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quarta-feira, 3 de maio de 2023

AQUELE QUE REVELA

 AQUELE QUE REVELA

Bendito seja o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque Dele é a sabedoria e o poder! [...] Ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes. Ele revela o profundo e o escondido. Daniel 2:20-22

Uma das doutrinas básicas do cristianismo é a da revelação. Revelar é tornar conhecido, desvendar, manifestar. Deus tem revelado muitas verdades, sobre Si mesmo, Seu caráter, Seu amor, Seu interesse em nossa salvação, Seus feitos, Seus planos para o futuro e tantas coisas mais. Em toda a Bíblia, Ele é apresentado como um Deus que fala. Assim, o cristianismo é uma religião revelada, e sua origem é o próprio Deus. A revelação que Deus concede possui algumas características:

É progressiva – Ao revelar suas verdades à humanidade em geral e aos indivíduos, sabendo que somos pecadores, fracos e imperfeitos, o Senhor o faz pouco a pouco, conforme nossa capacidade de compreensão e nossas necessidades. O próprio Jesus, quando viveu entre nós, não nos ensinou todas as coisas, mas declarou que no futuro receberíamos maior revelação (Jo 16:12, 13).

É limitada – O entendimento de um determinado assunto depende, em primeira instância, não de nossa inteligência ou esforço, mas de haver ele sido revelado ou não por Deus. Dizem as Escrituras: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e aos nossos filhos” (Dt 29:29). Desse modo, há coisas reveladas e coisas encobertas. Nosso interesse, tempo e esforço devem ser dedicados à compreensão daquilo que foi revelado. Aquilo que Deus não revelou não deve ser investigado, pois é impossível de ser compreendido.

É necessário também ter em mente que não é porque um assunto foi revelado que ele é de fácil compreensão. Há algumas verdades que, mesmo reveladas, exigem muita oração, estudo e dedicação para ser compreendidas.

É suficiente para nossa salvação – Deus não nos revelou tudo, nem sabemos de tudo que gostaríamos para satisfazer nossa curiosidade, mas temos o suficiente para crer em Cristo como Salvador e assim herdar a vida eterna (Jo 20:30, 31; 21:25), quando então continuaremos a aprender, sempre, sem nunca chegar a esgotar todo o conhecimento.

Sejamos, hoje, obedientes a toda revelação que temos recebido do Senhor.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

3 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/aquele-que-revela/
 
https://youtu.be/xRr1U4Sa1iw
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Jó 39 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 39
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 39 – Você já se decepcionou com Deus? Esperou uma coisa e recebeu outra dEle? Então, o livro de Jó é para você...

Quando Jó esperava um mar calmo de respostas de Deus, Deus surgiu na fúria de um redemoinho trazendo-lhe uma avalanche de questionamentos, que em vez de afagar seu ego, provocou sua destruição. Não gostamos de ter o ego ferido, mas enaltecido. Por isso, devido ao nosso orgulho nos decepcionamos com Deus. Contudo, com certeza Ele sabe o que é melhor para nós! Confiemos!

A sabedoria e o conhecimento divino excedem em muito em relação à capacidade e habilidade humana em compreender as coisas. Ao considerar Jó 39 devemos aprender a depender da sabedoria e providência de Deus em todas as coisas.

Se Jó não pode entender astronomia... Deus rebaixa o tema, ao nível da zoologia. Já o havia feito no final do capítulo 38, agora, salienta ainda mais. Refletindo atentamente, juntamente com Jó somos questionados sobre nossa capacidade de entender a natureza (Jó 39:1-4).

Diante do moribundo Jó, Deus descreve sobre a natureza animal; nesta descrição, considerou-se:

• A selvageria do jumento selvagem (Jó 39:5-8).
• A força e habilidade do boi selvagem para trabalhar arando a terra (Jó 39:9-12).
• A habilidade do avestruz de correr e sua irresponsabilidade em pôr ovos (Jó 39:13-18).
• A força, a beleza e a coragem do cavalo (Jó 39:19-25).
• A habilidade do falcão em construir seu ninho e caçar (Jó 39:26-30).

Em Jó 39 percebe-se o uso da ironia por parte de Deus, que interroga a Jó baseando-se nestes itens acima. A ironia consiste em expressar o oposto do que se quer dizer, de forma a criar um efeito de humor e sarcasmo (Jó 39:19-20, 26-27). Com tal recurso literário, Deus intentava mostrar a Jó ( e também a nós) a tamanha limitação e ignorância humana diante da grandiosidade da criação divina. Ou seja, corretamente utilizada, a ironia...

• Deve ter propósito teológico claro: Os seres humanos não conseguem compreender plenamente a natureza diante de seus olhos.
• Deve ter efeitos pedagógicos: Somente Deus tem visão completa das coisas; como seres limitados, devemos confiar em Sua sabedoria.

Através da ironia divina, devemos reconhecer a importância da humildade e da confiança em Deus diante das adversidades da existência! Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 2 de maio de 2023

O FOCO DA ADORAÇÃO

 O FOCO DA ADORAÇÃO

Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Isaías 6:5

Toda reunião de culto tem o ponto principal da adoração. Para alguns, o mais importante é agradar os crentes, os membros da igreja. Para outros, o mais importante é agradar os não convertidos que visitam a igreja. As estratégias de marketing dizem: “Agrade o cliente, faça tudo para que ele volte, fidelize.” Porém, de acordo com a Bíblia, o foco da adoração não é o ser humano com suas necessidades, seus desejos e anseios. A adoração está centralizada em Deus.

Em Isaías 6, lemos sobre um jovem profeta aflito. Deus o havia chamado para ser profeta, mas a situação de pecado e maldade do povo era tamanha, que ele estava pensando em desistir. Em sua angústia, foi ao templo para orar. Chegou o mais perto que podia do pórtico e, ao abrir o coração a Deus, foi tomado em visão. De repente, já não estava diante do templo de Salomão, mas dentro do templo celestial, onde está o trono de Deus. Ele teve o privilégio de presenciar a adoração do Céu. Ali estava o primeiro escalão do Universo, os anjos serafins, em adoração. O foco desse culto celestial estava em Deus. Isaías apenas observou. O que o profeta aprendeu sobre Deus o impactou profundamente. Ele se sentiu muito pequeno e pecador, e por isso disse: “Ai de mim! Estou perdido!” (v. 5). Após essa confissão, foi dito a ele: “A sua iniquidade foi tirada, e o seu pecado, perdoado” (v. 7).

Isaías fora ao templo com a intenção de falar a Deus que não queria mais ser profeta, mas ao escutar Deus perguntando: “A quem enviarei, e quem há de ir por Nós?”, ele se apressou em atender e clamou: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (v. 8). O que ocasionou essa mudança? Ele mesmo respondeu: “Os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” Agora, com uma nova visão sobre quem Deus é, o desânimo desapareceu. Ele fora transformado ao participar de um culto em que Deus era a única atração. Você já passou por uma experiência semelhante? Pode dizer como Isaías: “Os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos”?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

2 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-foco-da-adoracao/
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Jó 38 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 38
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 38 – Quando encerram as palavras humanas, quando chegamos aos nossos limites, quando não sabemos mais no que pensar..., Deus pode ir além ao Se manifestar. Ele é o Soberano Onisciente e Onipotente!

Após revelar-Se através da tempestade, Deus foca em Jó e faz Sua primeira pergunta: “Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem entendimento?” (Jó 38:1-2). Se na concepção de Deus, Jó deturpou a filosofia, quanto mais seus amigos que diferiam grandemente dele?

Após Eliú encerrar sua fala, com Elifaz, Bildade, Zofar e Jó em silêncio, Jó 38 mostra que era a vez de Deus entrar na conversa. Perceba que Deus fala com Jó – não com seus amigos. Deus mira em Jó, “o sábio”, e enche-lhe de perguntas retóricas (Jó 38:3); quando, na verdade, era Jó quem procurava por respostas (Jó 31:35).

Analise atentamente com oração o capítulo 38 de Jó. Coloque-se no lugar dele, e permita que Deus fale a você, que sofre neste mundo injusto, que sente que Deus deveria responder mais tuas inquietações, que acredita que Deus não Se importa com os sofredores que padecem neste mundo de dor:

• Deus questiona Jó sobre a criação do Planeta Terra (Jó 38:4-7).
• Deus interpela Jó sobre o controle das águas (Jó 38:8-11).
• Deus confronta Jó sobre a luz e as trevas (Jó 38:12-15).
• Deus interroga Jó sobre as fontes do abismo (Jó 38:16-18).
• Deus questiona Jó sobre o caminho da luz, e principalmente das trevas (Jó 38:19-21).
• Deus interpela Jó sobre a neve e a tempestade (Jó 38:22-30).
• Deus confronta Jó sobre as constelações e os astros siderais (Jó 38:31-33).
• Deus interroga Jó sobre suas habilidades humanas (Jó 38:34-35).
• Deus desafia Jó a responder suas perguntas (Jó 38:36-38).
• Deus continua questionando Jó substituindo a natureza inanimada pelo reino animal (Jó 38:39-41).

Nós não somos deuses... não somos donos da verdade; ao contrário, somos criaturas extremamente limitadas, carentes da sabedoria oriunda da soberania divina.

Portanto, quando estamos orgulhosamente nos achando donos da razão, Deus precisa colocar-nos em nosso verdadeiro lugar.

Considerando com sinceridade o interrogatório de Deus, Jó 38 nos ensina a:

• Reconhecer nossas limitações.
• Aprender a ouvir mais e falar menos.
• Praticar a humildade.
• Reconhecer a soberania de Deus.
• Buscar sabedoria primariamente em Deus.

Façamos isso, e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 1 de maio de 2023

DESAFIOS DA MISSÃO

DESAFIOS DA MISSÃO

Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a insensatos. Por isso, quanto a mim, estou pronto a anunciar o evangelho. Romanos 1:14, 15

Pela graça de Deus, o evangelho nos alcançou e mudou completamente nossa vida. Somos novas criaturas e estamos sendo transformados à imagem de Cristo, dia a dia, pelo Espírito de Deus (2Co 3:18). Seu plano, porém, é maior. Inclui salvar outras pessoas por nosso intermédio. O que podemos fazer?

Primeiramente, temos que reconhecer nossa responsabilidade. Somos devedores. Recebemos o evangelho e precisamos repassá-lo, sabendo que tudo deve ser realizado pelo poder de Deus. Por isso é necessário orar. Precisamos orar em favor de todos que se empenham em evangelizar. A Igreja Adventista do Sétimo Dia com suas muitas instituições e as Sociedades Bíblicas espalhadas pelo mundo são bons exemplos. Também devemos orar em favor daqueles que estão sendo evangelizados, para que deixem o reino das trevas e ingressem no reino de Cristo.

Podemos espalhar a Palavra, ensinando tudo aquilo que Cristo ordenou (Mt 28:20), cuidando para não modificar nem descaracterizar a mensagem, que inclui Seu amor, mas também Sua ira contra o mal (Ef 2:1-5). Falar de Sua graça, mas também de Sua justiça (Rm 2:4-10). É imprescindível, ainda, descobrir e desenvolver nossos dons espirituais (1Co 12), com os quais realizaremos uma variedade de ministérios que abençoarão muitas pessoas com a salvação.

A igreja deve enviar missionários, como aconteceu com a igreja primitiva (At 11:22; 13:1-5), e fazer uso de estratégias missionárias. Paulo agia desse modo. Em qualquer lugar aonde o Espírito de Deus o guiasse, sua estratégia inicial era alcançar as sinagogas. Somente depois ele pregava aos gentios, ajudado pelos judeus conversos. É necessário, ainda, dar suporte aos missionários, a exemplo dos filipenses que contribuíram com suas finanças para que Paulo realizasse sua obra missionária (Fp 4:10-20).

Se agirmos desse modo, poderemos contar com as promessas de Deus. Teremos a constante presença de Cristo (Mt 28:20) e participaremos do término da pregação do evangelho (Mt 24:14). Veremos então uma multidão vinda do oriente e do ocidente (Lc 13:29), de toda nação, tribo, língua e povo, pessoas eternamente salvas no reino de Deus (Ap 7:9). 

● MEDITAÇÃO DIÁRIA
1 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/desafios-da-missao/

Jó 37 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 37
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 37 – Uma teologia desprovida de revelação é tão limitada quanto qualquer pensamento humano deturpado.

A filosofia da vida não pode ser corretamente compreendida independente da devida revelação divina. Nenhum dos cinco preletores de Jó 3-37 tinham ciência da revelação de Jó 1-2; por isso, estavam perdidos, tateando no escuro, procurando a compreensão do sofrimento humano.

Eliú encerrou seu último discurso em Jó 37. Baseando-se em sua compreensão limitada da natureza divina e da vida humana, sua teologia buscou explicar a filosofia do sofrimento de forma simplista e reducionista.

Desconsiderando a complexidade da existência, Eliú (como muitos de nós) procura justificar a justiça de Deus com explicações pautadas na lógica terrena, que é extremamente limitada. Assim, qualquer abordagem desconsiderando a dimensão espiritual e sobrenatural da vida (Jó 1 e 2) será limitada, falha e simplista.

O sofrimento não pode simplesmente ser explicado pela justiça divina ou pelas transgressões humanas; pois, a revelação demonstra envolver uma série de fatores que ultrapassam o horizonte de nosso limitado entendimento.

Além disso, Eliú se posiciona com autoridade acima do posicionamento de Jó; alega que suas palavras superam as dos outros amigos filósofos, inclusive considera suas colocações de maior valor que as expressões do próprio Jó. Tal postura é arrogante, petulante e presunçosa – assim as pessoas evidenciam falta de verdadeira compreensão da natureza divina e da existência humana neste mundo injusto de sofrimento, angústia e morte.

Embora Eliú avançasse filosoficamente em relação às expressões de Elifaz, Bildade e Zofar, porém, da mesma forma, está tateando no escuro na elaboração da teologia, falhando em entender correta e plenamente a natureza do caráter de Deus e da existência humana.

Consequentemente, Jó continuava sem respostas para suas perplexidades e inquietações.

Enfim, nunca poderemos sair de uma visão superficial da realidade sem considerar a revelação sobrenatural e espiritual provida por Deus. Somos limitados pela própria perspectiva. Só conseguimos enxergar o que é visível aos nossos olhos carnais – o que promove orgulho e superioridade, não bondade e compaixão, muito menos empatia com quem sofre terríveis aflições.

Jó 37 mostra que a natureza revela a existência e a grandeza do Criador, contudo, devido ao pecado que a deteriorou e corrompeu nossa capacidade interpretativa, precisamos da revelação escrita/direta para alcançar conclusões corretas. Portanto, reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 30 de abril de 2023

O RICO E LÁZARO

 O RICO E LÁZARO

Deus conhece o coração de vocês; [...] aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus. Lucas 16:15

Uma parábola não conta necessariamente uma história real. O que interessa é a lição espiritual que ela apresenta. Esse é o caso da parábola do rico e Lázaro, narrada em Lucas 16. Nela os mortos têm olhos, dedo e língua. Estão vendo, falando, ouvindo, pensando e sentindo. O Céu e o inferno estão separados, mas tão próximos que é possível aos habitantes de um desses lugares ver o que acontece no outro e se comunicar com os que estão lá. Tudo em evidente desacordo com o que a Bíblia fala sobre o estado dos mortos (Ec 9:5, 6, 10; 1Ts 4:16, 17). 

Histórias como essa eram comuns tanto no Egito quanto na Palestina. Jesus utilizou uma delas para ensinar algo importante. Nos primeiros versos desse capítulo, Jesus conta uma parábola ensinando que não podemos servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo. Os fariseus avarentos não concordaram e zombaram Dele. Para eles, a prosperidade era um sinal do favor de Deus. A adversidade e a pobreza eram indicativos de que a pessoa estava sob a condenação divina.

Foi esse o contexto da parábola. Nela há um claro contraste entre um homem abastado e um indigente. O rico se veste como um rei. Cada refeição é um banquete. Ele tem cinco irmãos e se preocupa com eles. Em suma: ele tem riquezas, muitas coisas e bons relacionamentos. Se os fariseus estiverem certos, depois de sua morte ele irá para o Céu. 

O outro, Lázaro, é miserável. Não tem moradia. Vive ao relento à porta da casa do rico. Seu corpo está coberto de feridas. Não tem família nem recursos para o mais básico: a alimentação. Vive de sobras, disputando migalhas com os vira-latas que lambem suas feridas. Se os fariseus estiverem certos, quando Lázaro morrer, irá para o inferno.

No fim da parábola, para surpresa de todos, acontece exatamente o oposto. O rico se perde, e o indigente herda o reino de Deus. Isso nos serve de alerta. Não ponhamos o coração no dinheiro e naquilo que ele pode comprar. Façamos o bem com o que Deus nos deu e confiemos unicamente em Sua graça para nossa salvação.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-rico-e-lazaro/
https://youtu.be/AcaQzVcgkx4
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Salmos 56 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 56 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 56 – Embora Davi fora um dos reis...