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terça-feira, 18 de abril de 2023

CRISTO, O ALVO DA IRA DE DEUS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

18 de abril

       CRISTO, O ALVO DA IRA DE DEUS

   Ele foi traspassado por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas feridas fomos sarados. Isaías 53:5

   A morte de Cristo é fundamental na doutrina cristã e está relacionada à atuação da ira de Deus. Quando olhamos para o que ocorreu na cruz do Calvário, somos tocados pelo sofrimento de Cristo e podemos perceber quatro aspectos da dor que Ele experimentou na cruz. Primeiramente, a dor física envolvida na morte por crucificação – uma das formas mais terríveis já inventadas pelo ser humano para levar alguém à morte. Houve também a dor psicológica de assumir a culpa por nossos pecados – o que causou intensa agonia, pelo fato de essa culpa ser tão contrária à Sua natureza pura. Acrescente-se a dor de ser abandonado por Deus e pelas pessoas (Mt 27:46; 26:56), enfrentando sozinho os pecados colocados sobre Ele. A maior dor, contudo, foi sofrer a ira de Deus contra os pecados dos seres humanos, armazenada com longanimidade desde o primeiro pecado no Éden.

   Sua morte e sofrimento tiveram a natureza de punição. É dito: “O Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós” (Is 53:6). Cristo sofreu nas mãos dos seres humanos, de quem recebeu sofrimento físico e morte, mas somente Deus poderia fazer cair sobre Ele a iniquidade de outros. Somente Deus poderia imputar o pecado de todos Àquele que Ele escolheu.

   Qual foi o objetivo da punição de Cristo? Não foi para Sua própria correção, porque é dito que Ele “nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em Sua boca” (Is 53:9, ARA). Não foi para Sua própria instrução na vontade de Deus, porque Ele estava findando Seu período de prova neste mundo, tendo consumado tudo que o Pai Lhe dera para realizar (Jo 19:30). Não foi para que servisse de exemplo para os outros, porque Ele foi um exemplo em Sua obediência, mas não em Sua punição.

   Conforme evidenciado no texto, as causas da punição foram “nossas transgressões”, “nossas iniquidades”, “o pecado de muitos” (Is 53:5, 6, 12). Graças a Deus porque, mediante a dádiva e a morte de Seu Filho, Sua ira foi desviada de nós, nossas transgressões já foram punidas, e nossos pecados, perdoados. Nós “fomos sarados”. Aleluia!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

O AMADO

 O AMADO

Mas longe de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu estou crucificado para o mundo. Gálatas 6:14

Os consagrados mensageiros que nos primeiros dias do cristianismo levaram as alegres novas da salvação a um mundo a perecer não permitiam que pensamentos de exaltação própria prejudicassem sua apresentação de Cristo, e Este crucificado. Não cobiçavam autoridade nem posição de destaque. Ocultando-se no Salvador, exaltavam o grande plano da salvação e a vida de Cristo, o Autor e Consumador desse plano. Jesus, o mesmo ontem, hoje e eternamente, era a ênfase de seu ensino.

Se os que hoje ensinam a Palavra de Deus exaltassem cada vez mais a cruz de Cristo, seu ministério teria muito mais resultado. Se os pecadores fossem levados a contemplar com fervor a cruz, se conseguissem obter uma visão plena do Salvador crucificado, compreenderiam a profundidade da compaixão de Deus e a malignidade do pecado.

A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelo ser humano. É a garantia de nossa salvação. Remover do cristianismo a cruz seria como apagar do céu o Sol. A cruz nos aproxima de Deus, reconciliando-nos com Ele. Com a amorosa compaixão de um pai, Jeová considera o sofrimento que Seu Filho suportou para salvar a raça humana da morte eterna e nos recebe no Amado.

Sem a cruz, a humanidade não teria união com o Pai. Dela depende toda nossa esperança. Dela brilha a luz do amor do Salvador; e quando, ao pé da cruz, o pecador contempla Aquele que morreu para salvá-lo, pode ter completa alegria, pois seus pecados estão perdoados. Ao se ajoelhar com fé junto à cruz, ele alcança o lugar mais alto que o ser humano pode atingir.

Por intermédio da cruz, aprendemos que o Pai celestial nos ama com amor infinito. Será que devemos, então, ficar admirados de Paulo ter exclamado: “Longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”? (Gl 6:14) (Atos dos Apóstolos, p. 134 [209, 210]).

PARA REFLETIR: Se cada uma de suas esperanças depende daquilo que Jesus realizou na cruz, com que frequência você deveria agradecer a Deus pelo sacrifício extraordinário de Seu Amado? Com que frequência você se ajoelha no pináculo da sua existência, ao pé da cruz de Jesus?

Meditação Diária 10/01/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-amado///

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

João 19 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


João 19
 Pr. Heber Toth Armí

Quem não tem tempo para as coisas espirituais, está o tempo inteiro perdendo tempo.

Jesus deu mais do que Seu tempo precioso a nós: Ele deu Sua vida impecável! Ele morreu de amor por nós, o que temos feito em resposta?

Jesus foi um inocente condenado, ninguém foi mais injustiçado. Diante disso, há outra injustiça: Nós somos culpados, contudo, estamos vivos. A verdade é que, em Cristo somos absolvidos. Pela morte de Cristo, a vida eterna nos é garantida. Claro, aos que aceita viver por Ele!

Por amar-nos e para salvar-nos de nosso destino horrendo, Jesus pagou o preço de nosso pecado morrendo em nosso lugar para reverter nosso destino. Ele foi...

1. Condenado – como o pior dos pecadores, para salvar a qualquer pecador que render-se a Ele (vs. 1-16);

2. Crucificado – experimentando o pior e mais humilhante sofrimento a fim de nos constranger ao arrependimento dos atos que O levaram a passar por tudo isso (vs. 17-27);

3. Sacrificado – na pior situação Jesus consumou a mais eloquente obra em prol dos pecadores a fim de salvá-los de quaisquer situações (vs. 28-37);

4. Sepultado – após morrer, na sexta feira, Jesus foi colocado num sepulcro novo de um rico de Arimateia, onde permaneceu por poucos dias – no domingo o sepulcro já seria desocupado (vs. 38-42).

Jesus cumpriu tudo o que as profecias mais antigas predisseram. Sua morte foi real tanto quanto todos Seus feitos e promessas relacionadas a Ele. Ele foi, é e continuará sendo a única esperança aos seres humanos de toda raça.

As atitudes de José de Arimateia e Nicodemos nos mostram que ricos, cultos e intelectuais que, sinceramente e humildemente, olharem para Jesus poderão beneficiar-se de Seu sacrifício tanto quanto qualquer pobre, miserável ou analfabeto que se entrega a Ele.

Portanto, não devemos desperdiçar nosso precioso tempo em coisas insignificantes: E, o que é mais importante do que passar tempo com Aquele que deu Seu tempo e Sua vida para oferecer-nos a eternidade?

“Deixe que a água e o sangue,
Que do Seu lado perfurado fluíram,
Sejam do pecado a cura dupla,
Salva-me da culpa e poder dele” (Augustos Toplady).

O coração culpado, amargo ou azedo ainda não foi impactado pelo evangelho, ou o ainda não conheceu o evangelho verdadeiro!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

João 18 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


João 18
Pr. Heber Toth Armí

“Deus faz o melhor pelos seres humanos, estes Lhe dão o pior” – Tive esse insight quando meditei profundamente neste capítulo. Deus deu Jesus ao mundo. Jesus deu a vida por nós.

E nós, como reagimos a tão grande ato de bondade? Indiferença, frieza, um culto formal (monótono), hipocrisia? O que você acha? Te sentes cristão verdadeiramente comprometido e entusiasmado dia e noite, todos os dias, pelo presente Divino?

A seguir, as aplicações extraídas deste capítulo tem base no teólogo expositivo C. J. Ryle:

Nos primeiros versículos (vs. 1-11) vemos...

1. ...a excessiva dureza de coração que pode tomar conta do coração de uma pessoa ímpia;
2. ...a completa voluntariedade dos sofrimentos de Cristo;
3. ...a terna misericórdia do Senhor Jesus demonstrada em Sua preocupação com a segurança dos discípulos;
4. ...a perfeita submissão de nosso Senhor à vontade do Pai.

Nos versículos 18-27 aprendemos que devemos observar...

1. ...a admirável dureza do coração das pessoas incrédulas;
2. ...a admirável condescendência de nosso Senhor Jesus Cristo;
3. ...o admirável grau de fraqueza que pode ser encontrado em um verdadeiro cristão.

Nos versículos 28-40 notamos...
1. ...a falsa consciência dos perversos inimigos de nosso Senhor;
2. ...a descrição que o Senhor Jesus fez de Seu próprio reino;
3. ...a maneira como o Senhor Jesus descreveu Sua missão;
4. ...a indagação de Pôncio Pilatos dirigida a nosso Senhor.

Jesus demonstrou bondade, amor, compaixão e tolerância aos pecadores. Ele foi cortes com Judas, o traidor; Ele foi bondoso com Malco, soldado que Pedro cortou a orelha; Ele foi como um cordeiro submisso perante as maldosas autoridades religiosas; Ele foi compassivo com Pedro, que O negou publicamente; Ele foi gentil com autoridades políticas que O humilhavam.

Esse é o presente de Deus para nós. Jesus foi a melhor pessoa que viveu neste Planeta, mas foi tratado como a pior delas pelos humanos. As pessoas boas (religiosas) se revelaram más diante de Jesus. Isso deve nos fazer pensar quem realmente nós somos. De bom não temos nada!

Contudo, temos um exemplo; aliás, mais que um exemplo. A morte de Cristo é o método Divino para salvar-nos de nós mesmos. Seu sacrifício não visa apenas a nossa libertação das consequências do pecado, mas nossa transformação de vida.
Valorizemo-lO mais! 

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Lucas 24 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lucas 24

Pr. Heber Toth Armí

Jesus dividiu a história mundial e quer dividir nossa história individual. Na cruz vemos amor em ação e bondade imensurável do Deus que quer nossa salvação. A graça manifestou-se para acabar com a desgraça do pecado! A morte foi derrotada com a ressurreição de Jesus. Aleluia!

Devido à guarda do sábado, as mulheres foram levar as especiarias no domingo de manhã, pois Jesus morreu próximo ao por do sol da sexta feira. Ao chegarem ao túmulo de madrugada, Jesus já havia ressuscitado – Ele também aguardou as horas sagradas, na tumba.

Ao nascer, viver, pregar, morrer e ressuscitar Jesus cumpriu a missão pela qual veio ao mundo. Contudo, antes de ascender aos Céus, de acordo com o último capítulo de Lucas, fez quatro aparições:

1. A primeira foi por meio dos anjos às mulheres falando da ressurreição de Cristo (vs. 1-12);

2. A segunda foi a dois de Seus discípulos (não dos doze) a caminho de Emaús (vs. 13-35).

3. A terceira foi aos discípulos e fez uma recapitulação de Seu ministério e apresentou-Lhes o ministério deles (vs. 36-49).

4. A quarta e última, foi para abençoar Seus discípulos e subir aos Céus inaugurar outra fase de Seu ministério em favor de nós (vs. 50-53).

Analise e reflita mais nesses 53 versículos!

Devemos amar e servir mais a Jesus! As mulheres estiveram presentes na crucificação e logo após a ressurreição. “Essas mulheres independentes e motivadas são tanto as primeiras testemunhas da ressurreição como as primeiras missionárias da igreja” (Paul John Isaak).

A ressurreição de Cristo trouxe vitória sobre a morte. Contudo, a ignorância trouxe tristeza aos dois discípulos que iam a Emaús. A decepção os impediu de reconhecer Aquele que os acompanhava na viagem. “Quantos no mundo todo passam a vida tristes e desolados porque não sabem ou não acreditam que Jesus está perto” (Doug Bacthelor).

O comportamento de muitos revela que, para eles, Jesus ainda está morto – embora já tenha ressuscitado. A apatia de outros em testemunhar revela a indiferença diante de uma missão impossível que Jesus tornou possível com Sua morte e ressurreição.

Jesus quer que sejamos ávidos por proclamar as verdades de Sua Palavra, Seus feitos e Seus efeitos; o que você está fazendo diante desse anseio de Cristo?

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Lucas 23 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lucas 23
Pr. Heber Toth Armí

Neste penúltimo capítulo do livro, notemos as observações clínicas realizadas pelo médico Lucas sobre o julgamento, sofrimento e morte do inocente e amoroso Filho de Deus. A inocência era visível a uns, mas a inveja cegou a outros, condenando-O a mais cruel das torturas da época: A cruz!

1. Como os judeus estavam sob o domínio romano, o sinédrio recomendou Jesus a Pilatos (vs. 1-3) mentindo que Seu crime era causar tumultos, dizer não aos impostos a César (Imperador Romano) e afirmar ser o Messias.

2. Como Pilatos não viu nada que incriminasse, enviou Jesus ao cruel Herodes, o qual só estava curioso para ver algum milagre. Pelo fato de Jesus não suprir sua curiosidade, Herodes O ridicularizou e O reenviou a Pilatos (vs. 6-12).

3. Pilatos novamente declarou Jesus inocente, agora até mesmo com o apoio de Herodes; então, castigou Jesus e perguntou ao povo o que deveria ser feito dEle. A resposta: Devia crucificá-lO e soltar Barrabás (vs. 13-25).

4. Durante a crucificação, muitas coisas ocorreram: Simão ajudou Jesus a transportar a cruz; as mulheres choraram por Jesus, o qual foi colocado entre ladrões; Jesus suplicou perdão pelos soldados e ofereceu esperança de salvação a um dos ladrões; lançaram sorte sobre as vestes de Cristo; colocou-se uma placa sobre Ele, ridicularizando-O; então, houve trevas às 15 horas como se fosse meia-noite (vs. 26-44, 46).

5. Após a morte de Jesus, o véu do templo rasgou-se sobrenaturalmente; um dos centuriões reconheceu a justiça de Cristo; muitas pessoas ficaram tristes com a cena cruel que viram; as mulheres perceberam que um homem rico, José de Arimateia, cedeu sepulcro ao corpo de Jesus e foram preparar especiarias (vs. 45, 47-56).

Quanta crueldade e quanta bondade! Que contraste! Jesus precisa moldar-nos urgentemente!

Mais que chorar por Jesus, devemos chorar por nós mesmos. É nossa situação que está complicada, Jesus morreu para descomplicá-la. Nosso pecado é tão horroroso quanto é a crueldade da cruz.

Nossos pecados levaram Jesus à cruz. Nosso problema é tão grave que foi necessário Jesus morrer para resolvê-lo. Por isso, Ele é a única solução para todos os nossos dilemas. Nossa única esperança!

Foi por nós que Jesus consentiu ser torturado. Que Sua paixão por nós reavive nossa paixão por Ele!

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Marcos 15 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Marcos  15
Pr. Heber Toth Armí

Sábio não fala tudo o que sabe, mas sabe tudo o que fala. Neste capítulo Jesus falou apenas em dois versículos (vs. 2, 34). Quem fala demais é porque sabe pouco. O sábio só fala o essencial e ainda no momento certo. Vamos aprender mais com Jesus?

Segundo Matthew Henry, este capítulo pode ser assim divido:

1. Cristo diante de Pilatos (vs. 1-14);
2. Cristo é levado a ser crucificado (vs. 15-21);
3. A crucificação (vs. 22-32);
4. A morte de Cristo (vs. 33-41);
5. O Seu corpo é sepultado (vs. 42-47).

Jesus passou por isso sem merecer nada disso, nós é que pecamos e somos culpados de nossas transgressões, rebeldias e rebeliões para com nosso amoroso Criador. Destes acontecimentos destacaremos a citação sobre Simão Cireneu:

Este homem representa toda pessoa que procura a Deus, que deixa seu trabalho para celebrar culto ao Senhor. Preciosíssimas lições podem ser extraídas deste versículo, se estudado com oração. Observe:

1. O cristianismo apela para carregar a cruz, a qual é sinônimo de morte. Ninguém carregava a cruz para permanecer vivo, exceto Simão. Aliás, aquela cruz era de Simão e nossa também, mas Jesus a tomou sobre Si.

2. O cristianismo convida para participar da obra de Cristo; Simão representa todo bem-aventurado que participa dos sofrimentos de Cristo para, no fim, participar da alegria de Sua glória.

3. O cristianismo desafia a renunciar tudo para seguir a Jesus: honra, status, enfim, tudo. Simão representa aquele que enfrenta pressão por ser cristão e precisa de coragem para agir em favor de Cristo, que estava sendo humilhado, desprezado, escarnecido, etc.

O impacto da cena cruel marcou profundamente a vida do Cireneu, o qual levou a sua família a mensagem do verdadeiro evangelho. Seus filhos, Alexandre e Rufos, se tornaram ajudantes de Paulo na missão evangelística (Romanos 16:13). Portanto:

Cada pai deve preocupar-se em conduzir seus filhos a Cristo, mas isso só acontece quando Cristo impacta e transforma a vida do pai. Para isso é preciso que você...

1. Tome a tua cruz e siga a Jesus;
2. Tome parte da obra de Cristo;
3. Tenha coragem para agir na contramão do mundo.

Falemos menos, sejamos mais. Aja com discernimento e determinação. A entrega de Jesus visa nossa restauração!

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sábado, 13 de dezembro de 2014

Marcos 14 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Marcos  14
Pr. Heber Toth Armí

Devemos parar e refletir sobre aquele bebê que nasceu num estábulo de animais e morreu por meio de uma das mais terríveis torturas criada pelo homem: a cruz. Ele dividiu a História mundial, e, anseia dividir nossa história individualmente.

Até este ponto do livro de Marcos “temos visto nosso Salvador principalmente como nosso Profeta e Mestre. Mas, agora, começaremos a contemplá-Lo como o nosso Sumo Sacerdote. Até aqui, temos considerado os Seus milagres e as Suas declarações. Agora passaremos a considerar o Seu sacrifício vicário sobre a cruz” (Charles Ryle). Tal contemplação deve mudar nosso coração!

1. Devemos reconhecer, como a mulher que ungiu Jesus, que Ele é o Messias; entreguemo-nos completamente a Ele (vs. 1-11);

2.Devemos analisar nossas atitudes, pois Jesus as conhece melhor que nós; os relapsos espirituais são como Judas, traem seu Mestre por bagatelas (vs. 12-21, 43-52);

3. Devemos celebrar a morte vicária de Cristo através da Santa Ceia (vs. 22-31);

4. Devemos contemplar, imaginar e assimilar a agonia de Cristo por nós, a fim de que O consideremos mais, e desprezemos cada vez mais ao pecado (vs. 32-42);

5. Devemos analisar nossa vida em relação aos religiosos da época, note o comportamento dos discípulos, em especial o impulsivo Pedro, e o sumo sacerdote do Templo – em que parecemo-nos com eles? (vs. 53-72).

Entre tantos detalhes, Marcos descreve episódio interessante: Um jovem curioso que perdeu o lençol que se enrolara e fugiu peladão, na noite em que Jesus foi preso. Hernandes Dias Lopes oferece-nos preciosas aplicações dele. Ele diz que este jovem...

1. Representa aqueles que seguem a Jesus, mas sem compromisso com Ele;

2. Simboliza os que vivem o cristianismo superficialmente;

3. Ilustra os que preferem o que dá certo em lugar do o que é certo;

4. Esboça aqueles que querem ser diferentes, sem fazer a diferença;

5. Caracteriza os desprovidos de poder, quando precisam se defender;

6. Evidencia aqueles que participam da glória de Deus, mas não a manifestam em sua vida.

Muitos usam uma roupagem de cristianismo tão fina e frágil como lençol, o caráter enodoado destes se verá nos infortúnios da vida.

Aumente tua paixão por Cristo ao considerar a paixão de Cristo por ti. “Senhor, reaviva as chamas da minha paixão espiritual”.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mateus 27 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 27
Pr. Heber Toth Armí

Cristo foi pendurado numa cruenta cruz para libertar-nos das correntes do pecado. O sofrimento de Cristo é real; Ele é o Filho de Deus. O ex-ateu C. S. Lewis declarou: “O Filho de Deus tornou-se homem para possibilitar que os homens se tornem filhos de Deis”. Humilhando-Se até à morte de cruz Jesus quer resgatar pecadores da morte para a vida eterna.

Alguém declarou: “Enquanto alguns pregam você na cruz do seu passado, Jesus abre a porta para seu futuro e trata os seus dias, antes cheios de vergonha, agora cheios de graça e amor”. Para tornar isso possível Ele teve de aceitar a vergonha do mundo, tomar sobre Si nosso pecado e assumir nossa sentença de morte.

O capítulo em apreço pode ser assim resumido:

1. O Rei do Universo perante Pôncio Pilatos, procurador romano da Judeia nos anos 26-36 d.C (vs. 1-32);
2. O Rei do Universo crucificado no monte da caveira entre dois ladrões como se Ele fosse o pior (vs. 33-44);
3. O Rei do Universo, autor da vida, deu Sua vida em prol de pecadores que merecem a morte (vs. 45-50);
4. O Rei do Universo tornou-se o Cordeiro de Deus dando fim ao sacrifício de animais e às leis cerimoniais (vs. 51-56);
5. O Rei do Universo não teve seguranças em vida, mas teve guardas no Seu sepulcro, pois os incrédulos não duvidaram de Suas declarações em vida (vs. 62-66).

Algumas lições importantes:

1. Nem sempre reconhecer o erro está certo, o remorso não é arrependimento verdadeiro, como no caso de Judas (vs. 3-10);
2. A morte de Jesus pode parecer derrota, mas trouxe a vitória sobre a morte, dando uma ideia de como será no dia da ressurreição de todos os justos (vs. 51-53);
3. A voz do povo não é a voz de Deus, é do povo; portanto, a maioria nunca está com a verdade; cuidado para não ser “Maria vai com as outras” e acabar trocando Jesus por Barrabás (vs. 20-26);
4. Não despreze as sugestões da esposa nas decisões difíceis, ela pode ter uma visão diferente da situação e promover bênçãos (v. 19).
5. Faça como José de Arimatéia, dê o melhor para Jesus (vs. 57-60).

Torne-se um verdadeiro seguidor do Salvador

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Salmos 45 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 45 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 45 – A celebração de uma união co...