sábado, 9 de julho de 2022

O MENSAGEIRO DA ALIANÇA

 O MENSAGEIRO DA ALIANÇA

De repente, o Senhor, a quem vocês buscam, virá ao Seu templo; e o Mensageiro da Aliança, a quem vocês desejam, eis que Ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. Malaquias 3:1

Por meio da natureza, de tipos e símbolos, de patriarcas e profetas, Deus havia falado ao mundo. As lições deviam ser dadas à humanidade na linguagem da própria humanidade. O Mensageiro da Aliança devia falar. Sua voz devia ser ouvida em Seu templo. Cristo tinha que vir para proferir palavras que fossem compreendidas de forma clara e inequívoca. Ele, o Autor da verdade, devia separá-la do joio das opiniões humanas, que a haviam anulado. Os princípios do governo de Deus e o plano da redenção deviam ficar claramente definidos. As lições do Antigo Testamento precisavam ser plenamente apresentadas aos seres humanos.

Entre os judeus, ainda havia algumas pessoas de espírito inabalável, descendentes daquela santa linhagem pela qual o conhecimento de Deus havia sido conservado. Esses acalentavam a esperança da promessa feita aos antepassados. Fortaleciam a fé com a certeza dada por intermédio de Moisés: “O Senhor Deus fará com que, do meio dos irmãos de vocês, se levante um profeta semelhante a mim; a esse vocês ouvirão em tudo o que ele lhes disser” (At 3:22). E novamente liam como o Senhor ungiria Alguém para “pregar boas-novas aos pobres”, “curar os quebrantados de coração”, “proclamar libertação aos cativos” e “apregoar o ano aceitável do Senhor” (Is 61:1, 2). Liam como Ele estabeleceria “na Terra a justiça”, como as ilhas aguardariam “a Sua doutrina” (Is 42:4), como os gentios andariam à Sua luz, e os reis, diante de Seu brilho (Is 60:3).

As últimas palavras de Jacó os enchiam de esperança: “O cetro não se afastará de Judá, nem o bastão sairá de entre os seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os povos” (Gn 49:10). O enfraquecido poder de Israel testemunhava que a vinda do Messias estava às portas. A profecia de Daniel descrevia a glória de Seu reinado em um império que sucederia a todos os governos terrestres. O profeta declarou que esse reino “subsistirá para sempre” (Dn 2:44). Enquanto poucos entendiam a natureza da missão de Cristo, a expectativa de um poderoso príncipe que estabeleceria seu reino em Israel e que viria como um libertador para as nações era geral.

A plenitude dos tempos havia chegado. A humanidade, tornando-se mais corrompida ao longo dos séculos de transgressão, pedia a vinda do Redentor (O Desejado de Todas as Nações, p. 22 [34]). 

PARA REFLETIR: Você sabe distinguir a verdade do erro?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

9 de julho

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