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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Amazias: Quando a Obediência Não é Completa

 2 Crônicas 25 — Comentários Bíblicos

Amazias: Quando a Obediência Não é Completa

Contexto Histórico
O capítulo 25 de 2 Crônicas narra a história do rei Amazias, filho de Joás, rei de Judá. Ele começou seu reinado fazendo o que era reto diante de Deus, porém “não com inteireza de coração”. Seu governo revela um perigo espiritual muito comum: começar bem, mas se afastar aos poucos da dependência de Deus.
O reino estava dividido:
•Judá ao sul
•Israel ao norte
Amazias desejava fortalecer o reino militarmente e venceu os edomitas. Contudo, depois da vitória, caiu em orgulho e idolatria, trazendo juízo sobre si mesmo.

📖 Comentários por Versículos

🔹 Versículos 1-2
Amazias começou a reinar aos 25 anos e fez o que era reto perante o Senhor, mas não com coração perfeito.
Comentário
Deus observa não apenas as ações externas, mas também a motivação do coração. Amazias obedecia parcialmente. Havia aparência de fidelidade, mas faltava entrega completa.
Aplicação
Não basta parecer espiritual. Deus deseja sinceridade, profundidade e compromisso verdadeiro.

🔹 Versículos 3-4
Amazias puniu os assassinos de seu pai, mas preservou os filhos deles conforme a Lei do Senhor.
Comentário
Aqui Amazias demonstra respeito à Palavra de Deus, obedecendo ao princípio de responsabilidade individual.
Aplicação
A justiça divina é equilibrada. Devemos agir com verdade, mas também com princípios bíblicos.

🔹 Versículos 5-10
Amazias organiza o exército e contrata soldados de Israel.
Comentário
Mesmo tendo recursos em Judá, Amazias buscou apoio humano em vez de confiar totalmente em Deus. O profeta advertiu que Israel não tinha o favor divino.
Aplicação
Nem toda ajuda aparentemente forte vem de Deus. Precisamos discernimento espiritual antes de fazer alianças.

🔹 Versículo 9
“O Senhor pode dar-te muito mais do que isto.”
Comentário
Amazias se preocupou com o dinheiro perdido ao dispensar os soldados pagos. O homem de Deus respondeu que Deus poderia recompensá-lo muito mais.
Aplicação
Obedecer a Deus nunca é prejuízo. O que se perde por fidelidade, Deus restitui de maneiras maiores.

🔹 Versículos 11-13
Amazias vence os edom
itas.
Comentário
A vitória veio quando ele decidiu obedecer à orientação divina. Isso mostra que o sucesso verdadeiro depende da presença de Deus.
Aplicação
Vitórias espirituais acontecem quando colocamos a obediência acima da lógica humana.

🔹 Versículos 14-16
Amazias trouxe os deuses dos edomitas e os
adorou.
Comentário
Esse é um dos momentos mais contraditórios do capítulo: após vencer um povo, Amazias passou a adorar os deuses derrotados daquele mesmo povo.
O orgulho cegou seu discernimento espiritual.
Aplicação
Grandes vitórias podem se tornar perigosas quando produzem orgulho. Precisamos permanecer humildes após as conquistas.

🔹 Versículos 17-24
Amazias desafia Jeoás, rei de Israel.
Comentário
Amazias tornou-se arrogante após suas vitórias. Jeoás tentou evitar a guerra usando uma parábola para alertá-lo, mas Amazias não ouviu.
Aplicação
O orgulho impede conselhos sábios. Quem não aceita correção acaba sofrendo consequências dolorosas.

🔹 Versículos 25-28
Amazias foi alvo de conspiraçã
o e morreu.
Comentário
O afastamento de Deus enfraqueceu seu reinado e abriu espaço para destruição e rebelião.
Aplicação
Quem abandona os caminhos do Senhor perde proteção espiritual, direção e estabilidade.

Aplicações Gerais para a Vida

1️⃣ Começar bem não é suficiente
A vida cristã exige perseverança até o fim.

2️⃣ Deus vê o coração
Obediência parcial ainda é desobediência.

3️⃣ Vitórias podem gerar orgulho
Precisamos vigiar mais após conquistas do que durante lutas.

4️⃣ Ouvir conselhos espirituais protege
A correção de Deus evita quedas maiores.

5️⃣ Toda confiança fora de Deus falha
A verdadeira segurança não está em recursos humanos, mas no Senhor.

👉“Quem vence batalhas sem vigiar o coração pode perder a guerra espiritual.”

💌 t.me/bibliaG
#Biblia #PalavraDeDeus #2Cronicas25 #EstudoBiblico

quarta-feira, 24 de maio de 2023

Salmos 18 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 18
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 18 – O que encontramos nesse esplendoroso Salmo?

“Davi agradece pelas muitas vitórias que Deus lhe deu. Em 18:7-15, Davi descreve a fúria do Senhor em termos que lembram a manifestação no Sinai... Davi contempla a sua salvação não como algo pessoal ou particular, mas afirma que Deus moveu céus e terra – ou seja, Deus colocou seu grande poder em ação – para salvá-lo. A defesa de Davi por Deus estende-se a toda sua dinastia (18:50) e, assim, ao Messias” observa Duane Garrett.

O Salmo trata de diversos temas, tais como: Louvor ao Senhor, proteção divina, poder de Deus, justiça divina, resgate divino, atributos divinos, vitória de Deus, gratidão e entrega, etc.

São tantos os assuntos que podem ser extraídos do Salmo 18, o qual é uma cópia com algumas variações e acréscimo do poema encontrado em II Samuel 22, escrito por Davi.

• Os textos não são exatamente iguais, são semelhantes.
• Além disso, o Salmo 18 tem um acréscimo no final.

Considere...

• As variações e acréscimos são apropriados à inspiração do texto sagrado?
• Tais ações são obras humanas ou são tão inspiradas quanto é o texto original?

É correto afirmar que as variações literárias podem ser vistas como uma forma legítima de expressão artística e também teológica. No Salmo 18, o compilador tão inspirado quando o escritor primário buscou enfatizar ou ampliar certos aspectos da mensagem anterior. Isso indica a complexidade da inspiração da Bíblia, que a torna rica e completa!

A submissão à crença na inspiração divina dos textos bíblicos leva-nos a considerar que os versículos adicionais no Salmo 18 foram acrescentados por orientação do próprio Deus. Isso implica que Ele usa autores humanos para transmitir Sua mensagem, e que tem o controle sobre o processo de composição e inclusão dos textos sagrados. E, também, que a mensagem divina pode ser expandida ou enfatizada em diferentes contextos, visando atender às necessidades e situações específicas do povo de Deus no decorrer da história, como é o caso do quarto mandamento – veja Êxodo 20:8-11 relacionado com Deuteronômio 5:12-15.

Estas explicações técnicas nos convidam a apreciar a diversidade literária das Escrituras, reconhecer a ação de Deus na inspiração dos textos sagrados e abordar questões de variação textual com uma abordagem hermenêutica responsável.

Confie na Palavra e reaviva-te! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quarta-feira, 17 de maio de 2023

Salmos 11 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 11
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 11 – Os salmos não contêm mensagens rasas e superficiais. Ao contrário, possuem grandes temas teológicos, profundos e relevantes. Basta saber estudá-los!

Após ler e reler o Salmo em pauta, considere estes 10 temas encontrados nele:

1. Confiança em Deus: Se Deus é refúgio numa sociedade corrupta, fugir dEle é loucura.

2. Justiça divina: Deus fará a coisa certa, mesmo quando todos os fundamentos ruírem.

3. Adversidade: A adversidade é um meio de buscar auxílio divino, assim nasceu o Salmo 11.

4. Justos e ímpios: Há diferença no estilo de vida entre os justos e os ímpios; os ímpios possuem intenções maliciosas que conspiram contra os justos; enquanto os justos são pacíficos por confiarem em Deus em tempos difíceis.

5. Santidade de Deus: Deus é transcendente e Sua justiça transcende as circunstâncias complexas deste mundo. Ele não compactua com a maldade.

6. A natureza do mal: Quem opta pelo mal desenvolverá seu prazer pelo que é errado ao ponto de conspirar para prejudicar vulneráveis, frágeis e inocentes.

7. A tentação de fugir: Conselhos falhos de pessoas que vem os sofredores sugerem evitar o conflito e a adversidade em vez de enfrentá-las pautados nos princípios divinos. Ceder é mais fácil que resistir, contudo os resultados não compensam; é melhor apegar-se a Deus, custe o que custar!

8. A soberania de Deus: Deus está no controle de todas as coisas, Seu trono está nos céus, não na Terra, como os tronos corruptos dos pecadores soberbos, orgulhosos e arrogantes.

9. O destino dos ímpios: O ódio de Deus contra a violência punirá aos que se apropriam dela para promover sofrimento no mundo. A justiça divina é a garantia de que a maldade não será eterna, não prevalecerá no dia do juízo final.

10. A natureza da fé: A fé que coloca sua confiança em Deus independe das circunstâncias favoráveis, pois depende da compreensão profunda de Quem é Deus e como Ele age. Tal fé no alvo certo é a chave para enfrentar as tentações de desespero e desânimo frente ás dificuldades da vida.

“O Senhor é justo e ama a justiça; os retos verão a Sua face”. Assim encerram as sagradas palavras do Salmo, as quais devem levar-nos ao reavivamento intenso neste mundo perverso tomado pelo sofrimento! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 15 de maio de 2023

Salmos 9 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 9
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 9 – Neste texto, o autor destaca a justiça divina sobre a injustiça humana. A justiça divina merece confiança, pois é perfeita, não corrupta; é exata, não falha; é absoluta, não parcial. Considere:

• Inimigos de Deus e de Seu povo serão derrotados. Como Juiz, Deus repreende nações, destrói ímpios, e, apaga seus nomes. Esse julgamento implica em proteção e libertação ao Seu povo que sofre opressão (Salmo 9:1-6).
• Deus não é transitório, Ele permanece para sempre. Isso indica a constância do Seu trono como um Juiz fiel por ter vida eterna e estar sempre presente em todos os casos (Salmo 9:7, 12).
• Injustiças terão julgamento justo. Deus julga o mundo com justiça, retidão e equidade. Ele não Se apropria da parcialidade em relação a nenhum dos povos do mundo (Salmo 9:8).
• Os oprimidos são alvos da intervenção divina. Vulneráveis podem contar com a justiça de Deus, pois Ele não Se esquece do clamor dos aflitos nem despreza a esperança dos pobres. Como justo Juiz, Deus defende aos fracos e necessitados (Salmo 9:9-10, 12).
• Haverá livramento para aqueles que deixarem seus casos com Deus. Os que confiam nEle não são esquecidos, são protegidos; Deus é refúgio seguro aos oprimidos e julgará os casos confiados e colocados em Suas mãos (Salmo 9:9-10).
• A justiça no atendimento às orações é parte das ações divinas. Deus responde orações, mas as respostas passam pelo crivo de Sua justiça. Deus requererá o sangue dos que afligiram aos suplicantes por Sua intervenção sobrenatural (Salmo 9:11-14).
• Planos malignos serão destruídos. Deus frustra os planos de inimigos e faz com que suas tramas retornem contra eles mesmos. Deus desfaz as maquinações dos maus para proteger os justos (Salmo 9:15-16).
• O julgamento divino das nações será justo pautado sobre a equidade. Os que se desviam da prática do bem sofrerão inevitavelmente as consequências resultantes da prática do mal (Salmo 9:17-20).

Quando entendemos isso, tomaremos decisões importantes: Os temas teológicos destacado neste Salmo (adoração e louvor pelo juízo divino, proteção divina, retribuição divina, soberania divina) são complementares aos temas dos Salmos 1 e 2, que enfatizam a importância de seguir o caminho da justiça e da sabedoria e de submeter-se à soberania de Deus sobre as nações!

Confiemos na justiça e sabedoria divinas para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Justiça Divina

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de agosto, segunda

Justiça Divina

Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más. Eclesiastes 12:14

Muitas vezes temos lido ou ouvido de pessoas inocentes sendo acusadas de crimes que não praticaram. São muitos os fatores que têm levado a polícia e a justiça a se equivocarem nesses erros, como semelhanças físicas, interesses pessoais e de grupos envolvidos nos casos ou até mesmo coincidências. Por esses e outros motivos, muitas pessoas têm cumprido penas pesadas e perdido boa parte da vida detrás das grades de uma prisão. Por maior que seja a boa vontade dos magistrados, a justiça dos homens sempre estará sujeita à possibilidade de incorrer em algum equívoco.

E a justiça divina? Quando alguém se sente injustiçado é comum ouvirmos: “Não faz mal, a justiça de Deus tarda, mas não falha.” Em uma aula, o professor Siegfried J. Schwantes se referiu a um provérbio alemão que, de forma indireta, fala sobre os juízos divinos: “Os moinhos divinos moem devagar, mas moem fino.” Em outras palavras, Deus não tem pressa em fazer justiça e sempre a faz com perfeição.

Aliás, é exatamente isso o que a Escritura Sagrada nos diz em Eclesiastes 12:14: “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” Para Deus, que é onisciente, não há possibilidade alguma de cometer erros ou injustiças no juízo de todos os seres humanos.

Esse fato tem levado alguns a serem enganados pelo inimigo de Deus. Ellen White escreveu: “Satanás levou o homem a imaginar Deus como um ser cujo principal atributo fosse a justiça severa – um rigoroso juiz, e credor exigente e cruel. Representou o Criador como um ser que espreita desconfiado, procurando discernir os erros e pecados dos homens, para que possa trazer juízos sobre eles. Foi para dissipar essa negra sombra, revelando ao mundo o infinito amor de Deus, que Jesus baixou para viver entre os homens” (Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 250).

A justiça de Deus é perfeita, assim como também Seu amor e Sua misericórdia. Confiemos Nele!

Rodolpho Gorski, 20/2/2003

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Busque a Sabedoria Divina- Pv 21

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Provérbios 21
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Pegar atalhos na vida não é sábio. Cair nas armadilhas do diabo não é característica de quem busca a sabedoria divina. Buscar satisfação no pecado é coisa de gente desprovida da direção de Deus!

Nossos atos são moldados por nossas motivações, embora nem sempre ambos se harmonizem. Contudo, Deus conhece o que realmente está por trás de cada um de nossas atitudes:

1. “Nós avaliamos nossos atos pelas aparências; mas o Eterno analisa nossos motivos” (v. 2).
2. “Motivos confusos transformam a vida num emaranhado; os motivos puros levam você pelo caminho direito” (v. 8).

Aqueles que querem ter boa liderança realizarão seus sonhos, se permitirem ser regidos por Deus e Seus princípios de sabedoria. Tal motivação nobre deve aproximar-nos do Senhor para que a realização seja possível (v. 1).

A pureza de coração perante Deus resulta em procedimentos corretos para com as pessoas, tal pureza vale mais que qualquer ritual religioso – por mais nobre que seja! Portanto, qual então é a motivação de um religioso que não procede com equidade em seus relacionamentos? (v. 3).

Arrogância, orgulho, afobação, estresse, perversidade, infidelidade, imoralidade, inveja, ciúmes, raiva, ódio, etc. tudo isso motiva ações que fará aquele que o possui receber “apenas ilusão e a sua promoção – será a morte!” (vs. 4-7).

Na sequência, os provérbios tratam de diversos temas:

1. Reclamação, resmungar de tudo é ingratidão (v. 9);
2. Confusão, promovida por pessoas desprovidas de amor (v. 10);
3. Incapacidade de aprender, a justiça divina aos perversos ensina ao fiel (vs. 11-12, 15);
4. Desprezo ao pobre nos levará ao desprezo de Deus (v. 13);
5. Formas e resultados no presentear pessoas irritadas (v. 14);
6. Resultados de quem se desvia do caminho correto:

a) Morte (v. 16);
b) Insatisfação (v. 17);
c) Punição/retribuição (v. 18);
d) Irritação (v. 19);
e) Destruição (v. 20);
f) Descontrole emocional (v. 24).
g) Fome (v. 25);
h) Ambição/mesquinharia (v. 26);
i) Hipocrisia (v. 27);
j) Desrespeito (vs. 28-29);
k) Derrotas (v. 30).

7. Resultados de quem procura a justiça divina:

a) Vida abundante (v. 21);
b) Sucesso (v. 22);
c) Utilidade/importância (v. 23).

Portanto, “faça sempre o melhor, prepare-se para o pior – então, confie no Eterno e você alcançará a vitória” (v. 31).

Com Deus avançaremos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Bondade na Justiça Divina

A Fé Pela Qual Eu Vivo
19 de junho
Bondade na Justiça Divina


E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. Mat. 10:28.

Quão repugnante a todo sentimento de amor e misericórdia, e mesmo ao nosso senso de justiça, é a doutrina de que os ímpios mortos são atormentados com fogo e enxofre num inferno eternamente a arder; que pelos pecados de uma breve vida terrestre sofrerão tortura enquanto Deus existir! …

Onde, nas páginas da Palavra de Deus, se encontra tal ensino? Perderão os remidos no Céu todo sentimento de piedade e compaixão, e mesmo os sentimentos comuns de humanidade? Devem tais sentimentos ser trocados pela indiferença do estóico, ou a crueldade do selvagem? Não, absolutamente; não é este o ensino do Livro de Deus. …

A teoria do tormento eterno é uma das falsas doutrinas que constituem o vinho das abominações de Babilônia. …

Ao considerarmos em que cores falsas Satanás esboçou o caráter de Deus, surpreender-nos-emos de que nosso misericordioso Criador seja receado, … e mesmo odiado? O Grande Conflito, págs. 535 e 536.

Os princípios de bondade, misericórdia e amor, ensinados e exemplificados por Jesus Cristo, são um transunto da vontade e caráter de Deus. … Deus executa justiça sobre os ímpios, para o bem do Universo, e mesmo daqueles sobre quem Seus juízos são aplicados. …

Os que escolheram a Satanás como chefe, e por seu poder têm sido dirigidos, não estão preparados para comparecer à presença de Deus. …

Poderiam suportar a glória de Deus e do Cordeiro? Não, absolutamente; anos de graça lhes foram concedidos, a fim de que pudessem formar caráter para o Céu; eles, porém, nunca exercitaram a mente no amor à pureza; nunca aprenderam a linguagem do Céu, e agora é demasiado tarde. O Grande Conflito, págs. 541-543.

Para o pecado, onde quer que se encontre, “nosso Deus é um fogo consumidor”. Heb. 12:29. O Espírito de Deus consumirá pecado em todos quantos se submeterem a Seu poder. Se os homens, porém, se apegarem ao pecado, ficarão com ele identificados. Então a glória de Deus, que destrói o pecado, tem que destruí-los. O Desejado de Todas as Nações, pág 107.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 176

sábado, 11 de julho de 2015

Apocalipse 15 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 15
Comentários  de  Garth Bainbridge

No início de Apocalipse 15, João vê “sete anjos com as sete últimas pragas”, com as quais “se completa a ira de Deus” (v. 1). As sete pragas são a expressão definitiva e completa do juízo divino contra as forças do mal, juízo que culmina com a segunda vinda de Jesus. Este capítulo marca o fim da provação, após a qual “o vinho da ira de Deus” será derramado sem misericórdia sobre os ímpios (ver 14:10).

As pessoas sempre se esforçaram para entender o conceito da ira de Deus. Incapazes de negar o ensino bíblico de um Deus que responde com ira ao mal, alguns tentam redefini-la como sendo mera consequência natural ou, no máximo, a retirada da mão protetora de Deus. Mas não podemos esquecer as expressões muito claras que indicam que Sua ira é o Seu ato divino de justo julgamento sobre o mal e os seus autores. Os juízos de Deus são muito reais e devidamente justificados.

Por esta razão, no verso 2 o foco se move momentaneamente para aqueles que acabarão por ser vitoriosos sobre a besta, sua imagem e sua marca. Eles cantam uma canção reconhecendo a justeza dos julgamentos de Deus nas últimas pragas: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos” (v. 3). Afinal de contas, nós não deveríamos esperar que um Deus santo respondesse com justiça à terrível natureza destrutiva do mal?

Tenha em mente, contudo, que a mão que dirige o derramamento das pragas foi primeiro pregada a uma cruz por esses mesmos pecados que agora estão sendo julgados e punidos. No Calvário foi demonstrado que o Deus que é totalmente justo, também é totalmente misericordioso. Neste último ato de justiça, ninguém poderia levantar um ponto de interrogação sobre sua misericórdia.

A segunda estrofe da canção diz: “Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiças se tornaram manifestos” (v. 4).

Tanto justiça quanto misericórdia trazem glória ao Seu nome; ambas são exibidas igualmente em Seus atos de justiça; ambas O revelam como santo. A justiça e a misericórdia estão perfeitamente integradas em Sua natureza divina.

Unamo-nos, salvos de todas as nações, a adorar perante Ele.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália


quarta-feira, 11 de março de 2015

Romanos 13 Comentários deNorman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Romanos 13
Comentários  deNorman McNulty

Paulo começa esclarecendo a relação do cristão com a autoridade civil. Estamos sujeitos aos poderes mais altos, mas o mais alto poder é Deus. Ele deu autoridade para os líderes civis. Se guardarmos a lei de Deus e as leis da país onde estamos não há necessidade de temer. A autoridade civil ministra em favor de Deus e cumpre a lei contra os malfeitores (v. 4), mantendo a ordem.

Baseado no fato de que a autoridade civil ministra para Deus, Paulo então apela para que o cristão obedeça a sua consciência e seja honesto em todas as coisas. Ele implora aos crentes que paguem seus impostos (v. 5). Ele diz, ainda, que respeitemos e honremos os líderes civis e conclui esta seção incentivando os cristãos a amar uns aos outros, porque se realmente amarmos uns aos outros estaremos vivendo de acordo com a lei de Deus. Ele nos lembra que devemos amar os nossos vizinhos e usa explicitamente os últimos cinco mandamentos para nos lembrar de como o amor deve operar (vs. 8-10).

Na última parte do capítulo, Paulo faz um apelo para que os cristãos despertem do sono. Embora este apelo se aplique a qualquer geração que já viveu, é especialmente aplicável àqueles que estão vivendo pouco antes da volta de Jesus. De fato, na parábola das dez virgens, Jesus descreve a Sua Igreja como estando a dormir (Mt 25:1-13). Paulo nos exorta, tendo em vista o tempo em que vivemos, que é hora de acordar e não de dormir. Agora, mais do que nunca, nossa salvação está mais próxima do que quando no princípio cremos. A noite deste mundo está quase no fim. Agora é a hora de derrotar as obras das trevas e nos vestirmos das armas da luz de Deus.

Paulo nos diz que nossa vida deve ser um livro aberto. Devemos viver honestamente com nada a esconder. Não devemos nos envolver em desordens ou em embriaguez (v. 13). E em um sentido espiritual, não devemos beber do vinho (falsas doutrinas) da Babilônia. O vinho de seu adultério espiritual tem embriagado a maior parte do mundo. Devemos ser espiritualmente puros e sóbrios, fiéis à mensagem que Deus nos deu como um povo. 

Paulo encerra o capítulo afirmando que o que realmente precisamos é nos vestirmos de Jesus Cristo e Sua justiça. Ao fazermos isso, não viveremos de acordo com a carne, de acordo com o velho homem do pecado, como visto em Romanos 7, mas teremos uma mente transformada que nos preparará para enfrentar a crise final.
Norman McNulty

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/13/

Precioso aos Olhos de Deus

  DEVOCIONAL - 15 de agosto Leia  na Bíblia: Salmo 8 Propósito Reconhecer a grandeza de Deus e lembrar que, mesmo sendo pequenos diante da i...