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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Gideão vence os midianitas

 📘Comentários de Juízes 8

Gideão vence os midianitas

1. A insatisfação de Efraim (vv. 1–3)
Os homens de Efraim reclamam porque não foram chamados desde o início para a batalha.
Lição:
Muitas vezes pessoas querem reconhecimento, não serviço.
Gideão responde com mansidão, evitando um conflito interno que poderia destruir a unidade de Israel.
Aplicação:
Às vezes a humildade e a resposta branda preservam relacionamentos e evitam divisões desnecessárias.

2. A falta de apoio de Sucote e Peniel (vv. 4–9)
Gideão, cansado, pede pão para seus 300 homens.
As cidades israelitas se recusam a ajudar porque têm medo dos reis midianitas ainda vivos.
Lição:
Medo e comodismo levam pessoas a negarem ajuda mesmo a quem Deus levantou claramente.
Nem todo mundo que é “do povo de Deus” coopera com a obra de Deus.

3. A captura de Zeba e Zalmuna (vv. 10–12)
Mesmo exaustas, as tropas de Gideão continuam avançando e derrotam os reis.
Lição:
Quando Deus está à frente, o cansaço não vence a missão.
Há vitórias que só acontecem quando não desistimos.

4. O juízo sobre Sucote e Peniel (vv. 13–17)
Gideão retorna e pune as cidades que se recusaram a ajudar.
Peniel, que anteriormente havia mostrado incredulidade (Jz 6:11), agora colhe as consequências de sua falta de fé e apoio.
Lição:
Neutralidade em tempos de batalha espiritual é desobediência.
Desprezar a obra de Deus traz consequências.

5. Execução dos reis midianitas (vv. 18–21)
Gideão confronta os reis sobre a morte de seus irmãos.
Ele próprio os executa, demonstrando justiça e encerrando um ciclo de vingança e dor.
Lição:
Gideão age como um libertador completo, trazendo justiça ao povo.
Deus não deixa injustiças impunes para sempre.

6. O povo quer fazer Gideão rei (vv. 22–23)
Israel tenta coroá-lo como rei.
Gideão recusa e diz: “O Senhor dominara‌ sobre vocês.”
Lição:
A verdadeira liderança reconhece quem é o verdadeiro Rei.
É perigoso transformar líderes humanos em ídolos.

7. O erro do efode de Gideão (vv. 24–27)
Apesar de recusar ser rei, Gideão cria um efode de ouro, que se torna objeto de idolatria.
Lição:
Uma boa intenção pode produzir um tropeço.
Até pessoas usadas por Deus podem cometer erros graves.
O coração humano tende a transformar símbolos em ídolos.

8. Paz durante a vida de Gideão (vv. 28–32)
Enquanto Gideão vive, há paz.
Porém, seu fim mostra que ele teve muitos filhos e até concubinas — sinais de fragilidade moral e falta de disciplina espiritual.
Lição:
Grandes vitórias não anulam fraquezas pessoais.
Precisamos vigiar até o fim da caminhada.

9. A apostasia após a morte de Gideão (vv. 33–35)
Assim que Gideão morre, Israel volta aos baalins e esquece o Senhor. Também esquece Gideão, seu libertador.
Lição:
A fidelidade do povo era superficial.
Sem liderança firme, retornam rapidamente aos velhos pecados.
Quando a fé não está enraizada em Deus, mas em líderes humanos, ela desaparece quando eles se vão.

📌 Resumo do capítulo
Juízes 8 mostra a vitória de Gideão, mas também revela fraquezas humanas, ingratidão, idolatria e falta de perseverança espiritual.
Um capítulo que termina mostrando que o maior inimigo de Israel não eram os midianitas, mas o próprio coração instável.

Concluímos que:

▪︎“A verdadeira vitória não está no poder humano, mas em permanecer fiel após a batalha.”

▪︎“Não deixe que a vitória te afaste de Deus; foi Ele quem te sustentou até aqui.”

■“A maior luta de Gideão não foi contra os midianitas, mas contra o esquecimento do coração.”

▪︎ “Quem reconhece Deus como Rei permanece firme, mesmo quando todos ao redor se desviam.”

▪︎“O cansaço não vence quem é sustentado pelo Senhor.”
💌t.me/bibliaG

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Juízes 7 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Juízes 7

Comentário Pr Heber Toth Armí


JUÍZES 7 – Mesmo possuindo medo, insegurança e dúvidas, um indivíduo pode ser chamado por Deus para uma ação especial.

Gideão questionou a presença de Deus, sendo o único juiz que recebeu Sua presença literal (Juízes 6:13). Ele também questionou o caráter de Deus, em vez de questionar o caráter do povo que se afastara de Deus (Juízes 6:13). Além disso, Gideão resistiu ao chamado divino alegando insignificância e indignidade frente à tamanha responsabilidade (Juízes 6:15).

Deus lidou graciosa e pacientemente com cada questão levantada; contudo, ainda não foi suficiente para Gideão: Ele ainda exigiu dois sinais relacionados à lã, e Deus submeteu-Se, atendendo seus singelos pedidos (Juízes 6:36-40).

• O Deus da Bíblia é paciente, diferente do conceito do Deus criado por muita gente.
• Deus desce ao nível do indivíduo inseguro a fim de elevá-lo para um estágio de fé ainda não alcançado.

Assim que Gideão abraçou a missão e reuniu o exército para lidar com 32.000 soldados inimigos, Deus reduziu seu exército que já era extremamente menor que o exército inimigo. 31.700 soldados foram dispensados; restando apenas 300 para lutar contra 135.000 homens (Juízes 7:12; 8:10). Se antes Deus foi testado por Gideão, agora Gideão estava sendo testado por Deus (Juízes 7:1-7).

Todavia, Deus deu evidência de Sua Onipotência até mesmo em um sonho aos pagãos – o que animou Gideão a empenhar-se na batalha obviamente desproporcional (Juízes 7:8-16). E, claro, com Deus o improvável tornou-se possível; com 300 homens, Gideão obteve a vitória pela graça e poder divinos (Juízes 7:17-25).

“Quando as trezentas trombetas soaram, o Senhor fez que em todo o acampamento os homens se voltassem uns contra os outros com as suas espadas” (Juízes 7:22). Gideão convocou israelitas de Naftali, Aser, Manassés e dos montes de Efraim para capturar os fugitivos; porém, ficou claro que a vitória viera de Deus.

Deus não tem problema de resolver grandes desafios com pouco recurso humano. Ele pretende ensinar-nos que não é nossa capacidade, habilidade e forças que nos garantem o sucesso; Ele é que dá a capacidade de conquistar o impossível contra a lógica humana (Deuteronômio 8:17-18).

A redução do exército mais o sonho do soldado inimigo visam promover certeza de que Deus sempre é o protagonista da história, e nos concede vitórias! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

Gideão vence os midianitas

 📘Comentários de Juízes 7

Gideão vence os midianitas

Juízes 7 narra um dos momentos mais surpreendentes do Antigo Testamento: Deus vence um exército gigantesco usando apenas 300 homens, todos liderados por Gideão. O objetivo do Senhor não era apenas livrar Israel dos midianitas, mas ensinar Seu povo a confiar totalmente nEle, e não na força humana.

✍7:1–3 — Deus reduz o exército
Gideão acampa perto da fonte de Harode, e Deus diz que o exército é grande demais.
A razão é clara: “Para que Israel não se glorie contra mim, dizendo: A minha própria mão me livrou.”
➡️ Lição: Antes de agir, Deus muitas vezes reduz nossos recursos para tirar de nós o orgulho e nos ensinar que a vitória vem dEle.

✍7:4–8 — A prova da água
Deus manda Gideão levar os homens ao riacho. Apenas os que beberam água levando-a com a mão foram escolhidos.
Restaram 300.
➡️ Esta seleção não dependeu da capacidade militar, mas da direção de Deus.
O que importa não é a quantidade, mas quem está nas mãos do Senhor.

✍7:9–15 — O encorajamento de Deus
Sabendo da fragilidade de Gideão, Deus o convida a descer ao acampamento inimigo para ouvir algo que o animaria.
Ele escuta um soldado inimigo contando um sonho profético sobre a queda de Midiã.
Gideão então adora a Deus e volta fortalecido.
➡️ Lição: Quando Deus percebe nossa fraqueza, Ele envia sinais de encorajamento.
Ele não despreza corações temerosos, mas os fortalece.

✍7:16–22 — A estratégia improvável
Os 300 são divididos em três grupos e recebem instrumentos simples: trombetas, cântaros de barro e tochas.
À meia-noite:
Eles quebram os cântaros,
Erguem as tochas,
Tocam as trombetas,
Gritam: “Pelo Senhor e por Gideão!”
O exército midianita entra em pânico, e Deus faz com que se destruam uns aos outros.
➡️ Lição: Deus pode usar armas improváveis, métodos inesperados e pessoas comuns para realizar Seus planos.
A batalha é do Senhor.

✍7:23–25 — A vitória se expande
Outras tribos ouvem o avanço e ajudam a perseguir os midianitas. O inimigo é derrotado, e Israel experimenta o livramento do Senhor.
➡️ Lição: Quando Deus age, Ele mobiliza recursos além do que vemos.
Obediência gera movimento espiritual.

Temas principais do capítulo
✔ Dependência absoluta de Deus
✔ Deus trabalha através de poucos para mostrar Seu poder
✔ Coragem nasce da presença de Deus, não das circunstâncias
✔ Pequenos atos de obediência produzem grandes resultados

Resumo
Juízes 7 mostra que Deus não precisa de números, força ou recursos extraordinários. Ele precisa apenas de um coração obediente.
Ele transforma medrosos em guerreiros, estratégias simples em vitórias impossíveis e situações sem saída em testemunhos poderosos.
💌t.me/bibliaG

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Juízes 6 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Juízes 6
Comentário Pr Heber Toth Armí


JUÍZES 6 – No tempo dos juízes, o povo de Deus envolveu-se num emaranhado de pecado e num redemoinho de julgamento que desafiava o futuro da jovem nação. É nítido um ciclo previsível de situações sintetizadas da seguinte forma:

• Pecado/apostasia.
• Sofrimento.
• Súplica.
• Salvação.

Samuel e Esdras referiram-se à história dos juízes a fim de lembrar ao povo de Deus suas tendências pecaminosas e a graciosa misericórdia divina (1 Samuel 12:9-11; Neemias 9:26-28).

Lamentavelmente a lição da história não permanece por muito tempo na memória do povo de Deus. Aprendizados logo se desvanecem. Assim, toda vez que falecia um líder usado por Deus para livrar Israel da opressão, a fé e o reavivamento se esvaíam.  Tristemente “o povo voltava a caminhos ainda piores do que os caminhos dos seus antepassados seguindo outros deuses, prestando-lhes culto e adorando-o. Recusavam-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado” (Juízes 2:19).

O ciclo de pecado reiniciou após a libertação operada por Débora e Baraque; na sequência, Israel sofreu opressão nas mãos dos midianitas e amalequitas; por isso, houve um clamor ao Senhor (Juízes 6:1-6).

Deus respondeu chamando Gideão, o qual tinha seus defeitos. Ele não era perfeito. Ele tinha suas fraquezas e medos (Juízes 6:7-40), como qualquer um de nós. Todavia, “o Senhor pode usar mais eficazmente os que têm consciência de sua própria indignidade e incapacidade. Ele lhes ensinará o exercício da coragem e da fé e os fará fortes, unindo a fraqueza deles com Sua força, e sábios, associando Sua sabedoria à ignorância deles”, observa Ellen White (CBASD, v.2, p. 1107).

Juízes 6 apresenta o pecado e o sofrimento sempre de mãos dadas. Eles não se divorciam nunca. Quando se pratica persistentemente o pecado, na sequência vem o sofrimento como inevitável consequência – pena que aprender isso parece difícil a todos nós!

Felizmente, há outra dupla inseparável: Súplica e salvação. Deus Se compadece com a súplica sincera de um coração que clama por libertação – pena que aprender isso também é difícil!

Juízes 6 mostra que Deus atende a súplica de Seu povo que caiu em pecado; e, pode atuar através de alguém fragilizado pela situação ameaçadora. Deus pode trabalhar com a dúvida sincera, o medo e a insegurança apresentados a Ele.

As lições estão diante de nós, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

O chamado de Gideão

📘 Comentários de Juízes 6

O chamado de Gideão e a graça de Deus


Juízes 6, o capítulo que apresenta o chamado de Gideão e a graça de Deus no tempo da crise.

1. Contexto do capítulo
Israel volta a fazer o que era mau aos olhos do Senhor. Por isso, Deus permite que os midianitas oprimam a nação por sete anos, destruindo plantações, roubando rebanhos e deixando o povo escondido em cavernas.
Lição: Desobediência sempre traz perdas. Mas mesmo na indisciplina, Deus nunca abandona Seu povo.

2. A mensagem do profeta (6:7-10)
Antes de levantar um libertador, Deus envia um profeta lembrando:
•Quem Ele é,
•O que havia feito,
•E por que Israel sofria.
Propósito: Deus não restaura sem antes corrigir. Arrependimento abre caminho para a libertação.

3. O chamado de Gideão (6:11-16)
Como Gideão é encontrado?
•Escondido, malhando trigo no lagar.
•Com medo.
•Sem perspectiva.
E Deus o chama de:
📌 “Homem valente”
Não porque ele já era corajoso, mas porque Deus vê o potencial antes do resultado.
●Grande verdade: Deus não chama os capacitados. Ele capacita os chamados
.
4. As dúvidas de Gideão (6:13-15)
Gideão expressa:
•Frustração: “Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isso?”
•Perda da fé histórica: “Onde estão as maravilhas?”
•Baixa autoestima: “Sou o menor da minha família.”
Mesmo assim, Deus não o repreende — Ele o acompanha e reforça: “Eu estarei contigo.”
●Essa é a chave da vitória: não quem somos, mas quem está conosco.

5. O sinal do anjo (6:17-24)
Gideão pede confirmação.
Deus aceita. E dá um sinal cheio de poder: o anjo toca a oferta e o fogo sobe da rocha.
Gideão então constrói um altar chamado:
📌 “O Senhor é Paz” (Yahweh-Shalom)
●Antes de Gideão vencer os midianitas, Deus vence o medo dentro dele.

6. A restauração começa em casa (6:25-32)
Antes de lutar contra os midianitas, Gideão precisa derrubar:
•O altar de Baal,
•O poste-ídolo de Aserá.
👉A  libertação começa dentro de casa.
Mesmo com medo, ele obedece.
Resultado?
O pai, Joás, defende o filho e ridiculariza Baal:
“Se Baal é deus, que lute por si mesmo!”

7. O Espírito do Senhor reveste Gideão (6:33-35)
Quando os inimigos se juntam para atacar, Gideão é revestido pelo Espírito Santo.
O texto diz que o Espírito “vestiu” Gideão, como se o Espírito fosse o comandante e Gideão, o instrumento.

8. Os sinais da lã (6:36-40)
Gideão pede mais confirmações.
Muitos veem isso como falta de fé; porém, Deus não o rejeita — Ele entende sua fraqueza e confirma sua vontade.
Deus trabalha com paciência nos que buscam sinceramente discernir sua voz.

📍 Lições principais de Juízes 6
▪︎A crise não significa abandono de Deus.
▪︎Às vezes é correção, convite ao arrependimento e preparação para algo maior.
▪︎Deus nos vê não como somos, mas como podemos ser Nele.
▪︎A presença de Deus é mais importante do que nossa capacidade.
▪︎A verdadeira batalha começa dentro de casa (ou do coração).
▪︎Deus é paciente com nossa fraqueza e responde quando buscamos confirmação.
▪︎O Espírito Santo transforma pessoas comuns em instrumentos extraordinários.
💌t.me/bibliaG

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Juízes 7 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Juízes 7

Comentário Pr Heber Toth Armí


JUÍZES 7 – Mesmo possuindo medo, insegurança e dúvidas, um indivíduo pode ser chamado por Deus para uma ação especial.

Gideão questionou a presença de Deus, sendo o único juiz que recebeu Sua presença literal (Juízes 6:13). Ele também questionou o caráter de Deus, em vez de questionar o caráter do povo que se afastara de Deus (Juízes 6:13). Além disso, Gideão resistiu ao chamado divino alegando insignificância e indignidade frente à tamanha responsabilidade (Juízes 6:15).

Deus lidou graciosa e pacientemente com cada questão levantada; contudo, ainda não foi suficiente para Gideão: Ele ainda exigiu dois sinais relacionados à lã, e Deus submeteu-Se, atendendo seus singelos pedidos (Juízes 6:36-40).

• O Deus da Bíblia é paciente, diferente do conceito do Deus criado por muita gente.
• Deus desce ao nível do indivíduo inseguro a fim de elevá-lo para um estágio de fé ainda não alcançado.

Assim que Gideão abraçou a missão e reuniu o exército para lidar com 32.000 soldados inimigos, Deus reduziu seu exército que já era extremamente menor que o exército inimigo. 31.700 soldados foram dispensados; restando apenas 300 para lutar contra 135.000 homens (Juízes 7:12; 8:10). Se antes Deus foi testado por Gideão, agora Gideão estava sendo testado por Deus (Juízes 7:1-7).

Todavia, Deus deu evidência de Sua Onipotência até mesmo em um sonho aos pagãos – o que animou Gideão a empenhar-se na batalha obviamente desproporcional (Juízes 7:8-16). E, claro, com Deus o improvável tornou-se possível; com 300 homens, Gideão obteve a vitória pela graça e poder divinos (Juízes 7:17-25).

“Quando as trezentas trombetas soaram, o Senhor fez que em todo o acampamento os homens se voltassem uns contra os outros com as suas espadas” (Juízes 7:22). Gideão convocou israelitas de Naftali, Aser, Manassés e dos montes de Efraim para capturar os fugitivos; porém, ficou claro que a vitória viera de Deus.

Deus não tem problema de resolver grandes desafios com pouco recurso humano. Ele pretende ensinar-nos que não é nossa capacidade, habilidade e forças que nos garantem o sucesso; Ele é que dá a capacidade de conquistar o impossível contra a lógica humana (Deuteronômio 8:17-18).

A redução do exército mais o sonho do soldado inimigo visam promover certeza de que Deus sempre é o protagonista da história, e nos concede vitórias! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Juízes 6 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 6

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 6 – No tempo dos juízes, o povo de Deus envolveu-se num emaranhado de pecado e num redemoinho de julgamento que desafiava o futuro da jovem nação. É nítido um ciclo previsível de situações sintetizadas da seguinte forma:

• Pecado/apostasia.

• Sofrimento.

• Súplica.

• Salvação.

Samuel e Esdras referiram-se à história dos juízes a fim de lembrar ao povo de Deus suas tendências pecaminosas e a graciosa misericórdia divina (1 Samuel 12:9-11; Neemias 9:26-28).

Lamentavelmente a lição da história não permanece por muito tempo na memória do povo de Deus. Aprendizados logo se desvanecem. Assim, toda vez que falecia um líder usado por Deus para livrar Israel da opressão, a fé e o reavivamento se esvaíam.  Tristemente “o povo voltava a caminhos ainda piores do que os caminhos dos seus antepassados seguindo outros deuses, prestando-lhes culto e adorando-o. Recusavam-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado” (Juízes 2:19).

O ciclo de pecado reiniciou após a libertação operada por Débora e Baraque; na sequência, Israel sofreu opressão nas mãos dos midianitas e amalequitas; por isso, houve um clamor ao Senhor (Juízes 6:1-6). 

Deus respondeu chamando Gideão, o qual tinha seus defeitos. Ele não era perfeito. Ele tinha suas fraquezas e medos (Juízes 6:7-40), como qualquer um de nós. Todavia, “o Senhor pode usar mais eficazmente os que têm consciência de sua própria indignidade e incapacidade. Ele lhes ensinará o exercício da coragem e da fé e os fará fortes, unindo a fraqueza deles com Sua força, e sábios, associando Sua sabedoria à ignorância deles”, observa Ellen White (CBASD, v.2, p. 1107).

Juízes 6 apresenta o pecado e o sofrimento sempre de mãos dadas. Eles não se divorciam nunca. Quando se pratica persistentemente o pecado, na sequência vem o sofrimento como inevitável consequência – pena que aprender isso parece difícil a todos nós!

Felizmente, há outra dupla inseparável: Súplica e salvação. Deus Se compadece com a súplica sincera de um coração que clama por libertação – pena que aprender isso também é difícil!

Juízes 6 mostra que Deus atende a súplica de Seu povo que caiu em pecado; e, pode atuar através de alguém fragilizado pela situação ameaçadora. Deus pode trabalhar com a dúvida sincera, o medo e a insegurança apresentados a Ele. 

As lições estão diante de nós, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 3 de abril de 2022

O ANJO DO CONCERTO

 O ANJO DO CONCERTO

Então o Anjo do Senhor lhe apareceu e lhe disse: “O Senhor está com você, homem valente.” Juízes 6:12

Gideão desejou um sinal de que Aquele que Se dirigia a ele era o Anjo do Concerto que, nos tempos passados, havia agido em favor de Israel. […] Correndo para sua tenda, e com o pouco alimento que tinha, preparou um cabrito e pães sem fermento; depois os trouxe e colocou diante Dele. Mas o Anjo ordenou-lhe: “Pegue a carne e os pães sem fermento e coloque-os sobre esta rocha. Depois, derrame o caldo em cima” (Jz 6:20). Gideão obedeceu à ordem e recebeu o sinal que desejava: com o cajado na mão, o Anjo tocou a carne e os pães sem fermento. Uma chama subiu da rocha e consumiu o sacrifício. Depois o Anjo desapareceu.

O pai de Gideão, Joás, que partilhava da apostasia de seus compatriotas, tinha construído em Ofra, onde morava, um grande altar a Baal. Foi ordenado a Gideão que destruísse esse altar e erguesse outro a Jeová, sobre a rocha em que a oferta havia sido consumida, e ali apresentasse um sacrifício ao Senhor. A oferta de sacrifício a Deus fora confiada aos sacerdotes e restringira-se ao altar em Siló; mas Aquele que tinha estabelecido o culto ritual, e para quem todas as ofertas daquele culto apontavam, tinha poder para mudar suas regras. […] Gideão devia declarar guerra contra a idolatria, antes de sair para a batalha contra os inimigos de seu povo.

Gideão sabia que encontraria oposição se fizesse aquilo de forma pública; por isso, realizou o trabalho em segredo. Com o auxílio de seus servos, fez tudo em uma noite. Os moradores de Ofra ficaram furiosos quando chegaram para fazer sua devoção a Baal na manhã seguinte. Se Joás – que havia sido informado sobre a visita do Anjo – não tivesse defendido seu filho, teriam tirado a vida de Gideão. “Vocês querem defender a causa de Baal?”, disse Joás. “Vocês querem livrá-lo? Quem defender a causa dele será morto ainda esta manhã” (Jz 6:31). […] Se Baal não tinha sido capaz de defender o próprio altar, como seus adoradores poderiam confiar nele para protegê-los? Todos os pensamentos de violência para com Gideão se dissiparam. E quando ele fez soar a trombeta de guerra, os homens de Ofra estavam entre os primeiros a se reunirem sob sua bandeira. Foram enviados arautos à sua própria tribo de Manassés e também para Aser, Zebulom e Naftali, e todos responderam ao apelo (Patriarcas e Profetas, p. 481, 482 [547, 548]).

PARA REFLETIR: Como você reage aos membros da sua família que vivem em oposição à vontade de Deus?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

03 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-anjo-do-concerto////

domingo, 19 de maio de 2019

Gideão– Juízes 8

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Juízes 8
Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Gideão

Por melhores que as pessoas sejam aqui neste mundo, a tendência mais forte será sempre para o mal. Infelizmente... Decepcionante!

A parte boa é que a Bíblia não esconde “os podres” de seus personagens. Observe, nestes dez pontos, as últimas informações sobre o juiz e libertador Jerubaal, conhecido por Gideão:

1. Reclamação dos efraimitas por Gideão não tê-los convidado à guerra (v. 1);

2. Gideão parabeniza os efraimitas por ter ajudado a batalhar contra os inimigos fugitivos (vs. 2-3);

3. Destemidamente, Gideão arrasou Sucote e Penuel por não ajudar seu esgotado exército (vs. 4-17);

4. Após executar dois reis midianitas – Zeba e Salmuna, Gideão partiu para vingar seus irmãos (vs. 18-21).

5. Realizados pelo sucesso de Gideão, os israelitas o convidaram para reinar sobre eles; porém, ele recusou com base teológica (v. 23);

6. A despeito de sua resposta correta sobre reinar, Gideão fez estola sacerdotal, a qual tornou-se objeto de adoração – idolatria – na cidade de Ofra (vs. 24-27);

7. Pelo poder divino, Gideão promoveu a paz em Israel por 40 anos (v. 28);

8. Gideão tornou-se polígamo, tomou para si muitas mulheres. Teve um filho com uma concubina que se tornou líder perverso (vs. 29-31);

9. Após a morte de Gideão, os filhos de Deus descambaram novamente; trocaram a adoração a Deus por deuses fabricados por homens (v. 33);

10. Israel esqueceu-se de Deus e desprezou a família de Gideão, o qual tanto fez pelo povo (vs. 34-35).

Devemos aprender com os acertos e os erros de Gideão. Nem tudo o que Deus revelou em Sua palavra em relação ao comportamento daqueles que Ele usou deve ser aplicado a nossa vida.

Precisamos...

• ...começar bem e terminar bem a jornada da fé;
• ...pedir discernimento a Deus para enxergar nossas falhas de caráter;
• ...de reavivamento e reforma espirituais!

Aprendamos ainda que, a vida é injusta. Gideão foi questionado pelos efraimitas (vs. 1-3), ridicularizado pelos habitantes de Sucote e Penuel (v. 15), e, finalmente, esquecido pelo seu povo (v. 35).

Assim, quando você fizer algo bom pelas pessoas e ninguém reconhecer ou agradecer-te, não fique chateado! Deus faz um espetáculo a cada amanhecer e sua plateia dorme; ou mesmo no entardecer, e Seu povo prefere fazer qualquer coisa, menos contemplar sua obra de arte! Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 18 de maio de 2019

Dependência de Deus- Juízes 7

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Juízes 7
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Dependência de Deus

A essência de um fervoroso filho de Deus na Terra e de dependência constante do Deus que pode todas as coisas está em reconhecer que a entrega de ontem não funciona para a guerra de hoje. Independência de Deus hoje resulta em escravidão ao pecado amanhã!

A dependência de Deus hoje deve levar a um maior compromisso amanhã. Assim, Deus agiu pacientemente na vida de Gideão capacitando-o para liderar um grande exército.

“Da noite para o dia, o limpador de trigo se transformou em um autêntico estadista, demonstrando genuínas qualidades de liderança política e comando estratégico. Para combater um antagonista multinacional e multiétnico, conseguiu criar um exército tribal unido pelo mesmo passo comum, fiel ao mesmo Deus e motivado pelo mesmo desejo de assegurar a soberania religiosa e nacional dos hebreus e de seu território” (Elie Wiesel).

Rapidamente Gideão congregou 32.000 soldados. Ainda eram poucos para um exército inimigo com 135.000 soldados bem treinados. O que Gideão não sabia era que o Deus que ele provou sem questioná-lo agora iria colocá-lo à prova também (vs. 1-3).

Deus alegou que 32.000 soldados era demais para enfrentar 135.000 inimigos. Pediu-lhe que despedisse medrosos e tímidos. Surpreendentemente, 22.000 soldados afrouxaram. Coitado de Gideão! Agora, 10.000 contra 135.000. Para piorar, Deus ainda insistiu que eram muitos; deveria reduzir esse número: A segunda prova (vs. 4-6).

Com 300 soldados, Deus venceu para Israel um exército de 135.000 inimigos opressores (veja detalhes nos versos 7-25).

Aplicações pessoais:

1. A liderança que funciona é aquela regida por Deus. Os melhores líderes não são os mais ousados, mais habilidosos ou mais criativos, mas os mais submissos à regência divina.

2. O líder bom é aquele que amadurece permitindo que Deus o conduza pelas provas oriundas de Suas orientações. O desafio colocado por Deus seguido pela fé gera homens e mulheres vitoriosos.

3. Seguir à voz de comando de Deus em toda e qualquer situação é o segredo do verdadeiro e miraculoso sucesso enquanto atravessamos este mundo tenebroso.

4. Deus não precisa de muita gente para fazer milagres neste planeta dominado pelo diabo e seus anjos, Ele precisa de alguém que se dispõe a ser orientado por Ele.

5. Deus age quando Lhe damos permissão total.

“Senhor, opera também em mim!”
Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 17 de maio de 2019

O lado negativo Juízes 6

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Juízes 6
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O lado negativo

O Deus da graça não se limita com a desgraça humana. Ele entra em cena em nossa desgraça para outorgar-nos Sua preciosa graça.

1. Quando o povo de Deus pratica o mal, o mal toma conta. Assim, mesmo com boas intenções e empenho no trabalho, os resultados serão ruins (vs. 1-5).

2. A vida coletiva do povo de Deus reflete a vida particular junto a Deus. Não é possível ter vida no culto sem culto na vida. Dificilmente se verá entusiasmo na casa de Deus, se em casa não estamos sinceramente entusiasmados com Deus. Deus repreende tal atitude (vs. 6-10).

3. Contudo, no caos da desgraça humana Deus mostra-Se amoroso e cheio de graça, ao levantar alguém para livrar Seu povo quando este clama por Ele em desespero (vs. 11-40).

Observe: Temos a tendência de enfatizar tão-somente aspectos positivos dos heróis bíblicos; consequentemente consideramos Gideão exemplo de...

• Homem esforçado (v. 11);
• Conhecedor da história (v. 13);
• Humildade (vs. 14-15);
• Generosidade (v. 18);
• Submissão (v. 20);
• Prudência (v. 27);
• Coragem (7:16);
• Valentia (7:17).

Entretanto, com olhar mais atento, nota-se nele uma pessoa questionadora, cheia de dúvidas – inclusive teológicas –, acusador de Deus (v. 13). Deus o elogia e confere-lhe a missão com garantia de sucesso (v. 14), mas ele arranja desculpas esfarrapadas (v. 15). Deus reitera a garantia de sucesso; porém, ele embroma, faz-se de coitado (vs. 16-24).

Mesmo após Deus revestir Gideão com poder do Espírito para combater a idolatria em Israel, ele pediu provas e mais provas a Deus: Que insegurança! (vs. 25-40). Contudo, Deus o usou! Surpreendente, não?

O livro de Juízes apresenta nitidamente o lado negativo da humanidade, inclusive do povo de Deus. Por outro lado, “a mais positiva mensagem do livro de Juízes é a persistência e paciência do amor de Deus. Seu povo O abandonava, por qualquer coisa, e Ele estava sempre disposto a recebê-lo de volta” (Roy E. Gane).

A boa notícia é que Deus não mudou; a péssima, o ser humano também não! Por isso, Gane diz: “As lutas do povo de Deus naquele tempo correspondem às batalhas do povo de Deus em todos os tempos, principalmente dos nossos, um pouco antes da peleja final contra as forças unidas do mal”.

Confie em Deus! Reavivemo-nos!
Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Gideão – Valoroso e Cortês

Refletindo a Cristo - 13 de novembro

Gideão – Valoroso e Cortês

Deus entregou na vossas mãos os príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe; que pude eu fazer comparável com o que fizestes? Então, com falar-lhes esta palavra, abrandou-se-lhes a ira para com ele. Juízes 8:3.

Gideão voltou da perseguição aos inimigos da nação para encontrar censura e acusação por parte de seus próprios compatriotas. Quando ao seu chamado os homens de Israel foram arregimentados contra os midianitas, a tribo de Efraim ficara atrás. Consideravam aquele esforço como uma ação perigosa; e, como Gideão não lhes fizesse uma convocação especial, aproveitaram-se desta desculpa para não se unirem a seus irmãos. Mas, quando a notícia da vitória de Israel chegou a eles, os efraimitas ficaram com ciúmes, porque não haviam participado da mesma. Depois da derrota dos midianitas, os homens de Efraim haviam por determinação de Gideão se apoderado dos vaus do Jordão, impedindo assim a escapada dos fugitivos. Por este meio grande número de inimigos foram mortos, entre os quais estavam dois príncipes, Orebe e Zeebe. Assim, os homens de Efraim acompanharam o combate e auxiliaram na completa vitória. Não obstante, ficaram com inveja e irados, como se Gideão fora levado pela sua própria vontade e juízo. Não discerniram a mão de Deus na vitória de Israel, não apreciaram Seu poder e misericórdia no livramento deles. …

Voltando com os troféus da vitória, raivosamente censuraram a Gideão: “Que é isto que nos fizeste, que não nos chamaste, quando foste pelejar contra os midianitas?”

“Que mais fiz eu, agora, do que vós?” disse Gideão. “Não são, porventura, os rabiscos de Efraim melhores do que a vindima de Abiezer? Deus entregou nas vossas mãos os príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe; que pude eu fazer comparável com o que fizestes?”

O espírito de inveja poderia facilmente ter provocado uma contenda que haveria causado lutas e morticínio; mas a resposta modesta de Gideão abrandou a ira dos homens de Efraim, e eles voltaram em paz para casa. Firme e intransigente onde havia uma questão de princípios, e na guerra “varão valoroso”, Gideão possuía também um espírito de cortesia que raramente se vê.

O povo de Israel, em gratidão pelo seu livramento dos midianitas, propôs a Gideão que ele se tornasse seu rei, e que o trono se confirmasse aos seus descendentes. Essa proposta estava em direta violação dos princípios da teocracia. Deus era o rei de Israel, e para este a colocação de um homem no trono seria a rejeição de seu Soberano divino. Gideão reconheceu este fato; sua resposta mostra quão verdadeiros e nobres eram os seus intuitos. “Sobre vós eu não dominarei”, declarou ele, “nem tampouco meu filho sobre vós dominará; o Senhor sobre vós dominará” (Juízes 8:23). Patriarcas e Profetas, págs. 554 e 555.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo– Pág. 323

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Gideão Leva Seus Trezentos à Vitória

Refletindo a Cristo

Gideão Leva Seus Trezentos à Vitória - 12 de novembro

Então, se virou o Senhor para ele e disse: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei Eu? Juí. 6:14.

Gideão era filho de Joás, da tribo de Manassés. A divisão a que esta família pertencia não mantinha posição de destaque, mas a casa de Joás distinguia-se pela coragem e integridade. … A Gideão veio o chamado divino para libertar seu povo. …

Subitamente o “anjo do Senhor” apareceu, e a ele se dirigiu com estas palavras: “O Senhor é contigo, varão valoroso.”

“Ai, Senhor meu”, foi a resposta, “se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? …

O mensageiro do Céu replicou: “Vai nesta tua força, e livrarás Israel da mão dos midianitas; porventura não te enviei Eu?”…

A força total sob o comando de Gideão contava apenas trinta e dois mil homens; mas, com o vasto exército dos inimigos estendendo-se diante dele, veio-lhe a palavra do Senhor: “Muito é o povo que está contigo, para Eu dar os midianitas em sua mão; a fim de que Israel se não glorie contra Mim, dizendo: A minha mão me livrou. Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for covarde e medroso, que volte e vá-se apressadamente das montanhas de Gileade.” Juí. 7:2 e 3. …

Gideão obedeceu à determinação do Senhor, e com coração pesaroso viu vinte e dois mil, ou mais de dois terços de sua força total, partirem para casa. De novo veio a ele a palavra do Senhor: “Ainda muito povo há; faze-os descer às águas, e ali tos provarei.” Juí. 7:4. … Alguns apressadamente tomaram um pouco de água na mão e a beberam enquanto andavam; mas quase todos se curvaram sobre os joelhos e comodamente beberam da superfície da corrente. Os que tomaram água com as mãos foram apenas trezentos dentre os dez mil; todavia estes foram escolhidos; a todo o resto foi permitido voltar para casa.

O caráter muitas vezes é provado pelo meio mais simples. … Os trezentos homens escolhidos não somente possuíam coragem e domínio próprio, mas eram homens de fé. … Deus os poderia dirigir. …

Tarde da noite, a um sinal da corneta de guerra de Gideão, as três companhias soaram suas trombetas; então, quebrando os cântaros, e ostentando os fachos luzentes, precipitaram-se sobre o inimigo com o terrível grito de guerra: “Espada do Senhor, e de Gideão.” Juí. 7:20. …

Pereceram nada menos de cento e vinte mil dos invasores. … Palavra alguma pode descrever o terror das nações circunvizinhas, quando souberam quão simples meio prevalecera contra o poder de um povo ousado e guerreiro. Patriarcas e Profetas, págs. 546-553.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 322 –

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Gideão– Juizes 8

Leitura Bíblica – Juizes 8

Gideão
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Por melhores que as pessoas sejam aqui neste mundo, a tendência mais forte será sempre para o mal. Infelizmente... Decepcionante!

A parte boa é que a Bíblia não esconde “os podres” de seus personagens. Observe, nestes dez pontos, as últimas informações sobre o juiz e libertador Jerubaal, conhecido por Gideão:

1. Reclamação dos efraimitas por Gideão não tê-los convidado à guerra (v. 1);

2. Gideão parabeniza os efraimitas por ter ajudado a batalhar contra os inimigos fugitivos (vs. 2-3);

3. Destemidamente, Gideão arrasou Sucote e Penuel por não ajudar seu esgotado exército (vs. 4-17);

4. Após executar dois reis midianitas – Zeba e Salmuna, Gideão partiu para vingar seus irmãos (vs. 18-21).

5. Realizados pelo sucesso de Gideão, os israelitas o convidaram para reinar sobre eles; porém, ele recusou com base teológica (v. 23);

6. A despeito de sua resposta correta sobre reinar, Gideão fez estola sacerdotal, a qual tornou-se objeto de adoração – idolatria – na cidade de Ofra (vs. 24-27);

7. Pelo poder divino, Gideão promoveu a paz em Israel por 40 anos (v. 28);

8. Gideão tornou-se polígamo, tomou para si muitas mulheres. Teve um filho com uma concubina que se tornou líder perverso (vs. 29-31);

9. Após a morte de Gideão, os filhos de Deus descambaram novamente; trocaram a adoração a Deus por deuses fabricados por homens (v. 33);

10. Israel esqueceu-se de Deus e desprezou a família de Gideão, o qual tanto fez pelo povo (vs. 34-35).

Devemos aprender com os acertos e os erros de Gideão. Nem tudo o que Deus revelou em Sua palavra em relação ao comportamento daqueles que Ele usou deve ser aplicado a nossa vida.

Precisamos...
• ...começar bem e terminar bem a jornada da fé;
• ...pedir discernimento a Deus para enxergar nossas falhas de caráter;
• ...de reavivamento e reforma espirituais!

Aprendamos ainda que, a vida é injusta. Gideão foi questionado pelos efraimitas (vs. 1-3), ridicularizado pelos habitantes de Sucote e Penuel (v. 15), e, finalmente, esquecido pelo seu povo (v. 35).

Assim, quando você fizer algo bom pelas pessoas e ninguém reconhecer ou agradecer-te, não fique chateado! Deus faz um espetáculo a cada amanhecer e sua plateia dorme; ou mesmo no entardecer, e Seu povo prefere fazer qualquer coisa, menos contemplar sua obra de arte!   Heber Toth Armí /

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Dependência de Deus– Juizes 7

Leitura Bíblica – Juizes 7

Dependência de Deus
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

A essência de um fervoroso filho de Deus na Terra e de dependência constante do Deus que pode todas as coisas está em reconhecer que a entrega de ontem não funciona para a guerra de hoje. Independência de Deus hoje resulta em escravidão ao pecado amanhã!

A dependência de Deus hoje deve levar a um maior compromisso amanhã. Assim, Deus agiu pacientemente na vida de Gideão capacitando-o para liderar um grande exército.

“Da noite para o dia, o limpador de trigo se transformou em um autêntico estadista, demonstrando genuínas qualidades de liderança política e comando estratégico. Para combater um antagonista multinacional e multiétnico, conseguiu criar um exército tribal unido pelo mesmo passo comum, fiel ao mesmo Deus e motivado pelo mesmo desejo de assegurar a soberania religiosa e nacional dos hebreus e de seu território” (Elie Wiesel).

Rapidamente Gideão congregou 32.000 soldados. Ainda eram poucos para um exército inimigo com 135.000 soldados bem treinados. O que Gideão não sabia era que o Deus que ele provou sem questioná-lo agora iria colocá-lo à prova também (vs. 1-3).

Deus alegou que 32.000 soldados era demais para enfrentar 135.000 inimigos. Pediu-lhe que despedisse medrosos e tímidos. Surpreendentemente, 22.000 soldados afrouxaram. Coitado de Gideão! Agora, 10.000 contra 135.000. Para piorar, Deus ainda insistiu que eram muitos; deveria reduzir esse número: A segunda prova (vs. 4-6).

Com 300 soldados, Deus venceu para Israel um exército de 135.000 inimigos opressores (veja detalhes nos versos 7-25).

Aplicações pessoais:
1. A liderança que funciona é aquela regida por Deus. Os melhores líderes não são os mais ousados, mais habilidosos ou mais criativos, mas os mais submissos à regência divina.

2. O líder bom é aquele que amadurece permitindo que Deus o conduza pelas provas oriundas de Suas orientações. O desafio colocado por Deus seguido pela fé gera homens e mulheres vitoriosos.

3. Seguir à voz de comando de Deus em toda e qualquer situação é o segredo do verdadeiro e miraculoso sucesso enquanto atravessamos este mundo tenebroso.

4. Deus não precisa de muita gente para fazer milagres neste planeta dominado pelo diabo e seus anjos, Ele precisa de alguém que se dispõe a ser orientado por Ele.

5. Deus age quando Lhe damos permissão total.

“Senhor, opera também em mim!”

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Salmos 62 Comentário

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