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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Lições de Vida – 1 Reis 14

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – 1 Reis 14
Comentário: Pr.  Heber Toth Armí

Lições de Vida


Entregue-se a Deus e a Sua Palavra agora mesmo e te surpreenderás com o resultado. Arrogância e negligência perante Deus te fará decepcionar com as consequências.

Israel foi divido em dois reinos devido à desobediência, orgulho e independência de Deus. A fim de ampliar tua visão da situação, observe:

• Após a ousada rejeição à orientação divina no capítulo anterior, Jeroboão, ignorando arrepender-se dos pecados apegou-se ainda mais a eles; assim, o capítulo em questão inicia com “a mão disciplinadora do juízo de Deus [descendo] sobre o filho do rei, seu bem mais precioso” (Merril F. Unger).

• Sendo filho de Salomão, o homem mais sábio do mundo, Roboão “foi um néscio ao provocar a cisão das dez tribos. E exibiu mais insensatez no seu reinado de dezessete anos, fazendo Israel despencar da glória que havia desfrutado”, destaca Unger baseando-se nos versículos 21-31.

Agora, atentamente reflita nestas lições de vida...

• Pior cego é quem não quer ver, ignorando a verdade, como fez o rei Jeroboão. Por outro lado, quem tem o Espírito Santo regendo Sua vida, tem discernimento espiritual mesmo cego, como o idoso profeta Aías diante do disfarce da mulher do rei intentando enganá-lo (vs. 1-4).

• Neste mundo, os bons e inocentes como crianças (v. 13), pagam pelos pecados dos outros (vs. 5-20). Só entendemos o que é injustiça quando o mal ataca o bem; quando o culpado causa sofrimento a inocentes; e, quando tragédias do pecado dos culpados atingem quem nada fez para merecê-las. Foi assim desde o assassinato do justo Abel pelas mãos de Caim, o irmão ímpio. Contudo, a maior injustiça se deu com Jesus que, sendo amoroso, bondoso e misericordioso, foi crucificado injustamente por ímpios perversos.

• Deus permite vermos injustiças para que anelemos Sua justiça. Embora rivais, Jeroboão e Roboão eram fregueses do diabo, usufruindo dos mesmos pecados; portanto, ambos sofreram a mesma sorte provocada pelo pecado, permitido pelo Rei dos reis (vs. 21-31).

• O antigo povo de Deus deveria ter influenciado o mundo, não ser influenciado pelos seus pecados. Hoje também, no século XXI cada súdito de Deus deve impactar a sociedade com a realidade e princípios do reino eterno, o qual deve ser alvo de vida e oração (Mateus 6:10, 33).

“Senhor, venha Teu reino” – Heber Toth Armí.

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Daniel 5-Comentários


Leitura Bíblica  - Daniel 5
Comentários  de  Koot van Wyk

Todos nós conhecemos os eventos da última noite do império babilônico: uma festa regada a muito vinho com todos os nobres da Babilônia, no auge de uma guerra, com os inimigos persas à porta da cidade fortaleza que se achava inexpugnável. O espírito de busca ao prazer de Belsazar seguia a expressão comum na época: “comamos, bebamos, porque amanhã morreremos” (Is 22:13 NVI) – como uma profecia. No auge da orgia, quando todos já estavam altamente embriagados, Belsazar, o anfitrião, manda vir as taças que haviam sido tomadas do templo de Jerusalém para que nelas bebessem em homenagem aos deuses da Babilônia.

Neste momento, dedos de uma mão de forma humana escrevem misteriosa inscrição na parede do palácio, dando fim, de vez, às festividades e deixando todos atônitos e tremendo de medo.

Tendo os sábios falhado em ler as inscrições e dar o seu sentido, a rainha mãe (mãe de Belsazar e esposa de Nabonido, adorador da lua e que se refugiara na cidade de Tema) lembra Belsazar de Daniel. O profeta, desde os tempos de seu avô, Nabucodonosor, mostrara capacidade de “interpretar sonhos e resolver enigmas e mistérios” (v. 12 NVI), tendo convivido e influenciado todos os famosos reis babilônicos. Daniel, agora com 83 anos, é trazido até eles. O porte nobre, digno e seguro do ancião contrasta com o estado deplorável, confuso e amedrontado dos jovens que até há pouco se divertiam sem limites. Daniel relembra a história que a família real conhecia muito bem: a loucura de seu avô após sua arrogante grandeza e sua cura, numa lição divina de humildade e assim, de forma sutil e diplomática, repreende a postura de Belsazar.

As palavras na parede lidas por Daniel, MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM (mina, mina, shekel, upharsin, plural de peres) eram medidas persas de peso ou dinheiro*, mas que também se referiam às expressões: “numerar”, “pesar” e “cortar/dividir” ou “persas”. Para um bom entendedor babilônico, estas palavras expressavam a condenação do império.

Apesar de honrar a Daniel, concedendo a ele as honras de chefe de estado, como terceiro no reino, abaixo apenas de si e de seu pai, Nabonido, Belsazar não demonstrava arrependimento verdadeiro. Seu espírito, embriagado, não mais respondia ao Espírito de Deus, demonstrando apenas culpa.

Naquela mesma noite, o general medo Gubaru, que mais tarde passou a se chamar “Dario, o medo”, o governante mencionado em Daniel 6, tomou a cidade fortificada de Babilônia a partir do leito seco do desviado rio Eufrates, e entrou pelas portas internas, abertas pelos sacerdotes do deus Marduque, deixados de fora das festividades, de acordo com textos cuneiformes. A profecia de vida de Belsazar e seus nobres se cumpriu à risca: todos morreram naquela noite.

Belsazar recebera todas as informações e oportunidades para seguir e adorar o Deus verdadeiro, o Deus dos hebreus e de Daniel. Certamente conhecia as histórias do sonho da estátua e da fornalha, situações de crise e morte para os hebreus, transformada em livramento e exaltação.

Mas informação apenas não basta para um coração arrogante e determinado a fazer sua própria vontade, à revelia da voz do Espírito em sua consciência. É necessária humildade e entrega diária para que Deus possa operar a salvação em nós. Caso contrário, da consciência endurecida restará apenas a culpa. E culpa não traz benefício algum. Somente serve para induzir ao suicídio. É isto que cometemos em nossa vida quando nos afastamos de Deus. Como aconteceu com Belsazar.

* algo como “dólar, dólar, penny e meio dólar”, cf Andrews Study Bible.

Querido Deus,

que as bênçãos que recebemos não nos impeçam de reconhecer que Tu és a fonte de toda boa dádiva. E que com espírito humilde, possamos reconhecer que a Tua presença em nossa vida é a maior de todas as bênçãos que podemos  receber.

Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook, Coreia do Sul



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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ezequiel 27

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Ezequiel  27
 Ross Cole

Observe o seguinte texto, retirado de uma página do Facebook: “O seu Volkswagen é alemão. Sua vodka é russa. Sua pizza é italiana. O kebab é turco. Sua democracia é grega. Seu café é brasileiro. Seus filmes são americanos. Seu chá é tamil. Sua camisa é indiana. Sua gasolina é da Arábia Saudita. Seus aparelhos eletrônicos são chineses. Seus números árabes, suas letras latinas. E você ainda se queixa de que seu vizinho é um imigrante? Controle-se! (postado na página “The True Activist”  em 13 de junho de 2014).

Nem todos podem pagar por um carro alemão. A maioria abrirá mão da vodka. Alguns preferem não beber o café. Outros não vivem em democracias. Mas todos compreendemos o significado da afirmação acima.

Pensamos no mundo de hoje como uma aldeia global. No entanto, nenhum lugar hoje é mais cosmopolita do que a antiga Tiro. Mas isto iria acabar. No dia da ruína de Tiro todos os reis e mercadores que a amavam se manteriam à parte, com medo de serem envolvidos no meio da destruição provocada pela Babilônia.

Eles lamentariam a queda de Tiro, raspando seus cabelos como Jó, vestindo peles de cabra, chorando e lamentando amargamente. Impressionante, de fato. No entanto, não é por Tiro que eles lamentam. É pela riqueza que esta cidade os ajudou a adquirir e pelo sonho de sua própria segurança que eles estão perdendo.

A globalização de hoje pode nos fazer sentir que estamos seguros. Porque se alguém ataca um lugar, todos os outros lugares sofrem. Esperamos que o interesse próprio de todos vá prevalecer e a paz seja restaurada. Pois qualquer violência, em menor ou maior escala nos faz sentirmos vulneráveis. No entanto, João, o Revelador toma emprestado a linguagem de Ezequiel para falar do colapso final de Babilônia, quando os comerciantes e reis voltarão a lamentar, um lamento egoísta e desesperado (Apoc 18:9-24).

A queda de Tiro nos ensina que embora as pessoas do mundo estejam acostumadas com a troca de favores e com o comércio que beneficia aos poderosos, a paz e a segurança não podem ser encontradas na prosperidade material.

Há apenas um caminho para a paz verdadeira, apenas um verdadeiro Príncipe da paz. Que o brilho do mundo nunca nos leve a crer o contrário.

Ross Cole
Avondale College, Austrália


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Salmos 52 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 52 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 52 – Como uma chama inextinguível...