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sábado, 16 de março de 2024

Jeremias 48 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 48
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 48 – Os profetas desempenhavam papel crucial na vida política e religiosa de Israel e das nações circunvizinhas. Eles eram escolhidos por Deus para transmitir Sua Palavra e vontade aos líderes e ao povo, muitas vezes confrontando-os com questões de justiça, moralidade e fidelidade a Deus.

• Um exemplo notável é o profeta Natã, que confrontou o rei Davi após o seu adultério com Bate-Seba e o assassinato de Urias. Natã não hesitou em denunciar o pecado desse rei, mesmo sabendo que isso poderia custar-lhe a vida. Ele agiu como um mensageiro de Deus, chamando Davi ao arrependimento e anunciando as consequências de seus atos.

• Outro exemplo é o profeta Elias, que confrontou o rei Acabe e sua esposa Jezabel por causa de sua idolatria e injustiça. Elias ousadamente profetizou uma seca sobre a terra como julgamento divino e confrontou os profetas de Baal no monte Carmelo, demonstrando o poder e fidelidade de Deus.

• Da mesma forma, Jeremias era um profeta que não temia denunciar os líderes de Israel por Sua idolatria, corrupção e injustiça. Ele advertiu sobre a destruição iminente de Jerusalém e do Reino de Judá se o povo não se arrependesse de seus pecados e voltasse para Deus.

Porém, o ministério profético não era restrito ao território do povo de Deus. De Jeremias 46 a 51, o profeta profere sentenças sobre nações e povos estrangeiros. Tudo isso evidencia como os profetas de Deus exerciam influência significativa na esfera política mundial. Não faziam isso por interesse pessoal ou ambição, mas como instrumentos divinos para trazer justiça e restauração às nações. Eles desafiavam os governos a agirem com justiça e a cuidarem do bem-estar do povo.

Jeremias 48 é uma profecia contra Moabe, um povo orgulhoso e autoconfiante – sua arrogância o levaria à ruína. Embora os moabitas se vangloriassem de suas cidades fortificadas e de suas habilidades militar, Deus denuncia sua destruição.

• Dele é a Terra e conduz sua História!

Jeremias lamenta a queda de Moabe, apesar de sua maldade e opressão (Jeremias 48:31-46). A despeito do juízo iminente sobre Moabe, Deus promete uma restauração no futuro distante (Jeremias 48:47), revelando Seu caráter gracioso e benevolente.

• Assim, o juízo divino visa a restauração humana!

Precisamos aprender a orar pelos governantes, e pelas nações! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 15 de março de 2024

Mais do que a cor

 Devocional Diário

Mais do que a cor

Deus disse a Noé: “Este é o sinal da aliança estabelecida entre Mim e todos os seres vivos sobre a Terra.” Gênesis 9:17

Você sabia que o arco-íris é, na realidade, um círculo perfeito? Não podemos apreciá-lo por inteiro porque, da nossa perspectiva, não é possível vê-lo em sua totalidade. Mas se você o observar de um avião em voo, vai notar isso. Para os gregos, o arco-íris era uma deusa (Íris) que transmitia mensagens de guerras e catástrofes. Na Mesopotâmia, ele era o colar da deusa da beleza (Ishtar). Para os irlandeses, nas extremidades do arco-íris existe um caldeirão cheio de moedas de ouro muito bem guardado por um duende. Para os amantes de trilhas sonoras, a canção Over the Rainbow (Além do Arco-íris) representa um dos maiores sucessos da música norte-americana.

No entanto, o arco-íris é muito mais que a refração da luz: é um símbolo. Como diz Ellen G. White, “era plano de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores perguntassem o significado do arco glorioso que abrange os céus, seus pais repetissem a história do dilúvio e lhes dissessem que o Altíssimo estendeu o arco e o colocou nas nuvens como uma garantia de que as águas nunca mais inundariam a Terra. Assim, de geração a geração, testificaria do amor divino para com o ser humano e fortaleceria sua confiança em Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 78 [106, 107]). O arco-íris, portanto, é um sinal de proteção e de que Deus cuida de nós.

Também é uma promessa. Ellen White descreveu o retorno de Jesus: “Logo surge no oriente uma pequena nuvem escura, aproximadamente do tamanho da metade da mão de um homem. É a nuvem que envolve o Salvador e que, à distância, parece estar cercada pela escuridão. O povo de Deus sabe que esse é o sinal do Filho do Homem. Em solene silêncio, contempla a pequena nuvem enquanto se aproxima da Terra, cada vez mais brilhante e gloriosa, até que se transforma em uma grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e, acima dela, o arco-íris do concerto” (O Grande Conflito, p. 531 [640, 641]).

Lembre-se de que um arco-íris também circunda o trono de Deus, representando Sua fidelidade eterna para com Suas criaturas (Ap 4:3). Agradeça hoje ao Senhor o Seu amor infinito e decida ser fiel a Ele, assim como Ele é fiel a você. 

Vislumbres da eternidade
15 de março
https://mais.cpb.com.br/meditacao/mais-do-que-a-cor/
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Jeremias 47 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 47
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 47 – Neste curto capítulo, o profeta Jeremias descreve a profecia de julgamento de Deus sobre os filisteus, um povo antigo que habitava a região costeira do Mediterrâneo Oriental. Em sua mensagem, o representante de Deus alertou sobre a iminente devastação que se abateria sobre os filisteus, trazendo consigo um turbilhão de destruição e desolação.

• Mas, o que torna este relato antigo tão relevante para os tempos modernos?

Uma das verdades que sobressai é que Deus é soberano sobre todos os poderes deste mundo. Ele é Rei dos reis e Senhor dos senhores. Ele não Se curva aos caprichos dos poderosos, mas sim traz justiça e julgamento sobre aqueles que abusam de sua autoridade.

Deus é o Criador e Proprietário do Universo e do Planeta Terra. Ele governa sobre tudo e sobre todos. Interessante que no livro de Levítico, há instruções relacionadas à santidade da Terra e à contaminação dela devido às práticas abomináveis de seus habitantes. Em Levítico 18, Deus dá uma série de proibições relacionadas à imoralidade sexual, e adverte sobre como a terra pode ser contaminada pelas práticas ímpias de seus habitantes (Levítico 18:24-27).

Ali, Deus explica que lançou fora as nações de Canaã devido às suas abominações. Depois disso, Deus dirigiu-Se a Seu povo:

• “E se vocês contaminarem a terra, ela os vomitará, como vomitou os povos que ali estavam antes de vocês” (Levítico 18:28).
• “Obedeçam a todos os meus decretos e leis e pratiquem-nos, para que a terra onde os estou levando para nela habitar não os vomite. Não sigam os costumes dos povos que vou expulsar diante de vocês. Por terem feito todas essas coisas, causaram-Me repugnância. Mas a vocês prometi que herdarão a terra deles; eu a darei a vocês como herança, terra onde mana leite e mel com fartura...” (Levítico 20:22-24).

Isso explica por que os judeus da época de Jeremias perderam a terra e os filisteus receberam uma mensagem tão forte de destruição.

• Nenhum povo está isento de prestar contas por Suas ações.
• Todos comparecerão perante o Tribunal de Cristo.
• Nenhum indivíduo, instituição ou nação está acima do Legislador do Universo.

Jeremias 47 é um alerta para que as nações façam mudanças políticas e incorporem valores éticos em suas ações e decisões! Oremos pelos governantes! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quinta-feira, 14 de março de 2024

Um Salvador muito normal

 Devocional Diário

Um Salvador muito normal

Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e vocês dizem: “Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!” Lucas 7:34

Em 12 de janeiro de 2007, em uma estação de metrô de Washington, DC, Joshua Bell, um dos melhores violinistas contemporâneos de todo o mundo, colocou um boné na cabeça e começou a tocar. Em suas mãos, ele trazia um Stradivarius de 1713 avaliado em 3,5 milhões de dólares e, com ele, tocou as mais complexas peças já escritas para violino. Ele esperava que dezenas de pessoas parassem para escutá-lo, como ocorrera poucos dias antes no Boston Symphony Hall. Não foi o que aconteceu. A pressa venceu a beleza. Uma única pessoa parou para ouvir. É curioso como, por causa das pressões do dia a dia, nem sempre detectamos a beleza ao nosso redor.

Quando Cristo veio, decidiu fazê-lo como alguém normal. Ele colocou Seu “boné” e começou a tocar melodias nunca antes escutadas. Quem poderia imaginar esse allegro (alegre) com Zaqueu, a quem faltou tempo para descer do sicômoro e ir correndo montar uma festa? Ou esse scherzo (animado) com a mulher samaritana, uma interação que acabou em conversão. Ou esse giocoso (brincalhão) quando abraçava paternalmente as crianças por perto? Ou esse vivace (vivaz) na ressurreição de Lázaro? E, sobretudo, esse passionato (com paixão) da morte na cruz? Ali, na “estação do metrô do Gólgota”, poucas pessoas pararam. Só uns poucos compreenderam a grandeza de Sua obra: três mulheres e um jovem. Um soldado, funcionário do Departamento de Torturas, sentiu paz. Mas dezenas O ignoraram. Que pena, pois aquela cruz valia milhões e milhões de vidas! Talvez nosso Salvador fosse demasiadamente normal, demasiadamente parecido com o ser humano para que pudéssemos compreender Sua beleza.

Aconteceu uma vez, mas não vamos deixar que aconteça de novo. O compromisso – a aliança do povo de Deus – é que todo o mundo saiba que Jesus vai voltar para dar o concerto da história. Miríades de anjos com suas trombetas vão acompanhá-Lo, e nós participaremos do coro. Não permita que ninguém perca a oportunidade de estar presente para apreciar a imensidão desse concerto. Deixe que o que é belo seja reconhecido. Comente com todos, pois Cristo está voltando.

Vislumbres da eternidade
14 de março
https://mais.cpb.com.br/meditacao/um-salvador-muito-normal/

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Jeremias 46 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 46
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 46 – Aqui encontramos uma profecia que denota a inevitável queda do Egito. Neste contexto, Deus é retratado como o verdadeiro antagonista do Egito, enquanto a derrota do país é descrita como uma celebração na qual Deus mesmo oferece o Egito em sacrifício. O orgulhoso faraó é exposto como um fanfarrão, enquanto a devastação trazida pelos babilônios é comparada a enxame de gafanhotos incontáveis.

No cumprimento da profecia de Jeremias 46, histórias posteriores relatam a invasão babilônica e a subsequente queda do Egito. Os babilônios, como agentes divinos de juízo, efetivamente executaram a sentença pronunciada pelo profeta. O esplendor egípcio sucumbiu diante da força dos conquistadores, mostrando a soberania de Deus sobre as nações e a realização de Suas palavras através dos eventos históricos.

Ao olharmos ao mundo contemporâneo, encontramos paralelo entre o texto de Jeremias 46 e as dinâmicas geopolíticas atuais. Assim como o Egito confiava em deuses sem poder e sucumbiu diante da invasão babilônica, muitas nações modernas colocam sua confiança em poderes terrenos e sistemas políticos que eventualmente revelam-se frágeis e falíveis. A história egípcia nos lembra que a confiança em qualquer coisa além de Deus é fútil e pode levar à catastrófica ruína.

Diante desse cenário, extraímos lições práticas para a nossa vida atual:

• É vital reconhecer a soberania de Deus sobre as nações e confiar nEle como a verdadeira fonte de segurança e proteção (Jeremias 46:10, 18, 25).
• Devemos aprender com a arrogância do faraó e evitar cair na armadilha do orgulho e da autoconfiança (Jeremias 46:17, 19).
• Ao contrário da arrogância, do orgulho, da vaidade e da autoconfiança, devemos humildemente submeter e buscar orientação divina em todas as nossas decisões e ações na vida (Jeremias 46:20-21, 27).
• A limitação do julgamento revela que a graça de Deus triunfa sobre a desgraça do pecado; há intenção de Deus de que haja arrependimento e conversão entre os pagãos (Jeremias 46:26).
• É crucial lembrar que, assim como Deus não destruiu totalmente Seu povo, Ele também oferece esperança e restauração para aqueles que O buscam de coração sincero – mesmo em meio às adversidades e juízos (Jeremias 46:27-28).

Sendo que a confiança em poderes terrenos e em nós mesmos é fútil e leva-nos à ruína, devemos reavivar nossa confiança na Palavra divina! Aceitas? – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quarta-feira, 13 de março de 2024

Em todos os momentos

 Devocional Diário

Em todos os momentos

Não falo para condenar vocês. Porque eu já disse que vocês estão em nosso coração para, juntos, morrermos e vivermos. 2 Coríntios 7:3

Faz décadas que leciono e, quase sempre, as expressões dos alunos são as mesmas. Se o aluno passa no exame, ele diz com satisfação: “Passei!” Se não passa, diz: “Reprovaram-me.” Pensamos que o sucesso se deve à nossa capacidade, e os fracassos, aos outros ou a condicionantes externos. Mas a realidade não é essa. Sofremos muita influência dos outros em nossos melhores momentos, assim como existe muito de nós em nossos erros.

Por essa e outras razões, Jesus criou a igreja como um espaço onde apoiamos uns aos outros para que tenhamos maiores possibilidades de crescimento e maturidade. Ele nos concedeu dons e talentos diferentes para que nos complementássemos uns com outros, de modo que aonde um não possa chegar o outro consiga. Ele nos permitiu viver em atmosferas positivas, geradas pelo amor, para que sentíssemos que não precisamos viver a sós nem estressados.

Gosto muito da expressão de Paulo porque ela fortalece a ideia de que temos nossa gente no coração, para a vida ou para a morte, para o bem ou para o mal, para compartilhar o sucesso e para superar o fracasso. Tudo isso, juntos. O verso de hoje nos ilumina sobre o que significa crescer e compreender a realidade do ponto de vista da comunidade.

Sabemos bastante sobre a vida de muita gente. Às vezes, até compartilhamos demasiadamente as informações. Mas será que procuramos conhecer essas pessoas pessoalmente? Será que, quando obtemos sucesso em algo, agradecemos àqueles que colaboraram para o resultado positivo?

Proponho um exercício para todo o dia de hoje. Tome nota daquelas situações que você considera relevantes ao longo da jornada. À noite, em suas reflexões finais, avalie essas situações. Procure encontrar aqueles que colaboraram para que essas situações fossem positivas e certifique-se de agradecer-lhes no dia seguinte. Veja também as situações adversas e analise o que você precisa modificar para agir melhor no futuro.

Acima de todos, Jesus nos leva sempre no coração, em todos os momentos, em cada circunstância. Neste momento de reflexão, entregue-se aos braços amorosos do Salvador, e peça a Ele que o ensine a também levar seu irmão no coração. 

Vislumbres da eternidade
13 de março
https://mais.cpb.com.br/meditacao/em-todos-os-momentos/

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Jeremias 45 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 45
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 45 – Quem era Baruque? E, o que podemos aprender com ele?

Ele foi escriba e colaborador de Jeremias, que, segundo Flávio Josefo, “provinha de uma família eminente”.

“Provavelmente, o camareiro-mor Seraías, enviado para Babilônia em uma missão real, fosse seu irmão (Jr 51:59; 43:3). No quarto ano de Jeoaquim, Baruque escreveu, por ditado de Jeremias, uma série de profecias denunciatórias e, no ano seguinte, ele as leu publicamente (Jr 36:1-20). Os príncipes informaram ao rei sobre isso; este, quando o livro foi lido em sua presença, cortou-o em pedaços e o queimou, ordenando também que o profeta e seu escriba fossem presos. Escondidos, eles escaparam da ira do rei (v. 21-26). Lá, Jeremias ditou as profecias antigas para que Baruque as reescrevesse, acrescentando muitas mais (v. 27-32). Devido à escrita do pergaminho, Baruque ficou tão desanimado que o Senhor lhe enviou uma mensagem especial de conforto” (Dicionário Bíblico Adventista).

Mark Pickles salienta que “os inimigos de Deus acusaram Baruque de incitar Jeremias contra eles, para entregá-los nas mãos dos caldeus. Ele e o profeta foram levados por Joanã, contra a vontade, para o Egito, num ato de desobediência ao Senhor (Jr 43:3-7). Jeremias então advertiu Baruque a não buscar grandes coisas para si mesmo (Jr 45:1-5). Baruque lamentava sua tristeza e suas dores, mas o Senhor desejava que ele entendesse que, dentro do contexto da destruição de Jerusalém e do exílio, ele deveria ser grato por escapar com vida”.

“Os judeus o obrigaram, assim como a Jeremias, a acompanhá-los para o Egito (Jr 43:1-7), onde termina a história de sua vida. Mais tarde, os judeus o consideraram autor de vários livros, entre os quais o livro apócrifo ‘Baruque’ e um pseudoepígrafo ‘Apocalipse de Baruque’” (Dicionário Bíblico Adventista).

• As situações adversas podem levar-nos a revelar desânimo e angústia; contudo, o texto inspira-nos a manter uma perspectiva eterna, olhando além das dificuldades temporárias para o quadro maior: O soberano plano de Deus.

• Em vez de buscar grandes coisas para satisfazer nossa ambição e egoísmo neste mundo de desgraças e mortes, é preferível submeter-se humildemente a Deus porque Seus propósitos são maiores que nossas mais ousadas ambições.

Neste mundo incerto, não há nada melhor que deixar Deus cuidar de nossa vida, especialmente do nosso futuro! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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Salmos 92 Comentário:

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