “após o fechamento da porta da graça as promessas do Salmo 91 terão cumprimento em 100% de seus termos. Conquanto acontecimentos terríveis e espantosos estejam tendo lugar ao seu redor o povo de Deus não precisa temer” – anima-nos Rosalie Haffener Lee.

Os salvos...

• ...são vigiados pelos anjos.
• ...serão poupados das calamidades que assolarão os incrédulos.
• ...terão experiências sobrenaturais até Jesus retirá-los deste mundo.

Precisamos ter experiência de dependência com Deus desde agora para obter vitórias no futuro! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 22 de agosto de 2021

Veracidade das Promessas de Deus - Atos 27

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Atos dos Apóstolos 27

Comentário Pr Heber Toth Armí 

As provas da existência servem para revelar quem é quem.

Observe a sequência desse relato inspirado:

• Paulo, Aristarco e Lucas estavam entre prisioneiros levados a Roma pelo navio de Adramítio (vs. 1-2).

• Julio, centurião da Coorte Imperial, gentilmente permitiu Paulo desembarcar em Sidom, a 12 Km de Cesareia, para rever amigos (v. 3).

• De Sidom, o navio rumou à ilha de Chipre visando proteger-se do vento, depois passou pela Cilícia,  Panfília, e chegou à Mirra, na Lícia; ali os prisioneiros foram transferidos a um navio de Alexandria, África, com destino à Itália (vs. 4-6).

• A viagem foi demorou devido ao vento que se intensificava. Além disso, o inverno se aproximava para inviabilizar a viagem. Paulo advertiu do perigo de perder carga, navio e até vidas caso insistissem em prosseguir. Contudo, a embarcação avançou, por óbvias razões humanas (vs. 7-12).

• Como Paulo havia previsto, a situação complicou demasiadamente. O condenado poderia ter acusado aos que não lhe deram atenção, entretanto, ofereceu mensagem de esperança ao grupo (vs. 13-44). Do que acontece depois, A. W. Tozer escreve:

“Quando o vento sul soprou brandamente, o navio que levava Paulo navegou com toda a tranquilidade, e ninguém a bordo sabia quem Paulo era ou quanta força de caráter se encontrava escondida atrás de uma aparência comum. Quando, porém, lhes sobreveio a forte tempestade, o Euroaquilão, a grandeza de Paulo passou a ser assunto das conversas de tripulantes e passageiros. Apesar de ser um prisioneiro, o apóstolo literalmente assumiu o comando da embarcação, tomou decisões e deu ordem que fizeram a diferença entre a vida e a morte dos homens a bordo. A meu ver, a crise concretizou na vida de Paulo algo que nem ele havia percebido com clareza. Quando veio a tempestade, a bela teoria se transformou rapidamente em fato inquestionável”.

• As palavras positivas de Paulo cumpriram-se acertadamente: Ninguém morreu.

“Ao longo de toda a história, há vários indícios do cuidado contínuo e vigilante de Deus pelo apóstolo” (Bíblia Andrews). Essa história é a realidade de promessas como Salmo 23:4; Mateus 28:20; etc.

Dificuldades surgem para Deus revelar a veracidade de Suas promessas. Dificuldades revelam Deus e Seus servos ao mundo. Problemas são oportunidades para testemunharmos de Deus!

O justo viverá pela fé! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 8 de junho de 2019

Ele Cuida de nós

A fé pela qual eu vivo
8 de junho
Ele Cuida de nós


Sabei que o Senhor é Deus; foi Ele, e não nós, que nos fez povo Seu e ovelhas do Seu pasto. Sal. 100:3.


A obra da criação não pode ser explicada pela ciência. Que ciência pode explicar o mistério da vida? A Ciência do Bom Viver, pág. 414.

A vida é dom de Deus. Conselhos Sobre Saúde, pág. 41.

A vida natural é preservada a todo o momento pelo divino poder; todavia não é sustentada por um milagre direto, mas mediante o uso de bênçãos colocadas ao nosso alcance. Atos dos Apóstolos, pág. 284.

Em Seus milagres, o Salvador revela o poder que está continuamente operando em favor do homem, para manter e curar. Por intermédio de agentes naturais, Deus está operando dia a dia, hora a hora, momento a momento, para nos conservar em vida, construir e restaurar-nos. Quando qualquer parte do corpo sofre um dano, principia imediatamente um processo de cura; os agentes da natureza põem-se em operação para restaurar a saúde. Mas o poder que opera por intermédio seu é o poder de Deus. Todo poder comunicador de vida tem nEle sua origem. Quando alguém se restabelece de uma enfermidade, é Deus que o restaura.

Doença, sofrimento e morte são obra de um poder antagônico. Satanás é o destruidor; Deus, o restaurador. A Ciência do Bom Viver, págs. 112 e 113.

Aprende-se uma grande lição quando compreendemos nossa relação para com Deus e Sua relação para conosco. …

Temos uma individualidade e uma identidade que nos é inerente. Ninguém pode submergir sua identidade na de qualquer outra pessoa. Todos devem agir por si mesmos, segundo os ditames de sua própria consciência. No que tange à nossa responsabilidade e influência, somos responsáveis para com Deus visto a nossa vida dEle derivar. Não obtemos isso da humanidade, mas de Deus apenas. Somos Seus pela criação e pela redenção. Nosso próprio corpo não nos pertence, para que o tratemos como nos aprouver, para o tornar defeituoso devido a hábitos que levam à decadência, tornando-lhe impossível prestar a Deus um serviço perfeito. Nossa vida e todas as nossa faculdades Lhe pertencem. Ele cuida de nós cada momento; conserva o maquinismo vivo em ação; se fosse deixado ao nosso cuidado dirigi-lo por um momento, morreríamos. Dependemos absolutamente de Deus. Testemunhos Para Ministros, págs. 423 e 422.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959.– Pág. 165 –

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Travando as Batalhas da Vida

Refletindo a Cristo
Travando as Batalhas da Vida - 4 de dezembro

Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Efés. 6:13.

Que todo aquele que ostenta o nome de Cristo leia este texto repetidas vezes, e então se pergunte: “Estou eu revestido de toda a armadura de Deus, para poder ser um bem-sucedido colaborador de Cristo?” Quanto mais nos conhecermos, quanto mais sondarmos nossos motivos e desejos, tanto mais profundamente perceberemos nossa total incapacidade para travar a batalha do Senhor em nossa própria força. …

Firmai vosso coração na crença de que Deus conhece todas as provações e dificuldades que enfrentardes na guerra contra o mal, pois Deus é desonrado quando alguém menospreza o Seu poder falando com descrença.

Este mundo é o grande campo de trabalho de Deus; Ele comprou os que nele vivem com o sangue de Seu Filho unigênito, e deseja que Sua mensagem de misericórdia alcance a todos. Os que estão comissionados a fazer esse trabalho serão testados e provados, mas eles deverão ter sempre em mente que Deus está perto para fortalecê-los e ampará-los. Ele não nos pede que confiemos em alguma cana quebrada. Não devemos buscar auxílio humano. Não permita Deus que coloquemos o homem no lugar em que Deus deve estar. … O Senhor Jeová “é uma rocha eterna”. Isa. 26:4.

Uma lição de fé nos é dada na experiência de Cristo com os discípulos de João Batista. Aprisionado na solitária masmorra, João havia caído em desânimo, e enviou seus discípulos a Jesus, perguntando: “És Tu Aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” Luc. 7:19. Cristo sabia com que incumbência esses mensageiros haviam vindo, e por meio de uma poderosa demonstração de Seu poder Ele lhes deu uma inequívoca evidência de Sua divindade. Voltando-Se para a multidão, falou, e os surdos ouviram a Sua voz. Falou de novo, e os olhos dos cegos se abriram para contemplar as belezas da Natureza. … Estendeu a mão, e com o Seu toque a febre deixou os aflitos. A Seu mando endemoninhados foram curados, e caindo a Seus pés, O adoraram. Então, voltando-Se para os discípulos de João, disse-lhes: “Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes”. Luc. 7:22.

O mesmo Jesus que realizou essas obras poderosas é nosso Salvador ainda hoje, e está disposto a manifestar o Seu poder em nosso favor como o fez em favor de João Batista. Quando estamos cercados de circunstâncias adversas, rodeados de dificuldades que nos parecem impossíveis de superar, não devemos queixar-nos, mas lembrar-nos das bondosas providências do Senhor no passado. Se olharmos para Jesus, o Autor e Consumador da fé, poderemos suportar a contemplação dAquele que é invisível, e isso evitará que nossa mente fique obscurecida pela sombra da descrença. Signs of the Times, 17 de setembro de 1896.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo Pág. 344

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Deus Tem Cuidado por Seu Povo

Refletindo a Cristo
Deus Tem Cuidado por Seu Povo - 3 de dezembro

Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os Seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. Sal. 34:15.

Não deveis mergulhar no desânimo. O tímido se tornará forte; o desalentado ficará esperançoso. Deus tem terno cuidado por Seu povo. Seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. Não nutro temores pela causa de Deus. Ele terá cuidado por Sua causa. Nosso dever é fazer nossa parte, ocupar nosso lugar, viver… humildemente junto à cruz, e levar uma vida fiel e santa diante dEle. Se fizermos isso, não seremos envergonhados, mas confiaremos em Deus com santa ousadia.

Deus nos aliviou os fardos; Ele nos libertou. … Nossos inimigos poderão triunfar. Poderão falar palavras mentirosas, e sua língua caluniosa poderá difamar e inventar falsidades; mas não seremos abalados. Sabemos em quem cremos. Não corremos nem trabalhamos em vão. Jesus nos conhece. … O dia do ajuste de contas se aproxima, e todos serão julgados de acordo com as obras do corpo. …

É verdade que o mundo é sombrio. A oposição poderá aumentar. Os frívolos e os zombadores poderão se tornar mais ousados e endurecidos em sua iniquidade. Mas apesar de tudo isso, não seremos abalados. Não corremos irresolutamente. Não, não. Meu coração está firmado, confiante em Deus. Temos um Salvador perfeito. Podemos regozijar-nos em Sua magnífica plenitude. Anseio dedicar-me e consagrar-me mais a Deus. Este mundo é sombrio demais para mim. Jesus disse que iria preparar moradas para nós, para que onde Ele está estejamos nós também. Louvemos a Deus por isso. Meu coração salta de alegria por esta maravilhosa esperança.

A religião tem ficado demasiadamente confinada numa caixa de ferro. A religião pura e incontaminada nos leva a uma simplicidade infantil. Precisamos orar e falar com humildade, tendo o olhar exclusivamente voltado para a glória de Deus. Tem havido demasiada forma de piedade sem o respectivo poder. O derramamento do Espírito de Deus conduzirá ao grato reconhecimento do mesmo; e ao sentirmos e percebermos o maravilhoso amor de Deus, não nos calaremos, mas ofereceremos sacrifício a Deus com voz de gratidão, e a Ele entoaremos melodias com o coração e a voz. Firmemos os pés sobre a Rocha Eterna, e então teremos duradouro apoio e consolação. Nosso coração descansará em Deus com inabalável confiança.

Por que tão raramente vamos à Fonte, embora esta seja abundante e gratuita? Nossa alma necessita beber com freqüência da Fonte, a fim de refrigerar-se e florescer no Senhor. Precisamos obter salvação. Se não tivermos a necessária piedade, nossa religião será vã. O formalismo não nos será útil. Precisamos contar com a profunda atuação do Espírito de Deus. Carta 2a, 1856.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 343

domingo, 26 de outubro de 2014

Zacarias 12 Comentários de Sook-Young Kim

Reavivados por Sua Palavra

 Zacarias 12
 Sook-Young Kim

Nos capítulos anteriores, a ira de Deus se pronunciou pela punição de Seu povo e seus líderes por sua iniquidade. Neste capítulo, Ele promete julgar as nações que sitiam Jerusalém e destroem a casa de Judá. Jerusalém será como uma pedra pesada para eles (v. 3).

Quando se tenta carregar uma pedra pesada em cima dos ombros, as mãos e ombros sofrem. Do mesmo modo, as nações que ferissem Israel também sofreriam por isso.

Vemos aqui o nosso Deus como alguém que cuida de Seu próprio povo apesar de sua rebelião persistente, mesmo quando Ele tem de puni-los para que cheguem ao arrependimento.

Nos versos 4-9 é prometida a restauração de Jerusalém. Deus é apresentado como o Deus Criador, que criou os céus, criou a terra, e dá vida aos seres humanos (vs. 1). Jerusalém será restaurada porque o Senhor dos Exércitos, o Criador, prometeu. Ele é o Todo-Poderoso, para Quem todas as coisas são possíveis. E uma vez que Ele deu a Sua palavra de que a restauração ocorreria, isto se tornará realidade, apesar de todas as evidências em contrário.

De fato, já no tempo de Esdras, Neemias e Zorobabel, quando o povo de Israel voltou do cativeiro, Jerusalém foi reconstruída, numa sucessão de eventos que refletiam um milagre após outro, fato que deveria ter levado o povo a uma séria reflexão. Esta profecia, no entanto, aponta para o milagre maior, quando a Jerusalém celestial, que será habitada pelo remanescente fiel, descerá do Céu para a Terra, a sua morada eterna. “Naquele dia o Senhor protegerá os que vivem em Jerusalém, e assim o mais fraco dentre eles será como Davi.”(v. 8 NVI).

O versículo 10 apresenta um quadro solene. “Olharão para mim, aquele a quem traspassaram” (NVI). Esse versículo foi citado por João 19:37, na ocasião em que Jesus foi ferido por uma lança pelo soldado romano enquanto pendurava na cruz.  Além disso, Apocalipse 1:7 afirma que aqueles que traspassaram a Jesus O verão voltar, em referência à ressurreição especial na segunda vinda de Jesus. Na verdade, Jesus não foi traspassado – morto – somente pelo poder romano, por incitação dos líderes judeus, a referência primária das citações de João. Fomos nós que causamos a morte de Jesus com nossos pecados.

Todos se lamentarão pela morte de Jesus. Mas haverá dois distintos grupos. O primeiro é aquele que lamentou a morte de Jesus e chorou por seus pecados com corações arrependidos, com profundo pesar e contrição enquanto Jesus ainda estava intercedendo por eles no santuário celeste, no Santo e Lugar Santíssimo. Assim, seus pecados foram apagados e eles participarão da vinda do Reino como habitantes de Nova Jerusalém. O verdadeiro arrependimento é que fará toda a diferença.

O outro grupo de pessoas que se lamentarão o farão por causa de seus pecados não confessados e abandonados por ocasião da volta de Jesus (Mateus 24:30; cf. Apocalipse 6:15-17). Ao perceber que não estão salvos eles chorarão amargamente.

De acordo com Zc 12:12-14, todos irão chorar pelos seus pecados. Mas é nossa escolha se iremos lamentar e clamar ao Senhor pelos nossos pecados ANTES de Sua vinda, enquanto Jesus ainda está intercedendo por nós, o que levará à salvação eterna, ou vamos chorar NA sua vinda por causa da destruição condenatória.

Senhor, ajuda-nos a fazer parte do primeiro grupo! Concede-nos o verdadeiro arrependimento e reforma. Que possamos reconhecer a Ti como Criador e Redentor de nossas vidas enquanto ainda temos oportunidade. Amém.
Sook-Young Kim



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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Oséias 10 Comentários Yoshitaka Kobayashi


 Oséias 10
Comentários  de  Yoshitaka Kobayashi

Israel era uma videira que produzia frutos apenas para si mesma. À medida que sua prosperidade aumentava, também aumentavam os altares a Baal, assim como o adorno das suas colunas de fertilidade (10:1). Eles eram culpados aos olhos de Deus e estes altares e pilares seriam destruídos pelos assírios (10:2).

Por causa da maldade de Israel o juízo de Deus viria logo como uma planta amarga e venenosa nascendo nos sulcos arados dos campos (10:4). O povo de Samaria e os sacerdotes que se orgulhavam do bezerro de ouro em Betel em breve chorariam porque seriam levados para a Assíria (10:5). O bezerro de ouro também seria levado.

Num período de trinta anos, desde que o rei Jeroboão II morreu, em 753 aC, até o fim do reino de Israel (722 aC), seis reis reinaram um após o outro. Ao tempo da invasão assíria contra Israel, o último rei morreria, e a cidade de Betel seria destruída, tornando-se um lugar onde somente os espinhos e ervas daninhas cresceriam.

Oséias profetizou que na época da invasão o povo desejaria ser sepultado pelos montes e colinas, o que de fato aconteceu durante o cerco de três anos que sofreram (10:7, 8).

Quando a cidade benjamita de Gibeá cometeu seu pecado, outras tribos israelitas a castigaram. Agora, as dez tribos de Israel seriam castigadas por causa de seu pecado por intermédio da invasão da Assíria e outras nações (10:9, 10).

Israel era amado por Deus e foi por Ele colocado na terra prometida, como uma jovem novilha colocada em uma boa pastagem. No entanto, por causa de seus pecados, Israel iria experimentar as agruras da invasão. Soldados assírios submeteriam Israel ao seu jugo como a um boi atrelado ao arado (10:11).

Porém, se Israel se voltasse para Deus, praticando justiça, veria o amor fiel de Deus. Esta era a última chance para que eles buscassem a Deus. Se eles mudassem sua forma de pensar e voltassem para Deus em arrependimento, receberiam dEle a salvação de forma abundante, como a chuva (10:12).

Que Deus misericordioso nós servimos. Será que existe algum pecado que nos está separando dEle? Se existe, voltemo-nos para Ele a fim de sermos perdoados e curados!

Yoshitaka Kobayashi

Japão

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Deus, nosso refúgio e fortaleza

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