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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Deus é Amor

A Fé Pela Qual Eu Vivo
22 de fevereiro
Deus é Amor

Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. I João 4:8.

“Deus é amor.” Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será. … Toda manifestação de poder criador é uma expressão de amor infinito. Patriarcas e Profetas, pág. 33.

É por meio de Seu poder que verão e inverno, sementeira e sega, dia e noite se seguem em sucessão regular. É por meio de Sua palavra que a vegetação floresce, aparecem as folhas, desabotoam as flores. Todas as boas coisas que possuímos, todo raio de Sol e toda chuva, todo bocado de pão, todo momento de vida, é um dom de amor. O Maior Discurso de Cristo, pág. 75.

A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princípio se iniciou no Céu até o final da rebelião e extirpação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus. Patriarcas e Profetas, pág. 33.

O dom de Cristo revela o coração do Pai. O Desejado de Todas as Nações, pág. 57.

Deus concedeu ao nosso mundo o maravilhoso dom de Seu Filho unigênito. Em face desse ato, nunca poderia ser dito pelos habitantes dos outros mundos que Deus poderia haver feito mais do que Ele fez para mostrar Seu amor pelos filhos dos homens. Ele fez um sacrifício que desafia qualquer avaliação. Review and Herald, 3 de janeiro de 1907.

Milhares de pessoas têm uma falsa concepção de Deus e Seus atributos. Servem tão certamente a um falso deus, como o faziam os servos de Baal. Estamos nós adorando o verdadeiro Deus tal como Ele Se revela em Sua Palavra, em Cristo, na natureza, ou estamos adorando algum ídolo filosófico em Seu lugar? Deus é um Deus de verdade. Justiça e misericórdia são os atributos de Seu trono. Ele é um Deus de amor, de piedade e terna compaixão. Assim Ele é representado em Seu Filho, nosso Salvador. Ele é um Deus de paciência e longanimidade. Se tal é o ser a quem adoramos, e cujo caráter estamos buscando assimilar, estamos adorando o verdadeiro Deus. Testimonies, vol. 5, págs. 173 e 174.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 59
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