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sábado, 24 de agosto de 2024

Mateus 25 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 25
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 25 – O conteúdo deste capítulo é uma continuação da pregação escatológica de Mateus 24.

Mateus 25 ecoa com profundida sabedoria e advertência. Jesus, em Seu discurso no Monte das Oliveiras, continua a preparar Seus discípulos para a iminente realidade do fim dos tempos e para a Sua segunda vinda. Este capítulo apresenta três impactantes parábolas: As dez virgens (vs. 1-13), os Talentos (vs. 14-30), e a separação dos bodes e das ovelhas (vs. 31-46).

A parábola das Dez Virgens oferece-nos uma lição crucial sobre a importância de estar preparado espiritualmente para a vinda de Cristo. As virgens representam todos aqueles que professam esperar o Noivo, mas há uma distinção crítica entre as sábias e as néscias.

• As virgens sábias, que trouxeram óleo extra, simbolizam aqueles que cultivam uma vida espiritual contínua, nutrindo sua fé com oração, estudo da Palavra, obediência e missão. Elas compreendem que a espera pode ser longa e a preparação não pode ser superficial – O óleo que alimenta nossa lâmpada é a presença constante do Espírito Santo em nossa vida, capacitando-nos a brilhar num mundo de trevas.

• Em contraste, as virgens néscias representam cristãos que negligenciam a vida espiritual, assumindo que uma fé superficial será suficiente para encontrar o Noivo. Quando o Noivo chegar, percebem tarde demais que sua preparação foi inadequada. Vigilância espiritual não é apenas acordar na hora final, mas estar preparado. A falta de preparação resulta na exclusão das bodas celestiais.

Para ajudar na preparação, somos chamados a investir o que Deus nos deu, para o avanço de Seu Reino: Isso é responsabilidade – conforme revela a parábola dos talentos.

No dia de juízo, o critério para a separação não é apenas o que professamos crer, mas como nossas ações refletem o amor de Cristo, conforme o final do capítulo.

Cada uma das narrativas de Mateus 25 não apenas ilustra o caráter do Reino de Deus, mas também nos convoca a uma vida de vigilância, responsabilidade e serviço compassivo.

• Preparar-se para o encontro com Cristo é viver como se fosse o último dia, com o coração focado nos Céus e os pés firmes na Terra.
• O cristão verdadeiro é aquele que vive na Terra como cidadão do Reino dos Céus, aguardando o Rei que logo virá.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Mateus 25- Comentário

MATEUS 25
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A negligência nos estudos impede de conseguir resultados elevados. A negligência de pequenos gestos de amor no casamento pode resultar em grandes desgraças, como o divórcio. A negligência no trabalho pode levar ao desemprego. 

• Pior que tudo isso, é a negligência espiritual. A qual resulta na perdição total da salvação. Quase alcançar a vida eterna, significa totalmente perdido, ou seja, receberá a morte eterna. 

Para ilustrar essa verdade tão séria, Jesus... 

1. ...contou a parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. ...na sequência, apresentou a parábola dos talentos (vs. 14-30);
3. ...concluiu seus ensinamentos falando do grande julgamento (vs. 31-46).

Tais ensinamentos estão vinculados aos ensinos sobre os sinais do fim do mundo do capítulo anterior. Jesus revela-Se mais preocupação com a preparação dos Seus servos para Sua vinda do que revelar quando será o fim do mundo. 

• Parece que agimos de forma contrária à preocupação de Jesus; negligenciamos a preparação e revelamos avidez pelas informações escatológicas.

O capítulo em pauta não fala de crentes e ateus, de espirituais e seculares, sinceros e hipócritas. Os indicados representam crentes ativos na igreja visível de Cristo. Sobre a parábola das virgens, Ellen G. White declarou: “A classe representada pelas virgens loucas não é hipócrita. Tem consideração pela verdade, advogaram-na, são atraídos aos que creem na verdade, mas não se entregaram à operação do Espírito Santo”.

A diferença entre salvos e perdidos não está no sono, ou nas atividades realizadas (vs. 31-46), mas na motivação para viver o cristianismo sob a regência do Espírito Santo. Os talentos dados como dons do Espírito Santo visam nossa preparação; negligenciá-los, significa preparar-se para a perdição (vs. 14-30).

Alberto Timm observa que “boas intenções são essenciais, mas nem sempre bastam”. Por isso, “deveríamos refletir mais na cena de julgamento de Mateus 25:31 a 46”.

O final do discurso de Cristo neste último sermão registrado por Mateus “não é uma parábola, mas uma descrição em linguagem apocalíptica com um símile no v. 32”, e revela “o tipo de critério que será usado no juízo divino, e tem a intenção de ser uma advertência para nós” (H. L. Ellison).

A procrastinação é inimiga da preparação para a salvação. A negligência espiritual impedirá muitos crentes de entrar no Céu. Portanto, reavivemo-nos imediatamente! – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsp

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mateus 25 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Leitura Bíblica- Mateus 25

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O fim do mundo é a preocupação de muitos cristãos e não cristãos. Contudo, a preocupação de Cristo é a preparação da humanidade que, mesmo Ele tendo providenciado tudo para a salvação de todos, a maioria se perderá – inclusive de dentro da igrejas verdadeira.

Para exemplificar isso, Jesus conta duas parábolas no capítulo em questão:
1. A parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. A parábola dos talentos (vs. 14-30).
3. O restante Jesus aborda como se dará a sentença no dia do juízo (vs. 31-46).

A primeira parábola destaca cinco virgens néscias e cinco sábias: Representam todos os crentes. No tempo do fim a sonolência alcança a todos; a única diferença é a quantidade de azeite. Segundo Leroy E. Froom, “O azeite representa o Espírito Santo. Sem o Espírito de Deus, de nada vale o conhecimento da Palavra, por mais ortodoxa que seja nossa compreensão da mesma. Podemos estar bem familiarizados com todos os seus mandamentos, preceitos, promessas e profecias; mas a menos que o Espírito Santo os torne uma realidade em nossa vida, o caráter não é transformado [...]. Não é bastante estar esperando com a igreja, ou mesmo dentro [dela]. Mera profissão nada mais é que disfarçada aparência que conduzirá à perdição”.

A parábola dos talentos revela a importância de servir a Deus com os dons que Ele nos dá por meio de Seu Espírito. Aquele que enterra seus talentos não usando-os para o avanço da missão evangelística, perderá todos os dons que recebera de Deus, inclusiva a vida; todavia aquele que os usar será grandemente recompensando, mesmo não possuindo muitos talentos.

A conclusão do sermão de Jesus revela que no fim, o teste não será uma prova intelectual ou que será passada uma fita métrica em volta da cabeça para medir quanto aprendeu sobre teologia; mas, será colocada “uma fita” para medir o coração, a fim de avaliar quanto cada pessoa amou. Afinal, no tempo do fim, o que importa não é quanto eu sei ou quanto eu fiz, mas “quanto” e “como” amei.

“Então, os ‘bodes’ serão conduzidos à condenação eterna, mas as ‘ovelhas’ à recompensa eterna” (v. 46).

Este capítulo revela como será a seleção de quem irá ao Céu de quem não irá: Reflita! Reavive-se! / Heber Toth Armí

Imagens do Google 
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

Mateus 25 Comentários de Stephen Bauer

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Mateus  25
Comentários  de  Stephen Bauer

Após a descrição da Segunda Vinda e dos sinais que a anteciparão, Jesus dá uma série de ilustrações para destacar certas coisas a respeito da Segunda Vinda em si. Esta série de comentários começa em Mt 24:32 e continua através de Mateus 25.

Dois temas importantes se destacam nestas declarações. Primeiro é o tema da data da vinda e a surpresa associada. Se por um lado ninguém sabe o dia nem a hora (24:36), por outro podemos saber que o tempo de Sua vinda está próximo (24:32-35).

Apesar de podermos saber da proximidade, muitos serão pegos de surpresa (24:39) e Ele virá para eles em um momento inesperado (24:44). Relacionado com este momento inesperado, alguns pensarão que o retorno está demorando e não farão uma preparação adequada (24:45-51; 25:1-13). Estas parábolas que citam o atraso nos dão a chave para não sermos pegos de surpresa. O servo que trabalha fielmente para promover os interesses do patrão, não terá qualquer angústia ou surpresa quando do seu retorno.

A segunda ênfase temática envolve a mensagem básica do julgamento. As referências a Noé e ao dilúvio, os servos fiéis em contraste com os servos infiéis (Mt 24:36-51), juntamente com as parábolas das 10 virgens, dos talentos e da separação das ovelhas e dos bodes, todas elas apontam para uma grande separação dos justos e dos perversos através de um processo de julgamento. As duas parábolas acerca dos servos apontam mais claramente ao juízo investigativo. O mestre ou rei vem, inspeciona e avalia, investiga e, em seguida, decreta uma sentença de recompensa ou punição. Várias parábolas são apresentadas uma após a outra as quais enfatizam esse tema do julgamento.

Fica evidente que Jesus não está ensinando que todos serão salvos (universalismo). Além disso, é muito claro que Deus julga e acerta contas com cada pessoa individualmente. Quem crê em Jesus não será julgado – os Seus méritos apagam suas faltas (Jo 3:18). Este se envolverá com os negócios do Rei, multiplicando talentos e tratando outros servos com dignidade e graça.

Esta é a forma de nos prepararmos para a segunda vinda: manter vivo nosso relacionamento com Deus através do Espírito Santo (azeite das virgens). Este envolvimento com o Espírito nos motivará e capacitará a estarmos ativamente engajados na construção do reino como servos do Mestre e Rei.

Stephen Bauer, Ph.D.




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