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segunda-feira, 14 de agosto de 2023

O CULTO CRISTÃO PRIMITIVO

 Meditação Diária

14 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-culto-cristao-primitivo/

O CULTO CRISTÃO PRIMITIVO

E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Atos 2:42


texto para nossa meditação declara que havia quatro elementos dominantes no culto cristão primitivo.

O ensino dos apóstolos. 
Diferentemente de todas as outras religiões, com base em ritos, a religião cristã está alicerçada na Revelação. Nela, o ensino ocupa o primeiro lugar. Muitas passagens de Atos e das epístolas mostram o que Deus fez por nós e o que Ele espera de nós. A pregação apostólica se concentrava em Cristo. O ensino dos apóstolos incluía todo o ministério da Palavra, composto de profecia, exortação, conhecimento, sabedoria, revelação, línguas interpretadas e evangelização, entre outros exemplos.

A comunhão fraternal. Também é chamada de “comunhão do Espírito” (Fp 2:1), porque Ele a produz. Nessa comunhão não havia distinção entre judeus e gentios, escravos e livres, homens e mulheres (Gl 3:28). Ela acontecia quando estavam juntos, quando compartilhavam os bens materiais com os necessitados, quando serviam uns aos outros conforme os dons recebidos e pela relação de amor mútuo.

O partir do pão. Embora a expressão “partir do pão” possa se referir a uma refeição comum, no ambiente cristão logo passou a significar “tomar a Ceia do Senhor”. Isso era feito em obediência à ordem de Cristo, que havia dito: “Façam isto em memória de Mim” (Lc 22:19; 1Co 11:26). Na mentalidade hebraica, um memorial era mais que uma recordação. Era uma atualização do evento. Desse modo, o cristão que participava de uma Santa Ceia se sentia como tendo participado da primeira Ceia na presença de Cristo. Assim havia sido com a Páscoa para os judeus. Assim era com a Ceia do Senhor para os cristãos.

As orações. No templo e nas sinagogas, as orações eram litúrgicas, ou seja, escritas e recitadas. Mas no culto cristão, as orações eram livres. Incluíam: louvor, ações de graças, petições, intercessões, confissão de pecados e orações cantadas. É interessante notar que Paulo costumava incluir orações em suas cartas (cf. Rm 16:25-27; Ef 1:3-14). Elas serviam como modelo para ser usadas nos cultos.

Esses quatro elementos devem fazer parte de nossos cultos na atualidade. Há grande bênção em proceder assim.

https://youtu.be/iPn8jcLU1Ss

domingo, 25 de novembro de 2018

A Hospitalidade de Lídia

Refletindo a Cristo
A Hospitalidade de Lídia-25 de novembro

Certa mulher, chamada Lídia,… depois de ser batizada, ela e toda a sua casa, nos rogou, dizendo: Se julgais que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa e aí ficai. E nos constrangeu a isso. Atos 16:14 e 15.


“No dia de sábado”, continua Lucas, “saímos fora das portas, para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar para oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que ali se ajuntaram. E uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a Deus, nos ouvia, e o Senhor lhe abriu o coração.” Atos 16:13 e 14. Lídia recebeu a verdade alegremente. Ela e os de sua casa foram convertidos e batizados, e ela insistiu com os apóstolos para que fizessem de sua casa o seu lar. Atos dos Apóstolos, pág. 212.

O Espírito de Deus pode unicamente iluminar o entendimento daqueles que estão dispostos a ser iluminados. Lemos que Deus abriu os ouvidos de Lídia, de modo que ela atentou para a mensagem proferida por Paulo. Declarar todo o desígnio de Deus e tudo o que era essencial que Lídia recebesse – essa era a parte que competia a Paulo desempenhar em sua conversão; e então o Deus de toda a graça exerceu o Seu poder, conduzindo a pessoa no rumo certo. Deus e o instrumento humano cooperaram, e a obra teve pleno êxito. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.062.

A verdadeira mansidão abranda e subjuga o coração e prepara a mente para a palavra impressa. Leva os pensamentos à obediência de Jesus Cristo. Abre o coração à Palavra de Deus, como foi aberto o de Lídia. A Santificação, pág. 15.

As autoridades… visitaram a prisão, pediram desculpas aos apóstolos por sua injustiça e crueldade, conduziram-nos para fora da prisão, e rogaram-lhes que saíssem da cidade. … Os apóstolos não insistiriam em sua presença onde esta não fosse desejada. Atenderam ao pedido dos juízes, mas não se apressaram a sair. … Foram felizes da prisão para a casa de Lídia, onde encontraram os novos conversos à fé de Cristo, e relataram a todos a maravilhosa maneira como Deus tratou com eles. …

Os apóstolos entendiam que seus esforços em Filipos não eram vãos. Haviam encontrado ali muita oposição e perseguição; mas a intervenção divina em seu favor, a conversão do carcereiro e de toda a sua casa, mais do que expiaram a desgraça e o sofrimento que suportaram. Os filipenses viram representados na conduta e presença de espírito dos apóstolos o espírito da religião de Jesus Cristo. …

As notícias de seu aprisionamento injusto, e de sua miraculosa libertação, foram amplamente divulgadas por toda aquela região, e fizeram com que os apóstolos e seu ministério chamassem a atenção de um grande número de pessoas que de outra maneira não teriam sido alcançadas. O cristianismo foi colocado num plano elevado, e os conversos à fé foram grandemente fortalecidos. Spirit of Prophecy, vol. 3, págs. 385 e 386.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 335 –

Salmos 42 Comentário

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