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quinta-feira, 14 de março de 2024

Jeremias 46 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 46
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 46 – Aqui encontramos uma profecia que denota a inevitável queda do Egito. Neste contexto, Deus é retratado como o verdadeiro antagonista do Egito, enquanto a derrota do país é descrita como uma celebração na qual Deus mesmo oferece o Egito em sacrifício. O orgulhoso faraó é exposto como um fanfarrão, enquanto a devastação trazida pelos babilônios é comparada a enxame de gafanhotos incontáveis.

No cumprimento da profecia de Jeremias 46, histórias posteriores relatam a invasão babilônica e a subsequente queda do Egito. Os babilônios, como agentes divinos de juízo, efetivamente executaram a sentença pronunciada pelo profeta. O esplendor egípcio sucumbiu diante da força dos conquistadores, mostrando a soberania de Deus sobre as nações e a realização de Suas palavras através dos eventos históricos.

Ao olharmos ao mundo contemporâneo, encontramos paralelo entre o texto de Jeremias 46 e as dinâmicas geopolíticas atuais. Assim como o Egito confiava em deuses sem poder e sucumbiu diante da invasão babilônica, muitas nações modernas colocam sua confiança em poderes terrenos e sistemas políticos que eventualmente revelam-se frágeis e falíveis. A história egípcia nos lembra que a confiança em qualquer coisa além de Deus é fútil e pode levar à catastrófica ruína.

Diante desse cenário, extraímos lições práticas para a nossa vida atual:

• É vital reconhecer a soberania de Deus sobre as nações e confiar nEle como a verdadeira fonte de segurança e proteção (Jeremias 46:10, 18, 25).
• Devemos aprender com a arrogância do faraó e evitar cair na armadilha do orgulho e da autoconfiança (Jeremias 46:17, 19).
• Ao contrário da arrogância, do orgulho, da vaidade e da autoconfiança, devemos humildemente submeter e buscar orientação divina em todas as nossas decisões e ações na vida (Jeremias 46:20-21, 27).
• A limitação do julgamento revela que a graça de Deus triunfa sobre a desgraça do pecado; há intenção de Deus de que haja arrependimento e conversão entre os pagãos (Jeremias 46:26).
• É crucial lembrar que, assim como Deus não destruiu totalmente Seu povo, Ele também oferece esperança e restauração para aqueles que O buscam de coração sincero – mesmo em meio às adversidades e juízos (Jeremias 46:27-28).

Sendo que a confiança em poderes terrenos e em nós mesmos é fútil e leva-nos à ruína, devemos reavivar nossa confiança na Palavra divina! Aceitas? – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Profecia divina contra… - Jeremias 46

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Jeremias 46

Comentário Pr Heber Toth Armí 

A Bíblia não é um livro exclusivo aos judeus. O Deus verdadeiro não Se limita a enviar mensagens exclusivamente a um povo do planeta, ignorando outras nações. Deus vai julgar todo mundo, e quer salvar o mundo todo.

O dom de profecia que Deus concedeu a Jeremias abrange, além da nação de Israel, outras nações, outros governos, adoradores de outros deuses:

Profecia divina contra…

• O Egito (46:1-28);

• Os filisteus (47:1-7);

• Moabe (48:1-47);

• Os amonitas (49:1-6);

• Edom (49:7-22);

• Damasco (49:23-27);

• Quedar e Azor (49:28-33);

• Elão (49:34-39);

• A Babilônia (50:1-51:64).

Jeremias não foi o único profeta que anexou às suas profecias mensagens para povos estrangeiros, nações gentílicas:

• Isaías também profetizou a respeito de outras nações (Isaías 13-23);

• Ezequiel também profetizou a respeito de nações estrangeiras (Ezequiel 25-32).

O capítulo em análise é uma profecia em que temos:

1. Os envolvidos: Faraó Neco, do Egito e, Nabucodonosor, de Babilônia (vs. 1-2);

2. Explicação geral para a derrota do Egito: Orgulho. Era uma nação arrogante, prepotente, se achava melhor que as outras (vs. 3-4, 7-9);

3. Interpretação dos detalhes da derrota: Pavor domina aos orgulhosos guerreiros egípcios fazendo-os fugir da batalha alopradamente, duvidando da capacidade do Faraó (vs. 5-6, 13-18);

4. Resultados da derrota do Egito: Espadas ensanguentadas (vs. 10-11), humilhação (v. 12); destruição das principais cidades (vs. 19-24), punição dos seus deuses (v. 25), os sobreviventes são escravizados nas terras babilônicas (v. 26).

Sabendo disso tudo Deus não queria que o remanescente judeu descesse ao Egito (Jeremias 43:8-13). Deus chamou Nabucodonosor de “meu servo” (Jeremias 25:9; 27:6; 43:10), o qual derrotou ao Faraó Neco em junho de 604 a.C. em Carquemis.

A batalha foi longa. “Em 607 a.C., Nabucodonosor disputou uma batalha decisiva na fronteira egípcia, segundo a Crônica Babilônia, mas em 586 a.C. essa profecia se cumpriu” (Merril. F. Unger). Apesar do futuro sombrio, Deus aviva a esperança nos egípcios (v. 26) e nos judeus (vs. 27-28).

• Quando Deus permite o sofrimento, na verdade, está disciplinando. Ele quer restaurar a humanidade destruída pelo pecado; para isso, usa todos os recursos disponíveis visando corrigir os pecadores.

A maior demonstração do plano da salvação deu-se na encarnação do Filho de Deus, que nasceu judeu e refugiou-se no Egito! Em Jesus há esperança para todas as nações! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 9 de setembro de 2017

Jeremias 46 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 46
Comentário Pr Heber Toth Armí


A Bíblia não é um livro exclusivo aos judeus. O Deus verdadeiro não Se limita a enviar mensagens exclusivamente a um povo do planeta, ignorando outras nações. Deus vai julgar todo mundo, e quer salvar o mundo todo.

O dom de profecia que Deus concedeu a Jeremias abrange, além da nação de Israel, outras nações, outros governos, adoradores de outros deuses:

Profecia divina contra...

• O Egito (46:1-28);
• Os filisteus (47:1-7);
• Moabe (48:1-47);
• Os amonitas (49:1-6);
• Edom (49:7-22);
• Damasco (49:23-27);
• Quedar e Azor (49:28-33);
• Elão (49:34-39);
• A Babilônia (50:1-51:64).

Jeremias não foi o único profeta que anexou às suas profecias mensagens para povos estrangeiros, nações gentílicas:

• Isaías também profetizou a respeito de outras nações (Isaías 13-23);
• Ezequiel também profetizou a respeito de nações estrangeiras (Ezequiel 25-32).

O capítulo em análise é uma profecia em que temos:

1. Os envolvidos: Faraó Neco, do Egito e, Nabucodonosor, de Babilônia (vs. 1-2);
2. Explicação geral para a derrota do Egito: Orgulho. Era uma nação arrogante, prepotente, se achava melhor que as outras (vs. 3-4, 7-9);
3. Interpretação dos detalhes da derrota: Pavor domina aos orgulhosos guerreiros egípcios fazendo-os fugir da batalha alopradamente, duvidando da capacidade do Faraó (vs. 5-6, 13-18);
4. Resultados da derrota do Egito: Espadas ensanguentadas (vs. 10-11), humilhação (v. 12); destruição das principais cidades (vs. 19-24), punição dos seus deuses (v. 25), os sobreviventes são escravizados nas terras babilônicas (v. 26).

Sabendo disso tudo Deus não queria que o remanescente judeu descesse ao Egito (Jeremias 43:8-13). Deus chamou Nabucodonosor de “meu servo” (Jeremias 25:9; 27:6; 43:10), o qual derrotou ao Faraó Neco em junho de 604 a.C. em Carquemis.

A batalha foi longa. “Em 607 a.C., Nabucodonosor disputou uma batalha decisiva na fronteira egípcia, segundo a Crônica Babilônia, mas em 586 a.C. essa profecia se cumpriu” (Merril. F. Unger). Apesar do futuro sombrio, Deus aviva a esperança nos egípcios (v. 26) e nos judeus (vs. 27-28).

• Quando Deus permite o sofrimento, na verdade, está disciplinando. Ele quer restaurar a humanidade destruída pelo pecado; para isso, usa todos os recursos disponíveis visando corrigir os pecadores.

A maior demonstração do plano da salvação deu-se na encarnação do Filho de Deus, que nasceu judeu e refugiou-se no Egito! Em Jesus há esperança para todas as nações! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

Salmos 92 Comentário:

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