terça-feira, 19 de agosto de 2014

Daniel 5-Comentários


Leitura Bíblica  - Daniel 5
Comentários  de  Koot van Wyk

Todos nós conhecemos os eventos da última noite do império babilônico: uma festa regada a muito vinho com todos os nobres da Babilônia, no auge de uma guerra, com os inimigos persas à porta da cidade fortaleza que se achava inexpugnável. O espírito de busca ao prazer de Belsazar seguia a expressão comum na época: “comamos, bebamos, porque amanhã morreremos” (Is 22:13 NVI) – como uma profecia. No auge da orgia, quando todos já estavam altamente embriagados, Belsazar, o anfitrião, manda vir as taças que haviam sido tomadas do templo de Jerusalém para que nelas bebessem em homenagem aos deuses da Babilônia.

Neste momento, dedos de uma mão de forma humana escrevem misteriosa inscrição na parede do palácio, dando fim, de vez, às festividades e deixando todos atônitos e tremendo de medo.

Tendo os sábios falhado em ler as inscrições e dar o seu sentido, a rainha mãe (mãe de Belsazar e esposa de Nabonido, adorador da lua e que se refugiara na cidade de Tema) lembra Belsazar de Daniel. O profeta, desde os tempos de seu avô, Nabucodonosor, mostrara capacidade de “interpretar sonhos e resolver enigmas e mistérios” (v. 12 NVI), tendo convivido e influenciado todos os famosos reis babilônicos. Daniel, agora com 83 anos, é trazido até eles. O porte nobre, digno e seguro do ancião contrasta com o estado deplorável, confuso e amedrontado dos jovens que até há pouco se divertiam sem limites. Daniel relembra a história que a família real conhecia muito bem: a loucura de seu avô após sua arrogante grandeza e sua cura, numa lição divina de humildade e assim, de forma sutil e diplomática, repreende a postura de Belsazar.

As palavras na parede lidas por Daniel, MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM (mina, mina, shekel, upharsin, plural de peres) eram medidas persas de peso ou dinheiro*, mas que também se referiam às expressões: “numerar”, “pesar” e “cortar/dividir” ou “persas”. Para um bom entendedor babilônico, estas palavras expressavam a condenação do império.

Apesar de honrar a Daniel, concedendo a ele as honras de chefe de estado, como terceiro no reino, abaixo apenas de si e de seu pai, Nabonido, Belsazar não demonstrava arrependimento verdadeiro. Seu espírito, embriagado, não mais respondia ao Espírito de Deus, demonstrando apenas culpa.

Naquela mesma noite, o general medo Gubaru, que mais tarde passou a se chamar “Dario, o medo”, o governante mencionado em Daniel 6, tomou a cidade fortificada de Babilônia a partir do leito seco do desviado rio Eufrates, e entrou pelas portas internas, abertas pelos sacerdotes do deus Marduque, deixados de fora das festividades, de acordo com textos cuneiformes. A profecia de vida de Belsazar e seus nobres se cumpriu à risca: todos morreram naquela noite.

Belsazar recebera todas as informações e oportunidades para seguir e adorar o Deus verdadeiro, o Deus dos hebreus e de Daniel. Certamente conhecia as histórias do sonho da estátua e da fornalha, situações de crise e morte para os hebreus, transformada em livramento e exaltação.

Mas informação apenas não basta para um coração arrogante e determinado a fazer sua própria vontade, à revelia da voz do Espírito em sua consciência. É necessária humildade e entrega diária para que Deus possa operar a salvação em nós. Caso contrário, da consciência endurecida restará apenas a culpa. E culpa não traz benefício algum. Somente serve para induzir ao suicídio. É isto que cometemos em nossa vida quando nos afastamos de Deus. Como aconteceu com Belsazar.

* algo como “dólar, dólar, penny e meio dólar”, cf Andrews Study Bible.

Querido Deus,

que as bênçãos que recebemos não nos impeçam de reconhecer que Tu és a fonte de toda boa dádiva. E que com espírito humilde, possamos reconhecer que a Tua presença em nossa vida é a maior de todas as bênçãos que podemos  receber.

Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook, Coreia do Sul



http://www.palavraeficaz.com/

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Rendendo-se a Deus- Daniel 4

Rendendo-se a Deus
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Conversão é mudança radical de vida; é abandonar o errado pelo certo, deixar a vida passada no erro por uma vida pautada pela Palavra de Deus; conversão é arrependimento, é ser outra pessoa bem diferente de antes. O rei idólatra, pagão, politeísta, arrogante e cruel converteu-se ao Deus de Israel.

Naturalmente, não foi fácil; entretanto, o maior rei do Planeta Terra rendeu-se ao maior Deus do Universo. Por isso, em seu livro El porvenir del mundo revelado, C. Marvyn Maxwell inicia seu comentário deste capítulo dizendo: 
“O quarto capítulo de Daniel foi escrito pelo rei Nabucodonosor. Impressionante! Mais impressionante ainda é o fato de que se trata de um edito oficial por meio do qual o monarca dá seu testemunho pessoal acerca de como Deus dirigiu a sua vida”.

Nabucodonosor foi inspirado ao escrever na Bíblia:
“O rei Nabucodonosor a todos – de todas as raças, cores e crenças do mundo: ‘Paz e prosperidade a todos! É um privilégio contar a vocês os grandes milagres que o Deus Altíssimo fez por mim.
“Seus milagres são impressionantes;
E suas maravilhas, surpreendentes.
Seu reino dura para sempre,
e seu governo soberano é eterno.
“Eu, Nabucodonosor, vivia tranquilo no meu palácio. Mas tive um sonho – quase um pesadelo – que me deixou abalado...’” (vs. 1-4, AM).

O rei do Império Babilônico sonhou com uma grande árvore. O orgulho do rei foi comparado a uma árvore mundial, cujos galhos chegavam ao céu. A árvore foi cortada. Então, descreveu-se um homem que perdeu o juízo, passando a comportar-se como animal. O sonho tornou-se real em Nabucodonosor. Por sete anos ele viveu e agiu como animal.

Entretanto, Nabucodonosor se arrependeu, e, a Deus se rendeu. Nas palavras de Jacques Doukhan, “até no posso da bestialidade, um indivíduo pode olhar para cima e reunir-se com a humanidade... Nabucodonosor se transformou em animal quando pensou que era um deus e olhava para baixo, desde o telhado de seu palácio real. Mas recuperou sua humanidade quando reconheceu que era um animal e olhou para cima, desde o pó de sua morada animalesca”.

O orgulho é entulho que impede a humildade de reconhecer a verdadeira Majestade. Afinal, só quem é capaz de ver além do próprio orgulho será salvo.

Como Nabucodonosor, renda-se ao Senhor
(adaptado)

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz

Curta e compartilhe:


Daniel 4- Comentários: Koot van Wyk

Daniel 4- Comentários    
Koot van Wyk

Neste capítulo, temos um relato escrito do testemunho de Nabucodonosor extraído por Daniel dos arquivos da Babilônia. É uma surpreendente e dolorosa confissão de pecados que teve um desfecho feliz.

Nabucodonosor era um homem pecador, cruel para com os oprimidos (v. 27). O Senhor avisou Nabucodonosor através de um sonho interpretado por Daniel, de que passaria por maus pedaços, até pelo vale da sombra da morte, mas que se recuperaria e sairia exaltado desta situação, o que realmente aconteceu.

Quando tudo estava indo bem com Nabucodonosor, ele teve mais um sonho que tirou sua paz. Ele viu uma árvore frondosa e produtiva, que abrigava e nutria os animais da floresta. Esta árvore teve seu tronco cortado e permaneceu assim por sete anos (v. 5, nota NVI), ao final dos quais seria reabilitada.

Ele viu uma árvore frondosa e produtiva, que abrigava e nutria os animais da floresta. Esta árvore teve seu tronco cortado e permaneceu assim por sete anos (v. 5, nota NVI), ao final dos quais foi reabilitada.

Ninguém a não ser Daniel conseguiu interpretar o sonho. A árvore frondosa e frutífera simbolizava Nabucodonosor e seu império, a “cesta de pão” do mundo então conhecido. O tronco cortado significava a inteligência retirada do rei, de quem os representantes dos países iriam se afastar. O rei iria viver entre os animais o tempo suficiente para que ele e todos reconhecessem que Deus é soberano ao dar e retirar dos homens o domínio da terra.

Um ano se passou depois que Daniel deixou a presença do rei na corte e nada havia acontecido (v. 29). Nabucodonosor esqueceu a Palavra de Deus e deu lugar à orgulhosa exaltação própria (v. 30). Neste dia, enquanto ainda estava andando no terraço superior do palácio e admirando suas obras (29 NVI), o próprio Deus falou com Nabucodonosor, dizendo-lhe que a sua autoridade tinha sido tirada (v. 31). A sentença de Deus se cumpriu naquele exato momento e Nabucodonosor perdeu sua glória e sua inteligência e deixou o palácio para viver com os animais (v. 33).

Depois de sete anos longe da convivência dos humanos, Nabucodonosor levantou os olhos para o céu em espírito de humildade e oração. Então sua sanidade voltou e seu primeiro ato foi bendizer, glorificar e louvar a Deus, “que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno e cujo reino é de geração em geração” (v 34 ARA). Sua majestade e resplendor imediatamente foram restauradas e ele foi reconduzido pelos seus conselheiros de volta ao trono.

Sua grandeza foi ainda maior que antes (v. 36). Ao final de sua experiência, Nabucodonosor não só reconheceu a glória e o poder do Altíssimo, mas o louvou por tê-lo livrado da loucura da arrogância e da exaltação própria (v. 37).

Querido Deus,

Nós também enfrentamos o problema de nos gloriarmos acerca de nossas boas obras e nos contaminarmos com pensamentos de grandeza. Ajude-nos a fixar nossos olhos em Jesus o único que pode nos perdoar e libertar de nossos pecados. Amém.

Koot van Wyk,
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

domingo, 17 de agosto de 2014

A quem você adora? Daniel 3

A quem você adora?
Pr. Heber Toth Armí

“Quando o Senhor não nos livra das tribulações, Ele nos acompanha ao longo delas” – escreveu William MacDonald ao comentar sobre este capítulo. Ao serem jogados na fornalha ardente (aquecida sete vezes mais), Sadraque, Mesaque e Abdenego só tiveram as suas amarras queimadas. Neste ponto, MacDonald aplica: “As aflições cumprem os propósitos divinos e nos libertam daquilo que nos prende”.

Além dessas aplicações, pode-se aprofundar ainda mais. O capítulo é maravilhoso, com mensagens valiosíssimas. Considere: O rei Nabucodonosor construiu uma estátua gigante e pediu que pessoas de todos os lugares se inclinassem a ela para adorá-la; três jovens se recusam por reconhecerem que somente Deus é digno de adoração. Desta forma, a questão gira em torno da adoração.

Nota-se um objetivo ecumênico no plano do rei. Um decreto de morte foi promulgado a quem não se unisse à religião de Babilônia. Um remanescente fiel ao único Deus verdadeiro não se rendeu à pressão e nem à ameaça imposta pelo rei. A estátua, além de representar deuses babilônicos, indicava o aspecto político do império – já que no capítulo 2, Daniel revelara que o sonho da estátua de vários metais simbolizava vários reinos, Nabucodonosor ignorou a Deus completamente ao construir uma estátua só de ouro.

Esta cena explica com detalhes as profecias de Apocalipse 13 e 14 onde, no fim, política e religião dão as mãos. Quando as bestas se unirem para obrigar todos adorarem a besta e sua imagem haverá um decreto de morte para quem não o fizer. A questão final, no tempo do fim é adoração.

A quem você adora? A tua atitude para com Deus hoje determinará a tua atitude com Ele nos tempos de tribulações, pressões e ameaças. Todavia, a quem você adora determinará o teu futuro: Os que jogaram os três hebreus na fornalha morreram somente por se exporem ao calor do fogo, o qual não queimou nem matou àqueles que adoraram a Deus mesmo em face da morte.

O testemunho ousado impacta aos pagãos. No fim do capítulo, “o rei fez uma confissão pública, buscando exaltar o Deus dos Céus acima de todos os outros deuses” (Henry Feyerabend).

Nesta nova semana, testemunhe de Deus adorando-O acima de tudo e de todos. Seja fiel, pois o impacto será grande – Heber Toth Armí
(adaptado)

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

sábado, 16 de agosto de 2014

Em Deus estão as revelações- Daniel 2


Em Deus estão as revelações
Pr. Heber Toth Armí

Este capítulo é fabuloso! Nunca um livro de História disse tanto com tão poucas palavras. Henry Feyerabend declarou que nele há registro da História mundial em oito versos. Então explica:

“Daniel não precisou de 6 mil volumes para registrar a História mundial. Ele conseguiu descrevê-la em oito versos curtos, abarcando a história da pompa de do poder deste mundo. Nesses oito versos, ele [descreve] 25 séculos e delineia a ascensão e queda de reinos e impérios, olhando para além dos nossos dias: para o tempo da volta de Cristo”.

Impressionante! Feyerabend ainda diz que “não há linguagem humana que possa conceber um registro tão curto e, ainda tão completo, da verdade histórica”. Deus é magnífico em poder; contudo, saber tudo antes de tudo acontecer e revelar em pouquíssimas palavras – é fantástico!

Começando com Babilônia, passando pelo império Medo-Persa, continuando com a Grécia, apontando a crueldade romana, a profecia indica a fraqueza humana, os conflitos entre as nações e, culmina com o eterno, pacífico e infalível reino do Deus soberano.

Deste capítulo, chamo tua atenção aos seguintes princípios:

1.Nada, nem ninguém (nem mesmo demônios, espíritos, cartomantes, tarôs, búzios, cartas, estrelas, feitiçarias, benzedeiras, etc.) a não ser Deus, pode prever e antever o futuro (vs. 1-19). O conhecimento do futuro não está entesourado em algum horóscopo, astro, constelação ou mesmo em um milhão de estrelas, está além disso; só Deus conhece o futuro.

2. As pessoas mais sábias e cultas nada podem saber sobre o futuro, pois tal conhecimento pertence exclusivamente a Deus; Ele o dá a quem Ele quer, não a quem quer (vs. 20-25). O futuro do mundo só pode ser conhecido por um Ser que sabe sobre todos os elementos e fenômenos existentes em todo o Universo e também até onde pode chegar a ambição do coração orgulhoso.

3. Os seres humanos podem imaginar o futuro, porém, conhecê-lo com precisão só mediante a revelação de Deus e Sua palavra, fora disso é mera especulação (vs. 26-47). O futuro, além de conhecido, só pode ser controlado por Quem conhece o que está muito além do presente: Só Deus!

No passado não se mexe, o futuro a Deus pertence, portanto, deixe-O guiar teu presente para que teu futuro seja em Seu reino!
(adaptado)

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:


O Sonho de Nabucodonosor- Daniel 2

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Daniel 2
O Sonho de Nabucodonosor
Comentários  de  Koot van Wyk

Neste capítulo Daniel relata um acontecimento que marcou definitivamente a sua vida. Ele escreveu em aramaico, a língua falada pela população em geral, para que a veracidade do relato pudesse ser confirmada pelos oficiais da corte que falavam essa língua. É interessante notar que os pergaminhos encontrados nas cavernas de Qumran trazem exatamente o mesmo texto hebraico a partir do qual nossas atuais traduções da Bíblia são feitas.

Daniel não tinha ainda completado a sua formação na “Universidade da Babilônia” quando, no segundo ano de Nabucodonosor, Deus deu ao rei um sonho que o perturbou muito (v. 1).

Ditadores muitas vezes são inseguros e não confiam em ninguém ao seu redor. Naqueles dias, um ditador buscava ansiosamente o conselho dos adivinhos sobre o que deveria ou não fazer. Neste caso, entretanto, eles simplesmente não sabiam o que dizer a Nabucodonosor a partir de suas tábuas astrológicas.

 O rei disse que estava ansioso para saber o sonho (v. 3) e ameaçou todos os sábios da corte com a morte caso não conseguissem revelar o mistério. “Esta é a minha decisão: se vocês não me disserem qual foi o meu sonho e não o interpretarem, farei que vocês sejam cortados em pedaços e que as suas casas se tornem montes de entulho” (v. 5, NVI).

Os adivinhos perceberam então que tinham um grande problema. Eles conheciam a extrema brutalidade dos ditadores assírios e babilônios, como a demonstrada na captura de Laquis, registrada na parede do palácio de Senaqueribe, em Nínive. Muito provavelmente eles seriam cortados em pedaços ainda vivos.

 Tendo ciência da crise que também o envolvia, Daniel se aproximou e pediu para falar com o rei (v. 15) e pediu a seus amigos para orarem com ele a respeito do assunto (v. 17-18). Deus respondeu a oração deles e deu a Daniel o sonho e a sua interpretação (v. 19). No sonho o rei havia visto uma enorme estátua, de diversos materiais, que foi destruída por uma rocha não cortada por mão humanas.

O conceito fundamental do sonho é que Deus está no controle da história deste mundo e de seus sucessivos impérios. Este mesmo conceito já havia sido exposto por Moisés em Gênesis 31, Êxodo 3 e Jó 12.

 A interpretação do sonho dada por Deus a Daniel e transmitida ao rei foi a seguinte: A cabeça de ouro da imagem representava a Babilônia (v. 37a). Outros reinos se sucederiam, como confirmado pela História. Depois da Babilônia veio a Medo-Pérsia (v. 39a) representada pela prata, e depois de sua queda, veio o Império Grego representado pelo bronze (v. 39b).

Depois da queda da Grécia dominou o “império de ferro” de Roma. Mais tarde, na Idade Média, Roma assumiu uma orientação religiosa através da Igreja Católica Romana, quando passou a ser conhecido como o Sacro Império Romano (v. 40). O aspecto religioso de Roma se revela logo em 538 dC, quando o imperador Justiniano ordenou que nas moedas a serem cunhadas naquele ano ele não deveria ser retratado, como no passado, como um guerreiro ou um soldado com uma lança em um cavalo, mas como um teólogo segurando em suas mãos uma cruz.

 O último reino que aparece no sonho composto de “argila e ferro” (vs. 41-43), também teria fim, como todos os demais. Então uma pedra vinda do próprio Deus destruiria a imagem que Nabucodonosor vira em seu sonho e o Deus do céu estabeleceria um reino que jamais seria destruído (v. 44).

 Quando Nabucodonosor ouviu tudo isso, colocou o rosto em terra perante Daniel (v. 45-47). Apesar de ser ainda um calouro, Daniel foi promovido a chefe de todos os sábios da Babilônia. Ele e seus três amigos nunca completaram os três anos de curso superior para se formar na Universidade da Babilônia (v. 48). Daniel foi trazido para a corte do rei e seus amigos se tornaram encarregados da administração da província de Babilônia, a seu pedido (v. 49). A inteligência e a sabedoria de Daniel e seus companheiros lhes foram dados por Deus.

Querido Deus,
Vivemos no tempo do fim e sabemos que o Seu filho, a Rocha dos Séculos, virá em breve como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores para encher a terra com a Sua glória. Que possamos, desde agora, nos abrigar nEle. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook, Coreia do Sul



http://www.palavraeficaz.com/

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Fiel a toda prova-Daniel 1

Lições de Vida

Fiel a toda prova
Pr. Heber Toth Armí

Hoje começamos a leitura de “um livro de sabedoria, que contém os pensamentos mais profundos da história, de Deus, da ética e da existência... O livro de Daniel é universal e merece a atenção de todos” (Dr. Jacques B. Doukhan). Aprofunde-se nele, mergulhe em sua mensagem e espalhe-a a muita gente.

Leia o capítulo 1, note que nem tudo o que nos acontece é o que semeamos (a desobediência de Israel terminou em cativeiro, mas o fiel Daniel e seus amigos foram arrastados juntos); entretanto, tudo é como Deus permite – “O Senhor entregou o rei Jeoaquim de Judá nas mãos dele, com alguns utensílios do templo de Deus.
Nabucodonosor levou o rei e os utensílios para a casa do tesouro de seu deus, na terra da Babilônia, a antiga Sinear” (vs. 1-4 AM).

Deus está no controle, mesmo quando tudo parece ter saído do nosso controle. Deus está no comando, ainda que justos são injustiçados. Deus é soberano, embora pareça distante e indiferente com os fieis. Desde o pecado fieis Abeis são assassinados por Cains ruins. Fieis Danieis pagam pelos judeus imorais. Mas, não se esqueça: Deus permanece no controle.

Além disso, observe os seguintes ensinamentos. O texto pode ter aplicações diretas para quem está sofrendo, escravizado, injustiçado, arruinado. Baseado em Hernandes Dias Lopes:

1. Se você quer mudar o rumo de tua vida, recuse-se a seguir o mesmo caminho de fracasso do povo – Daniel e seus amigos foram diferentes dos judeus indiferentes para com Deus.
2. Se você quer que Deus altere o curso de tua história, recuse-se a azedar o coração por causa dos dramas da vida – Daniel, Hananias, Mizael e Azarias não ficaram reclamando, resmungando, criticando ou achando um culpado para suas tragédias; agiram positivamente!
3. Se você quer que Deus te dê vitórias, recuse as ofertas vantajosas do mundo para ser fiel a Deus como Daniel – Ser escolhido para trabalhar no palácio, comer a comida do rei, etc. não deve inibir ninguém de perseverar em seu compromisso com Deus.

A vida neste mundo de pecado não é justa; além disso, é imprevisível. Vida de sucesso só existe para quem depende de Deus: A Babilônia caiu, mas Daniel continuou a atuar até no reino que tomou Babilônia (v. 21) .
(adaptado)

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:


Salmo 2 O Rei que Deus Estabeleceu

  Comentários do livro de Salmos 📖Salmo 2 O Rei que Deus Estabeleceu Contexto O Salmo 2 é um salmo real e messiânico. Ele apresenta o cont...