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segunda-feira, 14 de março de 2022

Dureza de coração - Êxodo 10

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 10

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 10 – Na briga dos deuses, o Deus da Bíblia vence. Na guerra contra o Egito, Deus apresentará fraquezas e limitações dos deuses adorados e aclamados do paganismo. O problema são indivíduos com obstinada rebeldia diante de tanta evidência das crenças imprestáveis.

Assim como o problema do “barro” endurecer ou da “cera” derreter não está no sol, mas com o material que recebe seu calor, o problema do coração duro não está com Deus; está com aquele que teima diante dEle. Perder, e ainda não admitir estar errado, é a pior das tolices. Descer do pedestal do orgulho é muito difícil; por isso, a loucura trava uma batalha acirrada com Deus, faz a criatura pensar que pode combater ao Criador.

Rejeitar Deus tem consequências. “O pecado dos egípcios foi que eles recusaram a luz que Deus lhes havia tão graciosamente enviado por meio de José” no passado (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1210). A dureza do coração frente a tantas investidas de juízos empapuçados de misericórdia com Moisés esgotou o limite da paciência divina. Assim também sucederá na história universal; embora Deus seja paciente, não querendo que ninguém pereça (2 Pedro 3:9), o tempo de graça chegará ao fim, então, Jesus aparecerá nas nuvens dos Céus a fim de libertar o remanescente fiel das agruras deste mundo perverso (Mateus 24:29-31).

Pragas cairão como juízo de Deus sobre aqueles que rejeitaram todas as estratégias e oportunidades oferecidas no evangelismo. “Cada rejeição da luz endurece o coração e obscurece o entendimento; e assim os homens acham cada vez mais difícil distinguir entre o certo e o errado e se TORNAM MAIS OUSADOS EM RESISTIR à vontade de Deus” (Idem, p. 1212).

Nessa altura, na nona praga, Faraó tentou negociar; porém, “Moisés não estava disposto a barganhar com Faraó. Por essa razão, o rei o expulsou de sua presença e ordenou que nunca mais voltasse”, destaca William MacDonald.

Como as pragas foram prenúncios de juízos sobre o mal, e também da libertação de Israel, assim as sete últimas pragas implicarão no juízo divino sobre os agentes do mal e na libertação do remanescente fiel (Apocalipse 16:1-21).

Leitor(a) amigo(a), hoje... se você ouvir a voz de Deus, não endureça teu coração (Hebreus 4:7). 

Entreguemo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 13 de março de 2022

Juízos divinos - Êxodo 09

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 09

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 9 – Os juízos divinos sobre os perversos são ações misericordiosas objetivando despertar conversões. Se Deus não almejasse a salvação dos ímpios, não dedicaria tanto tempo com 10 pragas até Faraó libertar Seu povo.

Absurdamente, teimosia chamada “dureza de coração” ou “cabeça dura” tem impedido muitos indivíduos renderem-se ao paciente Deus onipotente. Vários capítulos tratando das pragas do Egito apresenta Deus endurecendo o coração de Faraó (Êxodo 4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8). 

• Indicaria isso que o Faraó não tivesse escolha a não ser submeter-se à coerção de Deus sobre suas decisões? 

• Tal insubordinação levou muitos egípcios ao sofrimento? 

• Estaria Deus manipulando o coração de Faraó conduzindo muita gente ao sofrimento com tantas pragas visando revelar Seu amor pelos israelitas? 

• Estaria Deus desrespeitando o livre-arbítrio concedido às criaturas pensantes?

Não podemos ignorar nada da Bíblia para não deturpá-la, desfigurando o caráter benevolente de Deus. Antes de conclusões precipitadas, é importante considerar atentamente que há vários textos revelando que Faraó endurecia também seu próprio coração (Êxodo 8:32; 9: 34-35; 13:15).

“Faraó viu a poderosa atuação do Espírito de Deus; viu os milagres que o Senhor realizou por Seu servo; recusou, porém, obediência ao mandamento do Senhor. O rei, rebelde, indagara orgulhosamente: ‘Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? (Êx 5:2). E, quando os juízos de Deus sobre ele caíra cada vez mais pesadamente, persistiu na obstinada resistência. Rejeitando a luz do Céu, tornou-se duro, insensível” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1211).

Se arbitrariamente Deus endurecesse o coração de Faraó, Moisés fazia papel de palhaço diante dele!

A série profética das 7 trombetas objetivava despertar pagãos para a conversão; apesar da didática, estratégia e paciência de Deus, na sexta trombeta o texto afirma: “O restante da humanidade que não morreu por essas pragas nem assim se arrependeu das obras de suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos” (Apocalipse 9:20-21).

Devemos extinguir a teimosia diante da manifestação de Deus esperando nossa conversão. Sejamos sábios, sendo sensíveis a Ele! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A chegada do juízo -'Apocalipse 15

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Apocalipse 15

Comentário Pr Heber Toth Armí

Estude este capítulo em seu contexto. Nele, chegamos num ponto muito importante para o mundo. Ele é o “clímax dos cap. 12-14 e introdução às sete taças de flagelos” (Bíblia Andrews).

Finda-se a oportunidade de salvação. Antes que ela acabe, precisamos estar com a vida em dia com a vontade divina. Deus está para dar fim ao sofrimento dos fieis, punindo os instrumentos de Satanás, criados para destruir os cristãos.

A profecia de seis trombetas foram juízos parciais sobre a Terra, encharcados de misericórdia. Ultrapassando Sua graça, Deus levantou um povo, estudante da Bíblia (Apocalipse 10:1-11:14), para alertar o mundo sobre a chegada do juízo (Apocalipse 14:6-12).

A ação daqueles que se levantaram das cinza da decepção amarga e testemunham outra vez após 1844 “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (10:11) com ousadia, revelando “o evangelho eterno” determinadamente “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua e povo” (14:6) “obtém uma resposta positiva de muitos [15:4]” (Bíblia Andrews).

Para aqueles que não se sensibilizaram, mas deixaram cauterizar a consciência com seu apego aos pecados, e consequentemente desprezaram toda oportunidade de salvação, sentirão Deus fazer justiça.

A profecia das trombetas ainda não terminou. As sete taças revelam o conteúdo da sétima trombeta (11:15-19).

Antes das sete taças serem despejadas sobre o mundo (v. 1), temos:

1. Um vislumbre da vitória dos fieis sobre a besta, sua imagem e número é visto nas dez pragas no Egito, resultantes do juízo de Deus para causar a libertação do Seu antigo povo (Êxodo 15). E, da mesma forma que os israelitas atravessaram ao Mar Vermelho e cantaram diante de Moisés, os salvos atravessarão o mar de angústia e chegarão à margem do mar de vidro, perante o trono de Deus, onde alegremente entoarão o cântico do Cordeiro (vs. 2-4): O cântico exalta:

• …as obras de Deus, nenhuma referência se faz às obras humanas.

• …a Deus, o Todo-poderoso sobre os poderes terrestres.

• …a vitória absoluta de Deus sobre os injustos opressores.

2. O fim do processo salvífico. A retirada dos Seres envolvidos na salvação dos pecadores, significa que, ao esvaziar o santuário celestial termina o tempo de graça aos mortais (vs. 5-8).

Reavivemo-nos agora que seja tarde! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 26 de dezembro de 2020

Deus avisa - Ezequiel 4

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Ezequiel 4

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Se as pessoas soubessem toda a desgraça que o pecado causa antes delas transgredirem a Lei de Deus, pensariam mais antes de se envolver com ele?

Neste capítulo está um retrato do caos causado pelo pecado a fim de nos alertar, avisar e orientar. “Esse capítulo retrata o cerco e o respectivo desconforto, a fome e a contaminação resultantes do pecado de Judá e do fato de haver se afastado de Deus” (William MacDonald).

Da mesma forma que temos as evidências do pecado revelado por Deus na vida de indivíduos e nações e mesmo assim ignoramos os avisos divinos, no passado o povo de Deus ouviu o alerta dos profetas verdadeiros e mesmo assim preferiu fazer o que era errado.

O profeta deveria tomar um tijolo para representar Jerusalém e montar algo que representasse o cerco realizado por Nabucodonosor. Depois, uma panela de ferro deveria ser colocada entre o profeta e a cidade. Ezequiel, representando Deus, seria o sitiador como sinal a Israel em seus pecados (vs. 1-3).

O profeta deveria deitar-se sobre o lado esquerdo e colocar sobre si os pecados de seu povo, isso por 390 dias que corresponde a 390 anos de apego de Israel ao pecado; depois deitaria do lado direito e carregaria sobre si os pecados de Judá durante quarenta dias. Enquanto isso, não deveria tirar os olhos do cerco de Jerusalém, deveria arregaçar as mangas, mostrar o braço descoberto e, amarrado, pregar contra a cidade (vs. 4-8).

O profeta deveria pegar trigo, cevada, feijão, lentilha, painço e espelta, misturar tudo numa bacia para fazer pão para comê-lo os 390 dias que estiver deitado. Ezequiel deveria comer e beber uma pequena quantidade em horas marcadas. O pão deveria ser assado com fezes humanas secas; mas, depois do questionamento do profeta, Deus permitiu que assasse com fezes de vacas (vs. 9-15).

O profeta recebe de Deus a interpretação para todos esses símbolos (vs. 16-17).

O pecado é nojento. Suas consequências são horrendas. Satanás não brinca com quem brinca com o pecado. Desgraça e miséria inundam as suas vítimas.

Contudo, como “quem avisa amigo é”, Deus avisa. Deus não quer a desgraça de Seus filhos. Porém, não decide por eles…

Sejamos espertos, ouçamos a Deus! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Apocalipse 9 Comentários de Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 9
Comentários  de  Kenneth Mathews, Jr. M. D.

O primeiro ai sob a quinta trombeta cai no Império Romano cristão do Oriente, e uma “estrela” mensageira celeste desce do céu com uma chave que Cristo lhe deu para abrir o “poço sem fundo”. Ele abre este poço e dele saem Satanás e seus demônios. Eles fortalecem um povo para ações de julgamento contra os cristãos apóstatas. Estes lamentos são julgamentos literais, como aqueles que ocorrem nos primeiros quatro toques de trombeta.

Quando é que os acontecimentos da quinta e da sexta trombetas ocorrem? Martinho Lutero e outros comentaristas aplicam a quinta trombeta aos sarracenos [árabes] proveniente das areias do deserto da Arábia sob o comando de Abu Bakr. Eles começaram a atacar o Império Romano do Oriente com sede em Constantinopla [Istambul]. A sexta trombeta sinalizou a ascensão dos turcos otomanos na guerra contra o cristianismo apóstata.

Josias Litch, um dos associados de Guilherme Miller no movimento do Advento, definiu as datas da quinta e da sexta trombeta entre 1299 d.C. e 1840 d.C. Em agosto de 1840, o poder do império turco foi quebrado, quando Mohammed Ali venceu os turcos e capturou sua marinha. Estes eventos, ocorrendo no momento predito por Litch, exerceram grande influência sobre os crentes mileritas na América.

A descrição dos gafanhotos dada neste capítulo recorda o vestido dos antigos cavaleiros árabes de muitos modos. Eles pouparam os guardadores do sábado, mas perseguiram o resto dos cristãos durante este período. Os cidadãos do império almejavam alívio de seu sofrimento, mas não o encontram. Os gafanhotos guerreiros desse tempo tiveram um sultão [um rei] sobre eles, um agente do próprio Satanás. Os sultões seguintes também foram destruidores, destruindo o restante um terço do antigo Império Romano do Oriente.

Uma vez que Litch entendeu que essas datas terminavam em 1840, ele observou que esse foi o momento exato em que a Turquia, através de seu embaixador, aceitou a proteção das potências aliadas da Europa e, portanto, colocou-se sob a proteção das nações cristãs. O evento satisfez exatamente a predição. Quando isso se tornou conhecido, multidões se convenceram da exatidão dos princípios de interpretação profética adotados por Miller e seus associados, e um maravilhoso impulso foi dado ao movimento do Advento. Homens de saber e posição se uniram a Miller na pregação e na publicação e de 1840 a 1844 o trabalho estendeu-se rapidamente.

Apesar dos julgamentos anunciados pelas trombetas, o resto dos homens  recusou-se a arrepender-se de sua adoração de demônios, ídolos de sua própria criação, e acreditar em falsas doutrinas. O que mais Deus poderia fazer?

E quanto a você e eu? Estamos correspondendo aos sussurros de Deus ou estamos resistindo a eles, não nos arrependendo de nossos erros? Não cometamos o mesmo erro que muitos cristãos cometeram em afastar-se da intercessão de Cristo, mas curvemo-nos todos os dias e reivindiquemos Sua graça amorosa para nós mesmos.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Habacuque -2 Comentários

Lições de Vida

Habacuque 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Tem muitos pregadores que deveriam estudar mais a Bíblia. Claro, muitos ouvintes também, para não serem iludidos. Temos de ser mais interessados em admoestações divinas do que em bajulações humanas.

O problema? Ofendemo-nos com advertências divinas e nos inchamos com elogios humanos. Veja: O profeta Habacuque não dá voltas, ele é objetivo: vai direto à ferida. Na Bíblia “A Mensagem” diz:

1. Quem vocês pensam que são, enriquecendo por meio da extorsão e do roubo? Por quanto tempo acham que vão ficar impunes?... (v. 6-8); [Riqueza é bênção?]

2. Quem vocês pensam que são, roubando e saqueando despreocupadamente, vivendo no luxo, agindo como maiorais, fazendo de conta que estão acima da lei e dos problemas? Vocês arquitetaram a ruína de sua própria casa... (vs. 9-11); [Perigo!]

3. Quem vocês pensam que são, construindo uma vila sobre homicídios, uma cidade sobre crimes? [...] Enquanto isso, a terra se enche da percepção da glória do Eterno, assim como as águas cobrem o mar (vs. 12-14); [Aleluia!]

4. Quem vocês pensam que são, convidando os vizinhos para suas festas, com bebida à vontade, enchendo-os nas suas orgias? Acham que isso é diversão? Errado! É o chamariz da desgraça... (vs. 15-17). [Cuidado!]

Que farias se recebesses mensagens como estas? Reflita: Saiba que, “... o Senhor está em seu santo templo! [E, ordena:] Quietos, todos – façam silêncio santo e ouçam!” (v. 20). Deus não apenas sabe o que faz, Ele sabe o que dizer antes de fazer qualquer coisa. Ele é Deus Soberano! Honre-O! Respeite-O! Ouça-O!

Veja a seguir mais ensinamentos:

1. É preferível esperar em Deus mesmo sem respostas imediatas, do que ouvir palpites humanos;

2. É preferível descansar esperando em Deus a agir/decidir baseado no desespero das circunstâncias;

3. É preferível viver uma fé sincera e firme que é viva, do que viver cheio de si com a alma vazia de Deus;

4. É preferível sofrer pela fé a abandoná-la para não sofrer, viver sem fé é o pior caminho a seguir;

5. É preferível servir ao Deus vivo a criar deuses para nos servir...
Desenvolva fé em Deus mais e mais!

Reflita: O mal parece indestrutível; a injustiça, incorrigível; e, a maldade, indescritível... Até quando? Espere para ver o que Deus responderá...

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:


Habacuque 2 Comentários Audrey Andersson


Habacuque 2
Audrey Andersson

No início do capítulo 2 Habacuque começa descrevendo a si mesmo como um vigilante em serviço que aguarda uma resposta de Deus ao seu desafio. Deus lhe responde no versículo 2 e diz que escreva Sua resposta de forma que todos a possam ler. Embora possa haver um atraso, os propósitos de Deus certamente se cumprirão.

O verso 4 contrasta os anseios perversos dos babilônios com os desejos dos justos de Judá: “O justo viverá pela sua fé” (ARA). Esta preciosa e vital declaração da teologia cristã ecoa muitas vezes no Novo Testamento (Rm 1:17, Gal 3:11, Hb 10:38-39). Ao abrir as cortinas e mostrar ao Seu povo como Ele está trabalhando nos bastidores, Deus convida o Seu povo a confiar nEle, a esperar com paciência e a viver pela fé.

Não importa o quanto o mal predomina sobre a terra, não importa o quanto as coisas possam aparecer sem esperança aos olhos humanos, Deus sempre tem um remanescente que seguirá a Sua pura vontade.  

Seguem-se, então, uma lista de seis problemas, quando o profeta profere lamentos (ais) pelo orgulhoso (2:4-5), pelo avarento, pelo ganancioso (2:6-8), pelo desonesto (2:9-11), pelo violento (2:12-14), pelo bêbado e imoral (2:15-17) e pelo idólatra (2:19-20). Cada lamento pode ser dividido em duas metades, terminando com uma significativa declaração.

Os versos 14-16 confirmam que, embora Babilônia possa parecer invencível, cheia de glórias mundanas, impondo, por um tempo, seu domínio de violência e terror, será completamente destruída na plenitude do tempo de Deus. A glória de Deus encherá a terra e Babilônia e tudo o que ela representa serão apenas uma vaga lembrança.

Logo, o Senhor voltará para julgar o mundo, e todos aqueles que a Ele se opuseram  nada terão a dizer, em vista de Seu poder (v. 20). A justiça de Deus encherá a terra e a fé do remanescente que confiou nEle será recompensada. Amém./Audrey Andersson



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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Amós 3 Comentários de Deepati Vara Prasad



Leitura Bíblica  - Amós 3
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

Neste capítulo, Amós apela às pessoas negligentes e sem sensibilidade espiritual para que tomem conhecimento da justiça e dos juízos de Deus (vv. 1-8) dirigidos àqueles que continuam a pecar e não se arrependem. Deus é revelado como justo e santo (vv. 9-15).

Uma mensagem específica é dada a Israel e Judá – a “toda esta família que tirei do Egito” (v. 1 NVI). Deus os escolheu como uma nação e estabeleceu uma relação especial com eles. Apesar dos altos privilégios e da luz abundante que brilhavam em seu caminho, o povo escolhido pecou grandemente.

O castigo divino foi pronunciado por causa da extrema corrupção, cobiça e luxo que os levou a se esquecerem dos mais simples deveres para com os vizinhos e a exercerem uma violenta opressão sobre os pobres. Os grandes e os ricos utilizavam mal sua riqueza e influência, as quais, se bem utilizadas, resolveriam o problema da pobreza existente. Deus declara que sua relação especial com Israel não poderia continuar assim por mais tempo por se apegarem eles às suas iniquidades, semelhante a duas pessoas que não podem caminhar juntos (v.3), a menos que tenham um propósito comum em vista.

Como um leão ruge quando está prestes a saltar sobre a presa (v. 4), por meio de Seu profeta Deus avisa que irá punir os malfeitores.

Assim como o toque súbito de trombeta (v.6) provoca medo na cidade, Deus deseja que a mensagem do profeta alarme os infratores. É preciso lembrar que o castigo de Deus segue as advertências dos profetas, que são seus servos (v.7).

Amós convoca retoricamente as nações da Filístia e Egito, a observarem e se surpreenderem com as iniquidades de Israel, com a vida perversa do chamado povo de Deus. Israel abandonou a justiça, a própria base da sociedade; eles se tornaram moralmente e espiritualmente cegos, de tal forma que eles nem fazem o bem, nem se dão conta de sua omissão. Portanto, a punição divina será completa sobre o povo, apenas um pequeno remanescente escapará (v.12).

Quando Israel, a família de Deus, recusou-se a viver de acordo com seus altos privilégios e aceitar suas responsabilidades, sua posição favorecida lhe foi retirada e concedida à igreja, a família espiritual de Deus. Quanto maior é o conhecimento da vontade de Deus, maior é a responsabilidade e maior a recompensa.

Que possamos aprender com a experiência de Israel e que estas lições nos aproximem de Deus e uns dos outros!

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia



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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Os juízos de Deus -Ezequiel 26

Os juízos de Deus

Esta profecia foi pronunciada no primeiro mês, do décimo primeiro ano (v. 1), e a queda de Jerusalém ocorreu no nono dia do quarto mês do décimo primeiro ano do reinado de Zedequias, quando a cidade foi arrombada pelos babilônios.

Assim, esta profecia contra Tiro foi pronunciada três meses antes da tomada de Jerusalém pelos babilônios, porque já era muito grande a aflição e a ruína dos judeus dentro da cidade, porque o sítio já durava cerca de 15 meses, e havia grande escassez de alimentos e água, e muitos estavam sendo consumidos pela peste e pela fome.

Com isso, Tiro que disputava a liderança comercial na parte oriental do Mediterrâneo, que era costeada por Israel ao Sul, e por Tiro e Sidom ao Norte, elevou-se contra a ruína dos judeus, pensando que assumiriam tal liderança, esquecidos que o Senhor tinha também um juízo contra ambas cidades, conforme descrito nesse livro do profeta Ezequiel.

Tiro estava pensando em aumentar as suas riquezas e glória, com a queda total de Israel, e que dominaria absoluta o comércio marítimo no Mediterrâneo, aumentando ainda mais a fama que os fenícios tinham de hábeis comerciantes navais.

Todavia não somente não perderiam tal fama, como perderiam para sempre tal glória, tal a grandeza da destruição que viria da parte do Senhor sobre a impiedade e idolatria deles.

O corte que Tiro receberia lhe serviria então de bem para o futuro, e não para o seu mal; porque não haveria limites para a sua cobiça de acumular riquezas e glória, conforme o Senhor revelou o que havia nos corações dos governantes, comerciantes e do povo daquela cidade.


 Tiro seria colocada então como um sinal não apenas para si mesma, mas para todas as nações com as quais comerciava, de que acumular riquezas mundanas não é o objetivo de vida esperado por Deus. Porque tais riquezas não podem livrar quando o Senhor derrama os Seus juízos sobre aqueles que andam após a ganância de seus corações. 
Pr Silvio Dutra

sábado, 21 de junho de 2014

O juízo de Deus- Jeremias 51

Lições de Vida
  
O juízo  de Deus
Pr. Heber Toth Armí

No capítulo de Jeremias (51) você é convidado a refletir sobre o lado bom do juízo. Com oração perceba que Deus é bom. O Senhor conhece o passado e o futuro, Ele está acima das nações, do tempo e da história – nada limita Seu poder e conhecimento. Estudando, percebi que Merrill F. Unger divide este capítulo com os seguintes tópicos, facilitando teu estudo:

1. Juízo divino sobre Babilônia (vs. 1-5);
2. Discurso ao remanescente (vs. 6-10);
3. Ataque dos medos (vs. 11-19);
4. A completa ruína de Babilônia (vs. 20-33);
5. A libertação de Israel (vs. 34-40);
6. Continuação da queda de Babilônia (vs. 41-64).

Deus é juiz para agir em prol da justiça daqueles que praticam a injustiça e oprime ao Seu povo. Deus ama, protege e cuida de Seu povo através do juízo; então quem se opõe ao juízo se opõe a Deus! E, não tem coisa pior que se opor a um Deus justo, poderoso e defensor dos que O amam!

Observe atentamente a mensagem profética de Jeremias. O que Jeremias ensina sobre o juízo no capítulo 51 de seu livro?

1. O juízo reivindica o caráter divino, santo, intolerante ao pecado!
2. O juízo revela quem é quem, quem ama e quem não ama a Deus!
3. O juízo liberta quem não tem poder para livrar-se das nações poderosas!
4. O juízo purifica o povo de Deus das impurezas do pecado!
5. O juízo é Deus se opondo àqueles que maltratam Seu povo!
6. O juízo é Deus se levantando para defender a causa de Seu povo!
7. O juízo é resposta divina diante do clamor humano!
8. O juízo é o método divino de salvar aos miseráveis sofredores do ódio dos terríveis pecadores!
9. O juízo é positivo, um ato da graça àqueles que vivem na desgraça!
10. O juízo é punitivo só para quem substitui Deus pela malignidade do pecado!

O Juízo é para o bem de quem faz o bem, não para o mal. Visa salvar, não destruir! Tudo o que Deus faz é bom!

Leia Jeremias 51. Este capítulo de Jeremias é grande, e possui grandiosas lições de vida. Deus cumpre o que promete, avisa antes para que ninguém se queixe de não ser avisado. 

Os medos e persas se uniram e levaram Babilônia à ruína conforme predissera a profecia. Deus desmascara aos ídolos, e, é “quem decide e revela o futuro do mundo” – comenta Paul R. House. House extrai um princípio espiritual que é fundamental na teologia de Jeremias: O Deus verdadeiro supera em tudo aos deuses falsos. “Ídolos são blocos de madeira e pedaços de esterco” – diz ele, “mas o Senhor é o único Deus vivo... 

A esperança que Israel tem de sobreviver não repousa no sincretismo ou politeísmo, mas no Deus que apresenta uma descrição precisa do passado e do futuro”. Temos o privilégio de falar com esse Deus Majestoso e poderoso, vamos aproveitar esta oportunidade? 

Oremos: “Pai de amor, que julga para o bem daqueles que Te amam. Te louvo pelo juízo. Infelizmente para muitos esse assunto é negativo, eles precisam de ouvir as boas novas positivas sobre o juízo; prepara-me para isso, em nome de Jesus. Amém”.

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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sexta-feira, 20 de junho de 2014

O instrumento que Deus usa- Jeremias 50



O instrumento que Deus usa
Pr. Heber Toth Armí

Jeremias 50 é o antepenúltimo capítulo do livro desse magnífico profeta. Em seus versículos aprendemos que, após oferecer todos os meios e oportunidades de salvação, Deus precisa aplicar o juízo, o qual possui natureza variável, tais como:

1. Juízos corretivos, como aquele que Judá sofreu 70 anos no exílio babilônico; assim punido, não o povo de Deus não foi totalmente destruído; mas, resultou num remanescente restaurado.

2. Juízos punitivos, como aquele das nações dos dois capítulos anteriores, em que Babilônia os atacou, evitando que a influência imoral e perversa do mal se proliferasse ainda mais.

3. Juízo substitutivo, aquele que possibilitou salvação a todo pecador que submeter-se à morte substituinte de Jesus Cristo ao tomar nossa culpa e lugar na cruz.

4. Juízo executivo, aquele que extermina pecadores que não se renderem à solução para sua situação, devido à soberba e arrogância incorrigível. Isso aconteceu à Babilônia real para exemplo à Babilônia espiritual no juízo final (Apocalipse 18).

Se Deus não agisse assim ao punir o pecado, talvez não houvesse remanescente; aliás, Satanás teria tomado conta de todos intensamente, não haveria meios de salvar ninguém; o Messias poderia vir e morrer, porém o mal seria tão agudo e profundo na vida humana que não haveria ninguém que O aceitasse – Sua missão seria em vão. Deus sempre sabe o que faz, mas entenderemos melhor Suas razões durante o juízo de comprovação, no Céu, durante o milênio. Por ora, tais verdades nos bastam!


O instrumento que Deus usa pode ser quebrado depois de usado. O motivo é o orgulho de ter sido instrumento de Deus. O orgulho corrompe e rompe; a soberba arruína e mata, pois conduz indivíduos e nações inteiras a se desviarem de Deus, a fonte da vida. 

Leia Jeremias 50 e entenderás melhor. O capítulo mostra que Babilônia, que fora usada como instrumento de Deus às nações, foi terrivelmente devastada por causa de sua presunção. Babilônia foi o terror das nações, tornou-se orgulhosa, soberba e gananciosa. 

A arrogância impede a mudança. A prepotência obstaculiza a conversão. A soberba resulta em independência do Senhor. Com Daniel, Hananias, Misael e Azarias ali na corte, revelando sempre a realidade de um Deus presente, vivo e poderoso, os idólatras não deixaram sua idolatria, com exceção de Nabucodonosor, que no final de sua vida se converteu (Daniel 4). 

Quão difícil é para uma nação de primeiro mundo se converter. Como é raro pessoas ambiciosas, orgulhosas e soberbas se render a Deus. Você já se rendeu? O que te falta? Se você já se rendeu a Deus, como você sabe que não foi apenas de “boca pra fora”, mas foi de verdade? Quais as evidências de genuína conversão o verdadeiro converso revela?

Estude, medite, reflita, analise, assimile e aplique as palavras inspiradas de Jeremias 50. Note ali que o poderoso Império Babilônico seria devastado por causa de seus terríveis pecados. “Uma nação poderosa vinda do norte conquistaria a Babilônia. Os medo-persas conquistaram o império babilônico em 539 a.C.” apresenta David S. Dockery. E, acrescenta, “o Senhor destruiria a Babilônia e voltaria a reunir na terra seu povo disperso. Ele restauraria as bênçãos a Israel e lhe perdoaria os pecados... O Senhor defenderia Seu povo diante dos babilônios arrogantes... a cidade ficaria como Sodoma e Gomorra”. 

O pecado coloca data de validade em pessoas, famílias, empresas, nações e até mesmo impérios megalomaníacos. Então, vamos nos render a Deus em oração: 

“Senhor que reina em toda a Terra, reina em meu coração. Não me deixe reinar, pois se eu reinar a tudo vou arruinar. Quebra a minha vida para salvá-la, mas não me deixes agir de modo que possa perdê-la. Torne-me cada dia mais humilde, ainda que tenhas que tomar providências drásticas se for preciso. Isso porque quero viver a vida eterna conTigo. Confio todo o meu ser a Ti em tudo o que eu fizer hoje. Em nome de Jesus eu oro, amém”.

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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