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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Redentor, Sacerdote e Rei

Fé Pela Qual Eu Vivo
8 de julho 
Redentor, Sacerdote e Rei

Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e feito mais sublime do que os Céus. Heb. 7:26.

Por determinação divina a tribo de Levi foi separada para o serviço do santuário. Nos tempos primitivos cada homem era o sacerdote de sua própria casa. Nos dias de Abraão, o sacerdócio era considerado direito de primogenitura do filho mais velho. Agora, em lugar dos primogênitos de todo o Israel, o Senhor aceitou a tribo de Levi para a obra do santuário. … O sacerdócio, todavia, ficou restrito à família de Arão. A este e seus filhos, somente, permitia-se ministrar perante o Senhor; o resto da tribo estava encarregada do cuidado do tabernáculo. …

De acordo com as suas funções, foi indicada ao sacerdote uma veste especial. “Farás vestidos santos a Arão teu irmão, para glória e ornamento” (Êxo. 28:2) – foi a instrução divina a Moisés. …

Todas as coisas ligadas ao vestuário e conduta dos sacerdotes deviam ser de molde a impressionar aquele que as via, dando-lhe uma intuição da santidade de Deus, santidade de Seu culto, e pureza exigida daqueles que iam à Sua presença.

Não somente o santuário em si mesmo, mas o ministério dos sacerdotes, deviam servir “de exemplar e sombra das coisas celestiais”. Heb. 8:5. Patriarcas e Profetas, págs. 350-352.

o povo era ensinado cada dia, por meio de símbolos e sombras, a respeito das grandes verdades relativas ao advento de Cristo como Redentor, Sacerdote e Rei; e uma vez em cada ano tinham a mente voltada para os eventos finais do grande conflito entre Cristo e Satanás, a purificação final do Universo do pecado e pecadores. Os sacrifícios e ofertas do ritual mosaico deviam sempre apontar para uma adoração melhor, celestial mesmo. Profetas e Reis, págs. 684 e 685.

Os méritos de Seu sacrifício são suficientes para serem apresentados ao Pai em nosso favor. Caminho a Cristo, pág. 36.

Devemos ter livre acesso ao sangue expiatório de Cristo. Precisamos considerar isto como o mais sagrado privilégio, a maior bênção jamais concedida ao homem pecador. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.111.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 195
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