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sábado, 16 de dezembro de 2023

PRESENTE QUEBRADO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

16 de dezembro

PRESENTE QUEBRADO

Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o Senhor, seu Deus, lhe houver concedido. Deuteronômio 16:17

Quando jovem, escutei uma história que tentarei repassar para você. Mais um ano escolar começava. Desde o primeiro dia, Paulo ficou impressionado e apaixonado por uma colega. Seu amor foi correspondido. Algumas semanas se passaram, e Beth o convidou para a festa de seu aniversário, que ocorreria em alguns dias. Paulo ficou preocupado, pois ele era pobre, e Beth, rica. Como poderia dar a ela um bom presente? Começou a procurar algo que fosse bom, bonito e barato.

Certo dia, entrou em uma loja de objetos finos. Ficou espantado com os preços elevados. Contudo, em uma prateleira, viu um vaso que chamou a sua atenção. Estranhou que seu preço fosse tão acessível em comparação com os demais. A balconista explicou que aquele vaso fora quebrado, e suas partes estavam apenas encaixadas umas às outras. Paulo teve uma ideia. Comprou o vaso e pediu que o embrulhassem em papel para presente. Enquanto o pacote era feito, ele ficou examinando outros objetos importados que estavam expostos.

No dia do aniversário, Paulo colocou sua melhor roupa e apanhou o presente para a amada. O coração batia forte ao se aproximar da casa de Beth. Estava, agora, no belo jardim, e todos podiam vê-lo, quando, de repente – conforme havia planejado –, tropeçou e deixou cair o pacote. Rapidamente, Beth, seus familiares e amigos vieram ao seu encontro. Haviam visto o tropeço. Todos queriam ver o presente do namorado.

“Penso que o presente se quebrou”, disse Paulo. “Não importa”, respondeu Beth, “o que vale é a intenção”. O pacote foi aberto. A decepção foi geral, inclusive para Paulo. A balconista havia embrulhado separadamente os cacos do vaso, depois os colocara em uma bonita caixa de presente. Não é preciso dizer que o namoro terminou.

Quando você vai à casa de Deus e leva seu presente, é ele um5 vaso quebrado? Um dízimo fragmentado? Uma oferta defeituosa, que não corresponde às bênçãos que você tem recebido do Senhor? Que amor é esse? Lembre-se: “Deus ama quem dá com alegria” (2Co 9:7).

Isaías 23 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 23
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 23 – A soberba e a arrogância podem levar uma cidade à destruição. Tudo o que temos e somos pertence a Deus, e daremos contas a Ele do que fazemos em nossa existência. Não podemos ser irresponsáveis diante dEle, que é nosso Criador e Mantenedor.

• A irresponsabilidade tem terríveis consequências!

A mentalidade de uma sociedade egoísta leva, mais cedo ou mais tarde, a consequências negativas. Na profecia de Isaías 23, Tiro é condenada por explorar os recursos de outras nações de maneira egoísta.

Além disso, somos alertados quanto ao ego inflado e o perigo da ambição, o que promovem comportamentos destrutivos. A condenação de Tiro deve servir-nos como lembrete dos riscos de buscar o ganho pessoal a qualquer custo.

Acumular riquezas de forma injusta implica em falta de justiça social; por isso, quando Deus faz justiça, Suas ações atingem o orgulho e a vaidade. Os “muitos parceiros comerciais de Tiro foram instados a lamentar, pois o Senhor estava a humilhar a cidade orgulhosa”, analisa Robert B. Chisholm.

Estão presentes na profecia de Tiro princípios gerais de mordomia cristã, a qual inclui a preocupação com a justiça e a ética na prosperidade. As nossas escolhas individuais e coletivas impactam a saúde mental e o bem- estar emocional; mais preocupante ainda é que muitos ignoram que nossas escolhas erradas atraem o julgamento divino.

Diante do relato inspirado de Isaías 23, destaco os seguintes pontos:

• Prestaremos contas de nosso viver, diante do Criador; disto jamais devemos nos esquecer!
• Egoísmo é um veneno que a sociedade traz; portanto, colhe-se o mal do egoísmo que não se desfaz.
• Ego inflado e ganância são laços, os quais nos atam para conduzir-nos a caminhos escassos.

Felizmente, o texto apresenta um aspecto positivo diante de uma previsão negativa. Chisholm diz que, “por fim, a cidade seria restaurada à sua condição anterior, mas naquele dia sua riqueza seria enviada como tributo ao Senhor”.

Mais do que restaurar nossa vida e situação financeira, Deus pretende transformar nossa cosmovisão; Suas atitudes diante de nossa petulância visam arrancar nossa ganância. Estas estratégias pedagógicas estão presentes a nossa volta diariamente. Cabe a nós aprendermos a lição para desfrutarmos das grandes bênçãos reservadas a nós.

• Tiro foi alvo da restauração divina, assim como todos nós também somos!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

PERDOE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de dezembro

PERDOE

Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem também uns aos outros. Colossenses 3:13


Pode haver pessoas que queiram nosso perdão. São aquelas que reconhecem que nos prejudicaram por palavras, ações ou omissões, de modo planejado ou pelo desejo do momento. Algumas, antes, eram amigas e queridas. Mantinham bom relacionamento conosco; outras, não. Nosso relacionamento era mínimo ou nulo. Enfim, quando alguém nos pede perdão, temos duas opções: perdoar ou não.

O que queremos dizer por “não perdoar o ofensor”? Significa guardar mágoa ou até ódio, desejando que ele se dê mal na vida e que o próprio Deus não lhe seja favorável. Pode incluir o espírito de vingança e a realização de ações correspondentes.

O que significa “perdoar o ofensor”? Que eu devo esquecer o que houve? Não! Em nenhum lugar da Bíblia é ensinado que aquele que perdoa esquece, como é dito popularmente. A Bíblia afirma que Deus, quando perdoa, esquece (Is 43:25). Mesmo esse “esquecer” de Deus não significa que Ele não Se lembra. Por isso, embora Ele tenha perdoado a geração de Israel que saiu do Egito (Nm 14:19, 20), séculos depois lembrou aos seus descendentes os pecados dos seus antepassados, a fim de que não imitassem o mau exemplo deles (Sl 106:24-26). Deus é perfeito, inclusive em conhecimento, e não sofre de amnésia. Declarar que Deus esquece o pecado é só um modo de dizer que, em Seu trato conosco, Ele não leva em conta o pecado que Ele mesmo perdoou.

Perdoar comunica a ideia de que, havendo a possibilidade de me vingar, escolho não fazer isso. Revela que não vou guardar mágoa, inclusive para meu próprio bem, pois guardar mágoa é como tomar veneno esperando que o outro morra. Indica que eu não desejo o mal para o ofensor, mas o considero como alvo do amor de Deus, sabendo que Cristo deu a Sua vida por ele e que ele é um candidato ao Céu, assim como eu. Significa, ainda, que eu entreguei o assunto a Deus. Ele, que conhece tudo que aconteceu e que é perfeitamente justo e misericordioso, vai fazer o que é certo. Por isso, posso ficar em paz.

Quando o ofendido deve perdoar? O ideal é que o perdão ocorra no momento em que a ofensa é praticada. Jesus fez assim (Lc 23:34). Estêvão também (At 7:59, 60). Esse procedimento só é possível pela graça de Deus e acontece na vida de cristãos com maturidade espiritual. 

Isaías 22 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 22
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 22 – Quando cometemos erros, implica que não sabemos fazer as coisas corretas. Deus envia advertências e disciplinas, porém infelizmente também reagimos de forma incorreta. Somos tão imperfeitos, que aprovamos nossos defeitos e condenamos as advertências divinas, como evidencia a atitude do povo de Isaías.

Sobre Isaías 22:1-4, Robert B. Chisholm escreveu:

“O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar nAquele que fundou a cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável. Embora o arrependimento de Ezequias (Is 37-38; Jr 26:17-19) e a decisão divina de demonstrar soberania sobre os orgulhosos assírios (10:5-34) adiassem a queda de Jerusalém, o julgamento divino acabou recaindo sobre a cidade”.

Sebna, mordomo de Ezequias, ilustra a atitude do povo (Isaías 22:15-25). Um alto oficial da realeza atuando na corte de Judá exibiu uma atitude de arrogância e confiança em suas próprias habilidades, em vez de confiar em Deus.

Sua história nos ensina alguns preciosos princípios práticos para nossa vida, tais como:

• Arrogância e confiança na própria esperteza significa dizer “não” para a dependência de Deus em todas as áreas da vida; o resultado sempre será catastrófico, principalmente perderá o privilégio de participar do Reino de Deus.
• Confiar na própria sabedoria e habilidades para adquirir bens e proteger-se revela ignorância quando há desprezo pela revelação divina; qualquer rejeição às orientações celestiais resulta em tragédias indesejadas.
• Persistir na arrogância quando confrontado por Deus é o cúmulo da ignorância. Sempre que não estamos dispostos a arrepender-nos e mudar o curso de nossa vida, o que tememos acontecer certamente acontecerá.
• Estar mais preocupado com as próprias realizações do que honrar a Deus é o segredo do fracasso. Buscar a glória de Deus e a promoção de Seu Reino deve ser nossa prioridade, caso queiramos ser mordomos íntegros.

Além dos recursos que Deus nos confiou, somos responsáveis pela administração da posição que Deus nos conduziu! Portanto, reavivemo-nos: Sejamos mordomos fieis! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

MURO DE PROTEÇÃO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

14 de dezembro

MURO DE PROTEÇÃO

Que o seu coração retenha as Minhas palavras; guarde os Meus mandamentos e você viverá. Provérbios 4:4


Certo dia, há muitos anos, resolvi fazer uma caminhada junto à estrada vicinal que dá acesso ao campus do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), em Engenheiro Coelho. A estrada rural estava quase deserta. Um carro que vinha no mesmo sentido passou por mim e parou a uns 200 metros. Uma porta se abriu, e um cachorro desceu. A porta se fechou, e o carro seguiu em frente. O animal me viu e veio em minha direção. Era um poodle preto. Seu pelo brilhante estava bem aparado e cuidado. Era um cão jovem e bem esperto. Resolveu caminhar comigo. Enquanto eu caminhava, ele ficava ziguezagueando pela pista de asfalto.

Ao passarmos em frente a um sítio cercado com tela de arame, os cães que estavam ali ficaram alvoroçados e latiram muito. O poodle parecia feliz. Diferentemente daqueles cães, ele estava livre. Podia ir aonde bem quisesse. Cerca de um quilômetro depois, três jovens que caminhavam em sentido contrário passaram por mim e me cumprimentaram. O poodle preferiu me abandonar e acompanhá-las. Pouco depois, passou um carro indo na mesma direção que elas. Logo ouvi o barulho de uma freada.

Olhei para trás e, à distância, vi que a porta do carro se abriu, as moças entraram, e o carro desapareceu. E o cãozinho? De longe, eu via apenas um pontinho preto no asfalto. Quando voltei pelo mesmo caminho, constatei que o animalzinho, de fato, fora atropelado. Ele estava morto.

Não pude deixar de comparar o poodle e o que lhe aconteceu à situação dos cães do sítio. O animalzinho que não tinha restrições também não tinha segurança e acabou tendo um fim trágico. Os cães, por sua vez, embora limitados, estavam seguros. A mesma cerca que os limitava servia para protegê-los.

Isso nos lembra a lei de Deus. “Suas proibições são a segura garantia de felicidade na obediência. […] Para os obedientes ela é um muro de proteção. Contemplamos nela a bondade de Deus, que […] procura resguardá-los dos males que resultam da transgressão” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 199 [235]). Portanto, sejamos obedientes. Isso será bom para nós.

https://youtu.be/jZ_4kaq_SIQ

Isaías 21 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 21
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 21 – Isaías aborda o julgamento de várias nações; aqui o profeta trata de Babilônia, Dumá e Arábia. Embora cada seção tenha seu contexto histórico específico, os teólogos concordam que a Bíblia contém mensagens atemporais podendo ser aplicadas de maneira diversas em diferentes épocas e contextos.

Então, em pleno século 21, o que podemos aprender de Isaías 21 quanto ao...

• Julgamento da Babilônia (Isaías 21:1-10)?
• Julgamento contra Dumá (Isaías 21:11-12)?
• Julgamento contra a Arábia (Isaías 21:13-17)?

A queda de Babilônia serve como lembrete de que o poder e a riqueza são efêmeros. O orgulho e a arrogância podem levar poderosos e ricos que confiam em si mesmos a consequências negativas; por outro lado, a humildade é uma qualidade importante em todas as situações e época.

• A profecia de Babilônia mostra-nos que as decisões que tomamos podem afetar não apenas a nós mesmos, mas também aqueles ao nosso redor e até mesmo as futuras gerações.

A profecia didática sobre Dumá nos leva a refletir a importância da vigilância e a responsabilidade em relação às questões sociais, políticas e éticas de nosso tempo.

• Ser consciente do que acontece ao nosso redor e agir com responsabilidade é uma mensagem útil a crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos do século 21.

Na mensagem focando a Arábia mostra que confiar em Deus mesmo em tempos de incerteza é essencial para nossa sobrevivência. Independentemente dos desafios que enfrentamos em nossa sociedade, a confiança que vai além de nós e chega até Deus contribui para comunidades mais fortes e justas em meio às adversidades.

• O julgamento contra a Arábia destaca a importância da solidariedade e apoio mútuo, e isso não tem lugar e tempo que não seja relevante.

O impressionante em Isaías 21 é o relato vívido e profundamente emocional descrito pelo próprio profeta sobre os intensos efeitos físicos e psicológicos resultantes da visão da derrota iminente da Babilônia nas mãos dos elemitas e medos (versículos 3-4). Isso demonstra que o foco não é meramente tratar dos destinos geopolíticos, mas sobre os sentimentos de Deus revelados no coração do profeta inspirado pelo Espírito Santo.

Deus não é frio e calculista; Seus verdadeiros mensageiros também não são indiferentes. Deus Se importa não apenas com Seu povo, mas com todos os povos!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

UM MORREU POR TODOS

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de dezembro

     UM MORREU POR TODOS

   O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23

   Ao criar o ser humano, Deus quis fazê-lo como um ser moral com quem pudesse Se relacionar pessoalmente. Por isso, o fez à Sua imagem e semelhança (Gn 1:26, 27), com uma consciência moral na qual inscreveu a mesma lei da santidade que é atributo de Sua natureza (Rm 2:11-16). A harmonia do ser humano com essa lei glorificaria o Criador e resultaria em felicidade e vida eterna, enquanto sua transgressão desonraria a Deus e teria como efeito a manifestação de Sua ira na forma da punição incluída na lei – a morte.

   O pecado torna a pessoa devedora à lei, culpada e merecedora da morte. O pecado nunca pode ser tratado separadamente da morte. Havendo pecado, deve haver morte. Por ser justo, Deus não pode, simplesmente, fechar os olhos ao pecado e desculpá-lo.

   Alguém pode indagar: “Por que a lei não pode ser relaxada de modo a não punir seus transgressores?” Ocorre que a lei não é algo que Deus desejou criar à parte de Si mesmo e que poderia ser de um jeito ou de outro, como acontece com as leis humanas, constantemente alteradas, aperfeiçoadas ou anuladas, ou que se modificam porque os tempos são outros e os costumes mudaram. A lei é uma expressão da própria natureza santa de Deus. Por isso, só pode ser o que é. Como Deus é perfeito e imutável (Ml 3:6; Tg 1:17), assim também é Sua lei.

   A boa notícia é que Deus aceita uma substituição. Outro ser que, além de divino, também seja humano, mas sem pecado e que esteja à altura da lei pode substituir o pecador se este aceitar a substituição. Em todo o Universo, só há uma Pessoa que preenche essas condições: Cristo. Como nosso substituto, Ele pagou nossa dívida à justiça de Deus (Mc 10:45; Rm 5:17-19; 1Pe 2:21; 3:18). A lei não foi cancelada (Rm 3:31; 7:7, 12), mas a condenação da lei sobre o pecador foi (Rm 8:1). O documento de dívida foi encravado por Ele na cruz, e assim ficamos isentos (Cl 2:14). Como escreveu o apóstolo, “um morreu por todos; logo, todos morreram” (2Co 5:14).

   Sendo assim, para nossa eterna felicidade, aceitemos a Cristo como nosso Substituto e glorifiquemos a Deus por haver provido nossa salvação. 

Salmos 90 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 90 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 90 – Este precioso Salmo pretende...