quarta-feira, 13 de outubro de 2021

A cruz é o centro no cristianismo -Gálatas 6

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  Gálatas 6

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 Deus Pai, ressuscitou a Jesus, o Filho (Gálatas 1:1), O qual nos concedeu, além da liberdade da escravidão do pecado, o Espírito Santo, para que permaneçamos firmes no caminho da salvação (capítulo 5).

A cruz é central no cristianismo, mas o Espírito é essencial para vivermos verdadeiramente o cristianismo. Observe cinco versos em Gálatas referentes à cruz, medite em seu significado:

• Estou crucificado com Cristo (2:20). O crucificado está morto; o crente crucificado com Cristo só está vivo porque a vida que agora tem é pela fé no Filho de Deus.

• Cristo crucificado por mim (3:1). A transgressão e condenação à morte do pecador foram totalmente assumidas por Cristo, sendo Ele absolutamente inocente.

• A carne crucificada para mim (5:24). Vontades carnais, perversões sexuais, imoralidades, interesses pecaminosos, etc. perderam vigor para quem realmente aceitou Cristo, pois o poder do Espírito entrou em vigor (5:25).

• O mundo crucificado para mim (6:14). Todos os atrativos oferecidos pelo mundo perdem o valor para aquele que passa a viver pelo Senhor.

• Eu crucificado para o mundo (6:14). Além do mundo não oferecer mais atrativos, o cristão não é mais atraente para o mundo; a sociedade o despreza, a popularidade se afasta e a prosperidade mundana foge.

Após esse apanhado geral da participação da cruz na religião bíblica, note os pontos do último capítulo de Gálatas:

1. Desfocado de si mesmo, o cristão foca nos interesses de Seu próximo, conforme rege o amor divino em seu coração, visando salvar e restaurar pecadores (vs. 1-2).

2. Crucificado para o eu, tendo Cristo vivendo dentro de si através do Espírito Santo, o cristão viverá como Cristo viveu aqui na Terra: Sendo uma bênção para o próximo, partilhará o bem sem importar a quem (vs. 3-10).

3. A verdadeira conversão carregará a marca da perseguição, não da circuncisão; a marca da glória divina, não da vanglória; a marca da nova vida, não da velha vida de pecado (vs. 11-18).

“Paulo morrera para o mundo, ou seja, ele veio a tornar-se um objeto de desprezo para todos quantos põem sua esperança nos prazeres e tesouros, honrarias e valores mundanos, que afastam a alma para longe de Cristo” (William Hendriksen).

Se quisermos realmente ser reavivados, essa experiência precisa fazer sentido para nós! – Heber Toth Armí.

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