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sábado, 14 de junho de 2025

VALORES E RIQUEZA

 Devocional Diário - Descobertas da fé

14 de junho

VALORES E RIQUEZA

Por isso, digo a vocês: não se preocupem com a sua vida, quanto ao que irão comer ou beber; nem com o corpo, quanto ao que irão vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e não é o corpo mais do que as roupas? Mateus 6:25

Arthur Schopenhauer escreveu que “a vida é uma constante oscilação entre a ânsia de ter e o tédio de possuir”. Essa é a realidade de muitas pessoas. Quando Jesus nos instrui a não nos preocuparmos com a aquisição de coisas, não está demonizando a riqueza ou condenando o progresso financeiro. Na verdade, Seu ensino é mais profundo. Ele corrige a percepção da vida como um mero fenômeno biológico e os ganhos apenas como bens materiais. Há valores que não podem ser medidos por ganhos de capital.

Conta-se que um empresário queria mostrar ao filho o que é a pobreza, além de convencê-lo da necessidade de valorizar o status que possuíam. Para isso, ele o hospedou na choupana de um morador local. Ao término da experiência, o pai perguntou:

– E aí, filho, você viu a diferença entre a riqueza e a pobreza?

– Vi sim! – respondeu o filho. – Eu vi que nós temos um cachorro que nem abana a cauda para a gente, e eles têm quatro vira-latas muito amistosos. Não aproveitamos nossa piscina, enquanto eles não cansam de brincar no riacho. Nossa varanda iluminada com lâmpadas importadas parece sem graça diante dos momentos incríveis contemplando as estrelas. Temos canários em gaiolas e um quintal vigiado, enquanto eles têm uma floresta livre com todos os pássaros que a natureza pode oferecer. Eles oram juntos antes de comer, enquanto nossas raras refeições em família terminam em discussão por causa de posições políticas. No quarto onde fui dormir com o Pedrinho, ele se ajoelhou e agradeceu por tudo, inclusive pela minha visita, depois ficou conversando comigo até o sono chegar. Aqui em casa, deitamos mexendo no celular e dormimos sem dar boa noite. E mais, Tonho me deu sua única rede e dormiu no chão, enquanto nossa empregada, que é tia dele, dorme no quarto de ferramentas, apesar de termos tantas suítes sobrando. Realmente, o senhor me mostrou quão pobres nós somos.

Não é pecado adquirir bens e realizar sonhos materiais. Contudo, se essas coisas se tornarem o centro de nossa vida, o dinheiro será a única coisa que possuiremos. Seremos os ricos mais pobres deste mundo.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/valores-e-riqueza/

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

PRIVAÇÃO FINANCEIRA

 PRIVAÇÃO FINANCEIRA

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Romanos 12:1

É mais fácil ser um sacrifício morto do que vivo. Pelo menos, com a morte, o sacrifício termina; em vida, porém, ele continua. Foi isso que aconteceu com os fundadores do adventismo.

Conforme já mencionamos, Bates tinha certa riqueza, mas depois de doar tudo para o milerismo, exceto a própria casa, passou o resto da vida em grandes apertos.

No entanto, ele não foi o único. Em abril de 1848, Tiago White escreveu que tudo que ele e Ellen possuíam, “incluindo roupas, lençóis e mobília, cabia em um baú de 90 centímetros, cheio somente até a metade. Nada tínhamos para fazer além de servir a Deus e ir aonde Ele abrisse o caminho para nós”.

Viajar não era fácil naquela época, principalmente para alguém sem recursos. José Bates, por exemplo, sentiu a forte impressão, no início de 1849, de que era seu dever pregar a mensagem em Vermont. Sem dinheiro, ele decidiu ir andando do sul de Massachusetts até lá.

Ele não era o único convicto acerca dessa viagem missionária. Sarah, irmã de Ellen White, sentiu a forte impressão de que deveria ajudá-lo, pediu adiantamento de salário para o patrão e ainda resolveu trabalhar a mais, ganhando 1 dólar e 25 centavos por semana, a fim de custear as despesas de Bates.

A viagem deu frutos. Tiago White escreveu que Bates “passou por dificuldades, mas Deus esteve com ele, e muita coisa boa foi realizada. Ele instruiu um número considerável de pessoas na questão do sábado, deixando tantos outros convictos a esse respeito”.

Para nós que vivemos em uma época mais próspera, é difícil entender as privações enfrentadas pelos primeiros adventistas para cumprir a missão. Mais tarde, Tiago White comentou que “os poucos que ensinavam a verdade viajavam a pé, na segunda classe de trens ou no convés de barcos a vapor, por falta de recursos”. À noite, muitas vezes eles dormiam no chão, em caixas de carga ou sacas de grãos, usando a mala como travesseiro e o casaco como cobertor. No inverno, caminhavam pelo convés para se manter aquecidos.

E nós imaginamos que temos uma vida difícil, de sacrifícios! Pense mais uma vez. A maioria de nós não faz a menor ideia dos sacrifícios que foram necessários para a consolidação de nossa igreja.

George R. Knight, 5/4/2015

MEDITAÇÃO DIÁRIA

6 DE DEZEMBRO

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Verdadeira Riqueza-Salmo 65:9

Meditação Diária-
A VERDADEIRA RIQUEZA
Alejandro Bullón

Tu visitas a terra e a regas; Tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões. Sal. 65:9.

A sensibilidade do poeta encontra beleza onde as pessoas comuns vêem simplesmente fatos. No verso de hoje, o salmista enxerga Deus como um jardineiro amoroso e preocupado com o Seu jardim. “Tu visitas a terra e a regas”, descreve o poeta.

Se você levar em conta que a maior parte das terras bíblicas era deserta, entenderá mais ainda o cuidado maravilhoso do Criador com Sua criação.
Deus não criou desertos. Criou vida, vegetação, animais; enfim, um mundo dinâmico que explodia numa festa de cores e música. Foi a entrada do pecado que trouxe a morte, os desertos e a seca.

No verso de hoje, Davi retrata a Deus enriquecendo a Terra copiosamente. Assim são as coisas com Deus. Ele gosta de abundância, “prepara o cereal” para que o povo tenha o alimento na hora certa.

Para cumprir Seus propósitos Deus usa a chuva. “Os ribeiros de Deus são abundantes de água”, escreve o salmista. Esses ribeiros estão cheios, mas são apenas ribeiros. Não são rios enormes como o Amazonas ou o Nilo. O rio Jordão não passa de um ribeiro. Mas é um ribeiro constante. Não pára de irrigar a terra e trazer vida.

Uma vida sem Cristo é como um deserto. Outro dia, conversei com uma pessoa que me disse: “Minha vida é um deserto. Não tenho emprego, nem amigos, nem família, e agora já nem saúde.”

Esse homem me falava da dor que sentia ao ver os amigos da juventude prósperos e felizes. “O que fiz de errado?”, perguntava ansiosamente.
Quando lhe falei de Jesus, mostrou indiferença. Nunca prestou atenção às coisas espirituais. Para ele, ser honesto e respeitar as pessoas era a melhor religião, e isso era suficiente.

Mas a realidade estava dizendo o contrário. Sua vida não estava “enriquecida copiosamente”. Sentia-se árido, seco, improdutivo.

Antes de iniciar suas atividades hoje, diga como Davi: “Tu visitas a terra e a regas; Tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões.”

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Nada LevaremosSalmos 49

Meditação Diária
NADA LEVAREMOS
Alejandro Bullón
Pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará. Sal. 49:17.

O dia em que escrevo esta meditação, estou em Poza Rica, México. Acabo de tomar conhecimento da morte do príncipe Ranier, de Mônaco. Mônaco é um pequeno país, com apenas dois quilômetros quadrados de território. O príncipe Ranier, ao longo dos seus 56 anos de governo, conseguiu transformar esse pedaço de terra num país charmoso, frequentado pelas maiores personalidades do mundo. Hoje, Mônaco é uma das capitais mundiais do jogo e um dos paraísos fiscais que atrai grandes fortunas. Evidentemente, o príncipe era um dos homens mais ricos do planeta.

Mas o texto de hoje afirma que “em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará”. Nesta vida, você pode acumular riquezas. Mas, na hora da morte, isso não lhe serve de nada.

Sabedoria é aprender a depositar a confiança e a expectativa em valores eternos. Lamentavelmente, vivemos num mundo pragmático, onde se acredita só naquilo que se pode ver e tocar. Essa filosofia materialista da vida provoca dor, porque tudo o que você toca, inclusive a própria vida, escapa de você como areia entre os dedos.

Não existe nada de errado com a riqueza, fama, poder ou cultura. Tudo tem o seu lugar na experiência humana. Mas, para ter sentido de permanência, tudo isso precisa ser construído sobre bases duradouras que o tempo não é capaz de acabar. Essas bases não são materiais. Não adianta querer vê-las, nem tocá-las. É necessário aceitá-las pela fé.

Você está se sentindo triste, insatisfeito e vazio, hoje? Tenta descobrir a causa para isso e não consegue porque, aparentemente, não existe nenhum motivo para sentir-se assim? Você está bem na vida profissional, familiar, social e financeira e, no entanto, acaba de passar a noite com a sensação de que algo está errado?

Tire os olhos daquilo que é transitório e visível. Busque a Jesus e os valores eternos. Comece com coisas simples, como dizer: “Eu te amo” às pessoas queridas que estão próximas de você. A morte, um dia, pode levar essas pessoas. Mas nada tirará de você as lembranças dos momentos felizes que viveram juntos, “pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará”.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

MD-Provérbios 30:7-9


Meditação Diária
A Oração de Agur

Ó Deus, eu Te peço apenas duas coisas para a minha vida nesta Terra: não me deixes ser um mentiroso! Este é o primeiro pedido. Além disso, não me deixes ficar nem muito rico nem muito pobre! Dá-me somente aquilo de que realmente preciso. Eu não quero ser ingrato, confiando somente nas riquezas e Te deixando de lado; também não quero ficar tão desesperado por causa da pobreza a ponto de me tornar um ladrão e manchar o Teu santo nome. Provérbios 30:7-9, BV

Muito pouco ou quase nada sabemos a respeito de Agur. Não sabemos ao certo onde Agur vivia e a que povo pertencia. Uma coisa, porém, é quase consenso entre os estudiosos da Bíblia: ele não era israelita. Possivelmente, fosse de origem ismaelita e, portanto, descendente de Abraão.

Mesmo não sendo israelita, conhecia o Deus de Israel. Mas ele queria mais. Ao contemplar as estupendas obras da Criação, ele confessou sua ignorância sobre esse maravilhoso Deus (v. 3). Ele não conseguia entender esse Deus que estava por trás de toda a deslumbrante natureza (v. 3-6).

Mas Agur era sábio, um pensador. Era um profundo conhecedor da natureza humana, das relações sociais e dos valores incorporados pelos indivíduos que compõem uma sociedade. (Leia toda a oração, Pv 30:1-33.) Ele era um sociólogo daquele tempo.

Quero tocar em apenas dois dos seus pedidos a Deus:

1) “Não me deixes ser um mentiroso.” Por acaso, você já fez esse pedido a Deus? Nos dias atuais, a mentira é um pecado comum e repetitivo em quase todas as esferas da sociedade: é a colisão entre o dever e o desejo – o dever de falar a verdade e o desejo de inverter os fatos para tirar vantagens. É o pregador abafando suas convicções; o político prometendo e não cumprindo; é o comerciante vendendo mercadorias falsificadas, etc. “Fora [da cidade santa] ficam os cães [...] “e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Ap 22:15).

2) Agur, na sua oração, fala também do perigo tanto da pobreza como da riqueza. Tinha visto homens ricos, na sua presunção, negarem a Deus e pessoas pobres O maldizerem em seu desespero. Então, Agur pediu a Deus que não o deixasse nem muito rico nem muito pobre. “Dá-me somente aquilo de que realmente preciso”, longe da presunção e distante do desespero.

REFLEXÃO: “Os justos odeiam a maldade dos perversos. Os perversos odeiam a justiça dos justos” (Pv 29:27).

Escrito por Wilson Sarli
Coloque seus projetos, suas alegrias, e suas lutas, aos pés Daquele que tudo pode, e descanse na segurança que somente Jesus Cristo pode nos dar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

MD-Salmos 49:17


Meditação Diária
NADA LEVAREMOS

Pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará. Sal. 49:17.

No dia em que escrevo esta meditação, estou em Poza Rica, México. Acabo de tomar conhecimento da morte do príncipe Ranier, de Mônaco. Mônaco é um pequeno país, com apenas dois quilômetros quadrados de território. O príncipe Ranier, ao longo dos seus 56 anos de governo, conseguiu transformar esse pedaço de terra num país charmoso, freqüentado pelas maiores personalidades do mundo. Hoje, Mônaco é uma das capitais mundiais do jogo e um dos paraísos fiscais que atrai grandes fortunas. Evidentemente, o príncipe era um dos homens mais ricos do planeta.

Mas o texto de hoje afirma que “em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará”. Nesta vida, você pode acumular riquezas. Mas, na hora da morte, isso não lhe serve de nada.

Sabedoria é aprender a depositar a confiança e a expectativa em valores eternos. Lamentavelmente, vivemos num mundo pragmático, onde se acredita só naquilo que se pode ver e tocar. Essa filosofia materialista da vida provoca dor, porque tudo o que você toca, inclusive a própria vida, escapa de você como areia entre os dedos.

Não existe nada de errado com a riqueza, fama, poder ou cultura. Tudo tem o seu lugar na experiência humana. Mas, para ter sentido de permanência, tudo isso precisa ser construído sobre bases duradouras que o tempo não é capaz de acabar. Essas bases não são materiais. Não adianta querer vê-las, nem tocá-las. É necessário aceitá-las pela fé.

Você está se sentindo triste, insatisfeito e vazio, hoje? Tenta descobrir a causa para isso e não consegue porque, aparentemente, não existe nenhum motivo para sentir-se assim? Você está bem na vida profissional, familiar, social e financeira e, no entanto, acaba de passar a noite com a sensação de que algo está errado?

Tire os olhos daquilo que é transitório e visível. Busque a Jesus e os valores eternos. Comece com coisas simples, como dizer: “Eu te amo” às pessoas queridas que estão próximas de você. A morte, um dia, pode levar essas pessoas. Mas nada tirará de você as lembranças dos momentos felizes que viveram juntos, “pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará”./Escrito por Alejandro Bullón/

Experimente estar com Jesus através da oração e da leitura da Bíblia a cada amanhecer e veja a transformação que Ele pode operar em sua vida.


O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....