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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Ficção versus realidade

 Devocional Diário 

Ficção versus realidade

Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados […]. Gênesis 2:4


Em 1628, Charles Perrault nasceu em Paris. Ele se tornou famoso por compor histórias como “O Gato de Botas”, “A Bela Adormecida”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho”. Durante quase quatro séculos, essas histórias têm sido contadas como ficção. Mas a pós-modernidade parece ter mudado tudo – o que é histórico está sendo considerado lendário; e o lendário, histórico. Os universos inventados e fantasiados estão sendo tratados como realidade.

Para muitos, a Bíblia se encontra inserida no terreno da ficção. Na opinião desses, as origens são míticas, e os que creem nessas coisas são pessoas ingênuas. O relato bíblico, muito pelo contrário, não foi composto com esse objetivo. Não existem indicadores literários que mostrem que seja uma ficção. Ao contrário, o relato se apresenta como história. Um exemplo disso é a palavra “gênese” (toledot), encontrada em Gênesis 2:4. Toledot, que poderíamos traduzir literalmente como “gerações”, envolve tanto ascendentes como descendentes. Esse termo é tão relevante que podemos dividir o livro do Gênesis pelo número de vezes que o termo aparece (2:4; 5:1; 6:9; 11:10; 25:12; 36:1; 37:2). De tão significativo, o termo tem o sentido de história – não a macro-história, que nada tem a ver com o cotidiano, mas a micro-história, que é construída a cada dia. É uma história associada à aliança com Deus e, portanto, à participação de Deus na vida das pessoas.

Deus não é ficção. Nós não somos ficção. Todos vivemos em um Universo real, em um conflito real. As decisões que tomamos diariamente, em harmonia ou não com a vontade divina, definirão para sempre o desfecho desse enredo.

Em 1976, morreu em Wallingford, Inglaterra, Agatha Christie, uma enfermeira que acabaria escrevendo novelas policiais e românticas. A seguinte frase é de autoria dela: “Não reconhecemos os momentos realmente importantes da vida até que seja tarde demais.” Lamento dizer, mas ela se equivocou. Se a cada dia lermos a história com Deus, distanciando-nos de expectativas ilusórias e confiando que Ele participa de nossa vida, reconheceremos imediatamente o que é verdadeiramente relevante. Vivamos a história com Ele. O resto será apenas contos. 

Vislumbres da eternidade
8 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/ficcao-versus-realidade/

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quinta-feira, 18 de maio de 2023

Salmos 12 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 12
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 12 – Nossa sociedade está caracterizada pela falsidade, hipocrisia, corrupção e opressão generalizadas; entretanto, há uma voz que se eleva acima do caos e da confusão deste mundo sombrio, é a palavra de Deus expressa no Salmo em questão!

Vivendo ou sobrevivendo em uma sociedade perigosa, tomada pela incerteza e falsas promessas, precisamos urgentemente aprender a confiar na Palavra do Deus que não falha a fim de nos guiar e nos proteger, conforme atesta o Salmo em análise.

Três premissas principais podem ser facilmente extraídas do texto sagrado:

1. A degradação e terrível corrupção em que se encontra a humanidade e súplica pela intervenção divina (Salmo 12:1-4).
2. A confiabilidade da Palavra de Deus em meio à crueldade, falsidade, iniquidade e perversidade de uma sociedade pautada pelo pecado (Salmo 12:5-6).
3. O cuidado de Deus pelos diversos tipos de necessitados, aflitos e vulneráveis em meio ao perigo reinante em nosso Planeta (Salmo 12:7-8).

Se não fosse o cuidado de Deus, inimigos de toda sorte teriam arruinado mais do que já está nossa sociedade (Ester 7:1-10:3; Jó 1:6-2:10; 42:1-17). É por isso que precisamos de uma intervenção direta de Deus.

É isso que Davi está fazendo no Salmo 12. Como Davi, podemos lamentar pelo desaparecimento dos verdadeiros fieis e a escassez de pessoas realmente confiáveis/honestas. Podemos reconhecer a proliferação dos lábios enganosos e atitudes arrogantes dos inconversos que estão sempre expondo seus atos perversos contra inocentes.

A Bíblia e as promessas divinas foram dadas a nós porque precisamos delas. Carecemos de algo maior (a Bíblia) e de alguém maior (Deus) do que a maldade, crueldade e perversidade de nossa sociedade. O Salmo 12, que é a revelação de Deus, nos mostra que Deus está atento a todas as nossas dificuldades em meio à corrupção e ao caos da sociedade; então, apesar das adversidades, Ele está presente e ouve o clamor dos que se consagram a Ele.

Em algum momento, o Juiz do Universo intervirá e fará a justiça que ninguém tem capacidade de executar. Nossa segurança e proteção neste mundo impuro estão em apegar-se à Palavra de Deus, divinamente purificada. Sobre ela deve estar o alicerce de nossa vida (Provérbios 30:5; Mateus 7:24-27).

Sejamos honestos, fieis e consagrados a Deus; reavivemo-nos confiando em Sua Palavra! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

A REALIDADE DO CÉU

 A REALIDADE DO CÉU

Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam.” Deus, porém, revelou isso a nós por meio do Espírito. 1 Coríntios 2:9, 10

Se você fizer um estudo bíblico para entender como será a vida dos salvos após o término do grande conflito entre o bem e o mal, vai constatar que há dois tipos de informação: o que haverá e o que não haverá. A maior parte da revelação é sobre a descontinuidade, o que não haverá. Nesse caso, são mencionadas coisas conhecidas, decorrentes da presença do pecado em nosso mundo. Por isso, o Apocalipse, tratando da vida futura, declara: “Já não existirá mais morte, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21:4). Referindo-se à cidade santa, acrescenta: “Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Ap 22:15).

Quando tentamos descobrir o que haverá na vida futura, encontramos pouca informação. Isso ocorre porque ela será tão diferente, tão desconhecida para nós, que os próprios profetas que puderam ver pelo menos algumas cenas e ouvir alguns sons tiveram muita dificuldade em compartilhar essas informações, ou mesmo se calaram. Paulo, por exemplo, certa vez declarou que “foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras indizíveis, que homem nenhum tem permissão para repetir” (2Co 12:4). Assim, ele nunca compartilhou o que viu e ouviu.

No entanto, outro apóstolo teve uma série de visões a respeito do futuro glorioso. Por seu intermédio, o Espírito de Deus nos revelou algumas coisas. João escreveu: “Vi novo céu e nova Terra […]. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus” (Ap 21:1, 2). Então, passou a dar detalhes sobre o lugar.

O texto para nossa reflexão se refere à nossa imaginação. Quando tentamos pensar no que Deus prometeu para aqueles que O amam, emperramos. Apesar de não termos os detalhes de que gostaríamos, todas as informações e promessas disponíveis revelam que será um lugar fantástico e muito desejável. Deus nos quer lá e está empenhado para que isso aconteça. Que nosso propósito de estar naquele lindo lar influencie nossas decisões e nossa conduta hoje.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-realidade-do-ceu/
https://youtu.be/D_672FmAmvc
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Salmos 13 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 13 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 13 – Os salmos são experiências h...