Páginas

Mostrando postagens com marcador Amós 8. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amós 8. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de junho de 2024

Amós 8 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse


Leitura Bíblica – Amós 8
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


AMÓS 8 – Este capítulo inicia com uma visão de um cesto de frutas maduras, que haviam chegado ao fim de seu ciclo, prestes a apodrecerem. Este simbolismo de maturidade e decadência iminente é crucial para entender a mensagem do livro de Amós.

“Amós foi chamado para cumprir sua missão num tempo em que Israel e Judá eram prósperos... [Porém] os frutos comuns da prosperidade, como orgulho, luxo, egoísmo e opressão, amadureceram em ambos os reinos [Israel e Judá]. No entanto, a situação foi pior em Israel por causa da adoração ao bezerro, que havia sido instituída por seu primeiro rei, Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33). Sem dúvida, o culto ao bezerro foi a razão pela qual Amós e Oseias foram encarregados de dirigir suas profecias especialmente contra o reino do norte” (CBASD).

As frutas maduras simbolizam que a nação chegara ao ponto de maturidade em seus pecados; a paciência de Deus se esgotara, e a nação estava prestes a enfrentar as consequências das injustiças e corrupção. Amós denunciou repetidamente e no capítulo 8 reiterou os pecados da opressão dos pobres (v. 4), a desonestidade nos negócios (v. 5), a exploração humana (v. 6) e, a hipocrisia e corrupção religiosa (v. 14), justificando a necessidade de um julgamento divino (vs. 7-13).

• O cesto de frutas maduras é um sinal de que Deus vê o comportamento corrupto da humanidade e decide que é hora do juízo.

“O propósito principal de Amós foi chamar a atenção do povo de Deus para seus pecados e tentar levá-lo ao arrependimento. Como o espírito de Paulo se agitou em Atenas quando viu a cidade entregue à idolatria, assim Amós deve ter ficado impressionado com a luxúria e os pecados que descreve em detalhes. Ele repreendeu os pecados que brotavam da prosperidade material, as extravagâncias, as folias, o deboche dos ricos, que agiam assim ao mesmo tempo que oprimiam os pobres e pervertiam a justiça por meio do suborno e extorsão...” (CBASD).

• Considerando nossa sociedade com base na mensagem de Amós, indaguemos: Nosso mundo não é um grande cesto de frutas maduras para o juízo?

• Além desta pergunta global, reflitamos: Em nossa vida pessoal, que “frutas podres” de pecado ou negligência podemos identificar que necessitam de arrependimento e mudanças imediatas?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
••••

quarta-feira, 17 de março de 2021

Pecados afastam bênçãos - Amós 8

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Amós 8

Comentário Pr Heber Toth Armí 

A rejeição a Deus é o motivo da ausência de inúmeras bênçãos. Como Deus quer abençoar, alerta-nos dos perigos de afastar-se dEle.

• Pecados afastam-nos das bênçãos!

“O terrível pecado de Israel atraiu grave acusação. As festividades e o sábado irritavam os empresários iníquos, pois esses dias provocavam uma calmaria nos seus negócios desonestos, [vs. 4-5], e abrandavam a opressão dos pobres [v. 6] (cf. Is 1.13-17; Lv 19.35-36; Dt 25.13-16). O juízo detalhado pela ‘glória de Jacó’, [v. 7], abarcava luto, [vs. 8-10], e fome da palavra do Senhor, [vs. 11-14]. A idolatria e o orgulho extinguiram a luz que Deus dispensou pela sua palavra” (Merrill F. Unger).

• Angústia e aflição surgem automaticamente quando nosso coração indisciplinadamente se inclina para a direção contrária à revelação de Deus e Seus princípios de felicidade.

• O estilo de vida em harmonia com o materialismo, hedonismo e o humanismo certamente estará em desarmonia com a vontade de Deus, e isso resulta em caos, conflitos e agonias.

“Dã e Berseba eram santuários pagãos nos limites setentrional e meridional da terra [v. 14]. As divindades padroeiras desses centros idólatras seriam impotentes para ajudar na iminente calamidade” revelada na visão do “cesto de frutos maduros. O cesto de frutos perecíveis da terra simbolizava a iminência do fim de Israel [vs. 1-3]” (Unger).

• Aqueles que vivem esplêndida e regaladamente distante do Senhor, futuramente perceberão que tomaram a pior decisão quando tinham diante de si a melhor opção.

• As religiões falsas, as formalidades religiosas e as espiritualidades genéricas se revelarão sem efeito algum diante do acerto de contas com o Juiz do Universo.

• Quando a vida moral se encontra em franco estado de putrefação certamente está à beira da autodestruição.

• A existência aparentemente segura, rica e aprazível que deixa Deus em segundo plano, ou sem espaço na nossa agenda, se deparará com as terríveis consequências das escolhas sem importância.

• O arrependimento ignorado no presente pode gerar, no futuro, um arrependimento por não ter se arrependido quando o tempo de graça era oferecido.

• Rejeição ou negligência à Palavra de Deus no presente poderá extinguir-se no futuro, correndo sério risco de ser demasiado tarde.

• A fome por Deus deve ser saciada hoje, para não morrer de fome no dia do juízo final.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Amós 8 Comentário Pr Heber Toth Armí

AMÓS 8
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A rejeição a Deus é o motivo da ausência de inúmeras bênçãos. Como Deus quer abençoar, alerta-nos dos perigos de afastar-se dEle.

• Pecados afastam-nos das bênçãos!

“O terrível pecado de Israel atraiu grave acusação. As festividades e o sábado irritavam os empresários iníquos, pois esses dias provocavam uma calmaria nos seus negócios desonestos, vs. 4-5, e abrandavam a opressão dos pobres v. 6 (cf. Is 1.13-17; Lv 19.35-36; Dt 25.13-16). O juízo detalhado pela ‘glória de Jacó’, v. 7, abarcava luto, vs. 8-10, e fome da palavra do Senhor, vs. 11-14. A idolatria e o orgulho extinguiram a luz que Deus dispensou pela sua palavra” (Merrill F. Unger).

• Angústia e aflição surgem automaticamente quando nosso coração indisciplinadamente se inclina para a direção contrária à revelação de Deus e Seus princípios de felicidade.
• O estilo de vida em harmonia com o materialismo, hedonismo e o humanismo certamente estará em desarmonia com a vontade de Deus, e isso resulta em caos, conflitos e agonias.

“Dã e Berseba eram santuários pagãos nos limites setentrional e meridional da terra v. 14. As divindades padroeiras desses centros idólatras seriam impotentes para ajudar na iminente calamidade” revelada na visão do “cesto de frutos maduros. O cesto de frutos perecíveis da terra simbolizava a iminência do fim de Israel vs. 1-3” (Unger).

• Aqueles que vivem esplêndida e regaladamente distante do Senhor, futuramente perceberão que tomaram a pior decisão quando tinham diante de si a melhor opção.
• As religiões falsas, as formalidades religiosas e as espiritualidades genéricas se revelarão sem efeito algum diante do acerto de contas com o Juiz do Universo.
• Quando a vida moral se encontra em franco estado de putrefação certamente está à beira da autodestruição.
• A existência aparentemente segura, rica e aprazível que deixa Deus em segundo plano, ou sem espaço na nossa agenda, se deparará com as terríveis consequências das escolhas sem importância.
• O arrependimento ignorado no presente pode gerar, no futuro, um arrependimento por não ter se arrependido quando o tempo de graça era oferecido.
• Rejeição ou negligência à Palavra de Deus no presente poderá extinguir-se no futuro, correndo sério risco de ser demasiado tarde.
• A fome por Deus deve ser saciada hoje, para não morrer de fome no dia do juízo final.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 20 de setembro de 2014

Amós 8 - Lições de vida


Amós 8
Pr. Heber Toth Armí

Para que serve um cesto de frutas maduras, apodrecendo? Quão artisticamente belo é o cesto com frutas estragadas? Para que serve? Qual é a sua utilidade a não ser para ser jogada fora, talvez para adubar a terra? Mais especificamente, o que a visão do cesto de Amós nos ensina hoje?

Baseado nos estudos de Leo R. Von Dolson, aprendemos o seguinte de Amós 8:

1. Sobre o ato de produzir frutos: Os frutos de verão indicam que o povo de Deus estava pronto para o juízo. O fruto que produzimos em nossa vida determinará onde estaremos no juízo.

2. Sobre os que têm todas as formas de religião sem nada do espírito que deveria animar essas formas: Deus não se impressiona com aparências ou profissão de fé, mas com uma vida que reflete Seu caráter e produz fruto merecedor de Seu nome. Realmente, não há lugar no reino de Deus para os que professam espiritualidade sem produzir fruto espiritual. Israel caiu em um padrão de adoração “ritualista” que o povo achava ser suficiente. Para os Israelitas, o sábado era uma folga das atividades diárias, que podiam recomeçar assim que o sol se punha. E para você?

3. Sobre uma pergunta interessante sobre a salvação, falando dos pecados perdoados que não estão mais perdoados. Enfim, temos perdão completo ou condenação completa. Nossa salvação é total, ou a ruína é total.

4. Sobre assuntos do conflito final antes do fim do mundo: Os cânticos, no juízo, vão se tornar lamentos. A morte visitará todas as comunidades. A terra vai tremer. Haverá inundações. Escuridão aparecerá ao meio dia. Para nós, que vivemos no tempo do fim, as advertências do profeta são uma lembrança de que se persistirmos em nosso caminho de Laodiceia, o destino que aguardava Israel nos aguarda na Segunda vinda de Jesus.

5. Sobre o conceito de haver na terra “fome” de ouvir as “palavras do Senhor”. A um povo ao qual Deus deu Sua Palavra estará morrendo de fome da Palavra. Mais do que cruel ironia, a predição aponta para uma triste realidade. Os que deixam de atender à Palavra e constantemente endurecem o coração contra suas advertências, chegarão a um ponto que não poderão encontrá-la quando precisarem dela.
Pense nisso!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:

Amós 8-Comentários de Deepati Vara Prasad

Amós 8
Deepati Vara Prasad

A visão da cesta de frutas de verão neste capítulo mostra a rápida ruína de Israel. Os opressores são chamados a prestar contas por abusar dos pobres; sua destruição é anunciada, um momento que será para eles de grande luto (vv. 4-10). Fome da Palavra de Deus é a punição para um povo que segue outros deuses (vv. 11-14).

O objetivo da visão do cesto de frutos de verão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento. A longanimidade divina de Deus resultou apenas na continuidade do pecado. Israel estava pronto para ser levado para o cativeiro semelhante a um pássaro preso numa gaiola ou num cesto. Nada mais poderia ser feito pela safra inteira de frutas porque já era tempo da colheita (v.2). O tratamento a ser dado aos frutos será de acordo com o tipo de fruto produzido.

O povo será entregue aos inimigos de guerra. Haverá cadáveres por toda a terra de Israel e as canções que trouxeram prazer ao perverso serão transformadas em lamentações (v.3). As riquezas não serão de nenhuma valia àqueles que oprimiram os outros e eles perceberão que a sua vida de pecado trouxe juízos divinos sobre eles (v.4).

Muitas pessoas da terra de Israel ficavam ansiosos para que a festa religiosa da Lua Nova ou o sábado passassem, mostrando que observavam estes dias apenas formalmente, sem o verdadeiro espírito de devoção.

Eles estavam ansiosos para enriquecer através da falsidade e do engano (v.5). Ao comprarem o pobre por uma moeda de prata e o necessitado por um par de sapatos novos, mostravam que negavam a justiça aos pobres a fim de obterem até mesmo pequenos benefícios para si mesmos (v.6).

Por isso, o Senhor prometeu enviar Israel ao cativeiro (v.7). A terra irá tremer como o mar agitado e todos irão chorar (v.8). O sol se porá ao meio-dia, a terra se escurecerá em plena luz do dia (v.9). Todos se vestirão de sacos e rasparão as cabeças em sinal de luto; sua tristeza será severa e amarga (v.10).

Como consequência de tanta rebeldia o Espírito Santo deixará de falar ao coração dos impenitentes e então haverá grande fome da Palavra de Deus. As pessoas irão por todas as direções em busca de Sua palavra, mas será tarde demais; eles não serão capazes de evitar os julgamentos (v.11). Mesmo os jovens cheios de energia se tornarão impotentes quando o Senhor trouxer os seus juízos sobre a terra.

O que acontece aqui não é que o amor de Deus será retirado do pecador, mas que o pecador se tornou tão endurecido em suas iniquidades que não deseja abandonar seus maus caminhos, deseja apenas escapar das consequências . É importante notar que esta experiência de Israel se repetirá um pouco antes da segunda vinda de Jesus Cristo.

Busquemos a Deus e Sua Palavra enquanto ainda temos oportunidade.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.

Watchman Publishing House, Índia


http://www.palavraeficaz.com/

Salmos 36 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 36 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontad...