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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Lucas 16 Comentários de Douglas Jacobs

Lucas 16
 Douglas Jacobs

Quando a desonestidade de um gerente é descoberta, ele percebe que precisa fazer algo para sobreviver. A história de Jesus em Lucas 16:1-15 parece o enredo de um filme. Jesus não diz se o gerente estava embolsando mais do que a sua parte nos lucros ou se era apenas culpado de má gestão. Fica para nós o preencher os detalhes da história, o que a torna de aplicação universal.

O que está claro é que o dia de prestação de contas chegou e logo o gerente estará sem emprego. “Que é isso que estou ouvindo a seu respeito?”, diz o proprietário da empresa, “preste contas da sua administração, porque você não pode continuar sendo o administrador.” (v 2 NVI). As acusações contra este gerente ou administrador provavelmente deviam ser verdade, porque ele não pôde se defender pelo que fez. Em vez disso, ele se pergunta: “Que farei?” (v 3 NVI). O mordomo não tem como se manter, porque é muito velho ou fraco para fazer trabalho braçal e tem vergonha de mendigar (v 3).

Como ele já tinha atravessado o limiar moral da honestidade por desperdiçar o dinheiro do seu empregador, ele decide reduzir entre 20 a 50% as contas dos devedores do seu senhor, que tinham feito contratos consigo. As dívidas eram grandes, o equivalente a mais de 800 litros de azeite e uma dívida equivalente em trigo. Ele foi tão astuto em suas ações que mesmo seu mestre teve de admirar as suas habilidades de autopreservação: “O senhor elogiou o administrador desonesto, porque agiu astutamente” (v 8 NVI).

Jesus oferece para o caso uma perspectiva diferente. Depois de mostrar a astúcia duvidosa dos filhos deste mundo, Ele concede um princípio fundamental para o verdadeiro sucesso: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito.” (v 10). Os detalhes do quotidiano da vida são mais importantes no desenvolvimento de caráter do que as grandes decisões da vida. Na verdade, as pequenas escolhas que fazemos determinam nossas grandes escolhas. Os nossos hábitos de consumo, integridade pessoal e como usamos o tempo construirão padrões de hábitos que não se alterarão quando tivermos de escolher entre a fidelidade a Deus e benefício pessoal. No entanto, devemos escolher. Jesus conclui: “Nenhum servo pode servir a dois senhores;… Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”(v 13 NVI).

Os fariseus, que eram amantes do dinheiro, ouviram todas estas palavras e “zombavam de Jesus” (v 14 NVI), mas Jesus tinha a última palavra: “Vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece o coração de vocês. Aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus” (v 15 NVI). Ao ler Lucas 16 aceite o desafio de Jesus de ser fiel a Deus nos menores detalhes de sua vida. 

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University



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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Lucas 15 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições da Vida de Jesus
Leitura Bíblica-Lucas 15

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

É muito fácil perder-se. É muito fácil desviar-se do caminho da verdade para a mentira, deixar a atitude certa pela errada. É muito fácil abandonar Deus ou trocá-lO por qualquer coisa. É muito fácil pecar!

No final de ano tem gente que troca princípios cristãos por práticas pagãs (até realiza-se culto a Iemanjá). Ao invés de purificar-se (consagrar-se) para começar bem o novo ano com bênçãos de Deus, muitos começam de mãos dadas com o diabo preferindo prazeres do pecado aos prazeres do Céu. Muitos estão perdidos e nem sabem!

As três parábolas deste capítulo revelam os diversos tipos de pessoas perdidas. Analise-se:

1. Há aquelas que, como ovelhas, se perdem, e depois percebem que estão perdidas; entretanto, não podem nem sabem como encontrar o caminho de volta (vs. 1-7);

2. Há aquelas que, como moedas, estão perdidas sem consciência de sua real situação. Têm valor para Deus, mas não sabem quem são, nem qual seu real valor ou onde deveriam estar (vs. 8-10);

3. Há aqueles que, como o filho pródigo, estão insatisfeitos com a religião, com Deus e com tudo; por isso, consciente e decididamente viram as costas à igreja e afundam-se nas sugestões do pecado. Estes sabem o caminho de volta; quando caem em si, regressam (vs. 11-32);

4. Há também aqueles que, como o irmão do filho pródigo, não parecem perdidos nem sentem que o estão. Frequentam os cultos, praticam os requisitos da religião sistematicamente, contudo não possuem um relacionamento harmonioso com o Pai e Sua vontade. Estes, dificilmente caem em si; portanto, ficarão de fora da festa do Céu. Perdidos!

Caro leitor! Com que tipo de perdido você se parece? A boa notícia é que Jesus veio buscar o perdido. Por isso, cada vez que um perdido é encontrado e se arrepende de verdade, certamente o Céu entra em festa.

Há perdidos fora da igreja, mas também há os perdidos dentro da igreja. Jesus quer salvar a todos, porém, aqueles que não se sentem perdidos não deixarão ser salvos por Jesus.

É possível que o destaque maior nas parábolas dos achados e perdidos seja o pródigo amor do Pai, que ilustra o infinito amor de Deus pelos pecadores. Amor restaurador!

Reaja a esse amor com compromisso sério –
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

Lucas 15 Comentários de Douglas Jacobs

Lucas 15
Douglas Jacobs

Como deveriam os crentes se relacionar com os não convertidos? Talvez um colega de trabalho ou vizinho que não seja cristão convidou você para uma festa. Ou você foi convidado para assistir ao casamento de um parente muito materialista. Muitos de nós achamos desconfortável conviver com pessoas que não compartilham nossos valores. Nós nos preocupamos com o que comer ou beber e o que dizer.

Jesus passou tanto tempo com os pecadores que os fariseus e escribas reclamaram: “Este homem recebe pecadores e come com eles” (V 2 NVI). Jesus respondeu com três de suas maiores parábolas: a da ovelha perdida, a da moeda perdida e a do filho perdido. Cada uma delas busca responder à pergunta: “Como é que Deus se relaciona com os pecadores perdidos?” Nestas parábolas Jesus explica Sua missão e descreve o plano de salvação de Deus. Cada uma das três parábolas tem três partes: 1) a perda de algo valioso; 2) a busca por aquilo que foi perdido; e 3) a celebração, quando aquilo que foi perdido foi encontrado.

Jesus inclui a todos, homens e mulheres, nessas parábolas: “Qual de vocês… “(V 4 NVI); “qual é a mulher… ” (V 8 NVI). Ao ler Lucas 15, imagine-se como o pastor a procurar por uma ovelha perdida ou imagine-se como a ovelha perdida nos lugares desertos. Sinta a ansiedade da mulher enquanto ela procura sua moeda perdida e o seu alívio quando ela a encontra. Ao imaginar o Pai correndo ao encontro de seu filho pródigo, lembre-se de que a resposta de Deus aos perdidos é compaixão, aceitação e alegria.

No que você se alegra? Esta é uma questão importante para os cristãos considerarem, porque a nossa resposta indica nossas prioridades. Em vez de nos alegrarmos quando um pecador perdido é encontrado e salvo, nós, assim como o irmão mais velho do filho pródigo, ficamos chateados quando um pecador recebe compaixão e perdão, mas não justiça pelo que ele fez. Pode ser que até nos identifiquemos com o irmão mais velho quando seu pai pede para ele participar da comemoração do retorno de seu irmão e ele responde: “nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. Mas quando volta para casa esse teu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, matas o novilho gordo para ele!”(V 29, 30 NVI).

Se você vê a sua própria atitude para com os pecadores na resposta do irmão mais velho, ouça o compassivo apelo do Pai para ele: “Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu. Mas nós tínhamos que celebrar a volta deste seu irmão e alegrar-nos, porque ele estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado” (v 31, 32 NVI).

Como é que Deus se relaciona com os pecadores? Ele procura por eles até que os encontra, comemora o seu retorno e os aceita como Seus filhos. Ele fez isso por nós; podemos fazer menos que isso para os outros?

Douglas Jacobs, D.Min.


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domingo, 28 de dezembro de 2014

Lucas 13 Comentários de Douglas Jacobs


Lucas 13
Douglas Jacobs

Os ouvintes de Jesus muitas vezes levavam perguntas ou comentários para Ele. Logo após censurar os especialistas da lei por sua hipocrisia, por não saberem interpretar corretamente os sinais espirituais daquele tempo tão especial (12:54-59), chegou a notícia de que Pilatos havia matado galileus no templo de Jerusalém enquanto estes ofereciam sacrifícios (Lucas 13:1). A multidão pensava que os galileus deviam ter sido grandes pecadores, porém “Jesus respondeu: Vocês pensam que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros, por terem sofrido dessa maneira? Eu lhes digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão” (vv 2, 3 NVI).

Então Jesus comentou outra notícia em evidência, a respeito de dezoito pessoas que morreram quando uma torre em Siloé caiu sobre eles (v 4). Jesus deixou claro que aqueles que sofrem mortes acidentais ou violentas não são maiores pecadores do que os demais, porque todos nós somos culpados e estamos sob a pena de morte. Jesus rejeita a ideia de que quando sofremos estamos colhendo os resultados de nossos pecados.

 Então Jesus conta uma parábola sobre a graça de Deus para os pecadores: “Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Foi procurar fruto nela, e não achou nenhum” (v 6 NVI). O proprietário da vinha queria cortar a árvore, mas seu viticultor pediu mais um ano. A parábola de Jesus mostra tanto a graça de Deus quanto os limites da Sua graça. Se a árvore ainda continuasse infrutífera no próximo ano, o viticultor iria cortá-la (v 9).

A árvore da sua vida apresenta o fruto de arrependimento? Jesus nos pede para nos arrependermos e pedir-Lhe perdão e cura pelos nossos pecados.

Após a parábola da vinha, Lucas registra um dos milagres mais dramáticos de Jesus. Num Sábado, enquanto ensinava na sinagoga, Jesus notou uma mulher que por 18 anos tinha estado tão curvada que não podia erguer o seu corpo (v 11). Depois de dizer: “Mulher, você está livre da sua doença” (v. 12 NVI), Ele pôs as mãos sobre ela e “imediatamente ela se endireitou, e passou a louvar a Deus” (v 13 NVI).

O chefe da sinagoga ficou indignado porque Jesus tinha “trabalhado” no Sábado. Como pôde ele ignorar a milagrosa cura da mulher e acusar Jesus de quebrar o Sábado? Ele e outros líderes judeus não perceberam que Deus proibiu o trabalho normal no Sábado, como um símbolo de paz e libertação do pecado e como uma experiência mais profunda do amor de Deus. Ao curar a mulher de sua enfermidade, Jesus também mostrou que o Sábado é um símbolo da libertação da dominação de Satanás.

Os líderes judeus eram, na verdade, aqueles que quebravam o Sábado porque o seu “descanso” era algo que eles estavam fazendo a fim de ganhar a salvação. O real descanso do Sábado vem quando descansamos no Sábado e reconhecemos o dom gratuito da salvação de Deus para nós. 

Douglas Jacobs,



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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Lucas 8 Comentários de Douglas Jacobs

Reavivados por Sua Palavra
 Leitura Bíblica  - Lucas 8

Comentários  de  Douglas Jacobs

Lucas 8 inicia falando das mulheres que acompanharam Jesus e seus doze discípulos em Sua turnê evangelística pela Galileia. Em gratidão por terem sido curadas “de espíritos malignos e doenças” (Lucas 8:2, NVI), elas passaram a cuidar das necessidades de seu Senhor e Mestre. O ministério de Jesus tinha atraído pessoas de todos os níveis da sociedade, incluindo Joana, mulher de Cuza, o administrador da casa de Herodes,  governador da Galileia. O trabalho dessas mulheres cuidando das necessidades físicas e financeiras de Jesus foi tão essencial como o trabalho dos doze discípulos. Que cura espiritual, mental, social ou física Jesus concedeu a você? Como você pode usar o seu tempo e bens para agradecê-Lo?

 Lucas também compartilha conosco a Parábola do Semeador. Como toda parábola, esta também tinha uma verdade central, a de que os corações reagem de forma diferente à pregação do evangelho. Jesus queria enviar os seus discípulos “a pregar o Reino de Deus e a curar os enfermos.” (Lucas 9:2). Antes porém, Jesus queria que eles entendessem que as pessoas responderiam de maneira diferente a pregação deles.

 Ao ler a parábola do Semeador, peça a Deus que prepare o solo de sua mente e coração de forma que você possa ouvir e dar fruto (Lucas 8:15). Então, peça a Deus coragem e força para continuar compartilhando Sua Palavra, mesmo quando as pessoas não respondam da maneira que você gostaria. Embora os corações de muitas pessoas sejam difíceis, rochosos ou espinhosos, outros serão receptivos à Boa Nova que você está plantando.

 No final da parábola Jesus exclamou: “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!” (Lucas 8: 8). Jesus confirmou a importância tanto de ouvir a Palavra de Deus como de obedecê-la (Lucas 8:18). Quando sua mãe e seus irmãos não conseguiam chegar até Jesus por causa da multidão, Ele voltou a ressaltar a importância de ouvir e obedecer a Palavra de Deus: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (Lucas 8:21).

 Lucas 8 termina com histórias que mostram como os ventos e as ondas (Lucas 8:22-25), os demônios (Lucas 8:26-39), a doença (Lucas 8:43-48) e até mesmo a morte (Lucas 8:40, 41, 49-56) obedecem a palavra de Jesus. Hoje, a palavra de Jesus  ainda contém Seu poder curador. Conforme ouvimos e obedecemos à Sua Palavra, Jesus repreenderá os maus espíritos, as doenças que enfrentamos. E, se for necessário, restaurará também a nossa saúde mental.

 Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul



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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Marcos 4 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Marcos  4
Pr. Heber Toth Armí

A superficialidade na espiritualidade torna-se fatalidade. Falta de profundidade no relacionamento com Cristo resulta em artificialidade. Na religião, artificialidade implica em falsidade, aparência de piedade, nada mais!
Nem todos interpretam a Bíblia corretamente. Nem todo aquele que fala em nome de Cristo, O conhece de fato. Teoria cristã sem relacionamento com Cristo é tão importante quanto ter toda a informação de como se dirige um carro, mas nunca ter dirigido uma única vez.

Só os humildes dependentes de Cristo entendem Sua Palavra e experimentam Seu poder (vs. 10-12). Somente dá ouvido à voz do Espírito entenderá à Palavra divina (v. 9). A palavra do Evangelho é ilustrado pela semente na parábola do semeador (vs. 1-8). Os tipos de solo representam os diversos tipos de coração: duro, empedrado, espinhento e preparado.

Destaco dois pontos dessa parábola:
1. Os convencidos, e,
2. Os convertidos.

Só os humildes e sinceros se convertem. Conhecer intelectualmente é só convencer-se; conhecer e submeter-se pessoal e humildemente é converter-se (vs. 13-20). Embora poderosa, a Palavra depende de um coração pré-disposto. Se outras coisas ocuparem o lugar da Palavra, ela não exercerá nenhum efeito:

“A semente lançada no meio das ervas daninhas é aquele que ouve a mensagem do reino, mas é vencido pela preocupação e pela ilusão de manter o que tem e de ganhar mais. A mensagem é sufocada, e não sobre nada” (vs. 18-19).

Os convertidos verdadeiramente produzirão constantemente o fruto do Espírito e, atrairão com a luz celestial, àqueles que estão nas trevas do pecado. Os que são apenas cascas de cristianismo serão desmascarados no dia do juízo (vs. 21-25).

O verdadeiro cristão morre para si e nasce para Jesus, cresce, amadurece e se reproduz (vs. 26-29), independente do tamanho da fé, ainda que tão insignificante como o grão de mostarda (vs. 30-34).

A verdadeira fé produz frutos em todas as estações e situações climáticas; seja inverno, verão, ou, em meio às tempestades da vida (vs. 35-41). Ser cristão quando tudo está bem e nada conspira contra a fé é uma coisa, preservar fiel em momentos turbulentos é quando a verdadeira fé se manifesta.

As tormentas revelam a fé ou a falta dela: Convencido ou convertido!
Deixe tudo para que a Palavra cresça em teu coração!

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Marcos 4 Comentários de David Smith

 Marcos 4

 David Smith

Em Marcos 4 encontramos quatro parábolas. Elas ilustram um importante princípio do reino de Deus, que é o crescimento.

Na parábola do semeador a semente que caiu em boa terra “deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um” (versículo 8, ARA), mostrando que mesmo bons corações reagem de modo diferente à Palavra de Deus, produzindo menor ou maior fruto.

A parábola da lâmpada inclui a seguinte observações: “Pois ao que tem se lhe dará…” (Verso 25). Esta é uma bênção à semente que se transforma em um semeador.

Nas parábolas restantes, da semente e da semente de mostarda, o foco também está no crescimento. A semente que é espalhada cresce em estágios até que esteja madura. O reino de Deus é como uma pequena semente de mostarda que “uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças e deita grandes ramos, a ponto de as aves do céu poderem aninhar-se à sua sombra” (versículo 32). O amadurecimento da Palavra no coração do crente o transforma, cada vez mais, à semelhança do Eterno, para benefício daqueles que estão ao seu redor.

Estes pensamentos se completam com o reconhecimento da grande necessidade de que aqueles que receberam a Palavra de Deus passem a ser também “trabalhadores para a Sua seara”, pois “a colheita é grande” (Mt 9:37-38). Há vários anos, eu perguntei ao líder da obra adventista no Peru o que a igreja estava fazendo com os novos convertidos. Eu sabia que não havia suficientes prédios de igrejas ou ministros para servi-los. “É simples”, disse ele. “Quando alguém é batizado, lhe pedimos para ir e encontrar outras vinte pessoas que precisam saber acerca do evangelho”. Isto é exatamente o que Jesus nos pediu para fazer. Ele afirmou “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo” (Mateus 24:14), e nos comissionou “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

Decidamos ajudar o reino de Deus a crescer utilizando todas as oportunidades de compartilhar o evangelho com os outros.

David Smith

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mateus 25 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Leitura Bíblica- Mateus 25

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O fim do mundo é a preocupação de muitos cristãos e não cristãos. Contudo, a preocupação de Cristo é a preparação da humanidade que, mesmo Ele tendo providenciado tudo para a salvação de todos, a maioria se perderá – inclusive de dentro da igrejas verdadeira.

Para exemplificar isso, Jesus conta duas parábolas no capítulo em questão:
1. A parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. A parábola dos talentos (vs. 14-30).
3. O restante Jesus aborda como se dará a sentença no dia do juízo (vs. 31-46).

A primeira parábola destaca cinco virgens néscias e cinco sábias: Representam todos os crentes. No tempo do fim a sonolência alcança a todos; a única diferença é a quantidade de azeite. Segundo Leroy E. Froom, “O azeite representa o Espírito Santo. Sem o Espírito de Deus, de nada vale o conhecimento da Palavra, por mais ortodoxa que seja nossa compreensão da mesma. Podemos estar bem familiarizados com todos os seus mandamentos, preceitos, promessas e profecias; mas a menos que o Espírito Santo os torne uma realidade em nossa vida, o caráter não é transformado [...]. Não é bastante estar esperando com a igreja, ou mesmo dentro [dela]. Mera profissão nada mais é que disfarçada aparência que conduzirá à perdição”.

A parábola dos talentos revela a importância de servir a Deus com os dons que Ele nos dá por meio de Seu Espírito. Aquele que enterra seus talentos não usando-os para o avanço da missão evangelística, perderá todos os dons que recebera de Deus, inclusiva a vida; todavia aquele que os usar será grandemente recompensando, mesmo não possuindo muitos talentos.

A conclusão do sermão de Jesus revela que no fim, o teste não será uma prova intelectual ou que será passada uma fita métrica em volta da cabeça para medir quanto aprendeu sobre teologia; mas, será colocada “uma fita” para medir o coração, a fim de avaliar quanto cada pessoa amou. Afinal, no tempo do fim, o que importa não é quanto eu sei ou quanto eu fiz, mas “quanto” e “como” amei.

“Então, os ‘bodes’ serão conduzidos à condenação eterna, mas as ‘ovelhas’ à recompensa eterna” (v. 46).

Este capítulo revela como será a seleção de quem irá ao Céu de quem não irá: Reflita! Reavive-se! / Heber Toth Armí

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mateus 20 Comentários de Leo Van Dolson, Jr.,

Mateus  20
Leo Van Dolson, Jr.,

No capítulo anterior, Jesus começa a expor as características dos cidadãos do reino dos céus: inocência e submissão como às das crianças, o amor pelo próximo e a Deus, acima mesmo das riquezas e relacionamentos humanos. Neste capítulo Jesus complementa este tema, apresentando a parábola dos trabalhadores da vinha (v. 1-16). Nela, alguns trabalharam o dia todo e outros trabalharam apenas uma hora, mas todos receberam a mesma recompensa. Na verdade, aqueles que se comprometem com o serviço de Deus e dos outros, mesmo nas últimas horas da vida, recebem o mesmo dom da vida eterna.

Aqui, o Mestre deixa claro o conceito da salvação pela graça: a recompensa eterna é concedida não aos que trabalham a vida toda por Deus ou ao menos 51% dela; é concedida àquele que aceita o convite de maneira completa, sem restrições e decide seguir ao Senhor, não importa em que momento da vida esta decisão é tomada.

Você já foi tentado a adiar a decisão de seguir ao Senhor? Por que não desfrutar os prazeres do pecado por mais alguns temporadas e, em seguida, colocar-se ao lado de Jesus? Não é muito melhor ganhar a mesma recompensa, depois de trabalhar apenas na última hora, em vez de todo o dia?

O grande perigo de adiar essa escolha vital é não conseguir fazê-la mais tarde. Ninguém sabe por quanto tempo estará vivo. Além disso, os hábitos formados ao longo dos anos podem ser muito difíceis de quebrar. Depois de uma vida inteira dizendo “não” à liderança do Espírito Santo será que a pessoa conseguirá dizer “sim”, na última hora? Só Deus sabe o que vai no coração, mas algumas decisões no “leito de morte”, podem ser mais frutos de egoísmo ou do medo do que do amor a Deus. Agora é o dia de aceitarmos a salvação (2 Cor. 6: 2).

Na próximos versos, 17 a 19, Mateus registra a última viagem de Jesus a Jerusalém (v. 17-19) para enfrentar a sua própria execução cruel nas mãos de agentes de Satanás. Pior ainda, ele sentiria o peso esmagador dos pecados de todos os que seriam salvos e o sofrimento intenso de separação de Deus por causa do pecado. O Criador do universo tinha plena consciência do ódio e da dor que o aguardavam. Mas sabia, também, que este  era o único caminho para provisionar a salvação àqueles que decidissem aceitá-la.

Cabe a nós, hoje, escolher nos unirmos a este Deus maravilhoso que fez e continua fazendo de tudo para nos salvar. Aqueles que aceitarem o seu amor e passarem a viver para servir aos outros (v. 20-24) um dia receberão a recompensa da vida eterna e se alegrarão em Sua presença.
Leo Van Dolson, Jr.,


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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Mateus 13 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Mateus 13
Pr. Heber Toth Armí

Para explicar coisas difíceis Jesus era especialista; Seu método? Parábolas. O qual estava profetizado em Salmos 78:2. Neste sermão Ele usará várias parábolas para apresentar o reino de Deus:

1. O reino de Deus começa com a aceitação de Sua Palavra; conforme é o solo do coração assim será a produção (vs. 1-9, 18-23);
2. A parábola do trigo e do joio revela que nem todos os que parecem participar do reino de Deus, estão realmente comprometidos com Deus; o joio parece trigo na plantação do Senhor, mas parecer não é ser, e Deus sabe disso (vs. 24-30);

3. A parábola do grão de mostarda e do fermento revela como o reino de Deus começa no coração das pessoas: de vagarinho e vai aumentando, crescendo, amadurecendo dia após dia (vs. 31-33, 36-43); facilita ver “reino de Deus” como “vontade de Deus”.

4. A vontade de Deus é como um tesouro escondido, valiosa, mas acessível apenas com um mapa, a Bíblia; quando alguém encontra o evangelho, Jesus e a esperança de morar eternamente no Céu, abandona tudo o mais como se vê nas parábolas do tesouro escondido e da pérola de grande preço (vs. 44-46, 51-52);

5. Em batismos, a porta de entrada à igreja, onde se reúnem os súditos do Rei dos reis, tem de tudo: peixes aceitáveis e descartáveis. Mas antes de entrar no Céu, Deus limpará Sua igreja (vs. 47-50);

6. Jesus foi rejeitado por causa de Seus sermões didáticos e esclarecedores; por quê?

Desde o início, Jesus estava dizendo que nem todos serão salvos, nem mesmo todos os que participam da igreja; veja alguns versos importantes:

1. “A semente lançada no meio das ervas daninhas é aquele que ouve a mensagem do Reino, mas é vencido pela preocupação e pela ilusão de manter o que tem e de ganhar mais. A mensagem é sufocada, e não sobra nada” (v. 22); o materialismo não é compatível com o cristianismo.

2. “O reino de Deus também é como um comerciante de joias que busca as melhores pérolas. Um dia, encontra a pérola perfeita e imediatamente vende tudo que possui para comprá-la” (vs. 45-46). Ou tudo ou nada!

Em resumo, o que nós consideramos importante determinará nosso futuro; valorize as coisas espirituais./Heber Toth Armí

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O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....