quinta-feira, 3 de novembro de 2022

A FONTE DE TODO CRESCIMENTO ESPIRITUAL

 A FONTE DE TODO CRESCIMENTO ESPIRITUAL

Peçam ao Senhor chuva no tempo das últimas chuvas; peçam ao Senhor, que faz as nuvens de chuva e Ele lhes dará chuva abundante e a cada um, a vegetação no campo. Zacarias 10:1

   O Espírito do Onipotente está tocando o coração de pessoas, e os que respondem a essa influência se tornam testemunhas de Deus e de Sua verdade. Em muitos lugares podem ser vistos homens e mulheres consagrados transmitindo a outros a luz que lhes iluminou o caminho da salvação mediante Cristo. E, enquanto deixam sua luz brilhar, como fizeram os que foram batizados com o Espírito no dia de Pentecostes, recebem mais e mais do poder do Espírito Santo. Assim a Terra é iluminada com a glória de Deus. […] 

   É certo que no tempo do fim, quando a causa de Deus na Terra estiver prestes a terminar, os sinceros esforços dos consagrados crentes sob a direção do Espírito Santo serão acompanhados por manifestações especiais de favor divino. Com a metáfora das chuvas temporã e serôdia, que caem nas terras orientais no tempo da semeadura e da colheita, os profetas hebreus predisseram a concessão de graça espiritual em medida extraordinária à igreja de Deus. O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi o começo da primeira chuva, ou temporã, e o resultado foi glorioso. Até o fim dos tempos, a presença do Espírito Santo estará com a verdadeira igreja. 

   Ao se aproximar o fim da colheita da Terra, uma concessão especial de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda do Filho do Homem. Esse derramamento do Espírito é comparado à chuva serôdia. É por esse poder adicional que os cristãos devem fazer seus pedidos ao Senhor da seara, “no tempo da chuva serôdia”. Em resposta, “Jeová que faz [os] relâmpagos […] lhes dará chuvas copiosas” (Zc 10:1, TB). Ele “fará descer […] a chuva temporã e a serôdia” (Jl 2:23, ARA). 

   Porém, a menos que os membros da igreja de Deus hoje estejam em viva ligação com a Fonte de todo crescimento espiritual, não estarão prontos para o tempo da ceifa. A menos que mantenham suas lâmpadas bem acesas, deixarão de receber a graça adicional em tempos de maior necessidade (Atos dos Apóstolos, p. 35, 36 [54, 55]). 


 PARA REFLETIR: A chuva serôdia poderia estar caindo sobre outros ao seu redor e deixando você sem nenhuma gota? Qual foi a última vez que você orou pedindo que essa chuva caia sobre sua vida? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

3 de novembro



1 Reis 3 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Reis 3
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I REIS 3 – Uma das melhores coisas que um pai pode fazer pela vida de seu filho é incentivá-lo a observar as instruções do Pai Celestial contidas nas páginas da Bíblia (Deuteronômio 4:40; 5:1; 11:1-12:32; 17:14-20; 29:29).

Foi isso que Davi fez; todo pai que almeja o sucesso do filho deve fazê-lo (I Reis 2:1-11). Contudo, a responsabilidade última é do filho. Salomão casou-se com uma egípcia, filha de Faraó. Assim, começava a estabelecer seu reino através de alianças políticas internacionais (I Reis 3:1-2). “Os casamentos diplomáticos eram sinais de poder e influência. Atendiam a objetivos políticos e econômicos. É provável que o faraó fosse Sianum, que deu como dote à filha a cidade de Gezer... A esposa de Salomão habitou [na cidade de Davi] até Salomão construir um palácio para ela em outro lugar em Jerusalém” (Comentário Bíblia Andrews).

• Esse casamento com a filha de Faraó era da vontade de Deus?
• Estava Salomão pautando-se na revelação divina nesta decisão matrimonial?
• Práticas pagãs de governo estavam influenciando mais a Salomão do que Deus?
• Seria tal decisão reflexo negativo da falta de modelo paternal na questão matrimonial?

William MacDonald observa que, “apesar de ser conveniente em termos políticos”, o casamento de Salomão “foi contrário à lei de Deus e trouxe consequências espirituais desastrosas. Daqui em diante, o harém de Salomão cresceu até chegar a abrigar centenas de mulheres pagãs”. E, infelizmente, “na tentativa de se aliar a diversas potências estrangeiras”, finalmente “o rei se afastou do Senhor (11:1-8)”.

Além do jugo desigual, Salomão era relapso na fidelidade a Deus. Ele “amava ao Senhor”, todavia, “oferecia sacrifícios e queimava incenso em lugares sagrados” (I Reis 3:3). Embora não evidenciasse culto idólatra, já mostrava concessão nos planos divinos. “Essa mistura do sagrado com o profano foi o primeiro passo na prática de Salomão que o levou o supor que o Senhor não era tão meticuloso com respeito à adoração de Seu povo”, expressa Ellen White.

Visando impedir a tragédia de Salomão, Deus aproveitou seu momento de oração para oferecer recursos que fariam de Salomão um ícone da bênção celestial (I Reis 3:4-28). Deus lhe daria sabedoria, riqueza e prosperidade!

Deus está atento a tudo; Ele age para nos ajudar a evitar os caminhos do mal! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

A ROCHA DA SALVAÇÃO DE ISRAEL

 A ROCHA DA SALVAÇÃO DE ISRAEL

   Também Eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha igreja. Mateus 16:18

   A palavra Pedro significa “pedra”, uma pedra movediça. Pedro não era a rocha sobre a qual a igreja estava fundada. As portas do inferno prevaleceram contra ele quando negou seu Senhor com maldições e juramentos. A igreja foi edificada sobre Aquele contra quem as portas do inferno não podiam prevalecer.

   Séculos antes do advento do Salvador, Moisés havia falado a respeito da Rocha da salvação de Israel (Dt 32:4). O salmista cantara sobre “a Rocha da minha fortaleza” (Sl 62:7, ARC). Isaías tinha registrado: “Assim diz o Senhor Deus: ‘Eis que ponho em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada” (Is 28:16). O próprio Pedro, escrevendo por inspiração, aplicou essa profecia a Jesus. Ele disse: “Já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso. Chegando-vos para Ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual” (1Pe 2:3-5, ARA).

   “Ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3:11). “Sobre esta pedra”, disse Jesus, “edificarei a Minha igreja” (Mt 16:18). Na presença de Deus e de todos os seres celestiais, na presença do invisível exército do inferno, Cristo fundou Sua igreja sobre a Rocha viva. A Rocha é Ele próprio, Seu corpo, quebrantado e ferido por nós. Contra a igreja edificada sobre esse fundamento, as portas do inferno não prevalecerão.

   Como a igreja parecia fraca quando Cristo proferiu essas palavras! Havia apenas um grupo de crentes, contra os quais se dirigiria todo o poder dos demônios e dos seres humanos maus. No entanto, os seguidores de Cristo não deveriam temer. Edificados sobre a Rocha de sua fortaleza, não poderiam ser vencidos.

   Durante 6 mil anos, a fé tem sido edificada sobre Cristo. Por 6 mil anos, as inundações e tempestades da ira satânica têm açoitado a Rocha de nossa salvação. Contudo, ela permanece inabalável.

   Pedro havia expressado a verdade que é o fundamento da fé da igreja, e Jesus o honrou então como o representante de todo o corpo de crentes (O Desejado de Todas as Nações, p. 328, 329 [413]). 


   PARA REFLETIR: Que papel você desempenha em ajudar Cristo a sustentar e proteger a Sua igreja? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

 2 de novembro

1 Reis 2 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Reis 2
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I REIS 2 – Inclusive no governo entre o povo de Deus nem tudo é pacífico. Conflitos, armadilhas e mortes marcaram a entronização de Salomão após Davi, seu pai, falecer.

Adonias arquitetou um plano maquiavélico, usando Bate-Seba, mãe de Salomão, lutando de forma camuflada por seu ideal frustrado no capítulo anterior. Ele queria para si a Abisague, concubina de Davi; seu pedido foi traiçoeiro porque era prática corrente que um novo rei tomasse o harém de seu antecessor (II Samuel 16:21-22). Assim que tomou ciência da situação, “o rei Salomão deu ordem a Benaia, filho de Joiada, que ferisse e matasse Adonias” (I Reis 2:13-21). Antes de morrer, Davi alertou Salomão das dificuldades de reinar (I Reis 2:1-12).

Davi orientou Salomão quanto ao que fazer com Joabe e Simei, o que foi devidamente acatado pelo novo rei: Os dois foram assassinados (I Reis 2:28-46). Com relação ao sacerdote Abiatar que servira seu pai, Salomão apenas o expulsou do cargo, “cumprindo a palavra que o Senhor tinha dito em Siló a respeito da família de Eli” (I Reis 2:26-27).

“Portanto, a fim de consolidar seu reino, Salomão removeu de forma ostensiva todos os que não lhe eram fieis. A partir desse ponto, seu reinado foi pacífico”. William MacDonald ainda observa que isso aponta a um momento escatológico: “Quando voltar para estabelecer Seu reino, o primeiro ato de Cristo será destruir Seus inimigos e remover do reino os elementos ofensivos” [Romanos 16:20]. Além disso, um princípio específico atual implica que “o cristão experimenta paz ao remover de sua vida tudo que se opõe ao governo de Cristo sobre o seu interior”.

Para executar a vontade de Deus se requer firmeza e hombridade, além de fidelidade ao Senhor e perseverança nas orientações de Sua Palavra. Caso a seguirmos à risca, Ele abençoará a caminhada rumo à prosperidade (I Reis 2:2-4). Estas instruções de Davi a Salomão refletem as orientações de Moisés a Josué (Deuteronômio 31:6-8, 23).

Deus mesmo quer conduzir nossa vida; porquanto, nos convida: “Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido” (Josué 1:8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 1 de novembro de 2022

O PRÍNCIPE DOS MESTRES

 O PRÍNCIPE DOS MESTRES

E ensinava nas sinagogas, sendo elogiado por todos. Lucas 4:15

“Jamais alguém falou como este Homem” (Jo 7:46). Isso só seria possível se Cristo tivesse falado apenas sobre o mundo físico e intelectual, ou meramente sobre assuntos teóricos e especulativos. Ele poderia ter revelado mistérios que exigiriam séculos de esforço e pesquisa para ser desvendados. Poderia ter feito sugestões nos ramos científicos, as quais proporcionariam nutrição ao pensamento e estímulo às invenções até o fim da História. Mas Ele não fez isso. Nada disse para satisfazer a curiosidade ou motivar a ambição egoísta. Não tratou de teorias abstratas, mas do que é essencial ao desenvolvimento do caráter e daquilo que amplia a capacidade de homens e mulheres para conhecer a Deus e aumentar seu poder a fim de fazer o bem. Falou daquelas verdades que se referem à conduta da vida e unem o ser humano com a eternidade.

Em vez de dirigir o povo ao estudo de teorias humanas a respeito de Deus, Sua Palavra ou Suas obras, ensinava-os a contemplá-Lo, conforme Ele Se manifesta em Suas obras, em Sua Palavra e em Suas providências. Cristo colocou a mente deles em contato com a mente do Infinito. […]

Nunca antes alguém falou com tal poder para despertar o pensamento e as aspirações e fortalecer as capacidades físicas, mentais e espirituais. O ensino de Cristo, assim como Sua compaixão, abrangia o mundo. Jamais poderá haver uma circunstância na vida, um momento crítico na experiência humana, que não tenha sido antecipado em Seus ensinos e para os quais seus princípios não tenham uma lição. Como Príncipe dos mestres, Suas palavras serão reconhecidas como guia para Seus cooperadores até o fim da História.

Para Ele, o presente e o futuro, o próximo e o distante eram uma coisa só. Ele visualizava sempre as necessidades de toda a humanidade. Diante de Seus olhos espirituais se estendiam todas as cenas do esforço e da realização humanos, de tentações e conflitos, de perplexidades e perigos. Todos os corações, lares, prazeres, alegrias e aspirações eram conhecidos Dele.

Ele falava não somente por toda a humanidade, mas a toda a humanidade. À criancinha, nas alegrias da manhã da vida; ao ansioso e inquieto coração do jovem; aos adultos na força dos anos, […] ao idoso em sua fraqueza e cansaço (Educação, p. 56, 57 [81, 82]).

PARA REFLETIR: Jesus é um professor extraordinário. Que tipo de aluno Ele diria que você é?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

1 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-principe-dos-mestres/

1 Reis 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Reis 1
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I REIS 1 – O poder é muito perigoso. Muitos lutam para obtê-lo a qualquer custo. Estratégias diversas são exploradas. Porém, grandes estragos são vistos na busca pelo poder. Grandes perdas, muitas vezes até de vidas, resultam da ambição pelo poder.

Os planos de Deus muitas vezes são pisoteados na busca pelo poder. Ignora-se a vontade de Deus. Despreza-se a oração e a dependência de Deus. É isso que fica evidente na busca de Adonias ao tentar usurpar o trono do pai. Davi beirava 70 anos de idade; por já estar velho, frágil e enfermo seu filho intentou tomar-lhe o trono; e, para isso conseguiu adeptos. Além de Absalão, é a segunda vez que um filho de Davi apronta assim com ele (I Reis 1:1-10).

Os planos de Deus não são ofuscados por ambiciosos petulantes. Servos de Deus interferem na história para impedir que a vontade humana faça estrago na vontade de Deus. O profeta Natã agiu rapidamente para garantir o lugar de Salomão no trono.

Na teologia do livro de Reis, nota-se que o plano de Deus para o governo israelita possuía três ofícios:

• Um rei para governar a nação de Israel.
• Um sacerdote para aproximar-se de Deus como representante do povo.
• Um profeta para representar a Deus perante o povo.

A rebelião de Adonias foi frustrada pela ação do profeta Natã. Embora Salomão não estivesse entre os filhos mais velhos de Davi e fosse filho de Bate-Seba, a ex-mulher de Urias, a graça de divina o escolhera para continuar a monarquia israelita. Antes do nascimento de Salomão, Deus já havia declarado a Davi que esse filho seria o próximo rei de Israel (I Reis 1:13, 17, 28-31; I Crônicas 22:9-10).

Um profeta (Natã), um rei (Salomão), e um sacerdote (Zadoque) se dispuseram a cumprir a vontade de Deus. A ação deste trio levou ao ambicioso e orgulhoso Adonias a frustração em sua festa de celebração; mas, os que estavam ao lado do plano de Deus, se alegraram (I Reis 1:32-53).

Ambiciosos e orgulhosos não se agradam da vontade de Deus. Pois a vontade de Deus frustra seus gananciosos planos. Porém, mesmo havendo muitos Adonias na igreja do tempo do fim, a história é regida pelo Soberano do Universo! Portanto, temos motivos para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2022

O VINDICADOR DA VERDADE

 O VINDICADOR DA VERDADE

Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. João 1:17

Cristo dá a todo o Seu povo um exemplo da Sua forma de trabalhar em prol da salvação de homens e mulheres. O Filho de Deus Se identifica com o ofício e a autoridade de Sua igreja organizada. Suas bênçãos deveriam fluir por meio das agências que Ele ordenou, conectando assim a humanidade ao canal mediante o qual as Suas bênçãos deveriam vir.

Paulo era extremamente zeloso na obra de perseguir os santos, mas isso não o isentou da culpa quando a consciência de sua crueldade lhe foi impressa na mente pelo Espírito de Deus. Ele deveria se tornar aprendiz dos discípulos. Descobriu que Jesus, a quem em sua cegueira, considerava um impostor, era de fato o Autor e fundador de toda religião do povo escolhido de Deus desde os dias de Adão, e o Consumador da fé agora tão clara para sua visão esclarecida.

Ele passou a enxergar Cristo como o Vindicador da verdade, o cumpridor de todas as profecias. Até então, ele via Jesus como um questionador da lei divina. Quando, porém, sua visão espiritual foi tocada pelo dedo do Senhor, aprendeu com os discípulos que Cristo era o Originador e Fundador de todo o sistema judaico de sacrifícios. Entendeu que, em Sua morte, o tipo encontrou o antítipo e que Cristo veio ao mundo com o propósito expresso de vindicar a lei do Seu Pai. À luz da lei, viu-se como pecador. Descobriu que a própria lei que ele imaginava guardar com tanta dedicação estava sendo transgredida. À luz da lei, reconheceu-se pecador, morreu para o pecado e se tornou obediente às reivindicações da lei divina. Arrependeu-se dos seus pecados, depositou sua fé em Jesus como o seu Salvador, foi batizado e passou a pregar a Cristo com o mesmo ímpeto e zelo que antes dedicava a condená-Lo.

Na conversão de Paulo encontramos princípios importantes que devemos manter sempre em mente. O Redentor do mundo não sanciona a experiência e o exercício da esfera religiosa independentemente da Sua instituição organizada e reconhecida, a igreja (Carta 54, 1874).

PARA REFLETIR: Você já teve uma visão de Jesus? Em caso afirmativo, que diferença isso fez na sua prática de fé?
https://youtu.be/Fnd_5uTaktw

MEDITAÇÃO DIÁRIA

31 de Outubro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-vindicador-da-verdade/

Salmos 4 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 4 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 4 – Este Salmo complementa o anter...