Devocional Diário - Descobertas da fé
24 de julho
O GRANDE CONFLITO
Ele, porém, lhes respondeu: “Um inimigo fez isso.” Mateus 13:28
Ao longo da história, filósofos e cientistas têm indicado evidências fantásticas de um planejamento inteligente no Universo. No século 18, o filósofo William Paley usou a analogia do relojoeiro. Ao comparar uma pedra a um relógio, ele concluiu que “o relógio requer um projetista que, em algum tempo e em algum lugar, deve ter existido. Um artífice, ou artífices, que o fez com o propósito para o qual descobrimos que ele realmente responde” (link.cpb.com.br/887fa9).
Simplificando, Paley argumentou que, da mesma forma que um relógio indica a existência de um relojoeiro que o fez, o mundo indica a existência de um Deus que o projetou. Essa ideia agradou aos religiosos e popularizou a Teologia Natural, que tenta provar a existência de Deus por meio de argumentos puramente racionais, vindos da observação da natureza.
O problema com essa abordagem, frequentemente utilizada por defensores do design inteligente, é que ela se abstém de recorrer a qualquer revelação especial ou sobrenatural, como as Escrituras Sagradas. Isso gera limitações e vulnerabilidades em sua proposta.
Assim, embora Paley professasse fé na Bíblia, suas ideias foram usadas por pensadores deístas que diziam que Deus existe, mas abandonou o mundo à própria sorte. Eles utilizaram a mesma analogia para argumentar que Deus criou o mundo, deu corda e foi embora.
Um pouco antes de Paley, o cético David Hume contestou as noções de design, lembrando que essa mesma natureza aparentemente “planejada” está repleta de monstruosidades e defeitos congênitos. Esse argumento ressurgiu no século 20 com a publicação do livro O Relojoeiro Cego, escrito por Richard Dawkins, que ironicamente contra-argumentou que, se há um Relojoeiro-Criador, Ele é muito ruim de serviço.
É por isso que, mesmo revelando a existência de Deus, o discurso da natureza será incompleto. Precisamos conhecer a revelação bíblica e sua história do grande conflito. Na parábola do joio, a expressão “um inimigo fez isso” resume a controvérsia cósmica, que explica muitas coisas. Estude esse assunto e veja o quadro completo. Acredite, o relojoeiro não é cego. O relógio é que não está exatamente como Ele planejou.
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-grande-conflito-3/
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quinta-feira, 24 de julho de 2025
terça-feira, 29 de agosto de 2023
O GRANDE CONFLITO
Meditação Diária
29 de agostoO GRANDE CONFLITO
Então ouvi uma voz forte no céu, proclamando: “Agora veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do Seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos [...].” Apocalipse 12:10
A visão que o apóstolo João apresenta em Apocalipse 12 é altamente simbólica e descreve algumas das principais cenas do grande conflito entre o bem e o mal. Inicialmente, o capítulo mostra os principais personagens do drama. Primeiro, João vê uma mulher envolta por muita luz, com uma coroa na cabeça e grávida, já em trabalho de parto (v. 1, 2). Essa figura representa a igreja, o povo de Deus. Ela é usada dezenas de vezes na Bíblia (cf. Is 54:5, 6; Ef 5:25).
Logo aparece ao lado dela um dragão, grande e vermelho. Suas ações e intenções são más. Sua cauda se movimenta e derruba a terça parte das estrelas, que caem na Terra. Ele aguarda o nascimento do Bebê para devorá-Lo (Ap 12:3, 4). O dragão é Satanás (v. 9), e as estrelas caídas são os anjos que o seguiram em sua rebelião contra Deus (cf. Ap 1:20). Por meio do Império Romano, na pessoa de Herodes, ele quis impedir que a Criança crescesse e cumprisse Sua missão neste mundo.
Então, nasceu o Menino prometido ao povo de Deus (Ap 12:5). Quem é Ele? Em toda a Bíblia, o único homem nascido em Israel que terá completo domínio sobre as nações (Ap 19:11-16) e que foi aos Céus e Se assentou junto ao trono de Deus é Cristo (Hb 7:22, 25; 8:1).
Os versos seguintes apresentam as batalhas entre o bem e o mal ao longo dos séculos e milênios, iniciando com a inimizade de Satanás contra o Filho de Deus e destacando a vitória alcançada por Cristo na cruz (Ap 12:7-9). Ali, as forças do mal foram vencidas de modo que uma voz forte proclamou: “Agora veio a salvação” (v. 10). Essa é uma animadora mensagem para nós. Sempre que Satanás lutou contra Cristo, ele sofreu amarga derrota. Isso ocorreu no Céu, no deserto e, especialmente, na cruz. Porque Cristo morreu em nosso lugar, a salvação nos pertence.
Além disso, quando o inimigo se insurge contra nós, podemos contar com a presença e o poder de Cristo em nossa vida, derrotando-o tantas vezes quantas forem necessárias. Confie hoje na promessa de Deus: “E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28:20).
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-grande-conflito/
https://youtu.be/riiqAOe1Z24
terça-feira, 5 de março de 2019
Pecado – Excessivamente Maligno
A Fé Pela Qual Eu Vivo
5 de março
Pecado – Excessivamente Maligno
A fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno. Rom. 7:13.
Com grande misericórdia, de acordo com o Seu caráter divino, Deus suportou longamente a Lúcifer. O espírito de descontentamento e desafeição nunca antes havia sido conhecido no Céu. Era um elemento novo, estranho, misterioso, inexplicável. O próprio Lúcifer não estivera a princípio ciente da natureza verdadeira de seus sentimentos; durante algum tempo receou exprimir a ação e imaginações de sua mente; todavia não as repeliu. Não via para onde se deixava levar. Entretanto, esforços que somente o amor e a sabedoria infinitos poderiam imaginar, foram feitos para convencê-lo de seu erro. Provou-se que sua desafeição era sem causa, e fez-se-lhe ver qual seria o resultado de persistir em revolta. Lúcifer estava convencido de que não tinha razão. Viu que “justo é o Senhor em todos os Seus caminhos, e santo em todas as Suas obras” (Sal. 145:17); que os estatutos divinos são justos, e que, como tais, ele os deveria reconhecer perante todo o Céu. … Quase chegou à decisão de voltar; mas o orgulho o impediu disto. …
Persistentemente defendeu sua conduta, e entregou-se amplamente ao grande conflito contra seu Criador. …
A rebelião de Satanás deveria ser uma lição para o Universo, durante todas as eras vindouras – perpétuo testemunho da natureza do pecado e de seus terríveis resultados. A atuação do governo de Satanás, seus efeitos tanto sobre os homens como sobre os anjos, mostrariam qual seria o fruto de se pôr de parte a autoridade divina. Testificariam que, ligado à existência do governo de Deus, está o bem-estar de todas as criaturas que Ele fez. Assim, a história desta terrível experiência com a rebelião seria uma salvaguarda perpétua para todos os seres santos, para impedir que fossem enganados quanto à natureza da transgressão, para salvá-los de cometer pecado, e de sofrerem sua pena. Patriarcas e Profetas, págs. 39, 40, 42 e 43.
O infinito valor do sacrifício exigido para nossa redenção, revela o fato de que o pecado é excessivamente maligno. Testimonies, vol. 6, pág. 66.
Meditação Matinal de Ellen White –A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 70
5 de março
Pecado – Excessivamente Maligno
A fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno. Rom. 7:13.
Com grande misericórdia, de acordo com o Seu caráter divino, Deus suportou longamente a Lúcifer. O espírito de descontentamento e desafeição nunca antes havia sido conhecido no Céu. Era um elemento novo, estranho, misterioso, inexplicável. O próprio Lúcifer não estivera a princípio ciente da natureza verdadeira de seus sentimentos; durante algum tempo receou exprimir a ação e imaginações de sua mente; todavia não as repeliu. Não via para onde se deixava levar. Entretanto, esforços que somente o amor e a sabedoria infinitos poderiam imaginar, foram feitos para convencê-lo de seu erro. Provou-se que sua desafeição era sem causa, e fez-se-lhe ver qual seria o resultado de persistir em revolta. Lúcifer estava convencido de que não tinha razão. Viu que “justo é o Senhor em todos os Seus caminhos, e santo em todas as Suas obras” (Sal. 145:17); que os estatutos divinos são justos, e que, como tais, ele os deveria reconhecer perante todo o Céu. … Quase chegou à decisão de voltar; mas o orgulho o impediu disto. …
Persistentemente defendeu sua conduta, e entregou-se amplamente ao grande conflito contra seu Criador. …
A rebelião de Satanás deveria ser uma lição para o Universo, durante todas as eras vindouras – perpétuo testemunho da natureza do pecado e de seus terríveis resultados. A atuação do governo de Satanás, seus efeitos tanto sobre os homens como sobre os anjos, mostrariam qual seria o fruto de se pôr de parte a autoridade divina. Testificariam que, ligado à existência do governo de Deus, está o bem-estar de todas as criaturas que Ele fez. Assim, a história desta terrível experiência com a rebelião seria uma salvaguarda perpétua para todos os seres santos, para impedir que fossem enganados quanto à natureza da transgressão, para salvá-los de cometer pecado, e de sofrerem sua pena. Patriarcas e Profetas, págs. 39, 40, 42 e 43.
O infinito valor do sacrifício exigido para nossa redenção, revela o fato de que o pecado é excessivamente maligno. Testimonies, vol. 6, pág. 66.
Meditação Matinal de Ellen White –A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 70
sábado, 18 de julho de 2015
Apocalipse 22 Comentários de Ted N C Wilson
Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica Apocalipse 22
Comentários de Ted N C Wilson
O puro rio da vida nunca cessa de fornecer bênçãos do trono de Deus (v. 1). Aonde Nancy e eu vivemos atualmente, temos uma maravilhosa água doce de poço. Eu só posso imaginar como será a água do céu, fluindo através da árvore da vida que produz doze frutos (v. 2). Sempre conversamos sobre que frutos serão esses. Tentamos definir os doze melhores frutos que mais gostamos. Eu incluiria o durian, minha esposa não. [NT: O durian é uma fruta originária da Malásia e Indonésia, de aparência que lembra um pouco a jaca, de tamanho menor, que tem um cheiro tão forte que em alguns lugares de Cingapura proíbem que seja comida em público.] Ficamos imaginando quais sabores estarão representados na Árvore da Vida.
Jesus nos lembra de Sua autoridade como o Alfa e o Ômega (v. 13), significando que Ele é eterno e o que Ele diz é fiel e verdadeiro. Ele faz questão que entendamos a nossa relação de salvação com Ele e total dependência de Sua graça em nossas vidas. Enquanto aguardamos a “bem-aventurada esperança” Ele nos adverte a não mudarmos nada em Suas mensagens.
Uma advertência urgente soa ao longo deste último capítulo da Bíblia – Jesus apela à nossos corações três vezes (vs. 7, 12, 20), nos dizendo que Ele está voltando logo – em breve! Adoremo-Lo de todo o coração, bebamos livremente da água da vida (v. 17) cheia de graça, e recebamos as bênçãos prometidas para a obediência. Aceitemos as promessas proféticas do Apocalipse.
Na última página do livro “O Grande Conflito” é nos dito de forma majestosa: “O grande conflito terminou. Pecado a pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz a alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas a inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.”
Ao lermos palavras tão sublimes somos levados a dizer: “Vem, Senhor Jesus!” (v. 20 ARA). Levantemo-nos, brilhemos e juntos proclamemos ao mundo que “Jesus está voltando!”
[NT: No original: “Arise! Shine!” and proclaim, “Jesus is coming!”, tema da 60ª Conferência Geral da IASD que se iniciou na quinta-feira, dia 02/07, em San Antonio, Texas].
Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/22/
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Apocalipse 21 Comentários de Ted N C Wilson
Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica Apocalipse 21
Comentários de Ted N C Wilson
O cenário é a promessa e a esperança de todos os cristãos: a vida eterna em um ambiente perfeito, o qual tornou-se possível graças ao poder redentor, restaurador e reconciliador de Jesus Cristo. O novo Céu e a nova Terra são as perspectivas finais do grande plano de Deus para o Novo Éden. O grande conflito terminará e o plano original de Deus para o Éden será completamente restaurado na Terra refeita. A parte mais fantástica disso é que Deus estará conosco – um segundo cumprimento da promessa de Emanuel – “Deus conosco” (Mt 1:23; cf. Is 7:14; 8:8, 10). Cristo tem estado conosco desde o início, como nosso Redentor na Terra, como nosso Sumo Sacerdote em Seu ministério no lugar santíssimo do santuário celestial e estará conosco como nosso Rei e companheiro constante (ver Mt 28:20).
A promessa mais reconfortante é que todas as lágrimas serão enxugadas e o pecado e a morte não mais existirão. A afirmação de Deus que “eu faço novas todas as coisas” (v. 5 ARA) é a confirmação de que a restauração foi definitiva. É humanamente impossível compreender como isso será feito. Apenas aceitamos pela fé que Deus, que é o princípio e o fim – que é eterno – tem o poder de realizar tudo o que é necessário para retornar o universo ao seu estado perfeito. O Espírito de Profecia (Manuscrito 28, 1886) indica, “Esta Terra é o lugar de preparação para o céu. O tempo gasto aqui é o inverno do cristão … Mas, num futuro próximo, quando Cristo vier, a tristeza e o gemido serão exterminados para sempre. Em seguida, virá o verão do cristão. Todas as dificuldades terão acabado e não haverá mais doença ou morte. “
É somente através da graça e méritos de Jesus Cristo, nosso precioso Salvador, que nossos nomes serão escritos no Livro da Vida do Cordeiro, e teremos acesso à Nova Jerusalém. Através de Sua justiça, comunicadas na justificação e santificação, teremos um lugar dentro da Cidade Santa com um “grande e alto muro com doze portas” (v. 12 NVI).
Estou muito animado a respeito dos planos eternos de Deus para nós. Acima de tudo, estou exultante porque o Cordeiro é “a lampada” (v. 23) que ilumina a Nova Jerusalém e estaremos em Sua presença para sempre!
Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/21/
terça-feira, 7 de julho de 2015
Apocalipse 12 Comentários de Garth Bainbridge
Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica Apocalipse 12
Comentários de Garth Bainbridge
De Apocalipse 12 em diante, somos apresentados aos principais personagens do conflito entre o bem e o mal e tomamos conhecimento do destino de cada um deles. De um lado encontramos o triunvirato perverso do dragão, da besta e do falso profeta, apoiado pelos reis e habitantes do mundo; do outro lado vemos o Cordeiro, “os seguidores do Cordeiro”, “uma mulher vestida de sol”, “o remanescente”, e os “144.000”. A despeito das probabilidades, o Cordeiro triunfa sobre a Besta e os remanescentes compartilham de sua vitória.
Os versos centrais do livro de Apocalipse são 12:7-12 (há 200 versículos antes e 198 versículos após essa parte). Eles contêm uma revelação surpreendente e uma declaração triunfante. A revelação está no verso 7: “E houve guerra no céu.” Essa deve ser classificada como uma das admissões mais surpreendentes das Escrituras. Na presença de Deus, na casa do Príncipe da Paz, no último lugar que seria de se esperar, houve guerra! O mal nasceu no lugar mais sagrado do universo. Os próprios filhos de Deus se tornaram rebeldes. Um terço dos anjos desconfiou do Seu amor e desprezou a Sua autoridade, lançando a sorte com o dragão.
A declaração triunfante vem nos versos 10-11, em meio a uma cena de julgamento: “Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram” (NVI). No centro do livro do Apocalipse, no centro do turbilhão do conflito cósmico, é plantada a cruz do Calvário. A autoridade de Cristo para nos salvar de acusações de Satanás, verdadeiras como possam ser, está estabelecida em Seu sangue derramado. Não temos nenhum outro argumento contra as acusações. Não podemos desculpar nossos pecados; não podemos minimizá-los; não podemos apagar a lista de nossos erros pelas coisas boas que fazemos. Tudo o que podemos fazer é dar o nosso testemunho pessoal a respeito da morte de Jesus por esses pecados (cf. Rm 10:10). Isso é tudo o que sempre teremos a nosso favor; mas, graças a Deus, isso é tudo o que realmente precisamos.
Garth Bainbridge
Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/12/
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