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domingo, 7 de janeiro de 2024

Poema de amor

 Poema de amor

Quando Jesus tomou o vinagre, disse: “Está consumado!” E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. João 19:30

Um dos poemas mais longos de todos os tempos é o que conta a história do guerreiro Manas. Essa história tem sido contada durante décadas na Ásia Central. Ainda hoje, ela é recitada no Quirguistão, apesar dos seus 180.378 versos – versos de violência. Por outro lado, os haikus são poemas japoneses que só podem ter 17 sílabas. A verdade é que é bem mais difícil dizer muito em poucas palavras. Os haikus costumam expressar experiências de contemplação da natureza e, com sua peculiar brevidade, descrevem paisagens e emoções. Matsuo Basho foi o poeta que deu maior renome a esse estilo. Observe este poema: “Este caminho / Ninguém mais percorre / Salvo o crepúsculo.”

Diferentemente dessa composição, o discurso mais longo da nossa história é o de Satanás. Há séculos, ele vem dizendo que Deus é injusto, que só tem aparência de bondade e que não deveria ser o soberano do Universo. Ele tenta nos convencer de que não há futuro, que temos de aproveitar o presente, que precisamos ser nossos próprios deuses, que devemos lutar por nós mesmos, pois os outros pouco importam. E muita gente relata suas epopeias como se fossem verdade, mas não é assim. Jesus veio a este mundo para demonstrar como o Pai realmente era e para sintetizar a grandeza de Sua bondade. Por onde Ele passava havia milagres, sorrisos e esperança. Aonde quer que Ele fosse, a luz surgia e a verdade era abraçada. E como se isso não fosse suficiente, decidiu escrever o maior poema de amor jamais recitado. Em apenas uma palavra Ele reuniu todas as emoções e todas as paisagens. Em apenas uma palavra o véu do templo foi rasgado e o Universo guardou silêncio. Ali, pendurado em uma cruz, ferido por nossos pecados, Jesus exclamou como o melhor dos poetas: Kulah! (Está consumado!). Que maravilha! Que grandiosidade! Quanta simplicidade para tão imenso amor! Ele o fez por amor a você, porque você é o que há de mais importante para Ele.

Ao contemplá-Lo, ao ouvir a poesia de Sua vida e sacrifício, nos convertemos em Suas testemunhas. Que nosso viver seja um poema de amor a Deus, e que nosso testemunho constante declare: “Este caminho / Somente Ele percorreu / E salvou o mundo.” 

Devocional Diário -7 de janeiro

Vislumbres da eternidade

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Isaías 45 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 45
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 45 – Numa sociedade marcada por incertezas políticas, sociais e individuais, a mensagem deste capítulo ressoa como lembrete poderoso de que Deus é soberano.

• A confiança na presciência divina oferece um alicerce seguro para enfrentar os dilemas e desafios pessoais e coletivos.

Observe que Isaías 45 é um testemunho fascinante da soberania e onisciência de Deus; ele é peculiarmente marcado pela predição do nascimento e ascensão de Ciro, o Grande, como rei da Pérsia. A primeira menção a Ciro surge surpreendentemente no final do capítulo anterior, destacando a precisão da profecia ao citar Seu nome 150 anos antes de seu surgimento.

• Este fato, por si só, é uma manifestação da presciência divina, desafiando as noções humanas de tempo e causalidade.

A profecia vai além, delineando o papel crucial que Ciro desempenharia na política externa, evidenciando que Deus não apenas conhecia o futuro monarca, mas também suas ações específicas. Todavia, a profecia não se limita ao âmbito político, ela penetra nos detalhes íntimos da linhagem de Ciro sabendo que ele existiria apesar de seus ancestrais terem enfrentado grandes desafios como várias guerras.

• Isso destaca a atenção de Deus com o desdobramento da história das famílias e de cada indivíduo.

Na disputa pelo poder da Pérsia, a profecia revela a vitória de Ciro sobre Seus oponentes.

• A precisão de Deus ao antecipar eventos políticos revela Sua compreensão profunda das maquinações humanas, destacando Sua autoridade sobre todas as nações do mundo.

Um aspecto notável da profecia de Isaías 45 é a previsão de que os judeus se tornariam estrangeiros e posteriormente seriam libertos por Ciro. Esse aspecto sublinha que além da fidelidade de Deus à Sua promessa, Ele tem capacidade de usar líderes pagãos para realizar Seus desígnios, transcendendo fronteiras étnicas e religiosas.

A capacidade de Deus prever líderes mesmo antes de seu nascimento destaca a importância de reconhecer a influência divina nos assuntos mundiais. Isso desafia os paradigmas seculares, destrona ídolos, e lembra aos crentes de que a história está sendo moldada por um plano maior, além das limitações humanas.

Assim, as lições extraídas desta profecia ecoam na sociedade atual, instigando-nos a confiar na providência divina e encorajando-nos a uma compreensão mais profunda da intercessão entre a vontade de Deus e os eventos humanos! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sábado, 6 de janeiro de 2024

Em trajes de bombeiro

 Em trajes de bombeiro

No tempo aceitável escutei você e no dia da salvação Eu o socorri. 2 Coríntios 6:2

A data de hoje, o Dia de Reis, é muito importante nos países hispanos, sobretudo para os meninos. É um dia sonhado que se materializa na forma de presentes e bolos, e um dos presentes mais comuns é o caminhão de bombeiros. Quando perguntam a um menino por que ele quer esse presente, a resposta quase sempre é: “Quando eu crescer, vou ser bombeiro.” Curiosamente, trazemos em nosso DNA a inclinação de ajudar os outros. Acho que essa é uma das muitas coisas que nos fazem parecidos com Deus.

Havia muito a se fazer neste mundo, de maneira que, decidida e corajosamente, Jesus veio viver conosco. A visão que tínhamos de Deus não correspondia à realidade e, por essa razão, Ele nos apresentou com clareza Sua imagem. Vivíamos marginalizados; por isso, Ele veio nos resgatar.

O retrato mais comum de Jesus que o cristianismo já apresentou é o de Deus com “trajes de bombeiro”. Não há dúvida de que esses são trajes que manifestam um dos aspectos mais relevantes de Deus. O pecado havia subjugado a Terra, e algo devia ser feito com eficiência e urgência. O plano tinha sido desenhado desde o começo da criação e, chegado o momento, Ele veio nos resgatar. Em 2 Coríntios 6:2, Deus diz: “No tempo aceitável escutei você e no dia da salvação Eu o socorri.”

O Senhor poderia ter eliminado este planeta com um simples estalar de dedos; poderia esperar até que tudo virasse cinzas, mas escolheu Se envolver. Por quê? Porque Seu querer é tão intenso quanto seu poder. Satanás tem uma obsessão doentia pelo poder, mas, como costuma acontecer com os que sofrem de algum desequilíbrio, quis nos fazer acreditar que é Deus quem é obsessivo. Mas o Eterno não é assim; Ele pode e quer. Ele não precisava nem mesmo de um piscar de olhos para descer daquela cruz e revelar Seu imenso poder. Porém, essa não é a maneira certa de fazer as coisas. Tudo deve ser bem feito, mas não pelo puro prazer de demonstrar poder. Jesus fez o que devia porque podia fazê-lo e porque, além disso, nos ama. E morreu por nós. Não tínhamos como sair deste mundo em chamas, mas Ele veio nos resgatar.

Não gostaria você de aceitar o socorro que Ele lhe oferece?

Devocional Diário-Vislumbres da eternidade

6 de janeiro 
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Isaías 44 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 44
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 44 – Deus é incomparável, Seu amor é imensurável, Sua ação em prol de Seu povo é indescritível. Infelizmente muitos O ignoram substituindo a devoção a Ele por qualquer outra coisa; inclusive na época de Isaías, pessoas de Seu próprio povo recorria a ídolos.

Vamos refletir detidamente no capítulo em análise. Leia-o várias vezes com oração e atenção. Faça anotações; depois, retorne e leia este comentário!

• Note que nos primeiros versículos, Deus fala sobre Seu povo como Seu escolhido, prometendo bênçãos e derramamento do Espírito Santo ele. Assim, Ele encoraja Seu povo a não ter medo, pois Ele é Seu Redentor. (Considere este capítulo como parte do conjunto de profecias sobre o retorno dos judeus do exílio babilônico, para compreensão de seu significado).

• Em Isaías 44:6-8 Deus mesmo proclama Sua singularidade como o único Deus verdadeiro, contrastando com a futilidade de quaisquer outros deuses/ídolos.

• Nos versículos seguintes, o próprio Deus tece uma repreensão à prática idolátrica, destacando a irracionalidade de fazer e adorar ídolos. Ele descreve o absurdo das pessoas criarem imagens com as próprias mãos e devotar-lhes o coração como se fossem deuses que mereçam adoração.

• Isaías 44:21-28 encerra com o Deus verdadeiro falando sobre o perdão dos pecados de Seu povo, lembrando Sua escolha e prometendo a restauração de Jerusalém. Ele menciona um cidadão que ainda nem existia, indica Seu nome: Ciro, um gentio, que seria Seu instrumento em Suas mãos para libertar os judeus do cativeiro babilônico.

É significativo que Isaías enfatize a irracionalidade de criar imagens esculturais com as próprias mãos e, então, venerá-las como deuses merecedores de adoração, e destaque a falta de sentido em confiar em objetos feitos por humanos como se fossem divindades. Embora as práticas culturais mudaram, os princípios fundamentais contra a idolatria e a exortação para colocar a confiança totalmente em Deus continuam sendo relevantes!

A mensagem central deste texto sagrado é a importância da confiança absoluta em Deus, e não em quaisquer outras coisas! Isaías apresenta a singularidade de Deus, relacionada à vaidade da idolatria e a promessa graciosa de restauração. Aqui há uma mistura de repreensão, advertência, consolo e esperança de um Deus que cria, age e interage com Sua criação e, especialmente, com as pessoas.

Diante disso, respondamos reavivando nossa confiança nEle! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

O amor de Deus

 O amor de Deus

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus. 1 João 4:7

Deus é amor. Não podemos imaginá-Lo diferentemente. O Senhor nos propõe que sejamos como Ele é. Por meio da Bíblia, Ele nos leva à maneira correta de entender essa ideia maravilhosa. Contemplar a Deus nos converterá em pessoas de bem e verdadeiramente amorosas, visto que é Nele que fundamentaremos nosso amor.

O amor que está baseado em Deus não pode ser desenvolvido unicamente com emoções. Depender das emoções é viver na efemeridade das ocasiões ou dos processos hormonais. Embora a maioria das pessoas pense que o amor é apenas uma sensação, temos que ir além do instinto (que nos restringe e perturba) para podermos interiorizar a grandeza do significado do amor. Com relação a isso, Ellen G. White indica que, “quando o princípio celestial do eterno amor encher o coração, ele fluirá para outros, […] porque o amor é o princípio da ação e modifica o caráter, governa os impulsos, controla as paixões, subjuga inimizades, eleva e enobrece as afeições” (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 196 [223]). Em resumo, o amor:

1. É um princípio. Poderíamos dizer que é a mecânica com que o Universo funciona. Ele vem de Deus; não é o resultado de mera atração física ou convenções sociais.

2. É ação. Esse amor não é um conceito teórico. Antes, é a origem de nossas ações, o motor que permite que nossas ideias se convertam em realidade.

3. Modifica o caráter. A principal virtude do amor que vem de Deus é que esse amor nos faz semelhantes a Ele. Progressivamente, vai nos melhorando até chegarmos a ser semelhantes ao modelo representado por Cristo.

4. Governa os impulsos, controla as paixões e subjuga inimizades. Por ser um princípio, o amor tem a qualidade de limitar tudo que é meramente emocional ou hormonal. O amor permite que vivamos de forma equilibrada. Além disso, capacita-nos a resolver conflitos.

5. Eleva e enobrece as afeições. O amor de Deus gera em nós um desejo por maturidade espiritual, fazendo com que nossos impulsos sejam canais de motivação para que cresçamos como pessoas.
Esse é o tipo de amor desejável, e Deus compartilha esse amor com você, pois Ele o ama imensamente. Que mudanças o amor de Deus precisa realizar em sua vida? Pense e ore sobre isso. 

Devocional Diário - 5 de janeiro

Vislumbres da eternidade

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Isaías 43 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 43
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

ISAÍAS 43 – O texto em análise apresenta uma impactante narrativa sobre a relação entre Deus e Seu povo. Em meio a promessas de redenção e preservação divina, emerge uma constatação dolorosa: Em vez de sacrifícios aromáticos, o povo apresentou em sua vida pecados fétidos; em vez de ofertas, Deus recebeu ofensas.

• Essa realidade transcende o cenário histórico descrito pelo profeta e ressoa em nossa vida, convidando-nos a uma profunda reflexão sobre a natureza de nossa comunhão com nosso Redentor.

A metáfora das ofertas aromáticas ocupadas por pecados fétidos evoca a imagem de um culto desviado, onde a adoração genuína fora substituída por práticas impregnadas de transgressões e rebeliões. Isaías 43 revela não apenas a rejeição de ofertas formais, mas também a triste verdade de que o próprio coração do povo afastou-se do caminho correto.

• É essencial compreender as nuances desse desvio espiritual e refletir sobre como nossas ofensas podem assumir diferentes formas.

Isaías denuncia não apenas a ausência de sacrifícios agradáveis a Deus, mas a presença de atitudes que O desonram. As ofensas mencionadas não são meramente a falta de rituais religiosos, mas incluem a sobrecarga de pecados, o esquecimento da identidade e a recusa em invocar o nome do Senhor. É uma repreensão contundente à hipocrisia religiosa, à prática de cumprir rituais vazios enquanto a vida cotidiana reflete uma desconexão dos princípios divinos.

Diante deste cenário sombrio, o profeta não deixa de oferecer esperança. A mensagem de Isaías 43 é uma chamada ao arrependimento, à lembrança da fidelidade passada de Deus e ao reconhecimento da necessidade de perdão e restauração. A oferta de Deus de apagar as transgressões revela Sua infinita graça.

• O convite continua válido atualmente: Abandonar as ofensas que oferecemos a Deus e voltarmo-nos para a adoração que vai além de meros rituais formalistas e penetra o cerne do coração humano.
• Assim, aprendemos sobre a fragilidade da religiosidade vazia e a necessidade de transformação genuína. É um apelo para reavaliarmos a qualidade de nossa devoção diária, nossa atitude em relação aos outros e nossa busca pela presença de Deus.

Ao abraçarmos a mensagem de Isaías 43, somos desafiados a reavivar o verdadeiro culto, onde em nossa vida, em sua totalidade, exale a fragrância do arrependimento e da busca sincera por Deus! – Heber Toth Armí.


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quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

O amor e sua origem

 O amor e sua origem

Nós amamos porque Ele nos amou primeiro. 1 João 4:19

O mercado fervilhava de gente. Cores, odores e formas se combinavam trazendo uma vitalidade impressionante. Um senhor de meia-idade, de olhar tranquilo e extremamente amável, nos mostrava relógios. Sua banca tinha todas essas marcas conhecidas e famosas. Um relógio niquelado, com múltiplas esferas e um logotipo muito conhecido, chamava a atenção. Parecia verdadeiro, mas não era. A alguns metros, uma luxuosa relojoaria exibia o original. Não custava nem pesava a mesma coisa que o outro. Como sabemos, existem artigos falsos e genuínos por todos os lugares.

João nos faz lembrar que, em assuntos de amor, Jesus é a origem. Existem tantas propostas de “amor” que, para muitos, é bastante complicado identificar o original. Por essa razão, Deus nos enviou Seu filho a fim de nos mostrar a natureza do amor genuíno. Esse amor está ancorado na paciência porque aquele que muito ama está disposto a muito esperar. Passeia pelas veredas da bondade porque gosta de fazer o bem onde quer que seja. Confia plenamente porque não há espaço para ciúmes ou outras obsessões. Não visita os monumentos da ostentação porque sabe que as melhores paisagens são vistas a partir do lugar mais baixo, o do afeto cotidiano. Alegra-se com as hospedagens da alma dando o melhor do que tem e aprecia o relato sincero porque vive na verdade. Sob seu brasão, no azul do céu, o lema é: “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co 13:7).

Sobre esse amor, Ellen G. White afirma: “Supremo amor por Deus e desinteressado amor mútuo: esse é o melhor dom que nosso Pai celestial pode conceder. Esse amor não é simplesmente um ímpeto, mas um princípio divino, um poder permanente. O coração não consagrado não consegue criá-lo nem produzi-lo. Ele é achado somente no coração em que Jesus reina. […] No coração renovado pela graça divina, o amor é o princípio que regula a ação. Ele modifica o caráter, controla os impulsos, domina as paixões e enobrece as afeições. Esse amor, cultivado no coração, torna a vida agradável e derrama influência enobrecedora ao redor” (Atos dos Apóstolos, p. 351 [551]).
A quem Deus deseja que você manifeste Seu amor hoje? Peça a Ele que lhe mostre.

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade - 4 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-amor-e-sua-origem/

Salmos 90 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 90 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 90 – Este precioso Salmo pretende...