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sábado, 13 de outubro de 2018

Colheremos o que Tivermos Semeado

Refletindo a Cristo

Colheremos o que Tivermos Semeado-13 de outubro

Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente. II Tim. 2:24.

Os que se acham verdadeiramente ligados a Deus não terão desavenças uns com os outros. O espírito de harmonia, paz, amor e o Espírito Santo atuando em seu coração, criará harmonia, amor e unidade. O contrário disso atua nos filhos de Satanás; eles estão em contínua contradição. Contenda, inveja e ciúme são os elementos dominantes. A característica do cristão é a mansidão de Cristo. Benignidade, bondade, misericórdia e amor são originários da Infinita Sabedoria, enquanto o oposto é o mau fruto de um coração que não está em harmonia com Jesus Cristo. …

Que obra é esta – a educação de filhos! … Se os pais tivessem aprendido mais de Cristo e menos do mundo, se tivessem se preocupado menos em imitar os costumes e modas da era presente, e dedicado tempo e paciente esforço para moldar a mente e o caráter de seus filhos segundo o Modelo divino, poderiam então enviá-los adiante com integridade moral a ser aplicada aos ramos da educação a fim de qualificá-los para qualquer cargo de confiança. …

A colheita é nossa, para ceifarmos o que tivermos semeado. Se semeardes inveja, desconfiança, ciúme, amor-próprio, amargor de pensamentos e sentimentos, podeis estar certos de que esta será a vossa colheita. Será semear ventos para colher tempestades.

Se manifestardes bondade, amor, terna solicitude para com vossos alunos, colhereis o mesmo por sua vez. Se os professores forem severos, críticos, arbitrários, insensíveis quanto aos sentimentos dos outros, receberão o mesmo em troca. O homem que deseja preservar o respeito próprio e a dignidade precisa ter cuidado para não sacrificar o respeito e a dignidade dos outros. Esta regra deve ser religiosamente observada com os alunos mais apáticos, mais jovens e mais levianos.

O que Deus fará com esses jovens aparentemente desinteressantes, não o sabeis. Deus aceitou e escolheu, exatamente tais tipos para fazer uma grande obra para Ele. A atuação do Seu Espírito no coração tem atuado como uma pilha elétrica, despertando faculdades aparentemente entorpecidas para agirem com vigor e perseverança. O Senhor viu nessas pedras brutas o metal precioso que resistirá às tempestades e ao escaldante calor. Deus não vê como vê o homem; Deus não julga como julga o homem – Ele esquadrinha o coração. …

Os membros mais jovens da família de Deus ficarão impressionados com o fato de terem sido criados à imagem de seu Criador, e que o seu espírito deve representar o Espírito de Cristo. Manuscrito 2, 1881.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 292

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Paz Além de Todo o Entendimento

Refletindo a Cristo

Paz Além de Todo o Entendimento - 21 de setembro

Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27.

Antes que nosso Senhor experimentasse Sua agonia na cruz, fez Seu testamento. Ele não possuía prata, ouro ou casas para deixar aos Seus discípulos. Era um homem pobre, no que diz respeito às posses terrestres. Poucos em Jerusalém eram tão pobres como Ele. Mas Ele deixou aos Seus discípulos uma dádiva mais rica do que qualquer rei da Terra poderia conceder aos seus súditos. “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou”, disse Ele; “não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” João 14:27.

Ele lhes deixou a paz que havia sido Sua durante Sua vida na Terra, que havia estado com Ele em meio à pobreza, maus-tratos e perseguição, e que estaria com Ele durante Sua agonia no Getsêmani e na dolorosa cruz.

A vida do Salvador na Terra, embora vivida em meio a conflitos, foi uma vida de paz. Embora irados inimigos estivessem constantemente em seu encalço, Ele disse: “E Aquele que Me enviou está comigo, não Me deixou só, porque Eu faço sempre o que Lhe agrada.” João 8:29. Nenhuma tempestade de ira satânica podia perturbar a calma dessa perfeita comunhão com Deus. E Ele diz também a nós: “A Minha paz vos dou”.

Os que tomam a Cristo pela palavra, e entregam o coração aos Seus cuidados, e sua vida à Sua orientação, encontrarão paz e quietude. Nada no mundo pode entristecê-los quando Jesus os torna felizes por Sua presença. Na perfeita submissão há perfeita confiança. O Senhor diz: “Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti.” Isa. 26:3. …

A experiência de cada homem testifica da veracidade das palavras da Escritura: “Mas os perversos são como o mar agitado, que não se pode aquietar”. Isa. 57:20. … O pecado destruiu nossa paz. … As paixões dominadoras do coração nenhum poder humano pode controlar. … Nesse aspecto somos tão impotentes como o eram os discípulos para aquietar o furor da tempestade. Mas Aquele que falou mansamente às ondas do mar da Galileia, fala também palavras de paz a cada coração. Por mais feroz que seja a tempestade, os que se voltam para Jesus com o clamor: “Senhor, salva-nos” (Mat. 8:25), encontrarão libertação. Sua graça, que reconcilia a pessoa com Deus, acalma os conflitos das paixões humanas, e em Seu amor o coração repousa. “Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram. … E, assim, os levou ao desejado porto.” Sal. 107:29 e 30. …

O coração que está em harmonia com Deus é participante da paz do Céu, e repartirá sua bendita influência ao seu redor. O espírito de paz permanecerá como um bálsamo sobre os corações cansados e oprimidos pelos conflitos do mundo. Signs of the Times, 27 de dezembro de 1905.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 270 –

quinta-feira, 12 de março de 2015

Romanos 14 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Romanos 14
Norman McNulty

Aqui Paulo lida com diferentes práticas dentro da fé cristã. A leitura deste capítulo, juntamente com 1 Coríntios 8, onde ele lida com as mesmas questões, nos dá uma melhor compreensão do que Paulo está ensinando. Naquele tempo, os cristãos estavam se perguntando se era ou não lícito comprar carnes vendidas no mercado que haviam sido sacrificadas a ídolos. Havia alguns que haviam abandonado as práticas pagãs e tinham escrúpulos em comer destes alimentos. A estes, Paulo os exorta a não comerem destes alimentos, se assim sentissem desejos de voltar à sua antiga prática da adoração de ídolos. Outros poderiam comer a mesma comida e nem pensar a respeito dos ídolos aos quais estes alimentos haviam sido sacrificados. Paulo encoraja aos que comem esse alimento que não desprezem aqueles que não comem. E, por outro lado, exorta aqueles que não comem esses alimentos a não julgarem aqueles que o fazem (vs. 3, 4).

Paulo também aborda o fato de que alguns cristãos observavam os dias das festas cerimoniais, enquanto outros não os observavam (veja Gálatas 4:10). O apóstolo diz que cada um deve estar “plenamente convicto em sua própria mente” (v. 5, NVI). Em outras palavras, a questão das comidas sacrificadas a ídolos, e a observância de dias cerimoniais não era uma questão de salvação (vs. 5, 6). No entanto, Paulo lembra aos crentes que nenhum homem vive para si mesmo e ninguém morre para si mesmo (v. 7). O que fazemos afeta os que nos rodeiam. Em seguida, ele afirma que todos estaremos diante do tribunal de Cristo e seremos julgados de acordo com as nossas ações, não as dos outros (vs. 8-12).

Então, até o final do capítulo, Paulo volta ao assunto inicial. Paulo está pessoalmente convencido de que comer carnes sacrificadas a ídolos não contamina ninguém. E embora ele tenha exortado ambos os lados a não julgarem uns aos outros, ele se preocupa que aqueles que são espiritualmente fracos possam perder sua fé ao verem outros cristãos fazendo coisas que acham erradas, ou seja, comendo alimentos que tenham sido sacrificadas aos ídolos. Com base nessas preocupações, Paulo encoraja aqueles que são fortes na fé que se abstenham de comer ou beber qualquer coisa que possa ofender a um irmão,fazendo assim que ele deixe de seguir a Cristo (vs. 21-23).

Como pode ser visto neste capítulo, Paulo não está lidando com a ingestão de alimentos puros ou impuros, como muitos cristãos afirmam, ou guardar ou não dias cerimoniais. E, sim, em respeitar o ponto de vista/a consciência de nossos irmãos. Os princípios são claros:. devemos evitar fazer qualquer coisa que possa fazer os novos na fé retornarem ao que faziam antes de se tornarem cristãos.
Norman McNultyNeurologista, TN, EUA



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