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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Bênçãos e maldições

 

DEUTERONÔMIO 28: Bênçãos e maldições | Reflexão: Pr. Michelson Borges

O Senhor os constituirá para Si em povo santo. [...] Se guardarem os mandamentos do Senhor, seu Deus, e andarem nos Seus caminhos.” Deuteronômio 28:9

Resumo do capítulo: vivam com Deus e obedeçam aos Seus mandamentos, ou vivam por sua conta e risco. Os dois “se” do capítulo mostram que temos liberdade de escolha. Escolha o Senhor para que você seja abençoado (v. 1, 6, 15).

“O Senhor fará de vocês o Seu povo santo. [...] Então todos os povos da terra verão que vocês pertencem ao Senhor” (v. 9, 10). É Deus quem nos torna santos, não nossos esforços. Nosso esforço consiste em escolher andar com Ele.

“Não se desviem, nem para a direita, nem para a esquerda, de qualquer dos mandamentos que hoje lhes dou” (v. 14). Andar longe do Criador resulta em “loucura, cegueira e confusão mental” (v. 28). Mas, se abrir bem os olhos e deixar a loucura de lado, a pessoa perceberá que Deus Se revela de muitas maneiras.

Promessa: Se formos fiéis a Deus e guardarmos Seus mandamentos, seremos abençoados em tudo o que fizermos.

https://youtu.be/92uZlJaXCEk?si=FOTT7SF4GzkQQupz

Deuteronômio 28 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Deuteronômio 28
Comentário Pr Heber Toth Armí


DEUTERONÔMIO 28 – Legalismo não é seguir estritamente a Lei de Deus. A obediência máxima é o que Deus requer – o que não é legalismo.

Legalismo é acreditar que nossa obediência contribui com nossa salvação, quando Deus fez tudo o que precisava para nos salvar. Legalismo é obedecer por pressão, por obrigação – sem amor no coração. É como casar com alguém que não ama e ter de cumprir os requisitos de um verdadeiro cônjuge comprometido. É viver a religião como um fardo, sem prazer e alegria na alma. Deus não age como muitas vezes definimos religião, por isso Sua estratégia é apresentar opções e revelar condições de bênçãos; consequentemente, cabe a cada um de nós, escolher livremente.

Deuteronômio 28 começa assim: “SE vocês obedecerem fielmente ao Senhor”, Ele “os colocará muito acima de todas as nações da Terra”. Todas as Suas bênçãos “virão sobre vocês e os acompanharão SE vocês obedecerem” a Ele.

Em Deuteronômio 28:15 apresenta o outro lado: As consequências da desobediência: “Entretanto, SE vocês não obedecerem... todas as maldições cairão sobre vocês e os atingirão”. Fique alerta!

As maldições não têm que ver com um Deus com orgulho ferido almejando ferir/vingar-se de quem não O honrou. Maldições são consequências do pecado, porém, graciosamente Deus pode usá-las didaticamente visando despertar o sofredor para voltar ao Salvador (Deuteronômio 28:46-48). Assim como o filho pródigo voltou para os braços do Pai quando chegou ao fundo do chiqueiro (Lucas 15:11-32), Deus quer que reconheçamos que longe dEle a vida não vale a pena nenhum pouco (Deuteronômio 28:49-68).

Distanciar-se de Deus significa estar vulnerável num mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Devido a tamanho perigo de estar desprotegido, Deus apela para não pegarmos atalhos na vida espiritual, nem desviar-nos do caminho atrás de heresias e cultos agradáveis ao coração humano, que desagradam Seu coração (Deuteronômio 28:14).

Note que o propósito divino para Israel era que:

• Liderasse o mundo objetivando impedir a propagação do pecado e suas consequências.
• Atraísse o mundo para Deus com tantas bênçãos sobrenaturais.
• Testemunhasse ao mundo da importância da fidelidade e obediência ao Deus verdadeiro.

Com foco espiritual correto (Deuteronômio 28:14), a igreja Se alinha com o foco de Deus para o mundo (Mateus 24:14; 28:19-20). Ouçamos o apelo divino! Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 13 de julho de 2022

Deuteronômio 28 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 28

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 28 – Legalismo não é seguir estritamente a Lei de Deus. A obediência máxima é o que Deus requer – o que não é legalismo.

Legalismo é acreditar que nossa obediência contribui com nossa salvação, quando Deus fez tudo o que precisava para nos salvar. Legalismo é obedecer por pressão, por obrigação – sem amor no coração. É como casar com alguém que não ama e ter de cumprir os requisitos de um verdadeiro cônjuge comprometido. É viver a religião como um fardo, sem prazer e alegria na alma. Deus não age como muitas vezes definimos religião, por isso Sua estratégia é apresentar opções e revelar condições de bênçãos; consequentemente, cabe a cada um de nós, escolher livremente.

Deuteronômio 28 começa assim: “SE vocês obedecerem fielmente ao Senhor”, Ele “os colocará muito acima de todas as nações da Terra”. Todas as Suas bênçãos “virão sobre vocês e os acompanharão SE vocês obedecerem” a Ele.

Em Deuteronômio 28:15 apresenta o outro lado: As consequências da desobediência: “Entretanto, SE vocês não obedecerem... todas as maldições cairão sobre vocês e os atingirão”. Fique alerta!

As maldições não têm que ver com um Deus com orgulho ferido almejando ferir/vingar-se de quem não O honrou. Maldições são consequências do pecado, porém, graciosamente Deus pode usá-las didaticamente visando despertar o sofredor para voltar ao Salvador (Deuteronômio 28:46-48). Assim como o filho pródigo voltou para os braços do Pai quando chegou ao fundo do chiqueiro (Lucas 15:11-32), Deus quer que reconheçamos que longe dEle a vida não vale a pena nenhum pouco (Deuteronômio 28:49-68).

Distanciar-se de Deus significa estar vulnerável num mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Devido a tamanho perigo de estar desprotegido, Deus apela para não pegarmos atalhos na vida espiritual, nem desviar-nos do caminho atrás de heresias e cultos agradáveis ao coração humano, que desagradam Seu coração (Deuteronômio 28:14).

Note que o propósito divino para Israel era que:

• Liderasse o mundo objetivando impedir a propagação do pecado e suas consequências.

• Atraísse o mundo para Deus com tantas bênçãos sobrenaturais.

• Testemunhasse ao mundo da importância da fidelidade e obediência ao Deus verdadeiro.

Com foco espiritual correto (Deuteronômio 28:14), a igreja Se alinha com o foco de Deus para o mundo (Mateus 24:14; 28:19-20). Ouçamos o apelo divino! Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Decisões determinam bênçãos ou maldições– Deuteronômio 28

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 28
Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Decisões determinam bênçãos ou maldições

Nossas decisões determinam o que somos e como viveremos. Nossas escolhas atraem bênçãos ou maldições; infelizmente, muitos escolhem mal por ignorância em relação ao resultado final de suas decisões.

• Claro que este sistema de bênçãos e maldições deste capítulo deveria reger Israel como nação. Não se aplica a nós hoje tão diretamente; não vivemos um sistema político teocrático. Era o formato de aliança instituída por Deus à nação de Israel; contudo, vale a pena estudá-lo.

J. A. Thompson analisa: Este capítulo “assume seu lugar, bem apropriadamente, como a declaração das sanções da aliança, seguida às estipulações de suserania do Oriente Próximo vindo em seguida às estipulações da aliança. Neste capítulo as bênçãos são pronunciadas nos versículos 1 a 14 e as maldições nos versículos 15-68”.

• Como é incomparavelmente mais fácil o pecador descambar para o lado mal, Deus sabe ser necessário apresentar a carranca do mal para que não enveredemos em sua direção. Por isso há mais maldições do que bênçãos.

William MacDonald sintetiza bênçãos versus maldições assim: “As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, prosperidade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior”. Já, “as maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade”.

• Uma das verdades mais fortes deste texto, independente das aplicações específicas para nós no período da nova aliança, onde o foco de Deus é a igreja em todas as nações e não mais uma nação exclusiva como era Israel, é o livre-arbítrio. A predestinação ensinada por muitas denominações não cabem neste capítulo.

Warren W. Wierbe atesta que, “pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos a capacidade de pensar, coração para sentir e vontade própria para decidir, e Deus pede que tomemos as decisões certas. Não somos robôs; podemos ouvir a Palavra de Deus, descobrir a vontade e decidir se vamos obedecer ou não. Afinal, temos a verdade de Deus revelada em sua palavra e temos essa palavra a nossa disposição”.

Temos liberdade de escolha, mas não para administrar resultados.

Podemos ESCOLHER...

• Obedecer a Deus ou desobedecê-lO!

• Servir a Deus ou ao diabo!

• O caminho do Céu ou do Inferno...

Antes, porém, considere os resultados: Vitória ou derrota, salvação ou perdição!

Sejamos sábios!
Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Decisões determinam bênçãos ou maldições-Dt 28

Leitura Bíblica – Deuteronômio  28

Decisões determinam bênçãos ou maldições
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Nossas decisões determinam o que somos e como viveremos. Nossas escolhas atraem bênçãos ou maldições; infelizmente, muitos escolhem mal por ignorância em relação ao resultado final de suas decisões.

• Claro que este sistema de bênçãos e maldições deste capítulo deveria reger Israel como nação. Não se aplica a nós hoje tão diretamente; não vivemos um sistema político teocrático. Era o formato de aliança instituída por Deus à nação de Israel; contudo, vale a pena estudá-lo.

J. A. Thompson analisa: Este capítulo “assume seu lugar, bem apropriadamente, como a declaração das sanções da aliança, seguida às estipulações de suserania do Oriente Próximo vindo em seguida às estipulações da aliança. Neste capítulo as bênçãos são pronunciadas nos versículos 1 a 14 e as maldições nos versículos 15-68”.

• Como é incomparavelmente mais fácil o pecador descambar para o lado mal, Deus sabe ser necessário apresentar a carranca do mal para que não enveredemos em sua direção. Por isso há mais maldições do que bênçãos.

William MacDonald sintetiza bênçãos versus maldições assim: “As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, prosperidade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior”. Já, “as maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade”.

• Uma das verdades mais fortes deste texto, independente das aplicações específicas para nós no período da nova aliança, onde o foco de Deus é a igreja em todas as nações e não mais uma nação exclusiva como era Israel, é o livre-arbítrio. A predestinação ensinada por muitas denominações não cabem neste capítulo.

Warren W. Wierbe atesta que, “pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos a capacidade de pensar, coração para sentir e vontade própria para decidir, e Deus pede que tomemos as decisões certas. Não somos robôs; podemos ouvir a Palavra de Deus, descobrir a vontade e decidir se vamos obedecer ou não. Afinal, temos a verdade de Deus revelada em sua palavra e temos essa palavra a nossa disposição”.

Temos liberdade de escolha, mas não para administrar resultados.
Podemos ESCOLHER...

• Obedecer a Deus ou desobedecê-lO!
• Servir a Deus ou ao diabo!
• O caminho do Céu ou do Inferno...

Antes, porém, considere os resultados: Vitória ou derrota, salvação ou perdição!

Sejamos sábios!




Salmos 45 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 45 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 45 – A celebração de uma união co...