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domingo, 3 de agosto de 2025

OS QUE SOBRAREM

 Devocional Diário - Descobertas da fé

3 de agosto

OS QUE SOBRAREM

Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo. Romanos 9:27

O “remanescente” é um tema importante na Bíblia. Em síntese, significa o que permanece após a retirada de uma parte; resto, sobra. O sentido pode ser negativo, como a “sobra” da feira, ou positivo, referindo-se aos que “sobrevivem” a um massacre.

Gerhard Hasel observou que a Bíblia não apenas usa o termo, mas também estabelece uma teologia do remanescente. É uma maneira de se referir ao verdadeiro povo de Deus. De modo geral, existem três grandes categorias desse grupo: 1) o remanescente histórico – por exemplo, sobreviventes de uma catástrofe (Dt 3:11); 2) o remanescente fiel – distinguido por uma confiança genuína (Is 10:22); e 3) o remanescente escatológico – purificado e salvo no tempo do fim (Ap 12:17).

Cada categoria possui nuances internas. O remanescente pode denotar tristeza devido à escassez de sobreviventes, mas também esperança, por representar a base de uma continuidade.

Fazer parte desse grupo não se resume a ser membro de uma igreja nem a professar um credo religioso. É ter a coragem de permanecer firme no que é certo, mesmo que muitos relativizem o que é essencial.

Chesterton dizia que “uma coisa morta pode seguir a correnteza, mas somente uma coisa viva pode contrariá-la”. Isso é verdade. Ellen White escreveu: “Em todas as eras, o Senhor Jesus tem Suas testemunhas, um remanescente que confia na Palavra de Deus. E hoje, em todos os lugares, estes são os que mantêm comunhão com Deus. Uma corrente vital de influência os está conduzindo à luz, e quando forem questionados: ‘Quem está do lado do Senhor?’, se posicionarão em favor Dele” (Signs of the Times, 23 de novembro, 1904).

Esse texto é interessante, pois não apresenta o nome de uma classe religiosa específica nem nos permite dizer que apenas os que concordam conosco são remanescentes. “O firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: ‘O Senhor conhece os que Lhe pertencem’” (2Tm 2:19).

Não importa quantos serão fiéis; escolha estar entre eles. Ame a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. Ainda que em menor número, você e Jesus sempre serão a maioria.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/os-que-sobrarem/

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

ANGÚSTIA DO REMANESCENTE FINAL

A ANGÚSTIA DO REMANESCENTE FINAL

   Ouvimos um grito de terror, um grito de medo e não de paz. [...] Por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó, mas ele será salvo dela. Jeremias 30:5-7


   Esse texto é o único em toda a Bíblia que se refere a uma angústia de Jacó para o povo de Deus. Seu contexto mostra que ele se refere aos judeus no período do cativeiro babilônico. Devido à apostasia, Judá foi levado ao exílio e enfrentou muitas dificuldades e sofrimentos. Deus, então, por meio de Seu profeta, anunciou um tempo futuro, quando seriam libertos do cativeiro e retornariam para sua terra na Palestina. Assim, esse verso não faz qualquer alusão direta ou primária ao povo de Deus nos últimos dias. 

   Contudo, um profeta, porque é inspirado por Deus, pode extrair um texto de seu contexto inicial e lhe dar um novo significado. Isso é chamado de reinterpretação. Foi exatamente o que fizeram alguns escritores do Novo Testamento com textos do Antigo Testamento. Esse procedimento é realizado por orientação divina, e o segundo significado do texto é chamado de sensus plenior, uma indicação do sentido mais amplo do texto inicial. Esse sentido podia ter sido entendido ou não pelo profeta originalmente, mas estava na mente do Espírito de Deus quando Ele levou o profeta a registrar a mensagem.

   Sendo que Ellen G. White recebeu o dom de profecia, nada mais natural que confiar em sua capacidade de reinterpretar um texto bíblico. Ela escreveu: “A experiência de Jacó durante aquela noite de luta e angústia representa a prova pela qual o povo de Deus deverá passar pouco antes da segunda vinda de Cristo” (Patriarcas e Profetas, p. 162 [201]).

   Em meio às trevas dos últimos dias, haverá um remanescente fiel. O Apocalipse o identifica como “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus”, que “é o espírito da profecia” (Ap 12:17; 19:10). Serão eles – os justos que estiverem vivos por ocasião da volta de Jesus – que enfrentarão o tempo da angústia de Jacó. E a promessa é que eles serão livrados dela. 

   Hoje, em tempos mais amenos, devemos aprender a confiar em Deus, em Sua Palavra, em Seu desejo de nos livrar e em Sua capacidade para fazê-lo.

MEDITAÇÃO DIÁRIA - MARAVILHOSO DEUS

30 de janeiro


sábado, 10 de setembro de 2022

1 Samuel 4 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Samuel 4
Comentário Pr Heber Toth Armí

I SAMUEL 4 – Os acontecimentos deste capítulo não pegaram Deus de surpresa. Na verdade, Deus sempre está no controle; por isso, antes de acontecer Ele já havia previsto por duas vezes:

• Uma através de um profeta anônimo (I Samuel 2:27-36); e,
• Outra, através de uma voz infantil (I Samuel 3:11-17).

A morte de 34.000 soldados, o roubo da arca, a morte dos sacerdotes Hofni e Finéias só apavoraram a Eli e sua nora, porque ignoraram a Palavra de Deus.

Contudo, nem tudo está perdido! Não existe ocasião tão deplorável que faça Deus abandonar Seu povo para sempre. Pois, não existe situação tão complicada que Ele não possa reverter e promover um grandioso reavivamento e uma maravilhosa reforma espiritual.

Certamente, não há espiritualidade tão morta que Deus não possa despertá-la e restaurá-la. Ele é o poderoso dono de Sua amada Igreja.

Na carência de espiritualidade, Deus pode suscitar alguém para realizar impressionantes mudanças. Em tempos de grande declínio espiritual e apostasia da igreja, Deus pode miraculosamente levantar alguém para erguer uma sociedade corrompida, imoral e pervertida. Em épocas de decadência religiosa e social, Deus não fica indiferente aos Seus remanescentes.

Para despertar Seu povo, Deus precisa encontrar alguém disponível. Embora com doze anos de idade, “Samuel ainda não conhecia o Senhor” (I Samuel 3:7), sua disposição de submeter-se a Deus e desenvolver dependência dEle foi tão grande que tornou-se um divisor de águas na história sagrada. Samuel encerrou o período dos juízes na história de Israel e encabeçou a ordem dos profetas, vindo a tornar-se destaque no Novo Testamento (Atos 3:24; 13:16-20; Hebreus 11:30-34).

Deus elabora estratégias quando o pecado parece triunfar; Ele prepara um remanescente para atuar em prol de poderoso reavivamento espiritual, e conduz Seu remanescente para uma missão muito importante no mundo. Assim, “enquanto Samuel crescia, o Senhor estava com ele e fazia com que todas as suas palavras se cumprissem. Todo o Israel, desde Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do Senhor. O Senhor continuou aparecendo em Siló, onde havia se revelado a Samuel por meio de Sua Palavra. E a palavra de Samuel [ou de Deus através de Samuel] espalhou-se por todo o Israel” (I Samuel 3:19-4:1).

Espalhe a Palavra de Deus para que haja reavivamento! – Heber Toth Armí.
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 25 de maio de 2022

Números 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 15

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 15 – Deus não aprecia indivíduos insubordinados. A presunção dos rebeldes os levou à destruição. Aqueles que desejaram apedrejar aos quatro valorosos que se posicionaram ao lado do Deus Todo-poderoso morreriam antes de entrar na Terra Prometida. 

Afrontar aos líderes de Deus implica confrontar o próprio Deus, que resulta em destruição!

Apesar da rebelião contra Deus e Seus líderes (Números 13 e 14), a promessa divina era garantida, como se nota em Números 15; porém, somente aos remanescentes. “Embora grande porção do povo fosse morrer no deserto, Deus faria entrar um remanescente. Eles ofereceriam aqueles sacrifícios já descritos em Levítico”, observa Merrill Unger. O remanescente é o restante de um todo que deixou de lado sua lealdade a Deus. O remanescente é perseverante!

• O remanescente respira esperança devido a depositar sua confiança nas promessas de Deus. Israel vivia na expectativa da Terra Prometida (Números 15:1-21), nós aguardamos Novos Céus e Nova Terra (2 Pedro 3:13).

• O remanescente cristão não é exclusivista; ele prega o evangelho da graça que oferece inclusão a todo pecador, independente do que tenha feito, de seu status ou sua raça. A mensagem do terceiro anjo é de justificação pela fé a ser proclamada “aos que habitam na terra, a toda nação, tribo, língua e povo” (Apocalipse 14:6).

• O remanescente fiel a Deus possui correto conceito bíblico de pecado, sabendo que pecar vai além dos atos (Números 15:22-31); podendo ser por descuido (de ignorância) ou intencional (por desafio, consciente de afrontar aos princípios de Deus).

• O remanescente tem em alto estima a santa Lei de Deus, inclusive Seu santo e sagrado dia de sábado (Números 15:32-36; Êxodo 20:8-11). Por isso, perseverantemente “obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fieis a Jesus” (Apocalipse 14:12) convidando e apelando insistentemente às pessoas: “Temam a Deus e glorifiquem-nO, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).

• O remanescente tem senso de pertencimento e mantém na memória que foi separado para Deus. As borlas azuis eram uma forma de reconhecer o compromisso com Deus (Números 15:37-41), mostrando que devemos demonstrar nossa lealdade a Deus até pelas nossas vestes (Deuteronômio 22:5; 1 Pedro 3:1-7; 1 Timóteo 2:9-10).

Sejamos remanescentes fieis: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Observação Criteriosa - Isaías 10

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 10
Comentário Pr Heber Toth Armí 

A observação criteriosa do Juiz do Universo não deixa escapar nada. Absolutamente, nada foge às Suas vistas, consequentemente, Seu julgamento é perfeito.

A Assíria, nação pagã, seria instrumento de Deus para punir Israel, o povo de Deus. A Assíria não atribuiria seu sucesso a Deus, mas creria ser vitoriosa sobre o povo de Deus graças às suas próprias habilidades e forças – triste ilusão!

O Comentário Bíblico Adventista sintetiza o capítulo em apreço com quatro pontos:

• Ais sobre os tiranos (vs. 1-4);
• Assíria, a vara dos hipócritas, por seu orgulho, será destruída (vs. 5-19);
• Um remanescente de Israel será salvo (vs. 20-23);
• Israel é consolado com a promessa de libertação do poder da Assíria (vs. 24-34).

“É evidente que o fato da Assíria servir de instrumento de Deus para punir Judá não a isenta da culpa pelas atrocidades no curso da guerra […]. Deus pode canalizar as ações más de homens ímpios para a realização de Seus desígnios, sem violar o livre arbítrio dos homens e sem isentá-los de responsabilidades por suas ações” – explica Siegfried J. Schwantes.

Reflita:

1. Através do profeta Deus revela que, quando executar Seu juízo, os governantes que roubam, oprimem e ditam leis injustas serão expostos à vergonha e à miséria (vs. 1-4);
2. O povo de Deus é castigado por seus pecados; para isso, Deus pode usar meios que, ao nosso ver, parece ilógico. Envolvendo pessoas como instrumento de punição, estas podem se perder, se exaltar e se vangloriar ultrapassando os limites propostos por Deus – também serão julgadas (vs. 5-19).
3. Um remanescente do povo de Deus ainda restará. Deus nunca permitiu que o mal tomasse conta totalmente do mundo. Embora sendo minoria, sempre houve quem se levantasse em favor do bem (vs. 20-23).
4. Deus liberta Seu povo, protege o remanescente, cuida daqueles que são Seus. Desta forma, estes não precisam temer, e, realmente não temem às forças do mal (vs. 24-34).

Orgulho, vaidade e vanglória atraem a ira divina até sobre nações desprovidas do privilégio da revelação da Palavra de Deus. Se Deus desgosta tais características inclusive em pagãos desavisados, quanto mais nos crentes avisados!

O Juiz do Universo observa tudo, age e interage com os habitantes do mundo, desejando a salvação de todos! Como responderemos? – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #rbhw

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Apocalipse 10 Comentários de Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 10
Comentários  de  Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Enquanto Apocalipse 9 termina com a sexta trombeta em 1840, como previsto por Josias Litch, o associado de Guilherme Miller, este capítulo começa com um interlúdio antes do soar da sétima trombeta com o terceiro ai. João vê o próprio Jesus descer e ficar em pé com autoridade sobre a terra e o mar. Em uma das mãos ele segura um pequeno livro aberto (v. 2), e levanta a outra mão para declarar que as profecias “de tempo” de Daniel e Apocalipse terminaram.

Em seguida, João ouviu sete trovões descreverem os eventos relativos à primeira e segunda mensagens angélicas, mas não lhe foi permitido anotá-los. Os primeiros crentes do Advento não seriam capazes de lidar com antecedência com o conhecimento dessas probantes horas.

Encontramos no versículo 7 desse capítulo uma lacuna entre o final da sexta trombeta e o começo da sétima trombeta que está prestes a soar. É durante a sétima trombeta que o “mistério de Deus” será concluído. Isso mostra que a sétima trombeta é um período de tempo, não apenas um ponto no tempo.

O que é esse “mistério de Deus (v. 7)?” Alguns pensam que é o Evangelho alcançando o mundo todo, seguido pela Segunda Vinda. Porém é muito mais do que isso. Abrange todo o plano da Salvação pela Divindade para salvar-nos e Jesus sendo recebido na glória (1 Tm 3:16). Esse “mistério de Deus”, juntamente com o Juízo Investigativo e a fase final da expiação, será concluído por Jesus ao final do soar da sétima trombeta, quando se fechará a porta da graça.

João, representando o povo de Deus do tempo do fim, recebe a ordem para tomar o pequeno livro das mãos de Jesus e comê-lo. O livro teria um sabor doce na boca, mas seria amargo no estômago (v. 9-10). Isso representou a experiência do povo de Deus durante o Movimento do Segundo Advento, quando da proclamação da maravilhosa notícia do retorno de Jesus em 1844, de acordo com a profecia dos 2300 dias. Foi uma experiência doce, porém acompanhada de um amargo desapontamento quando o esperado retornou de Cristo não aconteceu naquela época. Continuando a estudar a Bíblia, eles reconheceram a própria experiência nesses versos. Foi muito animador para eles quando entenderam que, em vez de Jesus vir à terra naquele momento, Ele havia se mudado do lugar Santo no santuário celestial, para o lugar Santíssimo a fim de começar Seu trabalho final de julgamento.

Esses remanescentes que passaram pelo “grande desapontamento” de 22 de Outubro de 1844, foram orientados a profetizar (pregar) novamente. Eles deveriam proclamar ao mundo uma mensagem a respeito do sacrifício de Cristo, Seu ministério sumo-sacerdotal e exortar o mundo para se preparar para o julgamento final. Você deseja estar entre aqueles que proclamarão essa mensagem “perante muitos povos, nações, línguas e reis?”

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Zacarias 13 Comentários de Sook-Young Kim


Zacarias 13
Sook-Young Kim

“Naquele dia uma fonte jorrará para os descendentes de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da impureza.” (v. 1 NVI). Que visão cheia de graça e encorajamento!

O capítulo 13 é uma continuação do capítulo anterior. Lá, em 12:10, encontramos a profecia sobre o Messias ser perfurado por arma [heb. daqar. Ou traspassado, que é uma expressão do NT]. Portanto, neste capítulo a expressão “Naquele dia” em 13:1 refere-se ao dia em que o Messias seria crucificado, não o “dia” do fim dos tempos. Quando o Messias morre como sacrifício de Deus e as pessoas lamentam e choram pela Sua morte, a fonte que purifica do pecado é aberta.

Nos versos 2 a 4 o Senhor dos Exércitos promete que os ídolos e os falsos profetas, assim como o espírito imundo que a tantos tem extraviado, serão, por fim, cortados da terra. Sim, Senhor, temos aguardado muito por esse dia!

Os versos 5-6 falam da vinda do Redentor. Ele é mencionando como um agricultor servo desde a Sua juventude e, em seguida, descreve o Seu sofrimento. Ele será ferido entre Seus braços, ou seja, em Suas costas. Nos Evangelhos (Mt 27:26; Mc 14:65; 15:15; Lc 22:63; Jo 19:1,18), nos é dito como Ele foi açoitado, ridicularizado e estapeado. O versículo 6 foi citado por Ellen G. White, juntamente com alguns versos de Isaías 53, para descrever a morte de Cristo como o Servo de Deus (Atos dos Apóstolos, 226 [126], cap. 22, §17º).

Tudo isso aconteceu quando Ele visitava a casa de Seus amigos, a casa de Davi e os habitantes de Jerusalém, que representam a raça humana. Como previsto no verso 7 e anunciado pelo próprio Jesus ao citar esta passagem em Mt 26:31, quando Jesus, o pastor, foi ferido, todo o rebanho de Seus discípulos se dispersou e fugiu.

Ele veio para fazer jorrar a fonte purificadora para o pecado e a rebelião da humanidade. Mas seus ouvintes estavam tão cegos por causa de sua maldade e cobiça, que o puseram à morte. Aqueles que eram encarregados pelo serviço do Templo e que por direito de nascimento eram os líderes do sistema religioso da época agiram como inimigos de Seu Senhor.

Cuidemos para não usar os privilégios que temos para nossa própria autopromoção. Tudo o que temos deve ser consagrado para exaltar o Senhor que nos criou e salvou.

É incrível ver que a maior parte das Escrituras foi escrita mais para nós, que vivemos no tempo do fim, do que para qualquer outra pessoa na história, até mais do que a audiência pública direta dos profetas. A última parte deste capítulo evidencia isso (v. 8, 9). O Senhor permitirá que o remanescente sofra provações e dificuldades, o suficiente para que desistam de seu mundanismo pecaminoso e desejo de auto-exaltação. Então eles invocarão o nome de Cristo e ansiarão pelo poder purificador de Seu sacrifício. Neste momento passaremos a ser o Seu povo e Ele será o nosso Deus. Quando isso acontecer, nós alegremente diremos: “O Senhor é o meu Deus!” (v. 9 NVI).
Sook-Young Kim



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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Ageu 2 Comentários Emmanuel S. D. Manu

 Ageu 2
Emmanuel S. D. Manu

Quando uma criança rebelde volta para casa, o que acontece na família? Celebração! Da mesma forma, quando Deus viu o trabalho feito por Seu povo, Ele lhes disse: “Estou feliz. Estou com vocês! Estou feliz não porque o que vocês fizeram foi perfeito, ou  impecável. Mas estou feliz porque vocês retornaram para mim”.

“Olhem para o novo templo”, Deus diz, “ele pode ser comparado com a sua primeira glória?” “Não”, respondeu o povo. Mas o Senhor disse-lhes: “Eu estou com vocês”, portanto, sejam fortes … e trabalhem. Quando o povo obedeceu ao Senhor e fez o que Ele lhes pediu para fazer, Ele revelou o seu segredo e prometeu que, em pouco tempo, o Desejado de todas as nações viria para preencher de glória este Templo. E a sua glória futura haveria de superar a sua glória passada. Aleluia!

Toda a prata e ouro pertencem a ele. Tudo o que Deus precisa de nós, hoje, é a entrega total de nossos corações e mentes a ele. Nossa oração deve ser: “Senhor, por favor, burila-nos à sua própria maneira”

Como um povo que aguarda a segunda vinda do Desejado de todas as Nações, demos de bom grado nossos corações a Deus. Subamos as montanhas para trazer madeira para a construção do templo. O principal templo que precisamos construir hoje é a nossa vida espiritual, o nosso relacionamento com o nosso amoroso Criador que nos levará a trabalharmos de coração para Ele.

Se aceitarmos este desafio e entregarmos completamente o coração ao Senhor, então nos últimos dias, o Senhor nos dirá, eu vou levá-lo para o meu reino e farei de você o meu sinete, o meu anel de selar.

“Querido Senhor Jesus, entregamos nosso coração a Ti. Aceita-nos e permita que Jesus, o Desejado de todas as Nações, nos molde e nos cubra com o Seu manto de justiça. Torna-nos especiais em Teu serviço, como um sinete real”

Emmanuel S. D. Manu


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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ageu 1 Comentários Emmanuel S. D. Manu


Ageu 1
Emmanuel S. D. Manu

Esta mensagem de Ageu, servo do Deus Altíssimo e um dos Profetas Menores do Antigo Testamento, veio durante o segundo ano do reinado de Dario, o Grande, quando o povo tinha retornado a Judá, vindos do exílio na Babilônia. Ele deu a mensagem a Zorobabel, governador de Judá (o líder político), ao sumo sacerdote Josué (líder espiritual), e aos que restaram de Judá, que aparentemente estavam preocupados com suas necessidades pessoais em vez de com a reconstrução do Templo do Senhor . O Templo era o símbolo da presença de Deus no meio do povo, e não fazer da reconstrução deste uma prioridade era como colocar a Deus no banco de trás do carro em vez dEle ser o motorista.

Quando nossos filhos brincam com atividades do seu interesse sem controle ou atenção parental, muitas vezes o inimigo toma conta e o resultado pode facilmente ser a confusão, vazio, sofrimento e assim por diante. Quando o povo de Deus que havia retornado do cativeiro tornou-se entusiasmado com seus objetivos pessoais e particulares, o Pai amoroso enviou-lhes o Seu servo, o profeta Ageu, para adverti-los de modo que pudessem compreender. A mensagem era para lembrá-los de que, se eles não conseguissem colocar a Deus em primeiro lugar em seus planos, o fracasso e o vazio seriam o resultado: “Tendes semeado muito e recolhido pouco” (v 6, ARA). O Senhor afirma ainda: “Considerai o vosso passado. Subi ao monte, trazei madeira e edificai a casa; dela me agradarei e serei glorificado, diz o SENHOR.” (v. 7-8, ARA). Esta é a receita para a felicidade cristã hoje. “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33). “Porque sem mim”, diz Cristo, “nada podeis fazer” (Jo 15:5).

Naquela ocasião as pessoas poderiam ter dado muitas razões para justificar seus projetos pessoais. Hoje, enfatizamos que a família é nossa primeira responsabilidade e com razão, mas Ageu nos encoraja a colocar o amor a Deus e o interesse nos negócios de Deus como os principais interesses da família. Se os líderes das famílias e da igreja amam a Deus e permitem que o Seu Espírito os conduza, certamente os membros da igreja responderão positivamente aos apelos espirituais. Quando estabelecemos corretamente as nossas prioridades alcançamos o que pretendemos. Sejamos como Zorobabel e Josué: prestemos atenção a essa mensagem e tragamos felicidade ao Senhor.

“Querido Senhor, ajuda-nos a definirmos corretamente nossas prioridades, a fim de que possamos buscar a Ti e ao Teu reino em primeiro lugar. Entregamos nossa vida, nossos planos pessoais e corporativos, ao controle do Espírito Santo a fim de que tudo o que viermos a fazer Te glorifique. Amém!”/Emmanuel S. D. Manu



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domingo, 12 de outubro de 2014

Sofonias 3 Comentários


Sofonias 3
Pr. Heber Toth Armí

Sem justiça, Deus não teria caráter. Contudo, Sua justiça exige providências contra o pecado que assola o mundo e tudo o que nele há; consequentemente, é necessário um julgamento rigoroso.

A santa ira de Deus move Suas ações; não sem antes revelar Sua infinita bondade e expressar Sua graça. Quanto mais entendimento se adquire sobre a santidade de Deus e Sua ira contra o pecado, mais valor se dará a Sua graciosa graça.

Talvez por isso Arthur W. Pinnk analisa: “Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade”. Quem dá valor a isso dará maior valor ainda ao Seu amor e graça. Pois, onde estraríamos agora se não fossem tais atributos divinos?

O capítulo de nossa meditação pode ser assim esboçado:

1. Juízo sobre Jerusalém, a cidade da paz, não será poupada, nem as igrejas cristãs: Desobediência, resistência à correção, incredulidade e impiedade, ganância, leviandade, hipocrisia, tudo será castigado (vs. 1-7).

2. Um remanescente sobrará e será consolado, pois Deus vingará os perversos na segunda vinda de Cristo; e, os poucos fieis serão ricamente abençoados: Salvação total (vs. 8-20).

Deixe este pensamento expandir tua mente: “O plano da redenção, porém, tinha um propósito ainda mais amplo e profundo que a salvação do homem. Não foi apenas para isto que Jesus veio à Terra [...] considerar a lei de Deus como devia ser considerada. Foi para reivindicar o caráter de Deus perante o Universo” (Patriarcas e Profetas, p. 68).

Infelizmente, diante de tudo o que já foi revelado na Bíblia e no sacrifício de Cristo, apenas poucas pessoas se salvarão. Contudo, se não fosse a graça de Deus, nem mesmo estes se salvariam. “Portanto, cante, filha de Sião! Celebre, Israel! Filha de Jerusalém, alegre-se! Faça festa! [...] Não há mais o que temer do mal, nunca mais” (vs. 14-15).

Enquanto para quem não se preparou o dia do juízo será um terror, para os fieis, será a maior demonstração de amor, depois do Calvário! Os salvos estarão para sempre com a bênção da presença do Senhor: “As tristezas acumuladas [...] vão desvanecer...” (vs. 18-20). Louvado seja Deus!

O remanescente anda rumo à felicidade! Seja um remanescente! /Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Miquéias 5 Comentários

 Miquéias 5
Pr. Heber Toth Armí

Este capítulo não só prediz a primeira vinda de Cristo, como também prevê o fim dos ímpios, para que haja paz universal na vida daqueles que se rendem ao Salvador. Embora a nação judaica O rejeitou, as predições que, inicialmente, se destinavam aos judeus, agora se aplicam a toda e qualquer pessoa que aceita a Cristo.

A profecia de Miqueias liga a primeira com a segunda vinda de Cristo. O texto pode ser assim dividido:

1. O primeiro advento de Cristo e Sua rejeição (vs. 1-2);
2. Intervalo entre o primeiro e o segundo advento de Cristo (v. 3-9);
3. O segundo advento de Cristo e Seus efeitos no mundo (vs. 10-14);
4. A implantação do reino de Cristo em todo o Universo (v. 15).

Remanescentes judeus e não judeus experimentarão as promessas cristocêntricas destas palavras proféticas como um só grupo. “Duas importantes qualidades desse remanescente fortalecido e abençoado”, explica Leo R. Van Dolson, “são as seguintes: 1) Assim como a água, eles refrigeram e umedecem o mundo ressequido e sem vida; e 2) têm força e poder reais no trato com as pessoas... A força do remanescente é espiritual”.

Desta maneira, o fiel e verdadeiro remanescente, experimentará, na prática, o poder do Espírito Santo: Reavivamento e reforma espirituais. “O grupo seleto e purificado [...] será como uma ilha num mar de povos. Eles serão como orvalho que vem do Eterno, como chuvas de verão que escapam à previsão do tempo, não sujeitas a conjecturas nem controle” (v. 7, AM).

O remanescente não rejeita a primeira e nem a segunda vinda de Cristo. O texto apresenta, claramente, uma cristologia clara, mesmo sendo do século VIII a.C. Ainda que a situação do povo de Deus seja desanimadora (v. 1), a presença do Messias traria solução para qualquer coração arruinado pelo pecado (v. 2); Ele é Salvador, Divino e Preexistente, que:

1. Embora tendo Suas origens desde os dias da eternidade, nasceria neste mundo;

2. Embora sendo Rei do Universo, se sujeitaria a nascer numa pequenina cidadezinha: Belém, Efrata.

Em Seu retorno em glória, ao assumir a total regência do mundo, “não haverá mais guerras. Nenhuma”. Ele também promete: “Vou acabar com o mercado negro da religião...” (vs. 10-15). Portanto... procure a religião verdadeira!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:
http://moracao.blogspot.com.br/

Miquéias 5 Comentários de Gordon Bietz


Miquéias 5
Comentários  de  Gordon Bietz

“O restante de Jacó estará no meio de muitos povos, como orvalho do SENHOR, como chuvisco sobre a erva, que não espera pelo homem, nem depende dos filhos de homens” (Mq 5:7, ARA). O plano de Deus é que seus filhos fiéis se constituam um grupo que exerça uma influência positiva sobre a terra, como orvalho ou chuvisco que traz vida à erva seca.

Note que o remanescente não é importante apenas por ser o povo fiel de Deus, mas principalmente pela missão que tem a desempenhar. O remanescente sem a sua missão não é o remanescente.

O remanescente do tempo do fim tem a missão profética de anunciar as três mensagens de Apocalipse 14, um solene convite ao mundo para que esteja em harmonia com Deus e seus propósitos. Ele representa a Deus em meio ao outros povos.

Ser parte do remanescente não é apenas pertencer a um clube, mas ter uma tarefa a cumprir.

Que Deus nos ajude a buscarmos a plenitude do Espírito Santo a fim de representá-Lo corretamente às pessoas da nossa geração. Fazendo assim, pelo Seu poder, cumpriremos a missão que Deus nos confiou e estaremos prontos para subir com Cristo quando Ele vier nas nuvens do céu!

Gordon Bietz
Presidente da Southern Adventist University


domingo, 21 de setembro de 2014

Amós 9 Comentários


Amós 9
Pr. Heber Toth Armí

Neste último capítulo há uma mensagem solene, a qual merece nossa atenção. Deus quer nos falar como falou ao profeta, e Ele o faz mediante as Escrituras, a qual é mais atual que o jornal de amanhã.

Embora as profecias sejam, inicialmente, aplicáveis especificamente ao Israel antigo, o Novo Testamento permite olhar à igreja Cristã pelos olhos de Amós. Assim, a mensagem ao Israel espiritual (igreja) é atual:

1. Vs. 1-6 – Deus julgará tudo e todos, ninguém escapará; nem mesmo àqueles que estão nas profundezas dos oceanos ou mesmo no espaço sideral morando nas estrelas (ou seja, se for possível esconder-se na lua ou morar em Marte, o Juiz do Universo os alcançará).

2. Vs. 7-10 – O Juiz visa julgar para purificar. Haverá um peneiramento, em que o povo que professam o nome e a fé em Deus será sacudido, a fim de que a palha, o crente superficial, o falso cristão, seja removido – lançado fora. Ficará apenas o remanescente.

3. Vs. 11-15 – Deus prometeu restaurar tudo para o bem deste remanescente. As bênçãos prometidas têm foco no Messias, Aquele que fará do velho mundo corroído pelo pecado em Novos Céus e Nova Terra, onde habitará a justiça (2 Pedro 3:9-14).

Nem tudo está perdido neste mundo corrompido. Nas palavras de William MacDonald, observe que, “de fato, Deus puniria os pecadores, porém salvaria um remanescente como quem sacode o trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão. Embora a maioria fosse destruída, uma pequena parcela, considerada digna pelo Senhor, seria salva”.

Hernandes Dias Lopes destaca alguns pontos importantes:
1. Deus tem um remanescente da graça que será poupado;
2. Deus usará a peneira para separar o trigo da palha;
3. Deus não poupará os que deliberadamente desejam viver no pecado.

A fim de que haja sinceridade nos que professam o cristianismo, a fim de que aqueles que vivem a falsidade sejam retirados, Deus propõe uma sacudidura. A palha sairá, o trigo ficará. O joio é jogado fora; o trigo, embora sacudido, ficará dentro da peneira de Deus: Uma advertência àqueles que saem da igreja de Deus para criar outros ministérios.

Ao sermos sacudidos por Deus, que sejamos reavivados e reformados, a fim de um dia viver no Éden restaurado –
Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Amós 9 Comentários de Deepati Vara Prasad


Amós 9
 Deepati Vara Prasad

Este capítulo, a última das visões que Amós registrou, tem claramente duas seções: primeiro a destruição de Israel (vv.1-10) e, segundo, a restauração de Israel (vv.11-15).

Amós vê o Supremo Regente do Céu pronto a punir o seu povo rebelde. De pé, junto ao altar, o Senhor ordenou ao anjo destruidor que ferisse as ombreiras das portas e quebrasse os pilares. A intenção da ordem é que toda a estrutura seja destruída, o que implica a morte de todos – ninguém escapará (v.1).  Será inútil tentar fugir porque o Senhor encontrará os impenitentes no alto de Monte Carmelo, o mais alto lugar, ou no fundo do mar ou seja, o lugar mais baixo da Terra (vv.2-3). Os ímpios israelitas não estarão a salvo da espada, nem mesmo na terra do cativeiro (v.4).

Israel seria a nação escolhida somente se obedecesse à Palavra de Deus e proclamasse o Seu nome a todas as nações. Neste sentido, Israel e a Etiópia são igualmente importantes para Ele. Ele é Aquele que tirou Israel do Egito e colocou na terra de Canaã, onde Ele havia permitido que os filisteus de Caftor e os sírios de Quir vivessem. As decisões do Senhor são definitivas, de modo que o cativeiro de Israel é inevitável.

No entanto, Deus graciosamente promete salvar um remanescente (vv-7-8). Israel será lançado, por assim dizer, na “peneira” da aflição para distinguir os verdadeiros seguidores de Deus daqueles que se apegam ao pecado. Todos os ímpios existentes entre o povo de Deus, que se rebelaram contra os Seus caminhos, serão destruídos.

Amós agora se volta do castigo do povo de Deus para a brilhante e gloriosa promessa de restauração futura. Quando Judá e Israel não conseguiram viver à altura do que Deus havia prometido fazer em benefício deles, aquilo que Deus tinha planejado somente poderia ser cumprido em parte quando os fiéis retornassem do exílio babilônico.

A história mostra que as brechas espirituais nas paredes foram apenas parcialmente reparadas e as ruínas espirituais só foram restauradas até certo ponto. Quando o povo judeu rejeitou seu Salvador, as bênçãos e promessas a Israel foram repassadas à semente espiritual de Abraão, os seguidores de Jesus Cristo.

Os versículos 13-15 descrevem em linguagem impressionante a profusão de bênçãos que poderiam ter sido derramadas sobre o Israel literal, mas agora serão concedidas ao verdadeiro Israel de Deus. A promessa feita a Abraão de que sua descendência herdaria a terra de Canaã foi apenas parcialmente cumprida quando Josué conduziu os filhos de Israel para a Terra Prometida. O cumprimento final desta maravilhosa promessa acontecerá quando a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, repleta com os salvos de todas as épocas, descer do céu e se estabelecer permanentemente na terra, em Canaã. Esse dia não está longe!

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia


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terça-feira, 8 de julho de 2014

Um remanescente sempre existiu- Ezequiel 11

 
Um remanescente sempre existiu.
Pr. Eric Bates

Existe uma tendência humana para nos compararmos – e as circunstâncias que nos cercam – com os outros. E quando fazemos isto, temos a tendência de nos vermos como melhores do que os outros. Somos tentados a pensar em termos de “nós” em oposição a “eles”. E tendemos a nos colocar no topo, especialmente quando achamos que somos abençoados e outros não.

Os vinte e cinco líderes de Judá que Ezequiel viu avaliaram a sua situação em Jerusalém como muito melhor que a de seus compatriotas que estavam no exílio. Afinal, eles estavam na Cidade Santa, a cidade de Davi , e os exilados estavam longe, vivendo em cativeiro. Parecia, pelas aparências, que aqueles que tinham a liberdade de andar pelas ruas de Jerusalém tinham o favor de Deus (“nós somos a carne”, a parte boa do sacrifício, v. 3)  e os que estavam na Babilônia, não. Foram julgados por Deus e receberão a Sua ira.

Quando você está convencido de que está certo e Deus clareia o seu entendimento, mostrando que você está errado, isto pode ser um grande choque. Esta inversão da maneira de pensar aparentemente foi um choque para Ezequiel. Ele pede enfaticamente: “Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?” (v. 13). Em outras palavras: “Se essas pessoas que estão em Jerusalém estão enfrentando julgamento, que se dirá de nós? Teremos alguma chance?”

A mensagem de Deus através de Ezequiel é preocupante. Aqueles que estavam em rebelião contra Ele ou que cultivavam uma religião apenas passiva receberiam o julgamento de Deus. A glória de Deus havia abandonado aqueles que professavam ser algo que não eram e sua situação parecia muito sombria.

Mas – e isso é muito importante – a glória de Deus não os havia deixado completamente. A sentença contra essas pessoas não significava o fim do povo de Deus. Um remanescente sempre existiu. Havia um remanescente dos fiéis de Deus (alguns em Babilônia e outros em Judá) e, em pouco tempo, eles iriam experimentar a restauração.

Note que quando a Shekinah, a glória da presença de Deus, fez o Seu caminho para fora do Templo e de Jerusalém, fez uma última parada (v. 22, 23) acima da montanha que fica a leste da cidade. Essa elevação, mais tarde conhecido como o Monte das Oliveiras, não é apenas o lugar onde Jesus se reuniria com seus discípulos para orar, mas é o lugar onde Jesus subiria ao Céu, depois de Sua ressurreição. É o lugar onde, quando Ele voltar com o seu povo depois do milênio, Seus pés irão tocar novamente a terra e o monte se dividirá em dois, abrindo um lugar para a Nova Jerusalém descer (Zc 14:4 e O Desejado de Todas as Nações, p. 829).

Assim como no tempo de Ezequiel, hoje também existem aqueles que presumem ter a salvação por uma religião formal ou professam uma coisa enquanto vivem outra. Mas existe ainda um remanescente. Para estes, a salvação só é recebida por ter a glória de Deus, a Sua presença, no templo de seu coração.

Jesus está ansioso para residir em seu coração e libertar você do pecado. Você vai convidá-lo a entrar? Se você o fez, isto é uma ótima notícia! Louvado seja o Senhor!

Pr. Eric Bates
EUA

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