Páginas

Mostrando postagens com marcador Primícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Primícias. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de julho de 2022

Deuteronômio 26 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 26

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIOR 26 – Deus será realmente nosso Deus se O tivermos sempre em primeiro lugar em nossa existência. O primeiro mandamento é claro: “Não terás outras deuses diante de mim” (Deuteronômio 5:7). Mesmo que muitos não creiam na existência de outros deuses, o próprio Deus acredita e alerta-nos quanto ao perigo de tê-los.

Nessa parte de seu derradeiro sermão, Moisés apresenta algumas estratégias didáticas que facilitarão ao povo de Deus a não se desviar para longe de seu Deus.

• O remanescente deve alegrar-se sempre com as bênçãos dadas por Deus, reconhecer os recursos recebidos de Deus, e então orar, agradecer e adorar a Deus pelo que Ele tem feito por si e pela família (Deuteronômio 26:1-11).

• O remanescente deve considerar o dízimo trienal (que é diferente do dízimo normal o qual é destinado exclusivamente à liderança eclesiástica); esse dízimo do terceiro ano visava demonstrar reconhecimento e fidelidade pela grande libertação operada por Deus, assim em gratidão, esse valor deveria ser utilizado para abençoar ao levita, ao estrangeiro, ao órfão, à viúva, “para que possam comer até saciar-se na cidade de vocês” (Deuteronômio 26:12-15).

• O remanescente deve lembrar-se de como Deus o tornou especial para ter uma existência especial; tal percepção deve conduzi-lo a obedecer, não por obrigação, mas de todo coração e de toda a alma. Isso é ter Deus como Deus, o primeiro em tudo – o tempo todo (Deuteronômio 26:16-19).

Agora considere:

• Se na prática parece que estamos misturando a fé com opiniões humanísticas, filosofias terrenas e até conceitos do “pensamento positivo”, como reconhecer a Deus como Deus?

• Considerando que a sociedade atual que professa ser cristã não apreciaria um sermão sólido e consistente como o sermão de Moisés em Deuteronômio, podemos indagar se Deus ainda é Deus na mentalidade dos cristãos em geral.

• Considerando que as pessoas não gostam de sermões que tratem de dinheiro, ou que confrontem o materialismo, ou nos convidem a reconhecer que não estamos priorizando a Deus como deveria, pergunto: Somos realmente comprometidos com Deus?

• Considerando que Deus declarou que dará a Seu povo “uma posição de glória, fama e honra” e que será um povo separado para Ele, precisamos deixar a vanglória e as glórias deste mundo para não impedir que Deus faça o que prometeu! 

Precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Festas instituídas pelo Senhor-Levítico 23

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 23

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 23 – As festas orientadas por Deus são pedagógicas. Como estão relacionadas ao Santuário, elas ensinam o processo da salvação; o objetivo é a proclamação do evangelho para reavivar o povo de Deus e, evangelizar àqueles que ainda não pertencem a esse povo.

Levítico 23 trata de sete festas instituídas pelo Senhor: Páscoa (Levítico 23:4-5); dos Pães Asmos (Levítico 23:6-8); das Primícias (Levítico 23:9-14); Pentecostes (Levítico 23:15-22); das Trombetas (Levítico 23:23-25); da Expiação (Levítico 23:26-32); e, dos Tabernáculos (Levítico 23:23-44).

A sequência dessas festividades nos brinda um calendário profético. O ano deveria começar com a Páscoa, indicando o sacrifício de Cristo (Mateus 26:27-28; 27:46; João 19:31-37; substituída pela Santa Ceia 1 Coríntios 5:7; 11:23-26); ligando com a festa das primícias que retratava a ressurreição de Cristo e dos primeiros frutos da salvação (1 Coríntios 15:20-21; Apocalipse 14:4). Ao retirar o fermento na festa dos Pães Asmos, ilustrava a obra de santificação do pecador liberto do pecado pelo sangue de Cristo (Êxodo 12:8-20; 1 Coríntios 5:6-8; 15:22; Apocalipse 14:4-5). No quinquagésimo dia na sequência, acontecia o Pentecostes, que retratava a descida do Espírito Santo sobre o crente, apontando para a “Chuva Temporã” (Joel 2:23; Atos 2:1-41) e a “Chuva Serôdia” (Joel 2:23; Apocalipse 14:6; 18:1). 

No sétimo mês do calendário religioso de Deus, acontecia a festa das trombetas, alertando os salvos para os eventos subsequentes, como sendo sinais do segundo advento de Cristo ou prenúncios do juízo (João 12:31; Apocalipse 8:1-9:19; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 14:7; Joel 2:1). O décimo dia do sétimo mês era o Dia da Expiação, apontando para a purificação do povo que aceitou o sacrifício provido por Deus (Malaquias 3:1-3; 1 Coríntios 3:16-17; 2 Coríntios 6:16-17; Daniel 8:14; Apocalipse 11:19; 14:6-12, 20). Finalmente, a festa dos Tabernáculos encerra a celebração didática de Deus mostrando a alegria no Céu por Cristo graciosamente oportunizar a morada dos fieis na Pátria Celestial (Zacarias 14:16; Apocalipse 7:9-12; 14:1-5; 19:6-10; 21:1-22:7).

Jesus está ilustrado na oferta de sacrifício e no Sacerdote que tudo faz perante o Senhor a fim de que Sua entrega e ministério sejam aceitos em favor de nós; já que somos indignos de qualquer favor, Sua graça está claramente em evidência nesses rituais, cuja finalidade é levar-nos para morar no Céu. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 3 de março de 2022

AS PRIMÍCIAS DOS QUE DORMEM

AS PRIMÍCIAS DOS QUE DORMEM

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a Sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. 1 Pedro 1:3

Quando foi ouvida no túmulo de Cristo a voz do poderoso anjo, dizendo “Teu Pai Te chama”, o Salvador saiu do sepulcro pela vida que havia em Si mesmo. Foi provada então a verdade de Suas palavras: “Eu dou a Minha vida para recebê-la outra vez. […] Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la. Este mandato recebi de Meu Pai” (Jo 10:17, 18). Então se cumpriu a profecia que fizera aos sacerdotes e autoridades: “Destruam este santuário, e em três dias Eu o levantarei” (Jo 2:19).

Sobre a tumba aberta de José, Cristo proclamara vitorioso: “Eu sou a ressurreição e a vida!” Essas palavras só podiam ser pronunciadas pela Divindade. Todos os seres criados vivem pela vontade e pelo poder de Deus. Dependem de receber a vida divina. Do mais alto serafim ao mais humilde dos seres vivos, todos são reabastecidos pela Fonte da vida. Somente Aquele que é um com Deus podia dizer: “Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la” (Jo 10:18). Em Sua divindade, Cristo possuía o poder de quebrar as algemas da morte.

Cristo ressurgiu dos mortos como as Primícias dos que dormem. Era representado pelo feixe movido (Lv 23:10-12), e Sua ressurreição ocorreu no próprio dia em que esse feixe devia ser apresentado perante o Senhor. Por mais de mil anos, essa cerimônia simbólica tinha sido realizada. Das searas eram colhidas as primeiras espigas de grãos maduros, e quando o povo subia a Jerusalém, por ocasião da Páscoa, o feixe das primícias era movido como uma oferta de ação de graças perante o Senhor. Enquanto essa oferenda não fosse apresentada, a foice não podia ser lançada sobre os cereais, nem estes reunidos em maços. O feixe dedicado a Deus representava a colheita. […] Sua ressurreição é o tipo e o penhor da ressurreição de todos os justos mortos. […]

Quando Cristo ressurgiu, trouxe do sepulcro uma multidão de cativos. O terremoto, por ocasião de Sua morte, havia aberto os sepulcros deles e, quando Ele ressuscitou, ressurgiram junto. Eram os que haviam colaborado com Deus e que, à custa da própria vida, tinham dado testemunho da verdade. Agora seriam testemunhas Daquele que os ressuscitara dos mortos (O Desejado de Todas as Nações, p. 630, 631 [785, 786]).

PARA REFLETIR: O Senhor oferece a ressurreição física para aqueles que morrem em Cristo. Você tem experimentado a ressurreição espiritual que Ele também veio conceder?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

03/03/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/as-primicias-dos-que-dormem/

domingo, 23 de junho de 2019

Cristo, as Primícias

A Fé Pela Qual Eu Vivo
23 de junho
Cristo, as Primícias


Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem. 1Coríntios 15:19 e 20.

Cristo ressurgiu dos mortos como as primícias dos que dormem. Era representado pelo molho movido, e Sua ressurreição teve lugar no próprio dia em que o mesmo devia ser apresentado perante o Senhor. Por mais de mil anos esta simbólica cerimônia fora realizada. Das searas colhiam-se as primeiras espigas de grãos maduros, e quando o povo subia a Jerusalém, por ocasião da páscoa, o molho das primícias era movido como uma oferta de ações de graças perante o Senhor. Enquanto essa oferenda não fosse apresentada, a foice não podia ser metida aos cereais, nem estes ser reunidos em molhos. O molho dedicado a Deus representava a colheita. Assim Cristo, as primícias, representava a grande colheita espiritual para o reino de Deus. Sua ressurreição é o tipo e o penhor da ressurreição de todos os justos mortos. “Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com Ele” (1Tessalonicenses 4:14). O Desejado de Todas as Nações, págs. 785 e 786.

A ressurreição de Cristo foi uma amostra da ressurreição final de todos os que nEle dormem. O corpo ressurreto do Salvador, Sua postura, os acentos de Seu falar, tudo era familiar aos Seus seguidores. Do mesmo modo ressuscitarão os que dormem em Jesus. Reconheceremos nossos amigos como os discípulos reconheceram a Jesus. Embora tivessem sido deformados, degenerados por enfermidades, ou desfigurados nesta vida mortal, contudo no corpo ressurreto e glorificado ser-lhes-á perfeitamente preservada a identidade individual, e reconheceremos, nas faces radiantes pelos brilhos irradiados da face de Jesus, os traços fisionômicos daqueles que amamos. Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1217, referente 1Coríntios 15:20, 42-52.

Em Sua segunda vinda todos os queridos mortos Lhe ouvirão a voz, saindo para uma vida gloriosa, imortal. O mesmo poder que levantou a Cristo dentre os mortos, erguerá Sua igreja, glorificando-a com Ele, acima de todos os principados, de todas as potestades, acima de todo nome que se nomeia, não somente neste mundo mas também no mundo por vir. O Desejado de Todas as Nações, pág. 787.

Ele nos receberá com honra. Ser-nos-á dada uma coroa de vida que jamais murchará. Signs of the Times, 9 de julho de 1902.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 180

sábado, 2 de fevereiro de 2019

As festas solenes do Senhor - Levítico 23

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Levítico 23
Comentários: 
Pr.  Heber Toth Armí

As festas solenes do Senhor 

Deus gosta de festas; mas não de festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas sete festas instituídas por Deus:

1. Páscoa;
2. Pentecostes:
3. Dos Tabernáculos;
4. Do dia da Expiação;
5. Das trombetas;
6. Dos pães asmos;
7. Das primícias.

O dia indicado no calendário para cada festas era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.

• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.

• A festa de Pentecostes, diferente da festa das primícias que eram a celebração com os primeiros frutos da terra; era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.

• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida, deveríamos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.

• A dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.

• A festa das Trombetas vinha antes do dia da expiação, a qual visava convocar os religiosos para um encontro especial com o Senhor.

• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.

• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece o primeiro lugar sempre em nossa vida; pois, tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.

Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.

Todas as festas apontam para Jesus:

Jesus á a nossa Páscoa, o Pão sem fermento, as Primícias, o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes, Quem tocará a última Trombeta, Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados quando Tarbenaculizou/habitou entre nós.

Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

Salmos 39 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 39 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 39 – Precisamos olhar além da efe...