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sábado, 15 de abril de 2023

JOÃO: APÓSTOLO E PROFETA

 JOÃO: APÓSTOLO E PROFETA

Tenho ainda muito para lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora. João 16:12

Era quinta-feira, véspera da morte de Jesus. O que aconteceu com Ele nas últimas horas daquele dia está relatado com mais detalhes do que a respeito de qualquer outro dia de Sua vida. Somente no evangelho de João, a narrativa ocupa seis capítulos (13:1–18:27). O texto de hoje está nesse contexto.

No último encontro com Seus discípulos, antes de Sua morte, Jesus não disse: “Eu ensinei a vocês tudo quanto havia planejado.” Ou: “Eu ensinei tudo que vocês deviam saber.” Também não disse: “Eu ainda tenho um pouco que dizer a vocês.” Mas disse: “Tenho ainda muito para lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora.” Ele foi para a cruz e, depois, para o Céu, e não disse o que havia reservado para dizer no futuro. Mas explicou: “Porém, quando vier o Espírito da verdade, Ele os guiará em toda a verdade” (Jo 16:13).

Jesus ensinou o essencial, mas não tudo. Ele continuaria a Se revelar à Sua igreja, mostrando aquilo que não havia dito em Seu ministério terrestre – coisas que não foram escritas nos quatro evangelhos. Ele faria isso mediante o Espírito Santo, Sua testemunha (Jo 15:26). Jesus disse: “Ele não falará por Si mesmo, mas dirá tudo o que ouvir e anunciará a vocês as coisas que estão para acontecer. Ele Me glorificará, porque vai receber do que é Meu e anunciará isso a vocês” (v. 13, 14). O Espírito receberia de Cristo inclusive luz acerca do futuro e a anunciaria por meio dos apóstolos, que “falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1:21).

Sendo assim, como apóstolo, João ensina, prega, escreve e testemunha a respeito de Cristo, Seus ensinos, Sua vida justa, Suas obras de misericórdia e Sua morte na cruz. É isso que vemos em seu evangelho. Mas, como profeta, ele anuncia eventos futuros, registrados no Apocalipse. Por testemunhar de Cristo mediante o dom profético, o Espírito Santo é chamado de “Espírito da profecia” (Ap 19:10). Com Paulo aconteceu algo semelhante. Ele é apóstolo, mas também é profeta, e em suas cartas há ensinamentos que vão além do que está nos evangelhos.

Hoje, sejamos gratos pela obra do Espírito Santo e por toda a revelação que Ele nos traz. Por meio Dele, temos segurança para o presente e esperança para o futuro.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/joao-apostolo-e-profeta/
https://youtu.be/d43DeJoWoeM

Jó 21 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 21
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 21 – Por que o mal acontece a pessoas boas? Se Deus é bom, por que permite que os justos sofram? Se Deus é poderoso, por que não impede as injustiças na história humana?

Essas perguntas são complexas; porém, são comuns na mente das pessoas que enxergam e refletem sobre a injustiça prevalecente na sociedade.

Além de Jó argumentar sobre isto no capítulo em pauta, uma das piores injustiças é ele quem está experimentando: Além dele sofrer sem merecer, está sendo veementemente acusado injustamente – não por seus inimigos, mas por seus supostos amigos!

Há quem julga haver grandes verdades nos discursos filosóficos dos amigos de Jó. Contudo, consideremos mais de perto esta questão.

Além da ideia da barganha com Deus percebida em suas falas, há também a acusação constante a Jó, que mesmo que fosse culpado, acusá-lo não é uma prática da verdadeira piedade. A função de acusador é do diabo (Jó 1:8-11; 2:2-5; Apocalipse 12:10). Além de Elifaz, Bildade e Zofar estarem servindo ao diabo perante Jó com suas acusações, o que sobra das respostas deles é pura mentira (Jó 21:34; João 8:44).

Esta constatação de Jó indica que a cosmovisão de seus amigos pautava-se em conceitos errados, falsos, insustentáveis. Sua deplorável condição demonstrava que não ser justo reduzir a vida humana a uma lógica casual e linear, e ignorar a complexidade e a incerteza da existência.

É possível que antes de sua experiência com tal sofrimento estarrecedor, Jó também pensasse como seus amigos. Entretanto, sabendo ele ser inocente, sua experiência com o sofrimento contradiz o conceito comum prevalecente na mente de muitos “intelectuais” ainda hoje.

Então, observando a si mesmo e considerando as injustiças reais ao seu redor, “Jó replica a seus amigos que o argumento de que Deus sempre pune o perverso é uma mentira (21:7-13) e, para provar isso, contrasta as punições que Zofar e seus amigos vêm descrevendo com a vida real dos perversos: estes envelhecem e ficam mais poderosos (21:7), seus filhos crescem e se multiplicam (21:8), suas casas desfrutam paz e segurança (21:9), seu gado multiplica com saúde (21:10) e, no fim, passam eles os seus dias em prosperidade e em paz descem à sepultura (21:13)”, destaca o Comentário Bíblico Africano.

Enfim, devemos obter discernimento/sabedoria! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 14 de abril de 2023

EZEQUIAS

 EZEQUIAS

Ezequias confiou no Senhor, Deus de Israel, de maneira que não houve ninguém como ele entre todos os reis de Judá, nem antes nem depois dele. 2 Reis 18:5

Devemos prestar muita atenção à história do rei Ezequias, especialmente em dois episódios simultâneos ocorridos em sua vida: a ameaça da invasão assíria e a doença mortal que o atingiu. Deus determinou que três livros de Sua Palavra registrassem essas informações – Isaías, 2 Reis e 2 Crônicas. Isso é algo incomum e muito especial. Embora certas verdades sejam repetidas e apareçam em diversos livros bíblicos – como é o caso da criação e da lei de Deus –, poucas narrativas bíblicas são mencionadas três vezes, incluindo aquelas vivenciadas ou contadas por Jesus.

De todos os 42 reis de Israel e Judá, sem dúvida o melhor foi Davi. O segundo melhor provavelmente tenha sido Ezequias. Esse rei fez uma grande reforma espiritual, de modo que o templo foi purificado e voltou a funcionar (2Cr 29), os sacerdotes e levitas foram reempossados em suas atividades ministeriais (2Cr 29:35), e o povo, convocado a deixar os ídolos e voltar para Deus (2Cr 30:7-9), correspondeu. Como resultado, Deus “sarou o povo” (2Cr 30:20). Feito isso, destruíram os altares e as estátuas, objetos de culto pagão que infestavam as cidades (2Cr 31:1).

Depois disso, Ezequias foi ameaçado pelos exércitos da Assíria e adoeceu. Enviado por Deus, o profeta Isaías o visitou e trouxe a mensagem de que sua enfermidade era fatal. O rei, profundamente tocado, chorou muito e orou ao Senhor. Deus ouviu sua oração e mandou que o profeta retornasse com a mensagem de que o rei teria mais 15 anos de vida. Acrescentou, também, que Deus defenderia a cidade de Jerusalém (2Rs 20:5, 6). Ezequias ficou tão feliz que compôs um cântico, no qual ele diz: “O Senhor veio salvar-me” (Is 38:20). E como Deus o curou? Foi feita uma pasta de figos e colocada sobre a parte enferma do corpo (2Rs 20:7).

Mesmo vivendo de acordo com a vontade de Deus, enfrentamos grandes dificuldades. Mas, quando parece não haver saída para nossa situação, podemos clamar a Deus. Ele pode trazer livramento de modo natural ou sobrenatural, pois é Senhor de ambos. Confiemos Nele sempre, porque Deus é por nós.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

14 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/ezequias/
https://youtu.be/c59og6MWvmk

Jó 20 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 20
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 20 – Existe teologia fabricada no inferno. O Diabo teve a Deus como seu professor de Teologia, não houve e nem há no Universo melhor seminário teológico do que ele frequentou. Ademais, deve ter durado mais de 4 ou 5 anos. Ele teve as melhores respostas para suas mais profundas indagações. Contudo, sua teologia é deturpada. Satanás cria que Jó servia a Deus por interesse, que a religião não passa de barganha com Deus.

Considerando isso, analise atentamente os discursos dos amigos de Jó. Todos os três discursam com um viés de interesse e barganha na religião. Eles criam que prosperidade e bem-estar sinalizavam bênçãos divinas; e, o sofrimento e a desgraça sinalizavam castigo pelos pecados. Diante disso, sendo merecedor do sofrimento, o pecador imprescindivelmente precisa arrepender-se para obter vantagens. Tudo por interesse, barganha, não?

Tal visão implica manipular a Deus, fazer acordos com Ele, negociar (barganhar). É muito sutil, mas é exatamente isso. A teologia dos amigos de Jó coaduna com a de Satanás – ambas visões teológicas estão concatenadas.

A percepção de Jó, a condição que ele se encontra e a revelação de Deus nos primeiros capítulos, corretamente entendidos, desafiam nossa visão tacanha em relação à teologia bíblica. Viver a religião por impulso, sem estudo e profunda reflexão dependendo do Espírito Santo, não nos levará ao ideal almejado por Deus. Além disso, o relato de Jó nos mostra que serviço e obediência a Deus não se baseiam apenas em bênçãos ou recompensas terrenas, mas em um relacionamento íntimo e pessoal com Ele.

Zofar é um exemplo de mestres que fazem teologia no inferno cujo professor é o próprio diabo. Sua teologia o cega para perceber a fidelidade de Jó para com Deus apesar de tamanho sofrimento que o assolava. Por isso, acusava de ímpio ao fiel servo de Deus, merecedor do sofrimento, digno da justiça divina!

As acusações fortes e duras para Jó foram reações de Zofar, que se ressentiu “do fato de Jó dirigir a ameaça de castigo contra seus amigos” no final do capítulo anterior, “já que está seguro de que somente Jó é culpado” (CBASD).

Estudando Jó é possível adquirir recursos para distinguir teologias oriundas do inferno das que são reveladas pelo verdadeiro Deus do Céu. Portanto, reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quinta-feira, 13 de abril de 2023

CONSAGRAÇÃO

 CONSAGRAÇÃO

Qualquer um de vocês que não renuncia a tudo o que tem não pode ser Meu discípulo. Lucas 14:33

Um homem caminha em uma estrada rural. É noite, e o céu está nublado após uma pancada de chuva. Um carro passa por ele, lança água de uma poça e mancha sua roupa. Como está escuro, ele apenas sente que parte de uma manga da camisa foi atingida. Continuando a caminhar, percebe distante um poste com luz. Depois de alguns minutos de caminhada, um pouco de luz já o atinge, e ele percebe que está mais molhado e sujo do que pensava. Quanto mais se aproxima da luz, mais percebe sua condição. À medida que avança em direção à luz, ele não se suja mais, mas percebe melhor a sujeira em suas vestes.

Isso ilustra o que ocorre conosco. Depois de conhecer o evangelho, pela primeira vez, entregamo-nos completamente a Deus. Somos sinceros em afirmar que entregamos tudo, mas a vida continua. Com o passar do tempo, devido ao nosso aprendizado cada vez maior das Escrituras e à nossa comunhão com Deus, descobrimos fraquezas e pecados de que jamais suspeitamos. A Luz revela nossa verdadeira condição. Estamos mais sujos do que pensávamos. Precisamos, então, confessar a Deus esses pecados recém-descobertos e nos apropriar da graça de Cristo para vencê-los um a um.

Em Seus ensinos, Jesus frequentemente convidava os ouvintes a uma entrega total. Certa vez, Ele disse: “Qualquer um de vocês que não renuncia a tudo o que tem não pode ser Meu discípulo.” Esse “tudo” pode variar de pessoa para pessoa, mas sempre se refere a tudo aquilo que, se conservado, seria um empecilho para manter um relacionamento adequado, profundo e duradouro com Cristo. Pode ser um objeto, uma atividade, um relacionamento, um mau hábito, um vício, um pecado – qualquer coisa que amarmos mais do que a Jesus. É justamente isso que Deus quer que abandonemos.

Jesus nos convida a fazer uma completa entrega a Deus, sem qualquer reserva. Precisamos oferecer a Ele tudo o que somos e tudo o que temos, desejando pertencer-Lhe para sempre. Precisamos aceitar a Cristo como Senhor, além de Salvador. A isso chamamos de consagração. Renovemos hoje nossa completa entrega ao Senhor.
 MEDITAÇÃO DIÁRIA
13 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/consagracao-2/

https://youtu.be/PytuXvs54Pg

Jó 19 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 19
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 19 – Através das palavras gravadas, as verdades eternas não são apagadas. Os testemunhos dos fieis servos de Deus relatados são bênçãos para nossa compreensão e motivação em forma de legados. Por isso, temos o livro de Jó!

Na verdade, este livro foi um anseio de Jó quando submergia no oceano das críticas dos amigos e dos ataques do Inimigo de Deus (Jó 19:23-24).

Em Jó 19, nota-se que a esperança exerce função primordial no sofrimento. Sem ela, o lamento de Jó não teria fim. A esperança o ergueu do fundo do mais profundo poço. Mesmo sem ver qualquer saída ou solução, sendo atacado pelas picadas venenosas das serpentes farisaicas que se gabavam de santidade, Jó conseguiu através da fé colocar-se em pé sobre a esperança provida por Deus (Jó 19:25-27).

Os supostos crentes piedosos Elifaz, Bildade e Zofar exaltavam-se acima de Jó, e o atacavam usando sua própria humilhação (Jó 19:5). Mais do que as circunstâncias adversas e ameaçadoras, Jó era esmagado pelas “intenções de ajudar” de seus supostos “amigos” (Jó 19:1-22). Um dos mais elevados enganos que o pecado pode levar os crentes é o de ser culpados de pecados dos quais estão inconscientes. Tanto é que, no final do capítulo, Jó precisou “jogar duro” com seus amigos. Veja...

“Se vocês disserem:
‘Vejamos como vamos persegui-lo,
pois a raiz do problema está nele’,
melhor será que temam a espada,
porquanto por meio dela
a ira trará castigo a vocês,
e então vocês saberão
que há julgamento”.

Sempre há aqueles que se levantam para defender suas teorias como certas, enfrentando tudo e todos, discordando de gente que estudou mais que eles, que conhece mais que eles; suas teimosias preservam suas tolas heresias.

Desta forma, os especialistas e doutores são descartados por leigos a fim de endeusarem suas ideias erradas. Mesmo provando o contrário, o orgulho não as deixa se renderem. Com atitude petulante, tais pessoas demonstram que não têm intenso respeito nem temor por Deus. Neste caso, precisam de palavras fortes como as de Jó no final do capítulo de seu livro.

A Bíblia é um livro que visa abrir nossos olhos como somos inflexíveis como os amigos de Jó. Deus a preservou para indicar-nos a direção certa da verdadeira religião. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quarta-feira, 12 de abril de 2023

Conhecendo A Deus

 Conhecendo A Deus

E a vida eterna é esta: que conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. João 17:3

Na parábola dos talentos (Mt 25:14-30), dois servos foram empreendedores e obedientes, fizeram o seu melhor e, no devido tempo, foram recompensados. Porém, o terceiro servo não produziu e não trabalhou. Ele simplesmente enterrou seu talento. Por que ele agiu assim? Por ter uma ideia errada a respeito de seu patrão. Para ele, o homem era severo, duro e desonesto. O patrão não era assim, mas aquele servo pensava que fosse. Essa compreensão errada sobre o caráter do patrão o deixou temeroso, e o medo o paralisou, tornando-o inativo. Quantos cristãos têm uma vida parecida com a desse homem? Fazem pouco ou nada para Deus e Sua causa porque têm uma visão distorcida Dele. Ellen G. White escreveu: "Multidões têm um conceito errado de Deus e de Seus atributos, e estão servindo a um falso deus assim como estavam os adoradores de Baal" (Profetas e Reis, p. 104 [177]). Qual é sua compreensão sobre Deus? Poderia você possuir uma visão tão incorreta de Seus atributos que o Deus que você imagina existe apenas em seus pensamentos?

Em Sua oração sacerdotal, Jesus disse ao Pai: "E a vida eterna é esta: que conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (Jo 17:3). Quando conhecemos a Deus como Ele é, alcançamos a salvação, a vida eterna. Na linguagem bíblica, "conhecer" alguém não é apenas uma atividade intelectual. Implica relacionamento. Assim, conheço alguém quando me relaciono constantemente com essa pessoa. Conhecer alguém leva tempo. Precisamos estar ao seu lado em diferentes situações, observando seu modo de reagir; precisamos ouvi-lo e precisamos falar-lhe.

De igual modo, adquirimos conhecimento de Deus da mesma forma. Temos que falar a Ele e fazemos isso pela oração. Temos que escutá-Lo, e isso ocorre quando nos dispomos a estudar Sua Palavra. Precisamos observar como Ele tem agido na história e como age atualmente na igreja e no mundo. Precisamos andar com Ele a cada dia, o que equivale a seguir Suas orientações para nossa vida. É isso que nos leva a conhecê-Lo. Então, quando agirmos desse modo, confiaremos mais Nele, nós O amaremos mais e teremos mais prazer em Sua companhia.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

12 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/conhecendo-a-deus/ 
https://youtu.be/LPvbS93uEwg

Salmos 56 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 56 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 56 – Embora Davi fora um dos reis...