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quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Ninguém pode com o povo de Deus

 


NÚMEROS 24: Ninguém pode com o povo de Deus quando ele está com Deus | Reflexão: Pr. Michelson Borges

“Como são boas as suas tendas, ó Jacó. Como são boas as suas moradas, ó Israel.” Números 24:5

Balaão, o profeta apóstata, finalmente reconheceu a inutilidade da magia, e que contra o povo protegido por Deus essas artes satânicas são inúteis. Ele ficou impressionado ao olhar para o deserto e ver a organização do acampamento israelita. “Quão belas são as suas tendas, ó Jacó, as suas habitações, ó Israel” (NVI). Nosso lar chama atenção pela presença de Deus? Nossa forma de viver aponta para Jesus?

No verso 14, Balaão diz: “Agora estou voltando para o meu povo.” Nunca é tarde para voltar. Nosso lugar é com o povo de Deus. Já no verso 25 é dito que Balaque seguiu o seu caminho. Não siga seus caminhos, siga o Caminho. E se for para ir a algum lugar vá com o povo do Senhor. Voos solitários e divorciados da vontade do Criador sempre são perigosos.

Balaão ainda teve o privilégio de, em visão profética, ver o Messias empunhando o cetro (v. 17). Privilégio imerecido. Isso é graça! O Espírito Santo usa o instrumento que Lhe está à mão; falou por uma jumenta e também por Balaão.

Promessa: Quando estamos sob a proteção de Deus, não há magia, encantamento, feitiçaria, “trabalhos espirituais” que nos possam atingir.

https://youtu.be/2MSIFf75bbY?si=taHYL1lFBNZWbjSh

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Não há magia contra o povo de Deus números 23


 NÚMEROS 23: Não há magia contra o povo de Deus | Reflexão: Pr. Michelson Borges

“Deus não é homem para que minta; nem filho de homem para que mude de ideia. Será que, tendo Ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” Números 23:19

A soberania de Deus fica evidente neste capítulo. O que podem os homens contra Ele? Que podem as forças do mal contra o Todo-Poderoso? “Não há magia que possa contra Jacó, nem encantamento contra Israel.” Não precisamos temer essas artes satânicas. Elas nada podem contra quem está com o Criador. “Como amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou?” Se realmente estamos sob as bênçãos do Senhor nada temos a temer.

Balaão percebeu o que deve ser a regra entre o povo de Deus: falar sempre o que o Senhor mandar. O profeta apóstata sabia qual era a vontade de Deus e, mesmo assim, insistiu na tentativa de amaldiçoar Israel, tentando até mesmo “convencer” o Criador com a quantidade de holocaustos (nada mais pagão). A resposta de Yahweh não tardou: “Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que Se arrependa” (v. 19). Deus disse, está dito.

Promessa: “Que coisas tem feito Deus!” (v. 23). Assim como agiu em favor de Israel, Ele age hoje em defesa de Seu povo. Confiemos.

Arqueologia e história: “Peor. A localização de Peor não foi identificada de maneira definitiva. O nome é usado em palavras compostas que designam vários lugares: Bete-Peor (Dt 3:29; 4:46; 34:6; Js 13:20) e Baal-Peor (Nm 25:3). Peor era uma montanha de Moabe, próxima ao Pisga. Sobre ela havia um altar, ou um templo, a Baal ou algum outro deus pagão” (Comentário Bíblico Adventista, v. 1).

https://youtu.be/sRCESebSr84?si=g4ZoKxvUUZcqLO6o

terça-feira, 2 de setembro de 2025

A jumenta viu NÚMEROS 22


NÚMEROS 22: A jumenta viu o que o profeta não viu | Reflexão: Pr. Michelson Borges


Vá com esses homens, mas fale somente o que Eu lhe disser.” Números 22:35

Embora fosse profeta, Balaão se deixou corromper pelo rico presente oferecido pelo rei Balaque, para que ele amaldiçoasse o povo hebreu. A possibilidade de enriquecimento ilícito o cegou para as realidades espirituais. A ironia do capítulo está no fato de que uma jumenta enxergou melhor que ele a situação. No Novo Testamento, Balaão é usado como exemplo dos que pecam visando ao ganho pessoal (2Pe 2:15; Jd 11). No Apocalipse, o profeta ganancioso representa os que ensinam os outros a pecar (Ap 2:14).

Balaão sabia que Deus não concordaria com o pedido do rei, mesmo assim resolveu “verificar” se o Senhor não poderia fazer a vontade dele. Ainda hoje muitas pessoas querem mandar em Deus, mesmo quando estão de joelhos.

Balaão devia falar somente o que o Anjo do Senhor lhe dissesse (v. 35). No verso 20 é dito que o profeta devia fazer o que o Senhor dissesse. Logo, o Anjo do Senhor (Jesus pré-encarnado) é Deus.

Promessa: Israel não sabia de nada do que estava acontecendo, mas Deus os estava protegendo. Quantas vezes isso ocorre conosco?

Arqueologia e história: Balaão é mencionado fora da Bíblia, num texto aramaico de Deir Alla, no vale do Jordão, datado de 700 a.C.

https://youtu.be/_ufPYK_2dUI?si=uupKzNTzO-RPrXC2

Números 22 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Números 22
Comentário Pr Heber Toth


NÚMEROS 22 A vida vivida sem submissão a Deus leva-nos a decisões que nos tornam inferiores a jumentos. Nestas circunstâncias, Deus pode usar qualquer pessoa ou até mesmo um jumento para alertar-nos em nossas “burrices/idiotices” (2 Pedro 2:16).

Balaão é o ícone da apostasia no Antigo Testamento. Satanás se apodera de líderes espirituais que lhes dão abertura. Seu objetivo é seduzir milhares de pessoas ao engano e ao afastamento dos princípios bíblicos (Daniel 7:23-25; 8:10-13; 2 Tessalonicenses 2:3-12). Balaão é um exemplo do que não se deve fazer; e, uma evidência de que aquele que “julga estar firme, cuide-se para que não caia” (1 Coríntios 10:12).

A ganância e ambição de Balaão levaram-no a querer amaldiçoar o povo abençoado por Deus; ou seja, quando se inclina para coisas materiais, o indivíduo distancia-se dos princípios espirituais. O materialismo contrasta com os preceitos do cristianismo. Os bens materiais que devemos ajuntar não são os terrenais, mas os celestiais. Inverter isso equivale a se perder, abrindo mão do dom da salvação (Mateus 6:19-21).

O profeta que ansiava por uma espada para matar sua jumenta por desviar-se do caminho, foi assassinado pela espada por ter-se desviado do caminho de Deus. “Os israelitas mataram à espada Balaão, filho de Beor, que praticava adivinhação” (Josué 13:22). De profeta a adivinho, eis o fim de quem moralmente se torna inferior a um jumentinho. Apostasia vai além de cair da graça (Gálatas 5:4); ela afoga o apóstata na desgraça!

Inimigos do Senhor criam estratégias visando impedir o progresso do povo de Deus. Balaque chama Balaão para impedir o avanço da nação guiada pelo Senhor. O profeta Balaão se uniu ao rei Balaque contra o povo de Deus, assim como na profecia de Apocalipse 13:1-18, a primeira besta (o poder religioso mundial) se unirá à segunda besta (o poder político mundial) para desviar da rota aos cristãos. Outrora, Satanás intentava impedir a entrada à terra prometida; agora, intentará impedir os fieis de entrar no Céu.

Balaão poderia ter testemunhado de Deus a Balaque. Caso fizesse, não teria morrido à espada pelos israelitas; ainda teria levado muita gente a converter-se ao Deus verdadeiro – igual à prostituta Raabe (Josué 2:1-21).

Reavivemo-nos para que nosso fim não seja parecido ao de Balaão! Testemunhemos incessantemente de Deus! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 4 de junho de 2022

Números 25 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 25

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 25 – Embora Deus seja o Todo-poderoso protetor de Seu amado povo (Josué 24:9-10; Neemias 13:2; Miquéias 6:5; I João 5:18), há uma forma de fazer o povo perder a proteção divina. Após retornar os mais de 600 km para sua casa, Balaão arquitetou um plano ousada que frustraria os planos divinos.

Agindo como profeta mercenário, Balaão dispôs-se fazer qualquer coisa para obter a generosa recompensa (2 Pedro 2:14-16; Judas 11).

Embora não fora possível amaldiçoar o povo abençoado, sabia que seria possível criar iscas que afastaria o povo da proteção divina; assim, orquestrou dupla tentação coletiva: Prostituição e idolatria. Num banquete sedutor levaria Israel afastar-se de Seu Protetor. Prepararam belíssimas mulheres atraentes dentre moabitas e midianitas para fisgar fieis israelitas (Números 31:8, 16; Apocalipse 2:14). Deveriam usar chantagem sexual para conduzi-los à idolatria; assim, o povo seria vulnerável presa fácil do inimigo. Para alegria do inimigo, foi um sucesso!

Promiscuidade sexual tem sido o meio mais eficaz de afastar cristãos dos caminhos de Deus. Longe de Cristo significa perto do perigo. Implica viver sem abrigo neste mundo de alta periculosidade. O povo pecou contra Deus e acarretou sua própria destruição; pois, quando se prefere maldição do pecado em detrimento à bênção da santidade, a desgraça vem com intensidade. Mesmo com estratégia magnífica para moabitas e midianitas, Balaão colheu o que plantou: Perdeu a vida desgraçadamente numa guerra não como profeta, mas como adivinho (Josué 13:22).

Não temamos maldições, feitiços, pragas e macumbas contra nós caso estejamos com Deus. Mas, temamos as seduções do pecado e suas trágicas consequências. Os tropeços do inimigo podem fazer-nos cair desgraçadamente. Embora Fineias, da linhagem dos sacerdotes, tenha reagido rapidamente, 24.000 israelitas morreram por consequência da promiscuidade e depravação sexual.

O insulto descarado aos princípios divinos deve receber rápida resposta radical dos fieis líderes espirituais. Nossa sociedade carece de Fineias atuais que reagem energicamente em benefício do bem social (Salmo 109:30). Se Deus falasse sobre nós, teceria elogios como fez sobre Fineias em Números 25:10-13? Deus abençoa aos que zelam por Seus princípios de santidade combatendo a imoralidade (Números 31:6; Josué 22:13-14, 30-31; Juízes 20:28).

Dedicação e zelo de Fineias tornaram-se “modelo de como todos os israelitas, especialmente seus líderes, deveriam viver” (Paul Gardner). Reflitamos, consagremo-nos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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quinta-feira, 2 de junho de 2022

Números 23 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 23

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 23 – Nações pagãs tinham por deuses aos astros siderais. Nomes dos dias da semana em italiano, inglês, alemão, espanhol, etc. estão relacionados a esses astros. Apesar da proibição divina (Deuteronômio 4:19; Atos 7:42), a igreja cristã absorveu a influência pagã em sua forma de cultuar.

É possível que os sete astros que influenciaram os nomes dos sete dias da semana estivessem influenciando o profeta Balaão ao intentar amaldiçoar a Israel; pois, não há outra referência bíblica de adoração a Deus com sete altares e sete sacrifícios. Balaão sabia que Deus falaria através dele; sendo assim, intentou de tudo para afastar Deus de perto dele. Balaão almejava proferir palavras que resultassem no pagamento prometido por Balaque. Referindo-se aos falsos líderes espirituais, o apóstolo declarou: “Eles abandonaram o caminho reto e se desviaram, seguindo o caminho de Balaão, que amou o salário da injustiça” (2 Pedro 2:15).

Desviar-se do caminho de Deus é trocar o certo pelo duvidoso; é preferir ao diabo em lugar de Deus; significa dar meia-volta na estrada rumo ao Céu para entrar por atalhos com destino ao inferno. Líderes como Balaão, “um dia professaram a fé e conseguiram ingressar na membresia da igreja. Porém, abandonaram o reto caminho e se extraviaram. Apostataram da fé. Venderam a consciência. Negociaram a verdade. A conveniência suplantou a convicção. Tornaram-se discípulos de Balaão, o profeta que, por amor ao lucro, ensinou os inimigos de Deus a seduzirem Israel, por meio de relacionamentos ilícitos. Esses falsos mestres estão dispostos a usar qualquer expediente para arrecadar dinheiro, ainda que isso, implique ensinar o povo a pecar”, destaca Hernandes Dias Lopes.

Depois de ser instituída por Cristo, Sua Igreja enfrentaria a heresia e experimentaria apostasia. Por isso, ao líder da terceira das sete igrejas apocalípticas, do período profético que estende de 313 a 538 d.C., Jesus alertou: “Você tem aí pessoas que se apegam aos ensinos de Balaão, que ensinou Balaque a armar ciladas contra os israelitas...” (Apocalipse 2:14).

Embora a influência do culto ao sol alcançasse alguns cristãos, foi em 321, durante o período profético da igreja de Esmirna, que o cristianismo elaborou decreto de adoração ao dia do sol (domingo) como dia do Senhor, deturpando o sábado.

Acatemos o alerta divino, em vez de atacá-lo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 1 de junho de 2022

Números 22 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 22

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 22 – A vida vivida sem submissão a Deus leva-nos a decisões que nos tornam inferiores a jumentos. Nestas circunstâncias, Deus pode usar qualquer pessoa ou até mesmo um jumento para alertar-nos em nossas “burrices/idiotices” (2 Pedro 2:16).

Balaão é o ícone da apostasia no Antigo Testamento. Satanás se apodera de líderes espirituais que lhes dão abertura. Seu objetivo é seduzir milhares de pessoas ao engano e ao afastamento dos princípios bíblicos (Daniel 7:23-25; 8:10-13; 2 Tessalonicenses 2:3-12). Balaão é um exemplo do que não se deve fazer; e, uma evidência de que aquele que “julga estar firme, cuide-se para que não caia” (1 Coríntios 10:12).

A ganância e ambição de Balaão levaram-no a querer amaldiçoar o povo abençoado por Deus; ou seja, quando se inclina para coisas materiais, o indivíduo distancia-se dos princípios espirituais. O materialismo contrasta com os preceitos do cristianismo. Os bens materiais que devemos ajuntar não são os terrenais, mas os celestiais. Inverter isso equivale a se perder, abrindo mão do dom da salvação (Mateus 6:19-21).

O profeta que ansiava por uma espada para matar sua jumenta por desviar-se do caminho, foi assassinado pela espada por ter-se desviado do caminho de Deus. “Os israelitas mataram à espada Balaão, filho de Beor, que praticava adivinhação” (Josué 13:22). De profeta a adivinho, eis o fim de quem moralmente se torna inferior a um jumentinho. Apostasia vai além de cair da graça (Gálatas 5:4); ela afoga o apóstata na desgraça!

Inimigos do Senhor criam estratégias visando impedir o progresso do povo de Deus. Balaque chama Balaão para impedir o avanço da nação guiada pelo Senhor. O profeta Balaão se uniu ao rei Balaque contra o povo de Deus, assim como na profecia de Apocalipse 13:1-18, a primeira besta (o poder religioso mundial) se unirá à segunda besta (o poder político mundial) para desviar da rota aos cristãos. Outrora, Satanás intentava impedir a entrada à terra prometida; agora, intentará impedir os fieis de entrar no Céu.

Balaão poderia ter testemunhado de Deus a Balaque. Caso fizesse, não teria morrido à espada pelos israelitas; ainda teria levado muita gente a converter-se ao Deus verdadeiro – igual à prostituta Raabe (Josué 2:1-21).

Reavivemo-nos para que nosso fim não seja parecido ao de Balaão! Testemunhemos incessantemente de Deus! – Heber Toth Armí.

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sábado, 2 de março de 2019

O fracasso do profeta Balaão- Números 24

Lendo a Bíblia de Gênesis a ApocalipseLeitura Bíblica - Números 24
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Heber Toth Armí

O fracasso do profeta Balaão

Este é o terceiro capítulo em que Moisés descreve o fracasso do profeta Balaão. A mensagem clara é que por mais que se invista de várias formas possíveis é impossível atingir ao povo que tem a Deus como Senhor, guia e protetor.

É loucura pensar que lutar contra Deus obterá alguma vitória. Cegado pelo pecado com coração ambicioso, Balaão seguia seu destino tortuoso. O destino do caminho da ambição é a destruição! Ambição/ganância leva à independência de Deus – isto é, demência!

Percebendo a invalidez dos encantamentos (sete altares) Balaão desistiu deles; então passa a falar diante de todo o povo de Deus (vs. 1-2). “Desta vez Balaão abençoa todo o Israel (24.3-5), prediz que um dia terão um grande rei e um grande reino (24.6,7) e vincula o poderio deles à obra de Yahweh a seu favor (24.8,9). O oráculo final de Balaão prediz que Israel derrotará todos os seus adversários (vs. 15-24)” (Paul R. House).

• As promessas de Deus de enviar um Messias para erradicar o pecado do mundo poderiam sofrer oposição, mas certamente seriam cumpridas.

Intentando amaldiçoar, Balaão abençoou. Intentando enfraquecer o povo de Deus, Balaão profetizou sua total vitória com base na obra do Deus verdadeiro. “Balaão pronunciou, portanto, a palavra de Deus, e Deus disse que verdadeiramente se cumprirão as promessas de herança, aliança e terra. Essas são palavras de Deus, e elas são infalíveis mesmo apresentadas por um adivinho estrangeiro, mercenário e incapaz de enxergar como Balaão” (House).

De profeta, Balaão decaiu para adivinho (Josué 13:22).

• Para abençoar Seu povo Deus pode falar através de quem Ele quiser; Suas palavras a você podem vir de qualquer pessoa, até de alguém apostatado.

Balaão e Balaque representam a união religiosa com a política. Esta relação sempre foi perigosa. No tempo do fim o Armagedom significará união da política mundial com a religião mundial contra o remanescente de Deus. Entretanto, não tenha medo...

“Na verdade, os crentes sofrem certa oposição à medida que se dirigem à Terra Prometida por Deus. Essa oposição pode criar uma verdadeira e séria dificuldade. Mas, ‘nos últimos dias’, os nossos inimigos é que serão derrotados pelas mãos de Deus” (Lawrence O. Richards).

Para quem está com Deus, até maldição torna-se bênçãos. Portanto, agarremo-nos a Ele! Heber Toth Armí

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Progenitor de doutrinas falsas- Números 23

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 23
Comentários
Heber Toth Armí

Progenitor de doutrinas falsas

Uma grande história possui grandes lições. Nos próximos capítulos as aplicações das tristes experiências de Balaão deverão desviar-nos do caminho da ruína.

Para abrir nossa mente à mensagem divina deste capítulo considere: “O mundo tem-se tornado um leprosário de pecado, um monturo de corrupção. É um mundo que não conhece os filhos de Deus, porque não conhecem a Deus” (Ellen G. White).

Balaão não era um profeta pagão, nem judeu. No entanto, Deus o chamara para proclamar Sua misericórdia e o plano da salvação aos politeístas da mesopotâmia. Ou, no mínimo, para acalmar os ânimos das nações, explicando que Israel nada faria com aqueles que tinham certo parentesco com Abraão (ver Deuteronômio 2).

Todavia, o medo evidencia que moabitas e midianitas nada sabiam destas recomendações. Balaão deve ter negligenciado sua missão como muitos de nós negligenciamos a nossa função como cristãos.

Quando não testemunhamos, desprezamos oportunidades que Deus nos deu para ajudar pecadores em seus temores.

Ao invés de profetizar sobre Deus para abençoar o mundo corrompido, Balaão intentava amaldiçoar o povo de Deus, tornando-se uma pedra de tropeço tanto para o povo de Deus quanto para os pagãos. Mesmo assim, Deus colocou palavras na boca desse profeta como colocou na boca da jumenta; e, então, ele falou somente o que Deus queria:

1. O primeiro discurso (vs. 7-10);
2. O segundo discurso (vs. 18-24).

Pergunto: Por que Balaão orientou Balaque a fazer sete altares para sete sacrifícios, sendo que nenhum servo de Deus agiu assim na Bíblia?

Estudos demonstram que a cultura religiosa das nações pagãs cultuava cinco planetas mais o sol e a lua, ao todo sete astros. Sendo assim, Balaão tentou afastar-se de Deus visando amaldiçoar Israel; contudo, fracassou (vs. 1-6, 11-17, 25-30).

• Mesmo em um mundo que é leprosário de pecado, um monturo de corrupção, um povo abençoado por Deus não pode ser amaldiçoado por ninguém.

A adoração aos astros sempre foi forte no paganismo, a ponto de ser absolvido pelo cristianismo, levando a igreja cristã à apostasia. O profeta Balaão é mencionado pelo apóstolo João como progenitor de doutrinas falsas entre o povo de Deus (Apocalipse 2:14).

Cuidado com ministros que seguem doutrinas de Balaão: Cegos espiritualmente, ávidos materialmente. Fique alerta: Busque sempre a verdade!

Reavivemo-nos! Heber Toth Armí

@palavraeficaz
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Uma jumenta que fala - Números 22

Lendo a Bíblia de Gênesis a ApocalipseLeitura Bíblica - Números 22
Comentários
Heber Toth Armí

Uma jumenta que fala

Creio ser excelente este pensamento para iniciar uma das mais deprimentes histórias bíblicas:

“Nenhum de nós pode permitir-se pecar. É um negócio demasiado caro. O pecado cega os olhos de tal modo que o mal não é discernido, e mediante procedimento irrefletido, os que assim ficam cegados tornam-se instrumentos para difundir a injustiça em favor de Satanás” (Ellen G. White).

Balaão era verdadeiro PROFETA de Deus no mais pleno sentido da palavra. Ele foi convidado pelos moabitas a uma missão que não poderia falhar. Ele era a pessoa certa, na visão do rei Balaque (vs. 1-17). Sua convicção ficou evidente sua rejeição peremptória:

“Mesmo que Balaque me desse sua casa repleta de prata e ouro, eu não seria capaz de desafiar as ordens do Eterno e fazer qualquer coisa, grande ou pequena” (v. 18).

Antes disso, ele falara face a face com Deus. Balaão tinha intimidade com Deus e o texto revela familiaridade entre os dois. Balaão não agia sem consultar Sua perfeita vontade. Entretanto, perante a segunda comitiva de importantes líderes moabitas, oferecendo-lhe nova proposta tentadora, Balaão insistiu com Deus. Obteve permissão, porém com restrição; logo saiu sem titubear rumo à missão de amaldiçoar Israel.

Conhecendo a motivação de Balaão, percebendo sua ambição e onde seu coração intentava pousar... Deus preparou-lhe uma poderosa lição fazendo uma jumenta falar/conversar/dialogar igual gente.

• Convicção sem submissão a Deus requer exortação e orientação espiritual.

Balaão conversa com a jumenta sem surpreender-se, de tão ávido que estava por avançar. A jumenta desviou-se do CAMINHO e o profeta disse-lhe que se tivesse uma ESPADA na mão, a MATARIA. Quando o anjo abriu-lhe os olhos, Balaão viu que, na verdade, ele havia se desviado do CAMINHO; e, se não fosse pela jumenta, o anjo o teria MATADO com a espada que trazia à mão (vs. 22-33).

• Independência de Deus nos faz agir pior que jumenta!

Deus permitiu que Balaão prosseguisse; entretanto, falaria somente o que Deus colocasse em sua boca como fez com a boca do animal (vs. 34-41).

• Se Deus usou até a jumenta, Ele pode usar-nos como quiser!

Devemos abençoar, não amaldiçoar! Indiferença para com a missão de Deus leva-nos à acomodação. Nesta situação, nem mesmo convicção é suficiente para resistir à tentação!

Sejamos ativos: Reavivemo-nos! Heber Toth Armí

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sábado, 28 de novembro de 2015

Progenitor de doutrinas falsas-Números 23

Leitura Bíblica - Números 23
Progenitor de doutrinas falsas
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Uma grande história possui grandes lições. Nos próximos capítulos as aplicações das tristes experiências de Balaão deverão desviar-nos do caminho da ruína.

Para abrir nossa mente à mensagem divina deste capítulo considere: “O mundo tem-se tornado um leprosário de pecado, um monturo de corrupção. É um mundo que não conhece os filhos de Deus, porque não conhecem a Deus” (Ellen G. White).

Balaão não era um profeta pagão, nem judeu. No entanto, Deus o chamara para proclamar Sua misericórdia e o plano da salvação aos politeístas da mesopotâmia. Ou, no mínimo, para acalmar os ânimos das nações, explicando que Israel nada faria com aqueles que tinham certo parentesco com Abraão (ver Deuteronômio 2).

Todavia, o medo evidencia que moabitas e midianitas nada sabiam destas recomendações. Balaão deve ter negligenciado sua missão como muitos de nós negligenciamos a nossa função como cristãos.

Quando não testemunhamos, desprezamos oportunidades que Deus nos deu para ajudar pecadores em seus temores.

Ao invés de profetizar sobre Deus para abençoar o mundo corrompido, Balaão intentava amaldiçoar o povo de Deus, tornando-se uma pedra de tropeço tanto para o povo de Deus quanto para os pagãos. Mesmo assim, Deus colocou palavras na boca desse profeta como colocou na boca da jumenta; e, então, ele falou somente o que Deus queria:

1. O primeiro discurso (vs. 7-10);
2. O segundo discurso (vs. 18-24).

Pergunto: Por que Balaão orientou Balaque a fazer sete altares para sete sacrifícios, sendo que nenhum servo de Deus agiu assim na Bíblia?

Estudos demonstram que a cultura religiosa das nações pagãs cultuava cinco planetas mais o sol e a lua, ao todo sete astros. Sendo assim, Balaão tentou afastar-se de Deus visando amaldiçoar Israel; contudo, fracassou (vs. 1-6, 11-17, 25-30).

• Mesmo em um mundo que é leprosário de pecado, um monturo de corrupção, um povo abençoado por Deus não pode ser amaldiçoado por ninguém.

A adoração aos astros sempre foi forte no paganismo, a ponto de ser absolvido pelo cristianismo, levando a igreja cristã à apostasia. O profeta Balaão é mencionado pelo apóstolo João como progenitor de doutrinas falsas entre o povo de Deus (Apocalipse 2:14).

Cuidado com ministros que seguem doutrinas de Balaão: Cegos espiritualmente, ávidos materialmente. Fique alerta: Busque sempre a verdade!

Reavivemo-nos! Heber Toth Armí



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Uma jumenta que fala - Números 22

Leitura Bíblica - Números 22

Uma jumenta que fala 
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Creio ser excelente este pensamento para iniciar uma das mais deprimentes histórias bíblicas:

“Nenhum de nós pode permitir-se pecar. É um negócio demasiado caro. O pecado cega os olhos de tal modo que o mal não é discernido, e mediante procedimento irrefletido, os que assim ficam cegados tornam-se instrumentos para difundir a injustiça em favor de Satanás” (Ellen G. White).

Balaão era verdadeiro PROFETA de Deus no mais pleno sentido da palavra. Ele foi convidado pelos moabitas a uma missão que não poderia falhar. Ele era a pessoa certa, na visão do rei Balaque (vs. 1-17). Sua convicção ficou evidente sua rejeição peremptória:

“Mesmo que Balaque me desse sua casa repleta de prata e ouro, eu não seria capaz de desafiar as ordens do Eterno e fazer qualquer coisa, grande ou pequena” (v. 18).

Antes disso, ele falara face a face com Deus. Balaão tinha intimidade com Deus e o texto revela familiaridade entre os dois. Balaão não agia sem consultar Sua perfeita vontade. Entretanto, perante a segunda comitiva de importantes líderes moabitas, oferecendo-lhe nova proposta tentadora, Balaão insistiu com Deus. Obteve permissão, porém com restrição; logo saiu sem titubear rumo à missão de amaldiçoar Israel.

Conhecendo a motivação de Balaão, percebendo sua ambição e onde seu coração intentava pousar... Deus preparou-lhe uma poderosa lição fazendo uma jumenta falar/conversar/dialogar igual gente.

• Convicção sem submissão a Deus requer exortação e orientação espiritual.

Balaão conversa com a jumenta sem surpreender-se, de tão ávido que estava por avançar. A jumenta desviou-se do CAMINHO e o profeta disse-lhe que se tivesse uma ESPADA na mão, a MATARIA. Quando o anjo abriu-lhe os olhos, Balaão viu que, na verdade, ele havia se desviado do CAMINHO; e, se não fosse pela jumenta, o anjo o teria MATADO com a espada que trazia à mão (vs. 22-33).

• Independência de Deus nos faz agir pior que jumenta!

Deus permitiu que Balaão prosseguisse; entretanto, falaria somente o que Deus colocasse em sua boca como fez com a boca do animal (vs. 34-41).

• Se Deus usou até a jumenta, Ele pode usar-nos como quiser!

Devemos abençoar, não amaldiçoar! Indiferença para com a missão de Deus leva-nos à acomodação. Nesta situação, nem mesmo convicção é suficiente para resistir à tentação!

Sejamos ativos: Reavivemo-nos! Heber Toth Armí



segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Maravilhoso Jesus- Números 24:17



A estrela de Jacó

Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro... Números 24:17

Balão era um profeta apostatado, mas falou essas palavras por revelação divina. Sua cobiça o havia levado a desobedecer às instruções de Deus, e ele tinha vindo com Balaque, rei de Moabe, para amaldiçoar Israel. Mas quando ele caiu em transe profético ele falou da parte de Deus. Ao invés de amaldiçoar ele abençoou. Portanto o fato de sermos conduzidos por Deus ou usados por Deus não é em si mesmo uma prova de que estamos andando no caminho da vontade divina. Nem deveríamos interpretar dificuldades e sofrimentos como um sinal seguro de que Deus não está satisfeito conosco.

As palavras de Balaão alcançam nossos ouvidos com surpreendente poder nestes dias. Vivemos na era das “estrelas”. Não me refiro aos corpos celestes e às previsões dos horóscopos, mas às “estrelas” humanas que caracterizam a nossa era.

Vemos “estrelas” nos filmes cinematográficos ou nos campos esportivos. Eles parecem ser de outro mundo, cada fio de cabelo arrumado com estilo, cada ruga encoberta. Eles tem sempre a palavra certa, pronunciada no momento exato em com a correta entonação para o máximo efeito. Eles realizam feitos super humanos, resgatando a garota em perigo, pegando aquela bola no momento crucial do jogo, marcando o ponto necessário para ganhar o jogo. Quantos jovens e idosos também passam horas e horas sonhando com as “estrelas”? Obter o autógrafo deles é tido como uma grande realização. Ser uma “estrela” – isso seria o céu!

Nós temos uma estrela. Mais elevada que a nossa mais elevada compreensão é o homem Jesus de Nazaré. Numa época em que o mundo corre atrás de seus ídolos humanos, nós queremos contemplá-lo.

Quando o vemos, confirmamos sua verdadeira e completa humanidade. Tudo o mais e todos os demais perdem o seu brilho. Eles não podem competir com as genuínas qualidades que Ele exibe. Ele merece ser uma estrela – pelo que Ele é e pelo que realizou.

A profecia visual de Balaão traz, entretanto, uma triste notícia: “contemplá-lo-ei, mas não de perto”. Balaão previu a chegada da estrela de Jacó, mas não como alguém do Seu grupo. Ele estaria de fora do Seu reino. Que hoje não fiquemos tão cegados pelas “estrelas” terrestres a ponto de, com Balaão, nos distanciarmos da estrela verdadeira.

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ORAÇÃO

Senhor. Ajuda-me a valorizar o que é eterno. Que eu seja atraído mais pela beleza de Jesus do que pelo brilho da fama, riqueza ou poder. Que os meus olhos possam Te ver bem de perto, hoje e sempre. Amém.

Autor: William G. Johnsson

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