terça-feira, 23 de setembro de 2014

Jonas 1 Comentários de Jim Ayer


Jonas 1
Jim Ayer

Ao contrário de outros profetas, o foco do livro de Jonas é sobre ele mesmo e sua relação pessoal com Deus. Ao longo dos quatro capítulos, a interação entre Deus e Jonas é próxima e pessoal. Eu fico até com um pouco de inveja de Jonas por causa da conversa audível que ocorre entre eles. Afinal, você não gostaria de ouvir a voz de Deus falando diretamente com você?

Mas pode ser que Ele esteja falando conosco e estejamos escolhendo fechar os nossos ouvidos, com a desculpa: “Eu não ouvi o que você disse, Senhor!”

Jonas foi incapaz de oferecer qualquer desculpa quando Deus lhe disse para ir e pregar na cidade de Nínive. A voz e a ordem de Deus foram muito claras. Você ouve a voz de Deus falando com você, dizendo: “Este é o caminho: siga-o”? (Isaías 30:21 NVI). Ou, você ignora a Sua voz para que possa ter uma desculpa e assim negar te-Lo ouvido? Se você não ouve a voz de Deus falando com você, você tem um problema no cerne de seu cristianismo. Por quê? O nosso Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Ele falou ao Seu povo no Antigo Testamento; falou-lhes, no Novo Testamento; e fala ao Seu povo hoje.

Como eu sei? Deixe-me perguntar: você é uma de Suas ovelhas? Se você for, então estas palavras de Jesus valem para você: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; e eu as conheço, e elas me seguem” (João 10:27 NVI).

Descobrimos também em Hebreus 3:7-8 que Paulo esperava que seus leitores ouvissem a voz de Deus: “Assim, como diz o Espírito Santo: ‘Hoje, se vocês ouvirem a Sua voz, não endureçam o coração’ ” (NVI). E novamente em Apocalipse 3:20 Jesus chama por nós: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele e ele comigo” (NVI). Podemos ignorar a voz de Deus por algum tempo. E como Jonas, podemos ter que ter nossa própria experiência “no fundo do mar” para que possamos aprender a ouvir e seguir a voz de Deus.

Em algum ponto no tempo todas as pessoas ouvem a voz de Deus. Contudo, somente aqueles que se tornaram habituadas a ouvir aquela suave voz regularmente, atendendo às suas instruções, serão erguidos do pó na ressurreição. João falou a respeito deste momento em seu evangelho: “Não fiquem admirados com isto, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados” (João 5:28-29, NVI).

É evidente que até mesmo profetas de Deus não são imunes ao declínio espiritual e a deixarem de ouvir a voz de Deus nas “pequenas” coisas de cada dia. Isto, eventualmente, pode levar a desastrosas consequências como aconteceu com Jonas.

Seguir instruções não era um dos melhores talentos de Jonas; ele aprendeu da maneira mais difícil que é muito melhor dar atenção à voz de Deus e seguir Suas ordens. Espero que você esteja aprendendo a ouvir a voz de Deus e a obedecer prontamente aquilo que Ele lhe pedir para fazer.

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista


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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Obadias 1 Comentários de Herbert Edgar Douglas

Obadias 1
Herbert Edgar Douglass

Este é o menor livro de um profeta no Antigo Testamento, apenas 21 versos. Que orientações Israel recebeu deste curto livro e que tipo de ajuda ele pode ser para nós hoje?

A mensagem de Obadias foi dirigida contra Edom, a nação dos descendentes de Esaú. Os israelitas e os edomitas eram, portanto, os descendentes dos dois filhos de Isaque (ver Gên 27). Mas o incidente da luta pela primogenitura criou uma hostilidade permanente entre estes dois “irmãos de sangue” Esaú e Jacó.

A história de Edom reflete o contínuo desdobramento da lei da “iniqüidade dos pais sobre os filhos” (ver Êxodo 20: 5). Os edomitas odiavam os israelitas, muito após a morte de Esaú e esta hostilidade continuou especialmente depois que eles se recusaram a permitir que os filhos de Israel tomassem o caminho mais curto através do seu território em seu caminho para Canaã (veja Números 20: 14-21).

A descrição que Obadias fez de Edom foi: “O orgulho do seu coração te enganou” (v 3.). Eles estavam orgulhosos de sua aparentemente inexpugnável fortaleza no alto de uma montanha, onde existiam várias áreas de armazenamento subterrâneo para a captura de água da chuva. Esta antiga fortaleza era chamada de Sela, e hoje a conhecemos como Petra. As pessoas hoje podem visitar esta antiga fortaleza, alguns a cavalo, através de uma estreita passagem de aproximadamente 1,5 quilometros de comprimento, que em alguns trechos não é mais larga do que a extensão dos braços abertos. Os edomitas se sentiam muito seguros em sua fortaleza e se orgulhavam dela!

Que lições Obadias têm para nós hoje?

1 A história do caráter de Esaú e o orgulho de seus descendentes é uma lição para toda a família ou nação motivada pelo orgulho: “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda” (Prov 16:18 NVI).

2 Nesta terra o orgulho não será glorificado para sempre. “Como tu o fizeste, assim se fará contigo” (v. 15 ARA).

3 A justiça e a bondade de Deus terão a palavra final: “Mas no monte Sião haverá livramento; o monte será santo” (v 17).

Herbert Edgar Douglass, Th.D.


Obadias 1 Comentários

Obadias 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Esse minúsculo livro não possui capítulos, apenas versículos. Contudo, contém duas profecias: Uma sobre Edom, e, outra sobre Israel. Ambos, irmãos gêmeos (Gênesis 25-36), que brigaram desde o ventre materno, e continuaram mesmo após se tornarem cada um uma nação.

Em Florianópolis (2007) participei da equipe de evangelismo quando o Pastor Bullón pregou oito sermões sobre esse pequeno livro do profeta Obadias, incentivando os ouvintes a estudarem a Bíblia profundamente e a extrair profundas lições práticas para a vida, até mesmo de um livro muitas vezes ignorado pelos pregadores.

Eugene Peterson introduz o livro de Obadias com a seguinte declaração: “A Bíblia toda é importante para a leitura e compreensão de qualquer parte da Bíblia. Até mesmo a breve aparição de um figurante como Obadias tem sua utilidade. Ninguém, na Bíblia, ou fora dela, deixa de ter importância. Foi tarefa de Obadias ser o porta-voz do juízo de Deus contra Edom”.

O que aprendemos da mensagem profética de Obadias?

1. Atitudes orgulhosas, arrogantes, egoístas, indiferentes, desprezo ao semelhante e zombaria atraem o juízo divino. Deveríamos dar ouvidos à Palavra de Deus por meio do profeta: “Vocês não deveriam ter se alegrado com a desgraça do seu irmão quando ele estava estirado no chão, acabado... Vocês não deveriam ter esbravejado quando a desgraça deles se agravou... Vocês não deveriam ter tirado vantagem do meu povo quando a vida deles estava em frangalhos” (AM).

2. É grande a severidade do juízo de Deus contra pecados ligados ao relacionamento com o próximo; os orgulhosos edomitas sofreriam nas mãos de seus amigos. Além disso, teriam suas riquezas removidas e a sabedoria diminuída. Cada um colhe o que planta. O profeta diz: “O dia do juízo do Eterno está perto para todas as nações pagãs. Assim como fizeram aos outros, farão a vocês. O que vocês fizeram vai recair sobre vocês e acertar sua cabeça...” (AM).

3. A graça de Deus restaura a situação de quem aprende com a desgraça. Há promessas para o povo de Deus, que, disciplinado busca viver os Seus planos. Deus oferece oportunidade de recomeço a quem aprende com o desprezo. Deus corrige a quem ama!

Deus está atento a tudo. Nosso comportamento presente diante de Deus determina nosso futuro diante do juízo. Reflita!

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domingo, 21 de setembro de 2014

Amós 9 Comentários


Amós 9
Pr. Heber Toth Armí

Neste último capítulo há uma mensagem solene, a qual merece nossa atenção. Deus quer nos falar como falou ao profeta, e Ele o faz mediante as Escrituras, a qual é mais atual que o jornal de amanhã.

Embora as profecias sejam, inicialmente, aplicáveis especificamente ao Israel antigo, o Novo Testamento permite olhar à igreja Cristã pelos olhos de Amós. Assim, a mensagem ao Israel espiritual (igreja) é atual:

1. Vs. 1-6 – Deus julgará tudo e todos, ninguém escapará; nem mesmo àqueles que estão nas profundezas dos oceanos ou mesmo no espaço sideral morando nas estrelas (ou seja, se for possível esconder-se na lua ou morar em Marte, o Juiz do Universo os alcançará).

2. Vs. 7-10 – O Juiz visa julgar para purificar. Haverá um peneiramento, em que o povo que professam o nome e a fé em Deus será sacudido, a fim de que a palha, o crente superficial, o falso cristão, seja removido – lançado fora. Ficará apenas o remanescente.

3. Vs. 11-15 – Deus prometeu restaurar tudo para o bem deste remanescente. As bênçãos prometidas têm foco no Messias, Aquele que fará do velho mundo corroído pelo pecado em Novos Céus e Nova Terra, onde habitará a justiça (2 Pedro 3:9-14).

Nem tudo está perdido neste mundo corrompido. Nas palavras de William MacDonald, observe que, “de fato, Deus puniria os pecadores, porém salvaria um remanescente como quem sacode o trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão. Embora a maioria fosse destruída, uma pequena parcela, considerada digna pelo Senhor, seria salva”.

Hernandes Dias Lopes destaca alguns pontos importantes:
1. Deus tem um remanescente da graça que será poupado;
2. Deus usará a peneira para separar o trigo da palha;
3. Deus não poupará os que deliberadamente desejam viver no pecado.

A fim de que haja sinceridade nos que professam o cristianismo, a fim de que aqueles que vivem a falsidade sejam retirados, Deus propõe uma sacudidura. A palha sairá, o trigo ficará. O joio é jogado fora; o trigo, embora sacudido, ficará dentro da peneira de Deus: Uma advertência àqueles que saem da igreja de Deus para criar outros ministérios.

Ao sermos sacudidos por Deus, que sejamos reavivados e reformados, a fim de um dia viver no Éden restaurado –
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Amós 9 Comentários de Deepati Vara Prasad


Amós 9
 Deepati Vara Prasad

Este capítulo, a última das visões que Amós registrou, tem claramente duas seções: primeiro a destruição de Israel (vv.1-10) e, segundo, a restauração de Israel (vv.11-15).

Amós vê o Supremo Regente do Céu pronto a punir o seu povo rebelde. De pé, junto ao altar, o Senhor ordenou ao anjo destruidor que ferisse as ombreiras das portas e quebrasse os pilares. A intenção da ordem é que toda a estrutura seja destruída, o que implica a morte de todos – ninguém escapará (v.1).  Será inútil tentar fugir porque o Senhor encontrará os impenitentes no alto de Monte Carmelo, o mais alto lugar, ou no fundo do mar ou seja, o lugar mais baixo da Terra (vv.2-3). Os ímpios israelitas não estarão a salvo da espada, nem mesmo na terra do cativeiro (v.4).

Israel seria a nação escolhida somente se obedecesse à Palavra de Deus e proclamasse o Seu nome a todas as nações. Neste sentido, Israel e a Etiópia são igualmente importantes para Ele. Ele é Aquele que tirou Israel do Egito e colocou na terra de Canaã, onde Ele havia permitido que os filisteus de Caftor e os sírios de Quir vivessem. As decisões do Senhor são definitivas, de modo que o cativeiro de Israel é inevitável.

No entanto, Deus graciosamente promete salvar um remanescente (vv-7-8). Israel será lançado, por assim dizer, na “peneira” da aflição para distinguir os verdadeiros seguidores de Deus daqueles que se apegam ao pecado. Todos os ímpios existentes entre o povo de Deus, que se rebelaram contra os Seus caminhos, serão destruídos.

Amós agora se volta do castigo do povo de Deus para a brilhante e gloriosa promessa de restauração futura. Quando Judá e Israel não conseguiram viver à altura do que Deus havia prometido fazer em benefício deles, aquilo que Deus tinha planejado somente poderia ser cumprido em parte quando os fiéis retornassem do exílio babilônico.

A história mostra que as brechas espirituais nas paredes foram apenas parcialmente reparadas e as ruínas espirituais só foram restauradas até certo ponto. Quando o povo judeu rejeitou seu Salvador, as bênçãos e promessas a Israel foram repassadas à semente espiritual de Abraão, os seguidores de Jesus Cristo.

Os versículos 13-15 descrevem em linguagem impressionante a profusão de bênçãos que poderiam ter sido derramadas sobre o Israel literal, mas agora serão concedidas ao verdadeiro Israel de Deus. A promessa feita a Abraão de que sua descendência herdaria a terra de Canaã foi apenas parcialmente cumprida quando Josué conduziu os filhos de Israel para a Terra Prometida. O cumprimento final desta maravilhosa promessa acontecerá quando a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, repleta com os salvos de todas as épocas, descer do céu e se estabelecer permanentemente na terra, em Canaã. Esse dia não está longe!

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia


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sábado, 20 de setembro de 2014

Amós 8 - Lições de vida


Amós 8
Pr. Heber Toth Armí

Para que serve um cesto de frutas maduras, apodrecendo? Quão artisticamente belo é o cesto com frutas estragadas? Para que serve? Qual é a sua utilidade a não ser para ser jogada fora, talvez para adubar a terra? Mais especificamente, o que a visão do cesto de Amós nos ensina hoje?

Baseado nos estudos de Leo R. Von Dolson, aprendemos o seguinte de Amós 8:

1. Sobre o ato de produzir frutos: Os frutos de verão indicam que o povo de Deus estava pronto para o juízo. O fruto que produzimos em nossa vida determinará onde estaremos no juízo.

2. Sobre os que têm todas as formas de religião sem nada do espírito que deveria animar essas formas: Deus não se impressiona com aparências ou profissão de fé, mas com uma vida que reflete Seu caráter e produz fruto merecedor de Seu nome. Realmente, não há lugar no reino de Deus para os que professam espiritualidade sem produzir fruto espiritual. Israel caiu em um padrão de adoração “ritualista” que o povo achava ser suficiente. Para os Israelitas, o sábado era uma folga das atividades diárias, que podiam recomeçar assim que o sol se punha. E para você?

3. Sobre uma pergunta interessante sobre a salvação, falando dos pecados perdoados que não estão mais perdoados. Enfim, temos perdão completo ou condenação completa. Nossa salvação é total, ou a ruína é total.

4. Sobre assuntos do conflito final antes do fim do mundo: Os cânticos, no juízo, vão se tornar lamentos. A morte visitará todas as comunidades. A terra vai tremer. Haverá inundações. Escuridão aparecerá ao meio dia. Para nós, que vivemos no tempo do fim, as advertências do profeta são uma lembrança de que se persistirmos em nosso caminho de Laodiceia, o destino que aguardava Israel nos aguarda na Segunda vinda de Jesus.

5. Sobre o conceito de haver na terra “fome” de ouvir as “palavras do Senhor”. A um povo ao qual Deus deu Sua Palavra estará morrendo de fome da Palavra. Mais do que cruel ironia, a predição aponta para uma triste realidade. Os que deixam de atender à Palavra e constantemente endurecem o coração contra suas advertências, chegarão a um ponto que não poderão encontrá-la quando precisarem dela.
Pense nisso!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:

Amós 8-Comentários de Deepati Vara Prasad

Amós 8
Deepati Vara Prasad

A visão da cesta de frutas de verão neste capítulo mostra a rápida ruína de Israel. Os opressores são chamados a prestar contas por abusar dos pobres; sua destruição é anunciada, um momento que será para eles de grande luto (vv. 4-10). Fome da Palavra de Deus é a punição para um povo que segue outros deuses (vv. 11-14).

O objetivo da visão do cesto de frutos de verão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento. A longanimidade divina de Deus resultou apenas na continuidade do pecado. Israel estava pronto para ser levado para o cativeiro semelhante a um pássaro preso numa gaiola ou num cesto. Nada mais poderia ser feito pela safra inteira de frutas porque já era tempo da colheita (v.2). O tratamento a ser dado aos frutos será de acordo com o tipo de fruto produzido.

O povo será entregue aos inimigos de guerra. Haverá cadáveres por toda a terra de Israel e as canções que trouxeram prazer ao perverso serão transformadas em lamentações (v.3). As riquezas não serão de nenhuma valia àqueles que oprimiram os outros e eles perceberão que a sua vida de pecado trouxe juízos divinos sobre eles (v.4).

Muitas pessoas da terra de Israel ficavam ansiosos para que a festa religiosa da Lua Nova ou o sábado passassem, mostrando que observavam estes dias apenas formalmente, sem o verdadeiro espírito de devoção.

Eles estavam ansiosos para enriquecer através da falsidade e do engano (v.5). Ao comprarem o pobre por uma moeda de prata e o necessitado por um par de sapatos novos, mostravam que negavam a justiça aos pobres a fim de obterem até mesmo pequenos benefícios para si mesmos (v.6).

Por isso, o Senhor prometeu enviar Israel ao cativeiro (v.7). A terra irá tremer como o mar agitado e todos irão chorar (v.8). O sol se porá ao meio-dia, a terra se escurecerá em plena luz do dia (v.9). Todos se vestirão de sacos e rasparão as cabeças em sinal de luto; sua tristeza será severa e amarga (v.10).

Como consequência de tanta rebeldia o Espírito Santo deixará de falar ao coração dos impenitentes e então haverá grande fome da Palavra de Deus. As pessoas irão por todas as direções em busca de Sua palavra, mas será tarde demais; eles não serão capazes de evitar os julgamentos (v.11). Mesmo os jovens cheios de energia se tornarão impotentes quando o Senhor trouxer os seus juízos sobre a terra.

O que acontece aqui não é que o amor de Deus será retirado do pecador, mas que o pecador se tornou tão endurecido em suas iniquidades que não deseja abandonar seus maus caminhos, deseja apenas escapar das consequências . É importante notar que esta experiência de Israel se repetirá um pouco antes da segunda vinda de Jesus Cristo.

Busquemos a Deus e Sua Palavra enquanto ainda temos oportunidade.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.

Watchman Publishing House, Índia


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Salmos 4 Comentário

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