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quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Levítico 23 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 23
Comentário Pr Heber Toth Armí


LEVÍTICO 23 – As festas orientadas por Deus são pedagógicas. Como estão relacionadas ao Santuário, elas ensinam o processo da salvação; o objetivo é a proclamação do evangelho para reavivar o povo de Deus e, evangelizar àqueles que ainda não pertencem a esse povo.

Levítico 23 trata de sete festas instituídas pelo Senhor: Páscoa (Levítico 23:4-5); dos Pães Asmos (Levítico 23:6-8); das Primícias (Levítico 23:9-14); Pentecostes (Levítico 23:15-22); das Trombetas (Levítico 23:23-25); da Expiação (Levítico 23:26-32); e, dos Tabernáculos (Levítico 23:23-44).

A sequência dessas festividades nos brinda um calendário profético. O ano deveria começar com a Páscoa, indicando o sacrifício de Cristo (Mateus 26:27-28; 27:46; João 19:31-37; substituída pela Santa Ceia 1 Coríntios 5:7; 11:23-26); ligando com a festa das primícias que retratava a ressurreição de Cristo e dos primeiros frutos da salvação (1 Coríntios 15:20-21; Apocalipse 14:4). Ao retirar o fermento na festa dos Pães Asmos, ilustrava a obra de santificação do pecador liberto do pecado pelo sangue de Cristo (Êxodo 12:8-20; 1 Coríntios 5:6-8; 15:22; Apocalipse 14:4-5). No quinquagésimo dia na sequência, acontecia o Pentecostes, que retratava a descida do Espírito Santo sobre o crente, apontando para a “Chuva Temporã” (Joel 2:23; Atos 2:1-41) e a “Chuva Serôdia” (Joel 2:23; Apocalipse 14:6; 18:1).

No sétimo mês do calendário religioso de Deus, acontecia a festa das trombetas, alertando os salvos para os eventos subsequentes, como sendo sinais do segundo advento de Cristo ou prenúncios do juízo (João 12:31; Apocalipse 8:1-9:19; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 14:7; Joel 2:1). O décimo dia do sétimo mês era o Dia da Expiação, apontando para a purificação do povo que aceitou o sacrifício provido por Deus (Malaquias 3:1-3; 1 Coríntios 3:16-17; 2 Coríntios 6:16-17; Daniel 8:14; Apocalipse 11:19; 14:6-12, 20). Finalmente, a festa dos Tabernáculos encerra a celebração didática de Deus mostrando a alegria no Céu por Cristo graciosamente oportunizar a morada dos fieis na Pátria Celestial (Zacarias 14:16; Apocalipse 7:9-12; 14:1-5; 19:6-10; 21:1-22:7).

Jesus está ilustrado na oferta de sacrifício e no Sacerdote que tudo faz perante o Senhor a fim de que Sua entrega e ministério sejam aceitos em favor de nós; já que somos indignos de qualquer favor, Sua graça está claramente em evidência nesses rituais, cuja finalidade é levar-nos para morar no Céu. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 20 de setembro de 2022

O SALVADOR RESSUSCITADO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

O SALVADOR RESSUSCITADO

Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um. Mateus 13:23

Quando Cristo deu a Seus discípulos a promessa do Espírito Santo, estava se aproximando o fim de Seu ministério terrestre. Jesus estava à sombra da cruz, com plena consciência do peso da culpa que viria sobre Ele como o portador dos pecados. Antes de Se oferecer como a vítima sacrifical, instruiu os discípulos com respeito a um dom essencial e completo que concederia a Seus seguidores, o dom que colocaria ao alcance deles os ilimitados recursos de Sua graça. “E Eu pedirei ao Pai, e Ele lhes dará outro Consolador, a fim de que esteja com vocês para sempre: é o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê, nem O conhece. Vocês O conhecem, porque Ele habita com vocês e estará em vocês” (Jo 14:16, 17). O Salvador estava apontando para o futuro, para o tempo em que o Santo Espírito viria para fazer uma poderosa obra como Seu representante. O mal que vinha se acumulando por séculos devia ser resistido pelo divino poder do Espírito Santo.

Qual foi o resultado do derramamento do Espírito no dia de Pentecostes? As boas-novas de um Salvador ressuscitado foram levadas até as mais longínquas partes do mundo habitado. À medida que os discípulos proclamavam a graça redentora, os corações se entregavam ao poder da mensagem. A igreja viu conversos vindo para ela de todos os lugares. Apóstatas se converteram de novo. Pecadores se uniram aos crentes em busca da Pérola de grande preço. Alguns que haviam sido os mais ferrenhos inimigos do evangelho se tornaram seus heróis. Cumpriu-se a profecia: “O mais fraco dentre eles […] será como Davi, e a casa de Davi será […] como o Anjo do Senhor” (Zc 12:8). Cada cristão via em seu irmão uma revelação do amor e da benevolência divinos. Só um interesse prevalecia; um só estímulo absorveu todos os outros. A aspiração dos crentes era revelar a semelhança do caráter de Cristo e trabalhar pelo desenvolvimento de Seu reino.

“Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça” (At 4:33). Por seu trabalho se uniram à igreja homens escolhidos que, recebendo a palavra da verdade, consagraram a vida à obra de levar aos outros a esperança que lhes enchia o coração de paz e satisfação (Atos dos Apóstolos, p. 31, 32 [47, 48]).

PARA REFLETIR: O Espírito Santo está sendo derramado atualmente sobre você?
https://youtu.be/tVlclGMPuzc

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Deuteronômio 16 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 16

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 16 – Retidão de vida, prática da justiça e da misericórdia devem caracterizar cada pessoa que vive para Deus.

Ao tratar da Páscoa, da Festa das Semanas (Pentecostes) e dos tabernáculos, Deuteronômio 16 ensina a importância de reconhecer e celebrar os feitos de Deus para libertar e salvar Seu povo. Tal celebração devia ser conforme a orientação de Deus, não de qualquer jeito (Deuteronômio 16:1-15). Não era permitido ao chefe de família “apresentar-se ao Senhor de mãos vazias: cada um de vocês trará uma dádiva conforme as bênçãos recebidas do Senhor, o seu Deus” (Deuteronômio 16:16-17).

Em seu sermão de despedida, Moisés tratou também da necessidade de pessoas específicas para que seja promovida a justiça em cada tribo, mostrando quão difícil é fazer o certo por conta própria. Nossa inclinação para o mal exige juízes até mesmo entre o povo de Deus, a fim de não permitir que a injustiça tome conta da sociedade (Deuteronômio 16:18-20).

Moisés volta a falar da idolatria, e apela veementemente ao povo que não pratique nada que seja “detestável para o Senhor” (Deuteronômio 16:21-22).

Ao salvar o pecador, o propósito do Salvador é restaurar a vida que fora arruinada pela escravidão do pecado. Deus almeja reconstruir tudo aquilo que o pecado destruiu. Ele nos quer livres da injustiça e da religião pervertida. Ele nos quer livres da contaminação do pecado, do egoísmo, do orgulho, da arrogância, da tensão entre classes, do individualismo e do materialismo (Deuteronômio 16:3-4, 8, 10-11, 14-15).

A vida religiosa correta deve-se refletir na prática de atitudes louváveis. A adoração ao Deus vivo e verdadeiro deve transformar o adorador por inteiro. Rejeitar influências pagãs na vida religiosa e civil para colocar Deus no centro da vida não deve ser uma orientação apenas para a nação israelita, mas para todo cristão em todos os lugares.

Dos espera que colaboremos com a implantação dos princípios de Seu reino neste mundo, o qual jaz no maligno. Deus anseia que o bem exerça maior influência que o mal; na verdade, Ele pretende que a prática da justiça seja banida com a prática de Seus princípios. “Ele levará avante Sua obra na Terra com a renda dos recursos que confiou ao homem” (Ellen White, T3, 395).

Vamos colaborar com Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 2 de fevereiro de 2019

As festas solenes do Senhor - Levítico 23

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Levítico 23
Comentários: 
Pr.  Heber Toth Armí

As festas solenes do Senhor 

Deus gosta de festas; mas não de festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas sete festas instituídas por Deus:

1. Páscoa;
2. Pentecostes:
3. Dos Tabernáculos;
4. Do dia da Expiação;
5. Das trombetas;
6. Dos pães asmos;
7. Das primícias.

O dia indicado no calendário para cada festas era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.

• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.

• A festa de Pentecostes, diferente da festa das primícias que eram a celebração com os primeiros frutos da terra; era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.

• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida, deveríamos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.

• A dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.

• A festa das Trombetas vinha antes do dia da expiação, a qual visava convocar os religiosos para um encontro especial com o Senhor.

• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.

• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece o primeiro lugar sempre em nossa vida; pois, tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.

Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.

Todas as festas apontam para Jesus:

Jesus á a nossa Páscoa, o Pão sem fermento, as Primícias, o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes, Quem tocará a última Trombeta, Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados quando Tarbenaculizou/habitou entre nós.

Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

domingo, 27 de dezembro de 2015

Deuteronômio 16 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuteronômio 16
Comentários: John Ash

A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.

A Festa das Semanas era um momento para expressar gratidão a Deus pelo início da colheita do trigo na primavera. No Novo Testamento, este festival é o Pentecostes (Atos 2:1; 20:16).

A Festa dos Tabernáculos (ou Festa das Cabanas), que acontecia no final do período da colheita, no outono, era a principal celebração de ação de graças a Deus.

No meio destes comentários, lemos: “… lembre-se” de vir com ofertas voluntárias em “suas mãos”, refletindo o quanto Deus tem te abençoado. E, novamente, “porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido…” (v. 16b, 17). Generosidade imposta pode parecer incomum hoje em dia, mas há um importante princípio subjacente. É somente pela doação generosa a Deus e às pessoas em necessidade que nós eliminamos a nossa tendência ao egocentrismo.

“Querido Deus, me ajude a ofertar generosamente para Ti e para aqueles que passam necessidades.”

John Ash


Outros Comentários

Em Deuteronômio 16:1-8  Deus está dando instruções. Haveria três ocasiões cada ano quando todo homem deveria ir ao lugar que Deus iria escolher. Eles levaria um sacrifício para oferecer a Deus. Eram chamadas de "Festas" (ou encontros). 

As festas de Deus eram comemorativas, voltadas para um tema: o plano da salvação.A primeira era a Páscoa, e a festa do pão sem fermento. Repare que não havia regozijo nesta festa. Era uma lembrança constante da morte do cordeiro no Egito. Sabemos Quem é o Cordeiro de Deus hoje, portanto devemos recordá-Lo em Sua morte. No dia após a Páscoa havia sete dias quando eles deviam estar bem assegurados de não ter "fermento" em suas casas.

Em Deuteronômio 16:9-12 vamos encontrar a segunda festa; a "festa das semanas" era um tempo para expressar gratidão a Deus para o início da colheita do trigo na primavera. Nesta festa devia haver regozijo. Eram sete semanas mais um dia, o que totaliza 50 dias a partir da colheita. Em Atos 2 vemos que o Pentecostes, que significa "50", aconteceu quando o Espírito Santo desceu à terra. Isso foi 50 dias após a cruz! (Atos 2:1; 20:16). 

O gozo que a presença do Espírito Santo nos causa é como uma "oferta voluntária".Não apenas havia ali gozo no Senhor, mas outros eram chamados também a regozijar.

Em Deuteronômio 16:13-15 era comemorada a Festa dos Tabernáculos  que entrou no final do período de colheita, no outono, foi a maior celebração de ação de graças a Deus. A colheita era juntada no celeiro. Então vinha a terceira festa - a dos "tabernáculos"

Em Deuteronômio 16:16-17 "eles não deviam aparecer diante do Senhor de mãos vazias,  “ninguém apareça de mãos vazias perante mim.” 

A verdadeira oferta, aquela que agrada a Deus, pode não ser em dinheiro. A verdadeira oferta é a de um coração agradecido, um coração que não reclama, que não murmura. A oferta de um coração que crê – crê que vale a pena amar e servir a Deus mesmo quando as circunstâncias parecem nos dizer que não vale a pena.

Em Deuteronômio 16:18-20 A justiça era para ser feita na terra santa de Deus. Nenhum favoritismo para certas pessoas devia ser tolerado. Deuteronômio – 16:20, recomenda: “A justiça seguirás, somente a justiça, para que vivas, e possuas em herança a terra que te dá o SENHOR teu DEUS”. A preservação da vida e a posse da terra, como se pode ver, estão vinculadas à existência de justiça.

A exigência de DEUS para que haja justiça na terra tem por base o fato de que ELE é o: “DEUS dos deuses, e o SENHOR dos senhores. O DEUS grande poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno, que faz justiça ao órfão e á viúva, e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes”. Deuteronômio – 10:17,18. A justiça é a base de uma sociedade estável e feliz.



Que o Senhor nos ensine a ser bondosos e justos com todos.


sábado, 31 de janeiro de 2015

Atos 2 Comentários de Melody Mason

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 2
Comentários  de  Melody Mason

É muito fácil se impressionar com as coisas incríveis que se seguiram ao Pentecostes. Línguas de fogo, grandes milagres, 3.000 pessoas batizadas num só dia. Mas o que aconteceu durante os 10 dias anteriores, no cenáculo, foi tão importante, se não mais, ao que aconteceu depois.

Os discípulos sentiram sua grande necessidade e clamaram ao Senhor pela “santa unção” que iria prepará-los para o grande trabalho diante deles. Mas eles não pediram apenas pelo derramamento do Espírito Santo. Eles humilharam o coração em verdadeiro arrependimento, pediram perdão por seus erros, chegaram a um acordo a respeito de suas diferenças, abandonaram seus desejos por supremacia e até mesmo dividiram suas posses uns com os outros (você pode imaginar os incríveis resultados se fizéssemos isso hoje?).

Além disso, eles se entristeceram por terem desapontado o Mestre devido a sua falta de fé, confessaram sua incredulidade e meditaram muito a respeito da vida de Cristo e Sua Palavra. Eles se aproximaram mais e mais de Deus e uns dos outros enquanto sinceramente ansiavam pela salvação das almas. E o que aconteceu como resultado? O céu se abriu e a bênção do Espírito Santo foi derramada em uma magnitude nunca antes vista (veja Atos dos Apóstolos, p. 36, 37).

Recentemente, alguns colegas e eu nos unimos em prol de um ministério mas não estávamos fazendo muito progresso. Havia muitas diferenças entre nós a respeito de como o trabalho deveria ser feito. Finalmente, reconhecemos nosso erro, e passamos várias horas orando juntos e confessando nossos erros uns aos outros. Depois disso, recebemos tanta força e unidade que o nosso trabalho se desenvolveu com poder e sentimos as bênçãos do céu.

Este é apenas um pequeno exemplo do que Deus está desejoso de fazer por todos nós. E tudo o que aconteceu no dia de Pentecostes é apenas uma pequena amostra do que está por vir. Mas para que isso aconteça, nós, como um povo devemos estar em comunhão uns com os outros e com o Senhor (v. 42). Devemos pôr de lado as diferenças, e corrigir tudo o que está errado.

Ellen White escreveu: “Muitos há que creem e professam reclamar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e acerca do Espírito Santo, e todavia não recebem benefício. Não entregam a alma para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Ele é que deve servir-Se de nós.” (O Desejado de Todas as Nações, p. 672).

Deus está desejoso de derramar ricas bênçãos sobre nós como povo, famílias e indivíduos, mas precisamos primeiro suplicar que a Sua vontade seja feita e não a nossa.

Melody (Melodious Eco) Mason


http://www.palavraeficaz.com/

terça-feira, 24 de julho de 2012

MD-Mateus 3:11


Meditação Diária
Com o Espírito e com Fogo

Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. Mateus 3:11

A partir do Pentecostes, quando o prometido Consolador veio a cada genuíno crente nascido de novo, foi-lhe dada a garantia do Espírito Santo em sua vida. Ele foi, então, batizado com o Espírito Santo. Segundo o Dr. A. V. Wallenkampf, “qualquer pessoa que se tenha rendido em fé e obediência ao Senhor Jesus Cristo foi batizada no Espírito Santo”.

Quanto aos discípulos, de antes e depois do Pentecostes, o Espírito Santo Se revelou de duas maneiras: antes, Ele estava com eles;depois, Ele estaria neles, residindo dentro deles, transformando-os em templos de Deus. 

Portanto, o batismo do Espírito Santo é a maneira da qual Deus Se serve para transmitir Sua vida a nós, produzindo em nós energia como se fosse um fogo divino que purifica todo o nosso ser, aperfeiçoa nosso caráter e consome todas as nossas tendências pecaminosas.

A declaração bíblica é: “com o Espírito Santo e com fogo”. Essas duas expressões, “com o Espírito Santo” e “com fogo”, é a maneira que João Batista encontrou para enfatizar a mesma verdade. A segunda expressão fortalece a primeira, querendo dizer que a obra do Espírito Santo é completa tanto na sua realização como nos seus resultados.

Ser batizado com o Espírito Santo é o mesmo que ser batizado com fogo divino. “O Espírito Santo consumirá o pecado em todos quantos se submeterem a Seu poder [...] Quando alguém é batizado por Jesus com o Espírito Santo e com fogo, é então revelado tão grande acervo de orgulho, egoísmo, suspeita, amor a posição, irritabilidade e evidente ignomínia que ele fica espantado” (E. Froom, A Vinda do Consolador, p. 267, 268). São essas coisas e muitas outras mais que esse “fogo” espiritual deve consumir.

O fogo do Espírito Santo separa o bom do ruim, como o ouro e a escória são separados no cadinho da fundição. O fogo do Espírito Santo amolece o duro coração e abranda a nossa natureza má e pervertida. O fogo do Espírito Santo gera poder para vencer as tentações.

Só é batismo do Espírito Santo quando sacramentado com fogo divino. E o fogo é santo quando purifica, santifica e produz arrependimento. Se isso não acontece é fogo falso “aceso pelo diabo”.

Oremos: Senhor, meu Deus e Pai, queima o pecado que ainda existe dentro de mim. Envia do Teu altar uma brasa chamejante para purificar meus lábios e meu coração e minha igreja. Amém!

REFLEXÃO: “Ora, já me aquentei, já vi o fogo” (Is 44:16, ARC).
Escrito por Wilson Sarli

Coloque seus projetos, suas alegrias, e suas lutas, aos pés Daquele que tudo pode, e descanse na segurança que somente Jesus Cristo pode nos dar.

Deus Se agrada da retidão

  Devocional Diário: 1 de Agosto - Deus Se agrada da retidão Bem sei, meu Deus, que Tu provas os corações e que Te agradas da sinceridade. E...