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quarta-feira, 10 de julho de 2024

Sofonias 3 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Sofonias 3
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SOFONIAS 3 – Apesar de pequeno, o livro de Sofonias contém uma grande mensagem, poderosa e relevante para os dias atuais.

Em Sofonias 3 somos confrontados tanto com a severidade do julgamento divino quanto com a esperança de restauração e redenção. Note estes dois aspectos:

• Um quadro sombrio do julgamento divino: Sofonias 3 começa com uma denúncia veemente contra Jerusalém, a “cidade rebelde, impura e opressora”. A corrupção e a injustiça permeavam todos os níveis da sociedade. Os líderes eram como “leões que rugem”, os juízes “lobos vespertinos” que nada deixavam para o amanhecer. Os profetas eram “irresponsáveis... homens traiçoeiros” e, os sacerdotes profanavam “o santuário” e faziam “violência à lei” (Sofonias 3:1-4).

Esta descrição de uma sociedade corrompida e injusta é tristemente familiar no contexto atual. Em muitos lugares do mundo, vemos líderes políticos que abusam do poder, sistemas judiciais que falham em garantir a justiça, e líderes religiosos que traem a confiança de seus seguidores. A mensagem de Sofonias é um lembrete severo de que tais comportamentos não passam despercebidos aos olhos de Deus.

O julgamento divino será inevitável àqueles que persistem na injustiça e na corrupção. Sofonias 3:7 destaca a paciência de Deus e Sua disposição de perdoar e restaurar, mas Sua justiça não pode ser eternamente adiada. Porquanto, Deus declara: “O mundo inteiro será consumido pelo fogo da minha zelosa ira” (Sofonias 3:8).

• Um quadro brilhante de esperança provida por Deus: Sofonias 3 não termina com a condenação. Deus promete restaurar os povos, purificar os lábios para que todos possam invocar o Seu nome e servi-Lo de comum acordo (Sofonias 3:9). Tais palavras de purificação e unidade são raios brilhantes em meio às trevas do julgamento.

A restauração vai além de Israel, envolve todas as nações. Os que se dispuserem a servir a Deus lhe “trarão ofertas”. Os “mansos e humildes”, refletindo a Cristo (Mateus 11:29), serão preservados, pois permitiram ser transformados de seu orgulho e altivez (Sofonias 3:10-12). Sofonias 3:13 refere-se ao remanescente fiel, fazendo eco aos 144.000 que não se achou engano em sua boca (Apocalipse 14:1-5).

Sofonias conclui com uma celebração da alegria e amor de Deus pelo Seu povo; com uma das mais belas imagens bíblicas de Deus como Salvador amoroso e jubiloso!

Alegremo-nos com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quinta-feira, 8 de abril de 2021

A santa ira de Deus - Sofonias 3

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Sofonias 3

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Se Deus fosse injusto, Seu caráter seria inconsistente. Como não é, Sua justiça exige providências contra o pecado que assola o mundo e tudo o que nele há. Logo, é necessário um julgamento rigoroso.

A santa ira de Deus move Suas ações, não sem antes revelar Sua infinita bondade e expressar Sua graça. Quanto mais entendimento se adquire sobre a santidade de Deus e Sua ira contra o pecado, mais valor se dará a Sua graciosa graça.

Talvez por isso Arthur W. Pink analisa: “Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade”. Entretanto, este destaque à justiça só dá maior valor ao Seu amor e graça. Pois, onde estaríamos agora se não fossem estes últimos atributos divinos?

O capítulo de nossa meditação pode ser assim esboçado:

1. Juízo sobre Jerusalém: a cidade da paz, não será poupada, nem as igrejas cristãs. Desobediência, resistência à correção, incredulidade e impiedade, ganância, leviandade, hipocrisia, tudo será castigado (vs. 1-7).

2. Um remanescente sobrará e será consolado, pois Deus vingará os perversos na segunda vinda de Cristo; e, os poucos fiéis serão ricamente abençoados: salvação plena (vs. 8-20).

Revelado por Deus, “…o plano da redenção tinha um propósito ainda mais vasto e profundo do que a salvação do homem. Não foi para isto apenas que Cristo veio à Terra; não foi simplesmente para que os habitantes deste pequeno mundo pudessem considerar a lei de Deus como devia ela ser considerada; mas foi para reivindicar o caráter de Deus perante o Universo” (Patriarcas e Profetas, cap. 4, p. 68/37).

Infelizmente, diante de tudo o que já foi revelado na Bíblia e no sacrifício de Cristo, apenas poucas pessoas se salvarão. Contudo, se não fosse a graça de Deus, nem mesmo estes se salvariam. “Portanto, cante, filha de Sião! Celebre, Israel! Filha de Jerusalém, alegre-se! Faça festa! […] Não há mais o que temer do mal, nunca mais” (vs. 14-15).

Para quem não se preparou, o dia do juízo será um terror; para os fiéis, será a maior demonstração de amor depois do Calvário! Os salvos estarão para sempre com a bênção da presença do Senhor: “As tristezas acumuladas… vão desvanecer…” (vs. 18-20). Louvado seja Deus!

Temos muitas razões para buscar reavivamento! Deus quer executar Seus maravilhosos planos em nossa vida! – Heber Toth Armí

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

SOFONIAS 3 Comentário Pr Heber Toth Armí

Sofonias 3
Comentário Pr Heber Toth Armí

 Sendo injusto Deus não teria caráter. Contudo, Sua justiça exige providências contra o pecado que assola o mundo e tudo o que nele há. Logo, é necessário um julgamento rigoroso.

A santa ira de Deus move Suas ações, não sem antes revelar Sua infinita bondade e expressar Sua graça. Quanto mais entendimento se adquire sobre a santidade de Deus e Sua ira contra o pecado, mais valor se dará a Sua graciosa graça.

Talvez por isso Arthur W. Pinnk analisa: “Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade”. Quem dá valor a isso dará maior valor ao Seu amor e graça. Pois, onde estraríamos agora se não fossem tais atributos divinos?

O capítulo de nossa meditação pode ser assim esboçado:

1. Juízo sobre Jerusalém, a cidade da paz, não será poupada, nem as igrejas cristãs: Desobediência, resistência à correção, incredulidade e impiedade, ganância, leviandade, hipocrisia, tudo será castigado (vs. 1-7).

2. Um remanescente sobrará e será consolado, pois Deus vingará os perversos na segunda vinda de Cristo; e, os poucos fieis serão ricamente abençoados: Salvação plena (vs. 8-20).

Revelado por Deus, “o plano da redenção, porém, tinha um propósito ainda mais amplo e profundo que a salvação do homem. Não foi apenas para isto que Jesus veio à Terra ... considerar a lei de Deus como devia ser considerada. Foi para reivindicar o caráter de Deus perante o Universo” (Patriarcas e Profetas, p. 68).

Infelizmente, diante de tudo o que já foi revelado na Bíblia e no sacrifício de Cristo, apenas poucas pessoas se salvarão. Contudo, se não fosse a graça de Deus, nem mesmo estes se salvariam. “Portanto, cante, filha de Sião! Celebre, Israel! Filha de Jerusalém, alegre-se! Faça festa! ... Não há mais o que temer do mal, nunca mais” (vs. 14-15).

Para quem não se preparou, o dia do juízo será um terror; para os fieis, será a maior demonstração de amor, depois do Calvário! Os salvos estarão para sempre com a bênção da presença do Senhor: “As tristezas acumuladas... vão desvanecer...” (vs. 18-20). Louvado seja Deus!

Temos muitas razões para buscar reavivamento! Deus quer executar Seus maravilhosos planos em nossa vida! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

domingo, 12 de outubro de 2014

Sofonias 3 Comentários


Sofonias 3
Pr. Heber Toth Armí

Sem justiça, Deus não teria caráter. Contudo, Sua justiça exige providências contra o pecado que assola o mundo e tudo o que nele há; consequentemente, é necessário um julgamento rigoroso.

A santa ira de Deus move Suas ações; não sem antes revelar Sua infinita bondade e expressar Sua graça. Quanto mais entendimento se adquire sobre a santidade de Deus e Sua ira contra o pecado, mais valor se dará a Sua graciosa graça.

Talvez por isso Arthur W. Pinnk analisa: “Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade”. Quem dá valor a isso dará maior valor ainda ao Seu amor e graça. Pois, onde estraríamos agora se não fossem tais atributos divinos?

O capítulo de nossa meditação pode ser assim esboçado:

1. Juízo sobre Jerusalém, a cidade da paz, não será poupada, nem as igrejas cristãs: Desobediência, resistência à correção, incredulidade e impiedade, ganância, leviandade, hipocrisia, tudo será castigado (vs. 1-7).

2. Um remanescente sobrará e será consolado, pois Deus vingará os perversos na segunda vinda de Cristo; e, os poucos fieis serão ricamente abençoados: Salvação total (vs. 8-20).

Deixe este pensamento expandir tua mente: “O plano da redenção, porém, tinha um propósito ainda mais amplo e profundo que a salvação do homem. Não foi apenas para isto que Jesus veio à Terra [...] considerar a lei de Deus como devia ser considerada. Foi para reivindicar o caráter de Deus perante o Universo” (Patriarcas e Profetas, p. 68).

Infelizmente, diante de tudo o que já foi revelado na Bíblia e no sacrifício de Cristo, apenas poucas pessoas se salvarão. Contudo, se não fosse a graça de Deus, nem mesmo estes se salvariam. “Portanto, cante, filha de Sião! Celebre, Israel! Filha de Jerusalém, alegre-se! Faça festa! [...] Não há mais o que temer do mal, nunca mais” (vs. 14-15).

Enquanto para quem não se preparou o dia do juízo será um terror, para os fieis, será a maior demonstração de amor, depois do Calvário! Os salvos estarão para sempre com a bênção da presença do Senhor: “As tristezas acumuladas [...] vão desvanecer...” (vs. 18-20). Louvado seja Deus!

O remanescente anda rumo à felicidade! Seja um remanescente! /Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Sofonias 3 Comentários Norbert Zens


Sofonias 3
Norbert Zens

No capítulo três, o profeta muda abruptamente de assunto da ira de Deus contra as nações vizinhas para a situação de Jerusalém. Deus vai direto ao ponto ao descrever o núcleo do problema do antigo Israel, assim como em nossas vidas: a falta de vontade de ouvir a Deus, de aceitar a correção, a nossa falta de vontade de colocar nossa confiança no Senhor, e de buscarmos a Deus como deveríamos. Todo o resto que dá errado são conseqüências, sintomas, da nossa falta de vontade de ter um relacionamento íntimo com Deus.

A nossa condição contrasta totalmente com a descrição de Deus no versículo cinco o qual manhã após manhã nos dispensa Seu amor e justiça.

Começando no versículo 6, Deus torna-se muito pessoal quando Ele fala na primeira pessoa. Deus está decepcionado porque, embora o povo de Judá tivesse visto o julgamento de Deus sobre as nações vizinhas, eles não estavam dispostos a honrar a Deus e aceitar a correção. E não é exatamente isso o que está acontecendo no mundo de hoje? O diabo é um perito em manter-nos tão ocupados com nossas preocupações do dia a dia que não vemos o quadro maior do imenso amor de Deus por nós.

O versículo 9 marca um ponto de virada surpreendente no capítulo: Deus vai purificar o Seu povo e reuni-los. Purificação não é um processo fácil, pode machucar, mas sem esse processo uma ferida aberta não vai curar. Mais uma vez percebemos que não somos nós que produzimos a mudança, mas é a intervenção de Deus: Ele purifica os nossos lábios, para que possamos verdadeiramente adorá-Lo e servi-Lo com integridade. A única coisa que temos a fazer é responder a sua intervenção a nosso favor, e Ele continuará a trabalhar em nós e através de nós. Assim, a promessa se ​​tornará realidade: O remanescente de Israel confiará no nome do Senhor.

Os versículos 14 a 20, representam uma joia na Bíblia: Deus nos convida a cantar, a nos alegrar-nos porque Ele está agindo a favor do seu povo, e porque o próprio Deus está se alegrando por nossa causa. Podemos imaginar o que significa para uma criança ver que o pai ou a mãe estão se regozijando por causa dele. De igual maneira, podemos também nos alegrar com o pensamento de que Deus está alegre por nós. É claro que isso não é motivo para nos vangloriarmos, mas para desfrutarmos do amor de Deus, nosso Criador. O versículo 17 diz: Ele terá grande prazer em você; em Seu amor Ele não vai mais lhe repreender, mas se deleitará em você com júbilo.

Que quadro! Deus alegrando-se em nós a ponto de cantar de alegria! A imagem que me vem à mente é a imagem de um noivo adornando a sua noiva com belas roupas e depois regozijando-se por vê-la tão bela. Deus está nos tratando de uma forma maravilhosa e surpreendente. Louvemos ao Senhor por aquilo que Ele é!/Norbert Zens



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