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segunda-feira, 15 de setembro de 2025

SAIR DE BABILÔNIA

 Devocional Diário - Descobertas da fé

15 de setembro

SAIR DE BABILÔNIA

Ouvi outra voz do Céu, dizendo: “Saiam dela, povo Meu, para que vocês não sejam cúmplices em seus pecados e para que os seus flagelos não caiam sobre vocês.” Apocalipse 18:4

O versículo de hoje apresenta o chamado para o povo de Deus sair de Babilônia. Esse convite remonta ao tempo em que os judeus foram levados cativos por Nabucodonosor. O sentido, porém, de “levados cativos” precisa de uma explicação atualizada.

Até recentemente, pensávamos que os judeus tinham sido levados à força pelos babilônios. Mas não foi bem assim. Embora muitos tenham sido “sequestrados” de suas famílias, como Daniel e seus companheiros, outros foram para lá voluntariamente.

Isso é o que descobrimos em uma coleção de tábuas de argila encontradas no Iraque, que detalham transações comerciais dos judeus na Babilônia. Ali percebe-se que alguns foram atraídos por oportunidades comerciais.

As visitas de Nabucodonosor a Jerusalém não se limitavam à expansão de seu reino. Ele também buscava incentivar a migração de comerciantes judeus para o sul do Iraque, visando aumentar a circulação de mercadorias e reverter a crise econômica causada pelas guerras e pelos gastos excessivos com a reconstrução de Babilônia.

As tabuinhas, inscritas em acadiano, detalham o comércio, os impostos e os créditos acumulados. Ali menciona-se, inclusive, uma família judaica tradicional com quatro gerações, começando pelo pai, Samak-Yama, seu filho, seu neto e os cinco bisnetos, todos com nomes bíblicos.

Embora muitos tenham regressado a Jerusalém após a libertação persa em 538 a.C., outros preferiram continuar em Babilônia, formando uma comunidade judaica ativa que durou 2 mil anos. Descendentes desses antigos judeus só sairiam do Iraque, do Iêmen e do Irã após o ano 1950, quando retornaram para o recém-criado Estado de Israel.

No Apocalipse, a Babilônia se torna símbolo de toda confusão religiosa que assedia e engana o povo de Deus. À semelhança da Babilônia histórica, o perigo de sua versão mística não é o cativeiro forçado, mas a sedução enganadora que aprisiona pela ideologia, sem o uso de algemas. Portanto, é imperativo que tenhamos ouvidos espirituais capazes de reconhecer a voz de Deus, que diz: “Saiam dela, povo Meu.”

https://mais.cpb.com.br/meditacao/sair-de-babilonia/

sábado, 4 de março de 2023

Neemias 2 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Neemias 2
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


NEEMIAS 2 – Muros caídos não são questões tão críticas quanto o povo de Deus caído em pecado. Por isso, antes de orar pelo reerguimento dos muros de Jerusalém, Neemias orou para Deus erguer o povo de Jerusalém de seus pecados.

• Certamente, a proteção divina é melhor que a segurança provida por muros feitos por homens.
• A preocupação por qualquer situação crítica deve ser regada com muita oração.

Sem questionar seu irmão sobre não fazer nada para reverter o quadro deplorável dos muros de Jerusalém, Neemias orou pela reconstrução da espiritualidade dos exilados libertos que retornaram da Babilônia. Vimos no capítulo anterior que Neemias identificou-se com o declínio espiritual do povo de Deus. Baseando-se na revelação divina, reconheceu seus erros e os do povo.

• A lição é clara: A ignorância quanto aos nossos pecados revelará falta de transparência diante de Deus, o que impedirá Sua interferência em nossa história.

Após entender e confessar que o pecado pessoal faz parte do pecado coletivo, Neemias consagrou-se à perseverante oração, a qual durou aproximadamente quatro meses, capacitando-o a ser a resposta de Deus em prol do Seu povo aflito e desprotegido.

• Ainda que a questão requeresse extrema urgência, o tempo de Deus agir é melhor que nossas melhores ações independentes de Sua intervenção.

Neemias andava triste; sendo ele sincero e transparente, esboçou sua preocupação em seu semblante. O rei percebeu. Era arriscado trabalhar perturbado. Indagado pelo rei, Neemias orou antes de responder (Neemias 2:1-4). Será que Neemias ajoelhou-se nesta oração? Obviamente que não!

Nem toda oração deve ser realizada ajoelhado; além de inapropriado, às vezes é impossível ajoelhar-se, como a prece de Jesus pendurado numa cruz (Lucas 23:34, 46; Mateus 27:46).

Após consagrar-se por quatro meses, agora uma oração mental, discreta, silenciosa para Deus, no lugar de trabalho, diante do monarca persa, foi suficiente para obter o que tanto desejava, e além do que Neemias imaginava (Neemias 2:4-10).

Embora obtivesse favores do rei persa, sendo enviado com recursos e proteção a seus irmãos em Jerusalém para reconstruir o muro, entre os vizinho do povo de Deus Neemias enfrentou oposição (Neemias 2:11-20).

• Oposições sempre existirão contra as ações em prol da obra de Deus; contudo, a perseverança em confiar no Deus da obra resultará em magníficas vitórias!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sábado, 28 de janeiro de 2023

ESTUDANDO NA UNIVERSIDADE

ESTUDANDO NA UNIVERSIDADE

Daniel resolveu não se contaminar com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; por isso, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar. Daniel 1:8

Daniel havia sido aprovado no processo seletivo da “Universidade da Babilônia”. Os requisitos para aprovação eram diferentes dos exigidos na atualidade. A primeira condição era que os jovens viessem de uma família real ou pelo menos da nobreza. Era necessário, também, que tivessem um corpo privilegiado, ou seja, sem nenhum defeito e de boa aparência. Também precisavam demonstrar domínio de ciência e conhecimentos gerais, além de aptidão para o serviço que os aguardava (Dn 1:3, 4).

Como calouro na “Universidade da Babilônia”, tendo seus estudos custeados pelo rei e devendo fazer suas refeições no refeitório do palácio, Daniel percebeu que a alimentação servida não era saudável, conforme aprendera de seus pais e das Escrituras. Então resolveu, firmemente, não se contaminar com ela. Na verdade, fez mais do que isso. Foi proativo e se empenhou para que pudesse manter seus princípios. Conversou com seu líder, e este, embora receoso, o encaminhou ao chefe da cozinha. No diálogo, Daniel propôs que se fizesse um teste durante dez dias, em que ele e seus amigos se alimentariam com alimentos simples, como estavam acostumados. Assim aconteceu, e, com a bênção de Deus, tudo deu certo. Daniel passou ileso pela universidade. Quando se formou e seguiu a carreira diplomática, manteve sua lealdade a Deus.

Infelizmente, hoje, alguns têm outra experiência. Depois de ingressar na universidade, deixam-se levar pelo ateísmo, evolucionismo e influências mundanas. Passam a desconsiderar a Bíblia e a se distanciar de Deus. É como Lutero já havia dito: “Tenho muito receio de que as universidades se revelem grandes portas do inferno […]. Não aconselho ninguém a pôr seu filho onde as Escrituras não reinem supremas” (O Grande Conflito, p. 118 [140, 141]).

Com Daniel, aprendemos que é importante decidir pelo que é certo e agir de modo correspondente, perseverar e confiar na ajuda divina. Hoje você é chamado a ser fiel. Diante da prova, qual será sua decisão?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

https://mais.cpb.com.br/meditacao/estudando-na-universidade/
https://youtu.be/ND5t1TtmDRk
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Babilônia- Jeremias 51

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica- Jeremias 51

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Com Deus não se brinca. A criatura precisa saber que não é Deus. Tal arrogância gera autodestruição. Babilônia sentirá isso na pele.

1. Deus está de olho em Seu povo e punirá quem intentar eliminá-lo do mapa. O megalomaníaco Império Babilônico seria destruído repentinamente, como de fato o foi em 539 a.C. pelos Medos e Persas (vs. 1-11; ver Daniel 5).

2. Deus não abandonou Seu povo, ainda que este O tenha abandonado. Deus é o Criador, Seu poder e sabedoria são esmagadoramente maiores que qualquer deus ou ídolos, ou mesmo todos juntos. Os deuses falsos e seus seguidores terão o mesmo destino (vs. 12-19).

3. William MacDonald oferece-nos os seguintes detalhes:

• Os versículos 20-23 são direcionados aos medos;

• O versículo 24 provavelmente é dirigido a Judá;

• O versículo 25 volta a falar à Babilônia até o 33;

• Os habitantes de Judá e Jerusalém falam nos versículos 34 e 35.

4. Os detalhes de como se dará a destruição de Babilônia se cumpriram exatamente como foi profetizado (compare com Daniel 5):

• Os medos e os persas secaram o rio Eufrates e entraram por baixo do muro (v. 36);

• Babilônia foi destruída pelos medos e persas como Deus previra (v. 37);

• A destruição se daria num dia de banquete, festas e bebedeiras (vs. 38-44);

• Sobre o versículo 31 John MacArthur observa: “Mensageiros trouxeram a notícia da queda da cidade. Uma vez que Belsazar fora morto dentro da cidade na noite de sua queda (Dn 5.30), a ordem era que os mais velozes corredores levassem a notícia ao corregente Nabonido, que estava longe da cidade, ou talvez para avisar Daniel, que era o terceiro regente do reino (Dn 5.29)”.

5. Deus pede a Seu povo para sair de Babilônia e retorne a Jerusalém, e expõe as razões (vs. 45-59);

6. Seraías ilustra o fim de Babilônia (vs. 59-64).

Essa profecia foi reformulada pelo profeta de Patmos (Apocalipse 18). Há uma Babilônia espiritual da qual o remanescente de Deus precisa abandonar antes da destruição. Não devemos…

• …envolver-nos com seus pecados;

• …ser cúmplices de suas doutrinas espúrias;

• …ter vínculos com suas tradições;

Deus vindicará Seu povo, não os simpatizantes de Babilônia. Não existe salvação à parte de Deus! Como Seraías, devemos proclamar a revelação divina! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

O Plano De Deus Prevalecerá- Isaías 14

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 14
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Cada nação tem sua versão da guerra em que se envolveu; assim como duas pessoas que brigam tem cada um a sua versão. Porém, ao abrir a cortina da história, Deus revela coisas impossíveis de enxergar com olhos naturais.

Observe atentamente cada frase deste capítulo com oração. Merril F. Unger assim o esboça:

• A profecia da restauração de Israel prevê a queda de Babilônia (vs. 1-3);
• O cântico de triunfo de Israel sobre o último rei de Babilônia (vs. 4-11);
• Satanás é tratado como inspirador do último rei de Babilônia (vs. 12-17);
• A futura destruição do satânico sistema mundial (vs. 18-27);
• Oráculo sobre a Filístia (vs. 28-32).

Por trás das guerras há um conflito maior. Desde a entrada do pecado no mundo há um grande conflito nos bastidores das decisões e ações humanas. Isso não inocenta o pecador, mas o responsabiliza mais ainda. Pois, das forças sobre-humanas, quem está nos moldando e regendo?

Satanás estava por trás da serpente no Jardim do Éden e de Herodes (Gênesis 3:1-5, 14-15; Apocalipse 12:1-10). Estava influenciando o príncipe de Tiro (Ezequiel 28:12-19). Como também estava no caso de Babilônia (Isaías 14). Por outro lado, Deus também está agindo na vida de alguns indivíduos e nações, como se vê claramente em Isaías 13.

As origens de Babilônia revelam uma motivação errada. A Torre de Babel tinha o propósito de alcançar o céu, assim como o rei da Babilônia ambicionava o poder mundial. Nos versos 13 e 14, o profeta revela cinco verbos no futuro, em destaque para o “EU”, mesclando as intenções do rei babilônico e as satânicas.

• A ambição, orgulho, arrogância e vaidade caracterizam o diabo.

Em Apocalipse 12 e 13 percebe-se Satanás usando nações, reis e poderes eclesiásticos como instrumentos em sua investida final contra o remanescente fiel. Porém, a revelação de Isaías 14 vai além de apresentar Satanás, ela mostra a ação e vitória de Deus e Seu povo.

Deus preza e protege o pequeno grupo de fieis neste mundo em decadência econômica, política e religiosa. “Por trás do quebra-cabeças de conspirações políticas e militares entre antigos e modernos países do mundo, Satanás está em ação para enganar, degradar e destruir. Mas o plano de Deus finalmente prevalecerá” (Roy Gane).

Vivamos esperançosos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #rbhw

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

A profecia se cumpriu - Isaías 13

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 13
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.

Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).

O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.

A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):

1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).

Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!

Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí

 #ebiblico #rpsp #rbhw

domingo, 6 de outubro de 2019

Caiu Babilônia

A Fé Pela Qual Eu Vivo
6 de outubro
Caiu Babilônia


E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu Babilônia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição! Apoc. 14:8.

A mensagem do segundo anjo de Apocalipse, capítulo 14, foi primeiramente pregada no verão de 1844, e teve naquele tempo uma aplicação mais direta às igrejas dos Estados Unidos, onde a advertência do juízo tinha sido mais amplamente proclamada e em geral rejeitada, e onde a decadência das igrejas mais rápida havia sido. A mensagem do segundo anjo, porém, não alcançou o completo cumprimento em 1844. As igrejas experimentaram então uma queda moral, em conseqüência de recusarem a luz da mensagem do advento; mas essa queda não foi completa. Continuando a rejeitar as verdades especiais para este tempo, têm elas caído mais e mais. Contudo, não se pode ainda dizer que “caiu Babilônia, … que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Ainda não deu de beber a todas as nações. …

A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor, operará “com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça”; e os que “não receberam o amor da verdade para se salvarem” serão deixados à mercê da “operação do erro, para que creiam a mentira”. II Tess. 2:9-11. A queda de Babilônia se completará quando esta condição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tenha consumado em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o cumprimento perfeito de Apocalipse 14:8 está ainda no futuro.

Apesar das trevas espirituais e afastamento de Deus prevalecentes nas igrejas que constituem Babilônia, a grande massa dos verdadeiros seguidores de Cristo encontra-se ainda em sua comunhão. Muitos deles há que nunca souberam das verdades especiais para este tempo. O Grande Conflito, págs. 389 e 390.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 285

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Cuidados e reverência - 1 Crônicas 16

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – I Crônicas 16
Comentário: Pr.  Heber Toth Armí

Cuidados e reverência

Olhar no retrovisor da história ajuda-nos a seguir em frente na direção certa rumo ao futuro. Rever a história reavaliando tudo com base na Bíblia pode encher nossa vida de alegria e satisfação.

Israel retornara do exílio; em Babilônia permanecera 70 anos no “cantinho da disciplina”. Agora, de volta a Jerusalém, o cronista relembra fatos importantes enfatizando princípios corretos que devem nortear a conduta no presente. Neste capítulo a festividade revela a emoção indescritível que toma conta do povo que inclina-se a seguir à risca instruções bíblicas.

1. A arca transportada conforme orientado por Deus chegou com sucesso a Jerusalém e foi colocada numa tenda devidamente preparada. No passado, Davi aprendera uma lição com grande amargura, vendo a morte fulminante de Uzá. Agora, o povo precisava respeitar as coisas sagradas sem que alguém fosse fulminado. O mesmo aplica-se a nós hoje (vs. 1-6).

2. A adoração genuína deve ser repleta de alegria. Músicas e canções são expressões entusiásticas e efusivas da alegria que reina no coração daquele que faz sincera e perseverantemente a pura vontade de Deus. Como Davi louvou ao Senhor no passado, o povo no presente também deve louvá-Lo motivado pela gratidão (vs. 7-36).

3. Deve haver cuidados reverentes no serviço sacro – isso inclui organização e ordem. Davi havia nomeado os que ministram diante da arca, os porteiros do templo, os responsáveis pelos sacrifícios e, os encarregados da música. Princípio: Cada pessoa deve responsabilizar-se pelo que foi nomeada a fazer na casa de Deus (vs. 37-43).

A alegria do passado deveria encher o coração do povo restaurado do cativeiro (v. 3). Maior alegria deveria tomar conta de nós que entendemos que Jesus morreu para libertar-nos da escravidão do pecado.

• Deus deve ser sempre celebrado e festejado com alegria.

Focando o louvor e adoração, “o cronista listou alguns dos instrumentos específicos tocados por levitas diferentes. Ele mencionou instrumentos de cordas (liras, harpas) (16.5), percussão (címbalos) (16.5b) e instrumentos de sopro (trombetas) (16.6). Seu interesse nesses detalhes provavelmente reflete sua preocupação a que a adoração pós-exílica seguisse as práticas semelhantes. Esses deveres tinham de ser realizados diante da arca da aliança” (Richard Pratt Jr.).

Tudo deve ser feito conforme está escrito nas instruções reveladas por Deus (v. 40). Reavivamo-nos na Palavra! Heber Toth Armí /

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Apocalipse 18 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Apocalipse 18
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

No tempo do fim, muitas pessoas estarão envolvidas com a grande Babilônia sem saber que estão vinculadas aos demônios. Babilônia será destruída!

O livro “O Grande Conflito” à página 390 expõe:

“O capítulo 18 de Apocalipse indica o tempo em que, como resultado da rejeição da tríplice mensagem angélica do capítulo 14:6-12, a igreja terá atingido a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus, ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem será a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua missão”.

Pontos destacados de Apocalipse 18:

1. Promessa e cumprimento do Alto Clamor promovido pela Chuva Serôdia – último derramamento poderoso do Espírito Santo (vs. 1-4);

2. Prediz-se a queda final e total de Babilônia (vs. 5-8);

3. Profecia sobre o lamento dos...
...reis/governadores/grandes/políticos da Terra (vs. 9-10);
...mercadores/comerciantes/capitalistas/materialistas (vs. 11-16);
...navegadores/marinheiros (vs. 17-19).

4. Profecia que aponta o regozijo/alegria celestial (v. 20);

5. Descrição da destruição final/total de Babilônia (vs. 21-24).

Na mesma página do livro supracitado diz observa: “Quando os que ‘não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade’ (II Tess. 2:12), forem abandonados para que recebam a operação do erro e creiam na mentira, a luz da verdade brilhará então sobre todos os corações que se acham abertos para recebê-la, e os filhos do Senhor que permaneceram em Babilônia atenderão ao chamado: ‘Sai dela, povo Meu’. Apoc. 18:4”.

Há duas vozes que proclamam do Céu mensagens de suprema importância:

• A primeira mensagem tem relevância imediata: Insistência ao povo de Deus que fuja de Babilônia (vs. 4-8);

• A segunda mensagem conclama aos santos do Céu e da Terra a regozijarem-se/alegrarem-se com o veredicto divino sobre Babilônia (v. 20).

Babilônia é a confusão religiosa promovida no tempo do fim pela junção do poder político/econômico com o poder religioso/eclesiológico. Essa Babilônia espiritual será promovida pelo anticristo, portanto, aqueles que realmente amam ao Cristo verdadeiro devem, urgentemente, fugir desse sistema diabólico.

A parte central está nos versos 9-19, onde se descreve o momento da duração da execução do juízo divino, “em uma hora” – rapidamente! (vs. 10, 17, 19).

A maior crise mundial será a grande decepção com a religião falsa, mas será tarde demais.

O tempo é hoje! Abandone Babilônia imediatamente! Reavivemo-nos! –  Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:



Apocalipse 18 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 18
Comentários  de  Garth Bainbridge

A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, “chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!” (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz “em uma hora”, como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: “Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.

Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de “meu povo”. Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.

Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.

A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.

Garth Bainbridge
Australia





quarta-feira, 11 de março de 2015

Romanos 13 Comentários deNorman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Romanos 13
Comentários  deNorman McNulty

Paulo começa esclarecendo a relação do cristão com a autoridade civil. Estamos sujeitos aos poderes mais altos, mas o mais alto poder é Deus. Ele deu autoridade para os líderes civis. Se guardarmos a lei de Deus e as leis da país onde estamos não há necessidade de temer. A autoridade civil ministra em favor de Deus e cumpre a lei contra os malfeitores (v. 4), mantendo a ordem.

Baseado no fato de que a autoridade civil ministra para Deus, Paulo então apela para que o cristão obedeça a sua consciência e seja honesto em todas as coisas. Ele implora aos crentes que paguem seus impostos (v. 5). Ele diz, ainda, que respeitemos e honremos os líderes civis e conclui esta seção incentivando os cristãos a amar uns aos outros, porque se realmente amarmos uns aos outros estaremos vivendo de acordo com a lei de Deus. Ele nos lembra que devemos amar os nossos vizinhos e usa explicitamente os últimos cinco mandamentos para nos lembrar de como o amor deve operar (vs. 8-10).

Na última parte do capítulo, Paulo faz um apelo para que os cristãos despertem do sono. Embora este apelo se aplique a qualquer geração que já viveu, é especialmente aplicável àqueles que estão vivendo pouco antes da volta de Jesus. De fato, na parábola das dez virgens, Jesus descreve a Sua Igreja como estando a dormir (Mt 25:1-13). Paulo nos exorta, tendo em vista o tempo em que vivemos, que é hora de acordar e não de dormir. Agora, mais do que nunca, nossa salvação está mais próxima do que quando no princípio cremos. A noite deste mundo está quase no fim. Agora é a hora de derrotar as obras das trevas e nos vestirmos das armas da luz de Deus.

Paulo nos diz que nossa vida deve ser um livro aberto. Devemos viver honestamente com nada a esconder. Não devemos nos envolver em desordens ou em embriaguez (v. 13). E em um sentido espiritual, não devemos beber do vinho (falsas doutrinas) da Babilônia. O vinho de seu adultério espiritual tem embriagado a maior parte do mundo. Devemos ser espiritualmente puros e sóbrios, fiéis à mensagem que Deus nos deu como um povo. 

Paulo encerra o capítulo afirmando que o que realmente precisamos é nos vestirmos de Jesus Cristo e Sua justiça. Ao fazermos isso, não viveremos de acordo com a carne, de acordo com o velho homem do pecado, como visto em Romanos 7, mas teremos uma mente transformada que nos preparará para enfrentar a crise final.
Norman McNulty

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/13/

Ester 7 O Banquete da Decisão

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