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sexta-feira, 11 de julho de 2025

PREGAÇÃO E CULTURA

 Devocional Diário - Descobertas da fé

11 de julho

PREGAÇÃO E CULTURA

Para com os judeus, fiz-me como judeu, a fim de ganhar os judeus. 1 Coríntios 9:20


Um grande desafio da pregação é contextualizar o evangelho para diferentes culturas. Até que ponto podemos adaptar a mensagem? Onde estaria o limite? Certamente, evitar a adequação a fim de proteger a doutrina não é a solução do problema.

O missionário Barry Irwin conta o que ocorreu aos nativos da Nova Guiné depois que aceitaram Jesus e foram batizados. Por anos, eles devolveram o dízimo, frequentaram os cultos e seguiram os costumes da igreja. Até que um dia foram ao pastor e disseram: “Agora já devemos ter feito o bastante para pagar a Jesus por Sua morte.” Então, eles voltaram ao paganismo.

A falta de uma contextualização fez com que entendessem o sacrifício de Cristo como uma dívida que os missionários contraíram. Então, para ajudá-los a quitá-la, concordaram em abster-se, por um tempo, das coisas que seriam consideradas pecaminosas aos olhos da religião dos brancos.

A adaptação cultural do evangelho foi praticada por Paulo, sem esquecer que fé e cultura possuem nuances diferentes. A cultura relaciona-se com a natureza e tende a ser dinâmica, ao passo que a fé enfatiza a autoridade da revelação e é mais conservadora. Como Paulo lidou com isso?

Em primeiro lugar, quando a abnegação se fez necessária, ele abriu mão de certos direitos. Embora pudesse comer carne, ter uma esposa e viver do dízimo, ele renunciou a esses privilégios para não causar escândalo na pregação (1Co 9:4-18).

Em segundo lugar, Paulo se fez servo daqueles que evangelizou. “Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível” (v. 19). É um perigo cair na arrogância missionária. Não podemos nos sentir superiores àqueles que buscamos alcançar para Cristo. Tão importante quanto pregar é ter sensibilidade para aprender com aqueles que queremos evangelizar.

Por fim, Paulo adaptou a mensagem sem comprometer a doutrina. Para isso, permaneceu dentro da revelação, “não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo” (v. 21). Sua adequação não ultrapassava o limite das Escrituras, pois tradições humanas são negociáveis, mas os princípios divinos não. Que tal adotarmos hoje o modelo de Paulo?

https://mais.cpb.com.br/meditacao/pregacao-e-cultura/

sábado, 1 de julho de 2023

JESUS E A CULTURA

 Meditação Diária

1 de julho

JESUS E A CULTURA


Em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos humanos. Rejeitando o mandamento de Deus, vocês guardam a tradição humana. Marcos 7:7, 8

Embora Cristo tenha vindo a este mundo trazer uma mensagem que estava acima de todas as culturas e que não devia ser condicionada por nenhuma delas, teve de escolher uma cultura na qual viver. Ele não encarnou no vácuo, mas em uma cultura, e a escolhida foi a judaica. Desse modo, enquanto proclamava uma mensagem que estava acima da cultura, necessitava viver do modo cultural como viviam os judeus de Seus dias. Vestia-Se como eles se vestiam, comia o que eles comiam, trabalhava como eles, falava a linguagem deles e exemplificou Seus ensinos com elementos da cultura local: ovelhas, talentos, dracma, samaritano, fariseu e publicano.

Se Jesus tivesse escolhido nascer em nossos dias, no estado de São Paulo, por exemplo, como seria Sua vida? Em vez de túnica e sandálias, usaria calça e camisa, meia e sapato. Comeria arroz e feijão, manga, laranja, banana e outras coisas que comemos. Quem sabe usaria carro ou moto para Se locomover. Falaria em português e diria “bom dia!”, apertaria a mão das pessoas e, ao ilustrar Seus ensinos, contaria a parábola do relógio, da internet, do forno de micro-ondas, do acidente de trânsito, do universitário que conseguiu se formar e do empresário generoso.

Portanto, ao mesmo tempo que a mensagem da Bíblia está acima de todas as culturas, ela se encontra inserida em uma cultura específica. Nós, porém, vivemos em uma cultura diferente daquela dos tempos bíblicos, e o evangelho deve ser levado a todas as culturas e impactá-las. Por isso, precisamos cuidar para não confundir as orientações divinas com o modo de viver de uma determinada cultura.

Deus não espera que adotemos essa ou aquela cultura como padrão para Seu povo. Também não deseja que ao evangelizarmos outras pessoas e outros povos tentemos aculturá-los à maneira dos tempos bíblicos ou à nossa maneira. Duas coisas devem ser consideradas: em todas as culturas há elementos que contrariam os princípios bíblicos. Por isso, não os adote em sua prática religiosa, mas afaste-se deles. Além disso, o que deve pautar nossa vida e ser repassado para outros é a mensagem que está acima de todas as culturas: a salvação em Cristo oferecida a todos.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/jesus-e-a-cultura/

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

O CRISTÃO E A CULTURA

 O CRISTÃO E A CULTURA

Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo. 1 João 2:15, 16, NVI

Ao pensarmos sobre a cultura e sua relação com a Palavra de Deus, precisamos distinguir entre o que é cultural, supracultural e contracultural. Cultural se refere ao conjunto de valores, crenças, normas de comportamento e instituições – aquilo que é próprio de uma sociedade ou um núcleo de convivência.

Você não precisa ir longe para saber o que é cultura e como ela o afeta. Ela se encontra onde você está. Manifesta-se no seu jeito de pensar e de se expressar, na roupa que você escolheu usar e em seu corte de cabelo. Ela está presente na comida que você prefere, na maneira como você cumprimenta as pessoas, nos livros que você lê, nas músicas que gosta de ouvir e nas coisas que você usa para trabalhar ou nos momentos de lazer. A cultura acompanha você da concepção à morte. Quando você era ainda um feto, o estilo de vida de sua mãe, com base na cultura dela, afetava você. Quando você morrer, o tipo de funeral e enterro que terá dependerão da cultura em que você estiver inserido.

Supracultural é aquilo que está acima da cultura e não deve ser influenciado por ela. Esse é o caso do evangelho, que está sendo pregado em todas as culturas e deve permeá-las, influenciá-las e modificá-las, mas não deve ser melhorado, adaptado ou alterado. Ele é como o sal que influencia os alimentos aos quais é misturado, dando sabor a eles e os preservando, sem deixar de ser sal.

Ainda há o conceito de contracultural, uma referência àquilo que está em oposição à cultura vigente. Diversos aspectos culturais dos povos podem estar em oposição ao evangelho. Nesses casos, o evangelho é contracultural, e nós que o aceitamos também vamos ser. Vamos nos posicionar por palavra e ação contra aquilo que destoa dos ensinos de Cristo. Um exemplo de algo assim em nosso país pode ser o carnaval. Em alguns lugares do mundo, quando as pessoas pensam no Brasil, logo lhes vem à mente essa festa imoral.

Valorizemos hoje o amor do Pai e Seu evangelho, dizendo “não” a tudo aquilo que tende a nos afastar de Seus caminhos.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-cristao-e-a-cultura/
https://youtu.be/JaarI_SrRa4
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

MD-Salmos 49:17


Meditação Diária
NADA LEVAREMOS

Pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará. Sal. 49:17.

No dia em que escrevo esta meditação, estou em Poza Rica, México. Acabo de tomar conhecimento da morte do príncipe Ranier, de Mônaco. Mônaco é um pequeno país, com apenas dois quilômetros quadrados de território. O príncipe Ranier, ao longo dos seus 56 anos de governo, conseguiu transformar esse pedaço de terra num país charmoso, freqüentado pelas maiores personalidades do mundo. Hoje, Mônaco é uma das capitais mundiais do jogo e um dos paraísos fiscais que atrai grandes fortunas. Evidentemente, o príncipe era um dos homens mais ricos do planeta.

Mas o texto de hoje afirma que “em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará”. Nesta vida, você pode acumular riquezas. Mas, na hora da morte, isso não lhe serve de nada.

Sabedoria é aprender a depositar a confiança e a expectativa em valores eternos. Lamentavelmente, vivemos num mundo pragmático, onde se acredita só naquilo que se pode ver e tocar. Essa filosofia materialista da vida provoca dor, porque tudo o que você toca, inclusive a própria vida, escapa de você como areia entre os dedos.

Não existe nada de errado com a riqueza, fama, poder ou cultura. Tudo tem o seu lugar na experiência humana. Mas, para ter sentido de permanência, tudo isso precisa ser construído sobre bases duradouras que o tempo não é capaz de acabar. Essas bases não são materiais. Não adianta querer vê-las, nem tocá-las. É necessário aceitá-las pela fé.

Você está se sentindo triste, insatisfeito e vazio, hoje? Tenta descobrir a causa para isso e não consegue porque, aparentemente, não existe nenhum motivo para sentir-se assim? Você está bem na vida profissional, familiar, social e financeira e, no entanto, acaba de passar a noite com a sensação de que algo está errado?

Tire os olhos daquilo que é transitório e visível. Busque a Jesus e os valores eternos. Comece com coisas simples, como dizer: “Eu te amo” às pessoas queridas que estão próximas de você. A morte, um dia, pode levar essas pessoas. Mas nada tirará de você as lembranças dos momentos felizes que viveram juntos, “pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará”./Escrito por Alejandro Bullón/

Experimente estar com Jesus através da oração e da leitura da Bíblia a cada amanhecer e veja a transformação que Ele pode operar em sua vida.


Salmos 50 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 50 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 50 – Nada é mais repugnante do qu...