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domingo, 14 de setembro de 2014

Amós 2 Comentários


Amós 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Deus não toma nenhuma atitude sem comunicar. Deus não age sem avisar. Sua reação não é impensada, sem amor e sem compaixão. Ele não só avisa o que vai fazer, bem como também explica o porquê de suas atitudes.

No primeiro capítulo de Amós isso é bem visível, no segundo também. No primeiro capítulo, Amós proclama o julgamento de quatro nações; no segundo, mais três são alvos de suas profecias: Moabe, Judá e Israel. Nem o povo de Deus fica de fora do juízo. A ira divina se manifesta contra todo tipo de pecado de todas as nações.

1. Por que Deus reagiu contra os moabitas? (vs. 1-3) Eles profanaram túmulos, um ato de desrespeito aos mortos. Como assim? Eles não ofereceram enterro honroso ao rei de Edom (veja II Reis 3:26-27). Deus não tolera a falta de respeito com ninguém, mesmo morto. Por isso, as cidades moabitas seriam queimadas e seus habitantes, escravizados. Apenas consequências de suas atitudes.

2. Por que Deus reagiu contra os judeus? (vs. 4-5). Eles rejeitaram Sua santa Lei, não andaram segundo a vontade divina; preferiram seguir as tradições religiosas de seus pais. Deus não tolera religião falsa, rituais inventados pelo pecador, atitudes religiosas sem fundamento bíblico. Por isso Jerusalém ficaria em ruínas.

3. Por que Deus reagiu contra os israelitas? (vs. 6-16). Eles manipularam a justiça com balanças desonestas, humilharam e ignoraram aos necessitados, pais e filhos dormiam com a mesma mulher, participavam de festas religiosas com roupas roubadas, e, fizeram os nazireus pecarem oferecendo-lhes bebidas alcoólicas. Deus não tolera suborno, crueldade, imoralidade, hipocrisia, más influências. Por causa disso os israelitas gemeriam como uma carroça velha carregada e serão derrotados pelas consequências de seus pecados.

O povo de Deus, Judá e Israel, sofreria muito mais que as outras nações? Na verdade, o povo de Deus deve ser uma influência poderosa contra as fortes marés do pecado. Quando a igreja não cumpre sua missão, o mundo invade a igreja, e a sociedade padece.

Portanto, se você é povo de Deus:
1. Peça perdão por tua negligência e indiferença;
2. Peça o poder do Espírito Santo para cumprir a missão;
3. Peça habilidades para exercer poderosa influência sobre as nações.

Tome uma atitude ousada: Deus conta com você!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Amós 1 Comentários de Deepati Vara Prasad

Reavivados por Sua Palavra
Amós 2
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

Deus através do profeta Amós, adverte Moabe (vv. 1-3), assim como fizera a outras nações (Amós 1); Ele também expõe os pecados de Judá (vv. 4-5) e finalmente começa a Sua acusação contra Israel:

(1) Os israelitas do norte estavam envolvidos em injustiça, opressão e prostituição (vv. 6-8); (2) eles eram ingratos para com Deus, apesar de Suas misericórdias temporais e espirituais (vv. 9-12); (3) por isso, seu juízo viria de maneira certa, sem qualquer possibilidade de escape (vv. 14-16).

Por três ou quatro transgressões, ou seja, pela multiplicidade de sua maldade e seus pecados, Deus decide enviar fogo sobre Moabe para consumir os palácios de Queriote, sua capital. Moabe perecerá junto com seu rei e príncipes (vv. 1-3).

Porque Judá rejeitou a lei do Senhor, seus palácios também seriam destruídos pelo fogo (vv. 4-5). Esta profecia foi cumprida pelos babilônios sob Nabucodonosor, em 586 aC (2 Rs 25:8, 9; Jer 17:27; Os 8:14). Tendo o conhecimento da lei de Deus, a responsabilidade de Judá diante de Deus era incomparavelmente maior do que o das outras nações. A vida de mentiras e idolatria vivida por uma geração se tornou o padrão da próxima geração (v. 4). A sentença de Judá revela a imparcialidade de Deus. Deus não faz acepção de pessoas: aquele que pecar, morrerá.

Agora, preparando um clímax para a série de mensagens do restante do livro, Amós com força total denuncia Israel por injustiça, crueldade, incesto, luxo e idolatria, na predição mais longa do capítulo (vv. 6-16). Israel estava cometendo injustiças sociais – subvertendo o juízo por dinheiro, condenando por ninharias e oprimindo de várias formas o pobre. O caminho dos justos era pervertido (v. 6, 7).

Mesmo os humildes, pacíficos, despretensiosos, e geralmente piedosos se tornavam orgulhosos, auto-confiantes, e não sentiam necessidade de Deus em suas vidas. O Santo Nome do Senhor era foi profanado pelos crimes horríveis que eles praticavam à vista das outras nações.

O Senhor repreendeu Israel por sua ingratidão pela graça e bondade que Ele lhes havia mostrado ao livrá-los da escravidão egípcia, dando-lhes a terra de Canaã (v. 10) e por desprezarem a palavra profética dos nazireus e profetas suscitados por Deus, aos quais chegaram a desvirtuar seu ministério (vv. 11, 12).

Por recusarem a repreensão, toda a segurança que julgavam ter seria como o chão em terremoto diante da destruição; todo talento de guerra seria inútil.Ninguém, nem o mais forte ou o mais corajoso poderia defender seu território e se salvar (vv. 13-16).

Judá e Israel gradualmente se afastaram de Deus por não dar atenção à Sua voz transmitida pela Sua Palavra e pelos profetas. Que isto não aconteça conosco. “Quando fecham os ouvidos para não ouvir a Palavra de Deus, as pessoas fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma.” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1062.)

Senhor,
dá-nos um espírito sempre disposto a ouvir e a obedecer.
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia

http://www.palavraeficaz.com/

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