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domingo, 12 de janeiro de 2025

Gálatas 4 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Gálatas 4
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


GÁLATAS 4 – O antídoto para a loucura espiritual é voltar ao evangelho puro e simples: Fé em Cristo como suficiente para justificação e santificação.

• Gálatas 3 estabelece o fundamento teológico: A salvação é pela fé em Cristo, não pela Lei.

• Gálatas 4, aplica essa verdade à vida prática, mostrando as implicações dessa liberdade: Viver como filhos amados, rejeitando a escravidão espiritual e abraçando a liberdade da graça.

Desta forma, Gálatas 4 complementa e expande os temas apresentados em Gálatas 3 ao aprofundar a ideia de nossa condição em Cristo e a liberdade da graça de Deus. Consideremos os seguintes itens:

1. Gálatas 3:26-29 afirma que todos os que creem em Cristo são filhos de Deus e herdeiros segundo a promessa.
2. Gálatas 4:1-7 aprofunda essa ideia ao explicar que, antes da vinda de Cristo, estávamos sob a tutela da Lei, como menores de idade. Com a chegada de Cristo, recebemos a adoção como filhos e a liberdade para chamar: “Aba, Pai”.

• Gálatas 4 reforça que a justificação e a filiação vêm exclusivamente pela fé em Cristo, confirmando o argumento de Gálatas 3 de que a lei não pode conferir vida ou liberdade espiritual.

3. Gálatas 3:23-25 apresenta a lei como tutor (ou “guardiões/administradores”) que nos conduz a Cristo.
4. Gálatas 4:1-3 expande essa metáfora ao descrever a condição de “menores de idade” que precisavam ser guiados até o momento certo, determinado por Deus, para a nossa adoção como filhos.

• Ambos os capítulos destacam que a maturidade espiritual só é alcançada pela fé, e nesse processo a lei é essencial, mas o alvo é Cristo e não a Lei.

5. Em Gálatas 3:6-9, Paulo ressalta que os verdadeiros descendentes de Abraão são aqueles que têm fé, não aqueles que seguem a lei.
6. Em Gálatas 4:21-31, ele ilustra essa verdade com a história de Sara e Agar. A promessa pertence aos filhos de Sara (aliança da graça, simbolizando a fé), não aos de Agar (aliança da escravidão, simbolizando a lei).

• Confiar na lei para a salvação é escolher a escravidão espiritual.

Paulo lamenta quando os crentes se voltam aos princípios elementares, fracos e sem poder para viver a religião; ele repreende os crentes visando o bem deles (Gálatas 3:1-5; 4:8-19).

Diante disso, reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Liberdade não é libertinagem - Gálatas 4

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  Gálatas 4

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 Existiu época em que a igreja foi perfeita? “O primeiro século de nossa era foi o período ideal da história cristã. Os apóstolos conduziam à Igreja e o Espírito Santo enchia o coração de cada crente com o poder do Pentecostes. Como resultado, o povo de Deus vivia em perfeita paz e harmonia”.

Após declarar isso, Marvin Moore pergunta: “Correto?” Seria isso verdade? Ele mesmo responde com um enfático “Não”.

As cartas dos apóstolos foram escritas porque as igrejas tinham problemas; muitos deles eram extremamente graves – seja de cunho moral ou teológico.

• Atualmente, precisamos dessas cartas?

• Estamos mais maduros espiritualmente após 2000 mil anos de história eclesiástica?

• Olhe a quantidade de denominações diferentes e tire tuas próprias conclusões.

Agora pense, e quanto a você, precisa de tais repreensões apostólicas? Se sim, avance em teus estudos. Donald Guthrie sintetiza da seguinte forma o capítulo em análise:

• Emergindo para a filiação (vs. 1-7);

• Voltando aos rudimentos (vs. 8-11);

• Um apelo pessoal (vs. 12-20);

• Uma abordagem alegórica (vs. 21-31).

Sermos livres da maldição da Lei não significa descambar para a desobediência ou promover as obras do diabo. Ser livre em Cristo significa ser perdoado e liberto. Tal liberdade não é libertinagem, somos libertos do pecado para vivermos livres dele, obviamente.

Jesus pagou alto preço tornando-se maldição, fazendo-se pecado por nós, pagando o preço que deveríamos pagar. Seu sacrifício torna-nos filhos de Deus; porém, rejeitar tal oferta é descaso ao preço tão alto e à única possibilidade de tornarmos filhos de Deus.

Quem é justificado pela graça não permanece na desgraça do pecado, nem no caminho da desobediência; pelo contrário, livres da escravidão do pecado tornamo-nos aptos para harmonizar a vida com a vontade divina.

Assim, quando praticamos os ditames da Lei Divina, expressamos publicamente a certeza que fomos verdadeira e plenamente libertos da condenação e maldição do pecado e, agora, não estamos mais sob o efeito do pecado, mas sob o efeito do caráter de Cristo.

Paulo…

• …com coração pastoral, apela para que os crentes não façam da Lei um ídolo.

• …equilibrando repreensão e amor, dizia a verdade baseando-se na Bíblia (vs. 22-31) para tirar os crentes da influência dos falsos mestres.

• …almejava que Cristo fosse formado em seus discípulos.

Reavivemo-nos pautando-nos no evangelho verdadeiro! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

terça-feira, 10 de julho de 2018

Gálatas 4 Comentários Pr Heber Toth Armí

GÁLATAS 4
Comentários Pr Heber Toth Armí

 Existiu época em que a igreja foi perfeita? “O primeiro século de nossa era foi o período ideal da história cristã. Os apóstolos conduziam à Igreja e o Espírito Santo enchia o coração de cada crente com o poder do Pentecostes. Como resultado, o povo de Deus vivia em perfeita paz e harmonia”.

Após declarar isso, Marvin Moore pergunta: “Correto?” Seria isso verdade? Ele mesmo responde com um enfático “Não”. 

As cartas dos apóstolos foram escritas porque as igrejas tinham problemas; muitos deles eram extremamente graves – seja de cunho moral ou teológico. 

• Atualmente, precisamos dessas cartas? 
• Estamos mais maduros espiritualmente após 2000 mil anos de história eclesiástica? 
• Olhe a quantidade de denominações diferentes e tire tuas próprias conclusões.

Agora pense, e quanto a você, precisa de tais repreensões apostólicas? Se sim, avance em teus estudos. Donald Guthrie sintetiza da seguinte forma o capítulo em análise:

• Emergindo para a filiação (vs. 1-7);
• Voltando aos rudimentos (vs. 8-11);
• Um apelo pessoal (vs. 12-20);
• Uma abordagem alegórica (vs. 21-31).

Sermos livres da maldição da Lei não significa descambar para a desobediência ou promover as obras do diabo. Ser livre em Cristo significa ser perdoado e liberto. Tal liberdade não é libertinagem, somos libertos do pecado para vivermos livres dele, obviamente.

Jesus pagou alto preço tornando-se maldição, fazendo-se pecado por nós, pagando o preço que deveríamos pagar. Seu sacrifício torna-nos filhos de Deus; porém, rejeitar tal oferta é descaso ao preço tão alto e à única possibilidade de tornarmos filhos de Deus.

Quem é justificado pela graça não permanece na desgraça do pecado, nem no caminho da desobediência; pelo contrário, livres da escravidão do pecado tornamo-nos aptos para harmonizar a vida com a vontade divina.

Assim, quando praticamos os ditames da Lei Divina, expressamos publicamente a certeza que fomos verdadeira e plenamente libertos da condenação e maldição do pecado e, agora, não estamos mais sob o efeito do pecado, mas sob o efeito do caráter de Cristo.

Paulo...

• ...com coração pastoral, apela para que os crentes não façam da Lei um ídolo.
• ...equilibrando repreensão e amor, dizia a verdade baseando-se na Bíblia (vs. 22-31) para tirar os crentes da influência dos falsos mestres.
• ...almejava que Cristo fosse formado em seus discípulos.

Reavivemo-nos pautando-nos no evangelho verdadeiro! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Gálatas 4 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Gálatas 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Tal como uma mãe que ama e corrige um filho desviado, assim reage Paulo na educação dos seus filhos na fé que se enveredam por evangelhos que não são verdadeiros. Descambar para evangelhos alternativos é tão terrível como filhos que mergulham em vícios e drogas: Ambos estão igualmente perdidos.

Paulo mostra que seu argumento sobre justificação pela fé é tão dependente do Antigo Testamento quanto de Cristo, pois a forma de salvação no Antigo Testamento não é diferente no Novo: Ambos são pela graça mediante a fé. Perder este foco é tão terrível quanto o ato de Abraão tentar cumprir a promessa de Deus fora do casamento com Sara.

Contudo, os judaizantes deturpavam o Antigo Testamento e o sacrifício de Cristo. Note o contraste:

1. Os equivocados diziam que a adoção para Deus se faz mediante atos ritualísticos, como circuncisão; o correto é ser justificado pela justiça, não nossa, mas de Cristo, a nossa justiça não passa de trapos de imundícias – revela-nos Isaías.
2. Os equivocados apegam-se a atos externos, cerimônias e ritos religiosos como evidência da salvação; o correto é participar do batismo como ato público da justificação que ocorreu no coração.
3. Os equivocados alegam manter privilégios de povo de Deus mediante obras da Lei tanto para judeus quanto para gentios; a forma correta de pertencer e permanecer filho de Deus é por meio da obra do Espírito Santo tanto para judeus quanto para gentios, ligando-os intimamente a Cristo.

Como fez nos capítulos anteriores, “Paulo continua insistindo que Cristo é o centro do pacto/aliança, o miolo do evangelho, o centro do verdadeiro sistema de justificação”, diz o teólogo Raúl Quiroga. Com base no versículo 29, Quiroga ainda diz que segundo a carne e segundo o Espírito revela “testemunhos de um conflito de teologias, interpretações, posturas, evangelhos, meios e formas de obter a justificação”.

Enfim,
1. Há evangelhos falsos e outro verdadeiro; o falso escraviza tanto quanto o pecado, o verdadeiro liberta do pecado.
2. Um ensina que deve-se confiar em rituais, nas obras e na Lei, além de Cristo, para salvar-se; o outro ensina que somente Cristo salva, independente de obras.

Se somos verdadeiros cristãos, diz Paulo, “não somos filhos da escravidão, mas da liberdade que vem do Espírito”.
Reavivemo-nos!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


Gálatas 4 Comentários de Carl P. Cosaert

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Gálatas 4
Comentários  de  Carl P. Cosaert

Tenho certeza que você já ouviu aquele velho ditado: “Se fizermos o nosso melhor, Deus fará o resto.” No entanto, esse ditado é tão absolutamente errado quanto comum quando se trata de salvação. Assim como os Gálatas, muitas vezes, perdemos de vista esse fato nas realidades do dia-a-dia da vida. Ficamos tão acostumados a confiar em nós mesmos para chegar a algum lugar neste mundo que às vezes agimos do mesmo modo espiritualmente. Numa última tentativa para mostrar aos gálatas a loucura dessa mentalidade, Paulo lembra-lhes que Abraão também falhou em confiar na promessa de Deus.

Depois de esperar 10 anos pela chegada do prometido, Abrão e Sara concluíram que Deus devia estar esperando que eles fizessem algo. Olhando para os costumes antigos de utilizar uma escrava como mãe de aluguel para uma esposa estéril, Abrão e Sara decidiram ter um filho através de sua serva egípcia, Hagar (Gn 16:1-6). O plano deles, no entanto, estava condenado ao fracasso desde o início. Em vez de resultar em uma bênção, esse plano causou nada mais do que tumulto e sofrimento. Quando a criança nasceu, o único elemento “milagroso” no nascimento de Ismael foi a disposição de Sara em compartilhar seu marido com outra mulher! Somente cerca de 15 anos depois Abraão finalmente percebeu que a promessa de salvação de Deus era algo que só Deus poderia efetuar – como o nascimento milagroso do filho Isaque através de sua esposa estéril Sara.

Olhando para trás é fácil e claro ver quão tola havia sido a tentativa de Abraão e Sara de tentar ajudar a promessa de Deus se cumprir. No entanto, quão frequentemente fazemos a mesma coisa? Em vez de esperar no Senhor para que Ele faça o que prometeu – seja em nossa própria vida ou na vida de familiares e amigos – ficamos impacientes e tentamos fazer com que as promessas se cumpram por nossos esforços resultando na maior confusão.

Carl P. Cosaert



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