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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Juízes 6 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Juízes 6
Comentário Pr Heber Toth Armí


JUÍZES 6 – No tempo dos juízes, o povo de Deus envolveu-se num emaranhado de pecado e num redemoinho de julgamento que desafiava o futuro da jovem nação. É nítido um ciclo previsível de situações sintetizadas da seguinte forma:

• Pecado/apostasia.
• Sofrimento.
• Súplica.
• Salvação.

Samuel e Esdras referiram-se à história dos juízes a fim de lembrar ao povo de Deus suas tendências pecaminosas e a graciosa misericórdia divina (1 Samuel 12:9-11; Neemias 9:26-28).

Lamentavelmente a lição da história não permanece por muito tempo na memória do povo de Deus. Aprendizados logo se desvanecem. Assim, toda vez que falecia um líder usado por Deus para livrar Israel da opressão, a fé e o reavivamento se esvaíam.  Tristemente “o povo voltava a caminhos ainda piores do que os caminhos dos seus antepassados seguindo outros deuses, prestando-lhes culto e adorando-o. Recusavam-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado” (Juízes 2:19).

O ciclo de pecado reiniciou após a libertação operada por Débora e Baraque; na sequência, Israel sofreu opressão nas mãos dos midianitas e amalequitas; por isso, houve um clamor ao Senhor (Juízes 6:1-6).

Deus respondeu chamando Gideão, o qual tinha seus defeitos. Ele não era perfeito. Ele tinha suas fraquezas e medos (Juízes 6:7-40), como qualquer um de nós. Todavia, “o Senhor pode usar mais eficazmente os que têm consciência de sua própria indignidade e incapacidade. Ele lhes ensinará o exercício da coragem e da fé e os fará fortes, unindo a fraqueza deles com Sua força, e sábios, associando Sua sabedoria à ignorância deles”, observa Ellen White (CBASD, v.2, p. 1107).

Juízes 6 apresenta o pecado e o sofrimento sempre de mãos dadas. Eles não se divorciam nunca. Quando se pratica persistentemente o pecado, na sequência vem o sofrimento como inevitável consequência – pena que aprender isso parece difícil a todos nós!

Felizmente, há outra dupla inseparável: Súplica e salvação. Deus Se compadece com a súplica sincera de um coração que clama por libertação – pena que aprender isso também é difícil!

Juízes 6 mostra que Deus atende a súplica de Seu povo que caiu em pecado; e, pode atuar através de alguém fragilizado pela situação ameaçadora. Deus pode trabalhar com a dúvida sincera, o medo e a insegurança apresentados a Ele.

As lições estão diante de nós, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Juízes 6 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 6

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 6 – No tempo dos juízes, o povo de Deus envolveu-se num emaranhado de pecado e num redemoinho de julgamento que desafiava o futuro da jovem nação. É nítido um ciclo previsível de situações sintetizadas da seguinte forma:

• Pecado/apostasia.

• Sofrimento.

• Súplica.

• Salvação.

Samuel e Esdras referiram-se à história dos juízes a fim de lembrar ao povo de Deus suas tendências pecaminosas e a graciosa misericórdia divina (1 Samuel 12:9-11; Neemias 9:26-28).

Lamentavelmente a lição da história não permanece por muito tempo na memória do povo de Deus. Aprendizados logo se desvanecem. Assim, toda vez que falecia um líder usado por Deus para livrar Israel da opressão, a fé e o reavivamento se esvaíam.  Tristemente “o povo voltava a caminhos ainda piores do que os caminhos dos seus antepassados seguindo outros deuses, prestando-lhes culto e adorando-o. Recusavam-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado” (Juízes 2:19).

O ciclo de pecado reiniciou após a libertação operada por Débora e Baraque; na sequência, Israel sofreu opressão nas mãos dos midianitas e amalequitas; por isso, houve um clamor ao Senhor (Juízes 6:1-6). 

Deus respondeu chamando Gideão, o qual tinha seus defeitos. Ele não era perfeito. Ele tinha suas fraquezas e medos (Juízes 6:7-40), como qualquer um de nós. Todavia, “o Senhor pode usar mais eficazmente os que têm consciência de sua própria indignidade e incapacidade. Ele lhes ensinará o exercício da coragem e da fé e os fará fortes, unindo a fraqueza deles com Sua força, e sábios, associando Sua sabedoria à ignorância deles”, observa Ellen White (CBASD, v.2, p. 1107).

Juízes 6 apresenta o pecado e o sofrimento sempre de mãos dadas. Eles não se divorciam nunca. Quando se pratica persistentemente o pecado, na sequência vem o sofrimento como inevitável consequência – pena que aprender isso parece difícil a todos nós!

Felizmente, há outra dupla inseparável: Súplica e salvação. Deus Se compadece com a súplica sincera de um coração que clama por libertação – pena que aprender isso também é difícil!

Juízes 6 mostra que Deus atende a súplica de Seu povo que caiu em pecado; e, pode atuar através de alguém fragilizado pela situação ameaçadora. Deus pode trabalhar com a dúvida sincera, o medo e a insegurança apresentados a Ele. 

As lições estão diante de nós, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 17 de maio de 2019

O lado negativo Juízes 6

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Juízes 6
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O lado negativo

O Deus da graça não se limita com a desgraça humana. Ele entra em cena em nossa desgraça para outorgar-nos Sua preciosa graça.

1. Quando o povo de Deus pratica o mal, o mal toma conta. Assim, mesmo com boas intenções e empenho no trabalho, os resultados serão ruins (vs. 1-5).

2. A vida coletiva do povo de Deus reflete a vida particular junto a Deus. Não é possível ter vida no culto sem culto na vida. Dificilmente se verá entusiasmo na casa de Deus, se em casa não estamos sinceramente entusiasmados com Deus. Deus repreende tal atitude (vs. 6-10).

3. Contudo, no caos da desgraça humana Deus mostra-Se amoroso e cheio de graça, ao levantar alguém para livrar Seu povo quando este clama por Ele em desespero (vs. 11-40).

Observe: Temos a tendência de enfatizar tão-somente aspectos positivos dos heróis bíblicos; consequentemente consideramos Gideão exemplo de...

• Homem esforçado (v. 11);
• Conhecedor da história (v. 13);
• Humildade (vs. 14-15);
• Generosidade (v. 18);
• Submissão (v. 20);
• Prudência (v. 27);
• Coragem (7:16);
• Valentia (7:17).

Entretanto, com olhar mais atento, nota-se nele uma pessoa questionadora, cheia de dúvidas – inclusive teológicas –, acusador de Deus (v. 13). Deus o elogia e confere-lhe a missão com garantia de sucesso (v. 14), mas ele arranja desculpas esfarrapadas (v. 15). Deus reitera a garantia de sucesso; porém, ele embroma, faz-se de coitado (vs. 16-24).

Mesmo após Deus revestir Gideão com poder do Espírito para combater a idolatria em Israel, ele pediu provas e mais provas a Deus: Que insegurança! (vs. 25-40). Contudo, Deus o usou! Surpreendente, não?

O livro de Juízes apresenta nitidamente o lado negativo da humanidade, inclusive do povo de Deus. Por outro lado, “a mais positiva mensagem do livro de Juízes é a persistência e paciência do amor de Deus. Seu povo O abandonava, por qualquer coisa, e Ele estava sempre disposto a recebê-lo de volta” (Roy E. Gane).

A boa notícia é que Deus não mudou; a péssima, o ser humano também não! Por isso, Gane diz: “As lutas do povo de Deus naquele tempo correspondem às batalhas do povo de Deus em todos os tempos, principalmente dos nossos, um pouco antes da peleja final contra as forças unidas do mal”.

Confie em Deus! Reavivemo-nos!
Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

Salmos 62 Comentário

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