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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

A mulher x dragão - Apocalipse 12

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Apocalipse 12

Comentário Pr Heber Toth Armí

Você se lembra do livro de Apocalipse 5? Ele não é o mesmo do capítulo 10! O livrinho aberto aponta para as profecias inteligíveis de Daniel entendidas no tempo do fim, o que ocorreu desde 1840. E quanto ao livro esplendoroso selado com sete selos?

Observe estes tópicos extraídos de Ranko Stefanovic:

• Prólogo (Apocalipse 1:1-8);

• As mensagens às 7 igrejas (Apocalipse 1:9-3:22);

• A abertura do livro selado (Apocalipse 4-11);

• O conteúdo do livro com 7 selos (Apocalipse 12:1-22:5);

• Epílogo (Apocalipse 22:6-21).

O capítulo 12 é introduz o conteúdo do livro selado. Jacques B. Doukhan destaca: Após apresentar “as densas tormentas da história da igreja, as nuvens agora se dissipam para revelar as cores da esperança (Mateus 16:2). Ao dragão da terra, que ataca à mulher (primeiro sinal, Apocalipse 12), e convoca às forças do mar e da terra (segundo e terceiro sinal, Apocalipse 13), lhe respondem, desde os céus que ainda ressoam com hinos de esperança (interlúdio, Apocalipse 14:1-5), três anjos que portam a mensagem de esperança (quarto, quinto e sexto sinais, vs. 6-13). Ao término deste triple clamor, a presença de Deus invade os céus (sétimo sinal, Apocalipse 14 a 20).

Observe estas verdades extraídas do capítulo 12:

• A mulher representa a igreja. Por ser pura, ela representa a igreja verdadeira. Essa igreja foi o povo judeu, de onde nasceu o Messias através de Maria. As dores de parto referem aos muitos desafios vividos pelo menino Jesus, como a fuga ao Egito para não ser morto por Herodes (vs. 1-2).

• O dragão representa ao diabo, o qual levou a terça parte dos anjos de Deus para suas ideologias quando foi expulso do Céu por promover a guerra naquele ambiente perfeito. Por isso, ao nascer Jesus para salvar a humanidade, Satanás O atacou de todas as formas; contudo, Jesus venceu (vs. 3-5);

• Como Satanás não conseguiu nada com Cristo, focou na mulher: A igreja instituída por Cristo. Entretanto, as providências divinas não permitiram a derrota da igreja (vs. 6-17).

Sabendo que falta pouco tempo para seu fim, Satanás atira toda sua ira contra a igreja verdadeira no tempo do fim. Esta igreja tem suas características no versículo 17; e seus membros vencem pelo sangue do Cordeiro, pela Palavra e, pelo testemunho. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 14 de julho de 2015

Apocalipse 19 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 19
Comentários  de  Garth Bainbridge

Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de “aleluias” brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como “o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso” (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque “chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou” (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que “foi-lhe dado linho fino, … os atos justos dos santos” (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.

A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20).

Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de “Fiel e Verdadeiro” (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, “em Sua cabeça há … um nome que só ELe conhece, e ninguém mais” (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.

Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália


sábado, 11 de julho de 2015

Apocalipse 16 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 16
Comentários  de  Garth Bainbridge

A descrição das sete últimas pragas não é o tipo de histórias que a gente costuma contar para os filhos dormirem. O livro do Apocalipse utiliza com frequência a linguagem simbólica, mas os efeitos dessas pragas serão muito reais e terrivelmente desastrosos. João viu as pragas serem direcionadas especificamente sobre aqueles “que tinham a marca da besta e adoravam a sua imagem” (16:2 NVI). Apocalipse 18:4 indica que essas pragas estão destinadas à Babilônia do tempo do fim e resultarão em sua queda.

Quatro das pragas são semelhantes às que caíram sobre o Egito, e as duas últimas estão relacionadas com Babilônia. Elas nos lembram do êxodo do povo de Deus do Egito para a Terra Prometida e de sua libertação da Babilônia para voltarem à sua pátria. Essas pragas do tempo do fim preparam o caminho para os santos de Deus serem libertados dos seus inimigos e transportados para o seu eterno lar. No meio de tudo isso, Jesus diz: “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (16:16 ARA). Quando as pragas chegam, estamos vestidos com a justiça de Jesus, prontos para irmos para casa.

Em um último esforço para vencer a batalha pelo controle do mundo, as forças da escuridão – o dragão, a besta e o falso profeta – se unem para conquistar o apoio dos chefes de Estado. Essa aliança internacional tem como alvo o Cordeiro e seus seguidores na batalha do Armagedom. Mas “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (17:14 ARA). Por conseguinte, a tríplice união se desintegra e as capitais das nações e os governos entram em colapso (16:19). Os atos finais do julgamento incluem um terremoto sem precedentes e granizos enormes caem dos céus. Nesse momento, uma voz vinda do trono de Deus pronuncia: “Está feito”, ecoando o poderoso grito do Calvário: “Está consumado”.

Os santos do fim dos tempos que sobrevivem as pragas encontrarão neste período grande encorajamento no Salmo 91. Ele faz referência às pragas e a punição dos ímpios: “Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia” (Salmo 91:5 ARA). Aqueles que fazem de Jesus, hoje, o seu Salvador e refúgio, nada não têm a temer quanto ao futuro.

Garth Bainbridge
Australia


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Apocalipse 13 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 13
Comentários  de  Garth Bainbridge

Apocalipse 13 nos apresenta a ascensão de uma nova trindade, uma paródia da Divindade.

    – O dragão é Satanás, cuja ambição original era ser “semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14);

    – A besta do mar (vs. 1-8) imita a Cristo: fatalmente ferida, se levanta novamente, recebendo autoridade, poder e um trono do dragão, com autoridade sobre as nações por 42 meses (3 ½ anos). No entanto, ele não é outro senão o blasfemo anticristo;

    – A besta da terra (vs. 11-18) imita a atividade do Espírito Santo, fazendo descer fogo do céu e realizando sinais miraculosos. Assim como o Espírito aponta para Jesus, esta besta aponta para o anticristo. Em Apocalipse 19:20 ela é chamada de o falso profeta, afirmando falar em nome de Deus, mas realmente falando em nome de outro, parecendo um cordeiro, mas falando como o dragão.

Ao longo deste Eixo do Mal e em seus seguidores está o número da besta, o notório 666. A numerologia judaica considerava o número 7 como o número da perfeição e da plenitude. O número de Deus o replicaria três vezes, chegando a 777, refletindo Sua absoluta perfeição e superioridade. O sétimo dia da semana homenageia o Deus único e verdadeiro. Mas aqui temos uma paródia de Deus, uma besta de sete cabeças e um nome de blasfêmia em cada cabeça. Seis é o “número do homem” (v. 18 NVI), tendo em vista que o homem foi criado no sexto dia. O número da besta, um 6 triplicado, reflete as tentativas do homem de subir ao lugar de Deus, apesar de sua depravação absoluta. Tanto Paulo (2 Ts 2:4) quanto João (1 Jo 2:18-19) fala deste anticristo se levantando dentro da igreja. Mas vestes religiosas não santificam o orgulho humano e a ambição profana. Nem concedem permissão para perseguir aqueles que discordam deles.

O anticristo prega um falso evangelho e defende leis antibíblicas em nome de Deus. Todo “evangelho” que nega ou diminui a verdade central da salvação através de Jesus é um falso evangelho e é carimbado com o temido 666. Qualquer coisa que pretenda adicionar algo ao mérito de Jesus, nosso Salvador, na esperança de que Deus o aceite como nossa contribuição, recebe a mesma marca. Para receber o selo da aprovação de Deus, devemos viver pelo hino que diz: “Minha esperança é construída sobre nada menos do que sangue e justiça de Jesus.” (Edward Mote)

Garth Bainbridge
Sidney, Austrália


terça-feira, 7 de julho de 2015

Apocalipse 12 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 12
Comentários  de  Garth Bainbridge

De Apocalipse 12 em diante, somos apresentados aos principais personagens do conflito entre o bem e o mal e tomamos conhecimento do destino de cada um deles. De um lado encontramos o triunvirato perverso do dragão, da besta e do falso profeta, apoiado pelos reis e habitantes do mundo; do outro lado vemos o Cordeiro,  “os seguidores do Cordeiro”, “uma mulher vestida de sol”, “o remanescente”, e os “144.000”. A despeito das probabilidades, o Cordeiro triunfa sobre a Besta e os remanescentes  compartilham de sua vitória.

Os versos centrais do livro de Apocalipse são 12:7-12 (há 200 versículos antes e 198 versículos após essa parte). Eles contêm uma revelação surpreendente e uma declaração triunfante. A revelação está no verso 7: “E houve guerra no céu.” Essa deve ser classificada como uma das admissões mais surpreendentes das Escrituras. Na presença de Deus, na casa do Príncipe da Paz, no último lugar que seria de se esperar, houve guerra! O mal nasceu no lugar mais sagrado do universo. Os próprios filhos de Deus se tornaram rebeldes. Um terço dos anjos desconfiou do Seu amor e desprezou a Sua autoridade, lançando a sorte com o dragão.

A declaração triunfante vem nos versos 10-11, em meio a uma cena de julgamento: “Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram” (NVI). No centro do livro do Apocalipse, no centro do turbilhão do conflito cósmico, é plantada a cruz do Calvário. A autoridade de Cristo para nos salvar de acusações de Satanás, verdadeiras como possam ser, está  estabelecida em Seu sangue derramado. Não temos nenhum outro argumento contra as acusações. Não podemos desculpar nossos pecados; não podemos minimizá-los; não podemos apagar a lista de nossos erros pelas coisas boas que fazemos. Tudo o que podemos fazer é dar o nosso testemunho pessoal a respeito da morte de Jesus por esses pecados (cf. Rm 10:10). Isso é tudo o que sempre teremos a nosso favor; mas, graças a Deus, isso é tudo o que realmente precisamos.

Garth Bainbridge
Australia




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