quarta-feira, 6 de setembro de 2023

O MELHOR ADORNO

 Meditação Diária


6 de setembro

O  MELHOR ADORNO

Que a beleza de vocês não seja exterior, como tranças nos cabelos, joias de ouro e vestidos finos, mas que ela esteja no ser interior, uma beleza permanente de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus. 1 Pedro 3:3, 4

Em sua primeira carta, o apóstolo Pedro dedicou um parágrafo a uma instrução especialmente endereçada às mulheres (1Pe 3:1-6). Porém, os princípios contidos nessa orientação servem para todos. Ele fala sobre a beleza, e a palavra-chave utilizada é “adorno” (kosmos – de que deriva a palavra “cosmético”). Já naqueles dias, havia uma tendência à supervalorização da aparência e do vestuário, uma preocupação exagerada com a beleza exterior – o que exigia muito trabalho, tempo e dinheiro.

A questão parece ser: Qual é o melhor adorno? Em sua resposta, ele contrasta os diferentes adornos externos com o adorno interno. Inspirado por Deus, Pedro nos diz que o melhor adorno não está relacionado ao cabelo e aos penteados, por mais vistosos e apreciados que possam parecer. O melhor adorno não são os brilhantes e chamativos adereços pendurados no corpo. O melhor adorno não é o vestuário que cobre nosso corpo, por mais belo, elegante ou luxuoso que seja.

Na realidade, o melhor adorno, a verdadeira beleza, está no interior da pessoa: seu caráter, aquilo que ela realmente é. Isso é o que o apóstolo chama de “beleza permanente”, porque todas as coisas anteriormente mencionadas em pouco tempo vão desaparecer (cf. 1Pe 1:24; Pv 31:30). Essa beleza que permanece consiste em “um espírito manso e tranquilo”. Na avaliação de Deus, esse é o melhor adorno, essa é a beleza que possui grande valor e não se extingue. Isso não significa que vamos viver de modo desleixado, sem asseio ou sem qualquer preocupação com a aparência e o vestuário. O condenável é o orgulho, a vaidade, a extravagância, ou seja, a inversão de prioridades.
Portanto, nossa prioridade deve ser a formação de um bom caráter, que é de grande valor diante de Deus. Vamos buscá-la com empenho, enquanto olhamos constantemente para Seu Filho, o Modelo que devemos imitar (Mt 11:29). 

https://youtu.be/ha5RF-MxerU

Salmos 123 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 123
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 123 – Só quem reconhece suas fragilidades trilha pelo caminho trilhado pelo salmista diante das dificuldades.  Aqui o salmista busca refúgio e esperança no Senhor, reconhecendo a própria fraqueza e a tremenda necessidade da infinita graça divina.

Este aparentemente simples Salmo contém temas teológicos importantes, como a dependência do humano em relação ao divino, a humildade que se deve ter diante de Deus e a confiança plena na misericórdia do Senhor. São apenas 4 versos, mas eles têm um precioso valor.

“Com os olhos voltados para o Céu, esforçando-se para vislumbrar a misericórdia divina, os cativos suplicam ao Senhor para dar fim à longa e escura noite de perseguição [...]. A misericórdia específica em mente é o fim imediato do exílio e o regresso à terra pela qual o coração dos cativos ansiava [...]. Há tempo, suportam os comentários maliciosos daqueles que estão à sua vontade (Zc 1:15). Já sofreram demais sob a arrogância de seus captores babilônios soberbos (Jr 50:31-32). Não aguentam mais. Estão no limite! Acreditam que é hora de o Senhor realizar uma reviravolta” explica William MacDonald.

Agora, reflita:

• Considerando atentamente, com oração e aguçada percepção espiritual cristã, o Salmo 123 pode muito bem ser aplicado escatologicamente como um lembrete de que, assim como os cativos esperavam a restauração de sua nação e o fim do exílio, os cristãos também esperam a redenção final e restauração completa de todas as coisas no fim dos tempos (Romanos 8:22-23). Assim como os cativos olhavam para o Céu em busca de misericórdia, os fieis do Novo Testamento olham para o Céu aguardando a vinda de Cristo e o cumprimento da promessa de Deus (Lucas 21:28; Apocalipse 10:6-7).

• A ênfase na humildade e na dependência de Deus no Salmo 123 pode ser aplicada escatologicamente ao lembrar os crentes de sua necessidade contínua da graça divina (Tito 2:11-14). Mesmo quando aguardam o fim dos tempos, os fieis são chamados a permanecer humildes e dependentes de Deus, reconhecendo que sua esperança está firmemente ancorada em Deus, igualmente como os cativos israelitas reconheceram (Tiago 5:7-8; Apocalipse 14:12).

As aplicações escatológicas do Salmo 123 nos convidam a esperar pacientemente a redenção final, dependendo de Deus e confiando em Sua misericórdia. Avivemos nossa fé e despertemos de nossa letargia espiritual! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 5 de setembro de 2023

O LIVRO DE PROVÉRBIOS

 Meditação Diária

5 de setembro

O LIVRO DE PROVÉRBIOS

Deus deu a Salomão sabedoria, entendimento fora do comum e uma inteligência tão vasta como a areia que está na praia do mar. [...] Era mais sábio do que todos os homens [...]. Compôs três mil provérbios. 1 Reis 4:29, 31, 32

Provérbio é uma sentença moral breve, conhecida popularmente como ditado. Costuma ser uma declaração resumida de sabedoria prática. Alguns provérbios provocam risos. Todos os povos possuem seus provérbios ou ditados populares. Em nossa cultura, temos alguns muito conhecidos: “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.” “Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.” “Mente desocupada é oficina de Satanás.” “A boca fala do que o coração está cheio.” “Em casa que mulher manda até o galo canta fino.” “Mais vale um vizinho à mão do que longe nosso irmão.” “Mais vale um passarinho na mão do que dois voando.” “Um dia é da caça; o outro, do caçador.” “Dize-me com quem andas, e te direi quem és.”

O livro de Provérbios teve Salomão como autor principal. Ele compôs 3 mil provérbios (1Rs 4:32), mas o livro reúne cerca de 800. Isso significa que grande parte dos provérbios de Salomão não foi preservada. Também é verdade que alguns deles foram acrescidos ao livro quase 300 anos depois, nos dias do rei Ezequias (Pv 25:1). Outros autores mencionados são: Agur, Lemuel (Pv 30; 31) e “os sábios” (Pv 24:23; 1Rs 4:31).

O livro de Provérbios trata da importância de receber a sabedoria de Deus para dirigir todos os aspectos de nossa vida. Ele apresenta os dois lados da verdade de modo bem claro, a fim de que ninguém que seja sincero vacile em sua decisão ou faça compromisso com o mal. Desse modo, o livro contrasta o sábio com o tolo, o bem com o mal, o real com o falso, a obediência com a rebelião, o trabalho com a preguiça, e a prudência com a presunção.

A obra apresenta vários padrões de comportamento, tanto de gente sábia como de gente tola, e demonstra que a bondade e a sabedoria andam juntas (Pv 11:17, 24, 25). Exalta a fé acima da esperteza (Pv 3:5-7) e, embora recomende a prudência (Pv 8:12), mostra que a última palavra pertence a Deus (Pv 19:21). Por isso, hoje, leia Provérbios e viva seu dia confiando Nele, e não em si mesmo (Pv 22:19), porque “o que confia no Senhor, esse é feliz” (Pv 16:20).
https://youtu.be/-RIFj5xLJHE

Salmos 122 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 122
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 122 – Há várias lições valiosas neste Salmo para os dias atuais, as quais nos inspiram a cultivar uma relação espiritual mais profunda e a buscar paz e bênçãos em nossa jornada.

• No Salmo 122:1-2, revela-nos a importância da peregrinação espiritual. Da mesma forma que os antigos peregrinos se dirigiam ao templo para encontrar-se com Deus, nós também somos chamados a empreender uma jornada em busca de uma conexão mais profunda com Deus. Neste mundo agitado, com agendas lotadas como vivemos hoje, é crucial encontrar momentos para reflexão e oração, nos quais possamos renovar nosso compromisso espiritual e buscar a presença de Deus em nossa vida diária.

• No Salmo 122:3-5, descreve-se a celebração de Jerusalém como a cidade escolhida de Deus; a qual, pode ser plausivelmente interpretada como um espaço de comunidade e união. Assim como os adoradores de então exultavam ao aproximarem-se das muralhas de Jerusalém, também somos chamados a valorizar e fortalecer nossos relacionamentos interpessoais e comunidades. No século 21, quando a tecnologia tende a distanciar-nos uns dos outros, devemos lembrar a importância de nos reunirmos, apoiarmos uns aos outros e promovermos a solidariedade e a harmonia.

• Finalmente, no Salmo 122:6-9 há uma oração e bênção em prol de Jerusalém. Esta última parte nos inspira a interceder pela paz e prosperidade de nossas cidades, estados e nações. Deste modo, é fundamental colaborarmos com nossas orações e ações pela justiça social, pela erradicação da corrupção e pela busca que uma sociedade mais pautada nos princípios divinos.

As palavras deste Salmo nos chama à responsabilidade para sermos agentes ativos de transformação, usando nossas habilidades e influências para agir com o propósito de melhorar as condições ao nosso redor.

A peregrinação não era apenas uma jornada individual. A celebração da Cidade de Jerusalém lembra-nos da importância de reunirmo-nos como comunidade/igreja.

O Salmo 122 incentiva-nos a pensar nos outros; a desejar a paz, a harmonia e a prosperidade do próximo. E, para isso, não devemos ser expectadores passivos: Precisamos unir-nos como povo de Deus em esforços coletivos para buscar o bem da comunidade religiosa e da cidade em que residimos (Salmo 122:7-9).

• Seja pacificador.
• Promova a unidade.
• Pratique a solidariedade.
• Una-se à igreja.
• Seja agente de transformação.
• Ore e parta para a ação!

Noutras palavras, reaviva-te! – Heber Toth Armí.


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segunda-feira, 4 de setembro de 2023

O JUSTO JUÍZO DE DEUS

 Meditação Diária

4 de setembro

O JUSTO JUÍZO DE DEUS

Você [...] pensa que conseguirá se livrar do juízo de Deus? [...] Por ser teimoso e ter um coração impenitente, você acumula contra si mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus. Romanos 2:3, 5

evangelho consiste em uma mensagem positiva sobre o inigualável amor de Deus em Cristo e o que Ele tem feito para nos salvar. Também contém a repetida advertência do que ocorrerá àqueles que recusarem esse amor e de como enfrentarão o juízo de Deus (Jo 3:36). Uma passagem bíblica esclarecedora sobre o juízo é Romanos 2:1 a 11. Ela revela que, diante do tribunal de Deus, cada ser humano confrontará cinco perigos.

O perigo de conhecer (v. 1). Quem é capaz de discernir a verdade ou a falsidade em outra pessoa demonstra ser responsável por sua própria conduta naquele ponto. Se ele souber mais do que o outro, será ainda mais responsável.
O perigo de pecar (v. 2). A base do julgamento é a verdade, não nossa racionalização. A condenação está sobre aqueles que pecam, não apenas sobre aqueles que admitem que pecam. Não há segurança no pecado.

O perigo de julgar (v. 3). É bastante comum a tendência humana de condenar alguém por um pecado mas fazer uma exceção para si mesmo quando o pratica. Porém, a Escritura adverte, indagando: “Você […] pensa que conseguirá se livrar do juízo de Deus?” Assim, enquanto parece que o indivíduo apenas julga o outro, em realidade está condenando a si mesmo.

O perigo de desprezar o tribunal divino e o modo como ele opera (v. 4). A misericórdia de Deus é frequentemente confundida com indulgência. As riquezas de Sua bondade, tolerância e longanimidade – manifestadas com a intenção de conduzir o transgressor ao arrependimento – são vistas com desdém, como fraqueza ou frouxidão. A demora em punir é tomada como desistência da punição. Que grande engano!

O perigo de endurecer o coração (v. 5). Quem rejeita as ternas misericórdias de Deus se torna, progressivamente, insensível à voz divina, de modo que suas ofensas e sua respectiva punição vão se acumulando, aguardando o tempo do acerto de contas, no juízo.

Escolhamos, hoje, “a riqueza da bondade da tolerância e da paciência de Deus” (v. 4), com a confiança de que, ao final, receberemos a vida eterna (v. 6, 7). 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-justo-juizo-de-deus/

https://youtu.be/zwsT7118-TQ

Salmos 121 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 121
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 121 – Esse tão conhecido Salmo precisa ser mais explorado. Sua mensagem não é superficial, é profunda e deve tocar o íntimo da alma de cada um de nós.

“Esse Salmo transmite uma forte mensagem de segurança em quatro estágios de que Deus é socorro e proteção para guardar do mal a nação de Israel e todo aquele que nEle crê”

1. Deus como ajudador (121:1-2).
2. Deus como guardador (121:3-4).
3. Deus como protetor (121:5-6).
4. Deus como preservador (121:7-8).

“O salmista não busca por socorro na criação, mas no Criador... O Deus vivo é totalmente diferente dos deuses/ídolos mortos” (John MacArthur).

Nas entrelinhas dos versículos do Salmo 121, nos deparamos com uma mensagem profunda e esclarecedora: Somos frágeis e temos a necessidade intrínseca de um poder sobrenatural.

Precisamos de um poder superior ao poder da natureza, de uma segurança maior que a oferecida pelas imponentes montanhas. Podemos olhar para os montes, para os recursos deste mundo, buscando ajuda e segurança, pois realmente precisamos; porém, apesar de toda a grandiosidade da criação e de tantos recursos naturais, nossa verdadeira fonte de socorro está no Criador da natureza. Em algum momento da vida, fica evidente que nenhum recurso humano, nenhum poder mundano/terreno, pode fornecer-nos a paz duradoura que tanto anelamos em nosso íntimo.

Inseridos numa complexa sociedade repleta de incertezas e inúmeras adversidades, nossa própria força é insignificante e insuficiente para mantermo-nos firmes. Nem mesmo policiais e guardas bem treinados resolvem absolutamente nossas inquietações. Por isso, o salmista lembra-nos de que nosso guardião celestial é inabalável, vigilante e constante. Ele é nosso refúgio seguro diante da alta periculosidade em que nos encontramos. O Salmo 127:1 sustenta esta ideia:

“Se o Senhor não protege a cidade, de nada adianta guardá-la com sentinelas”.

O Salmo 121:5 afirma: “O Senhor é seu protetor! O Senhor está ao Seu lado, como sombra que o abriga”. Nesta linha, o Salmo 91 inicia dizendo: “Aquele que habita no abrigo do Altíssimo encontrará descanso à sombra do Todo-poderoso. Isto eu declaro a respeito do Senhor: Ele é meu refúgio, meu lugar seguro, Ele é meu Deus e nEle confio”.

Deus não dorme, nem cochila; Ele Se importa conosco. Ele nos guarda em tudo o que fazemos, agora e para sempre! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 3 de setembro de 2023

O JULGAMENTO

 Meditação Diária

3 de setembro

O JULGAMENTO

Todos temos de comparecer diante do tribunal de Deus. Romanos 14:10


Em Sua Palavra, Deus repetidamente nos fala sobre o julgamento. Examinando todas as informações apresentadas pelos profetas, apóstolos e pelo próprio Cristo, sabemos que o julgamento tem quatro fases. Duas são investigativas, e duas executivas. Duas dizem respeito aos justos, e duas se referem aos ímpios.

A primeira fase é o juízo investigativo do povo de Deus. Nessa etapa, são investigados apenas aqueles que têm o nome escrito no livro da vida, aqueles que aceitaram a salvação oferecida por Deus. Pedro escreveu: “Chegou o tempo de começar o juízo pela casa de Deus” (1Pe 4:17). Essa fase ocorre antes do retorno de Cristo, enquanto o evangelho continua a ser pregado. Quando for julgado o último nome, todos terão sido evangelizados. Será fechada a porta da graça, e Cristo virá a este mundo para realizar a próxima fase do julgamento, o juízo executivo dos salvos.

Todos aqueles que receberam a Cristo e permaneceram confiantes Nele foram inocentados. Então receberão tudo que Deus planejou para eles. Jesus lhes dirá: “Venham, benditos de Meu Pai! Venham herdar o Reino” (Mt 25:34). Discorrendo a esse respeito, o apóstolo Paulo nos lembra: “Se somos filhos, somos também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo” (Rm 8:17).

Na mesma ocasião, começará o milênio e também a terceira fase, o juízo investigativo dos ímpios. Os salvos, juntamente com Cristo, julgarão os ímpios (1Co 6:2, 3; Ap 20:4). Eles não decidirão quem será salvo e quem se perderá. Isso já foi decidido pelos próprios ímpios quando rejeitaram a graça de Deus. “O que não crê já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3:18). Os justos conhecerão as razões pelas quais determinadas pessoas com quem eles haviam convivido se perderam e testemunharão que a sentença divina foi plenamente justa.

Finalmente, a quarta fase, o juízo executivo dos ímpios, ocorrerá quando os mil anos terminarem. Satanás e todos que o serviram serão lançados no lago de fogo (Ap 20:10, 15). “Nós, porém, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita a justiça” (2Pe 3:13). 

https://youtube.com/watch?v=yRueEdBUEX8&si=RYaUWkh2RXeD2uzi

Deus Se agrada da retidão

  Devocional Diário: 1 de Agosto - Deus Se agrada da retidão Bem sei, meu Deus, que Tu provas os corações e que Te agradas da sinceridade. E...