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sábado, 16 de agosto de 2025

Crer para ver?

 Devocional Diário - Descobertas da fé

16 de agosto

CRER PARA VER

Jesus lhe disse: “Você creu porque Me viu? Bem-aventurados são os que não viram e creram.” João 20:29

O título de hoje parece contraditório. O comum é “ver para crer”, conforme a filosofia de Tomé. No entanto, Jesus inverte essa lógica em um diálogo com Marta: “Eu não disse a você que, se cresse, veria a glória de Deus?” (Jo 11:40). Aqui, o crer vem antes do ver.

Muitos acham que, se o Senhor realizasse um evento sobrenatural à vista de todos, ninguém duvidaria de Sua existência. Bastaria escrever nas nuvens: “Eu existo”, e os ateus passariam a crer Nele. Será?

Os milagres de Moisés não levaram o faraó ao arrependimento, e a abertura do Mar Vermelho não impediu o povo de adorar o bezerro de ouro, mesmo tendo ocorrido diante do Sinai fumegante. Definitivamente, atos sobrenaturais não levam à conversão. Pelo contrário, quando são usados pelo inimigo, conduzem ao engano. Lembre-se de que o diabo também pode fazer descer fogo do céu para enganar, se possível, os próprios eleitos.

Ao contrário do que sugere o senso comum, o conselho de Deus é priorizarmos a fé acima daquilo que vemos. Sabe por quê? Talvez a resposta esteja na neurologia. Os especialistas dizem que nossa mente tem uma tremenda capacidade de nos enganar e o faz o tempo todo.

Desde memórias da infância até imagens registradas no dia a dia, o que as pessoas veem e sentem quase nunca corresponde à realidade. Eu sei que parece loucura afirmar isso, mas é verdade. Nosso mundo se assemelha mais a uma sala repleta de imagens refletidas em espelhos. Elas parecem reais, mas não passam de ilusões criadas pelos nossos neurônios.

Os olhos, por exemplo, por estarem em movimento, captam apenas pedaços do cenário que são costurados numa única imagem. Nesse processo, existem cantos vagos e lacunas de informação do ambiente que são literalmente complementados pela imaginação. Por isso, algumas lem-
branças não correspondem exatamente ao que aconteceu de fato.

Nesse sentido, Deus nos deu o dom da fé, uma “ferramenta” espiritual que possibilita, sem devaneios, a crença em algo independentemente do que nossos olhos nos mostrem. Por isso, Hebreus 11:1 fala da fé como “a convicção de fatos que não se veem”. Acredite, Deus não é um delírio, e, se não fosse a fé, aí sim, viveríamos em um mundo de ilusões.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/crer-para-ver-2/

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

CUIDADO COM EM QUE ACREDITA

 Devocional Diário - Descobertas da fé

14 de fevereiro

CUIDADO COM EM QUE ACREDITA

Você crê que Deus é um só ? faz muito bem! Até os demônios creem e tremem. Tiago 2 19

Como vimos ontem, a fé não é um dom exclusivo dos filhos de Deus demonios podem manifestá-la. No entanto, essa fé se diferencia da fé salvadora. Pode ser apenas uma predisposição para acreditar em qualquer coisa, seja em Deus ou na previsão do tempo. Por exemplo, alguém pode dizer "Desisti de ir à praia porque a meteorologia disse que vai chover", ou "Viajei tranquilo porque confiei no mecânico". Observe que nenhuma dessas demonstrações de confiança contradiz necessariamente a fé em Deus.

Entretanto, existem crenças extremamente perigosas, seja para dissipar potencialidades, como as crenças limitantes, ou para conduzir à morte. Li certa vez sobre pessoas que morreram por acreditar em perigos imaginários: um sujeito morreu picado por uma cobra não venenosa, e um motorista congelou em um freezer desligado.

O caso mais dramático foi o de um jovem desafiado pelos colegas a passar uma noite no cemitério. Na manhã seguinte, foi encontrado morto, enroscado em um galho de árvore que adentrava sua camisa. A causa foi infarto, mas, considerando sua idade e a falta de um histórico cardíaco, fico imaginando o que passou em sua mente quando sentiu aquele "braço" entrando pelo colarinho.

llusões matam, desde que se acredite nelas. Por isso, o diabo não quer fazer de você um descrente, muito menos um crente racional; ele quer torná-lo um crédulo ingênuo, capaz de sucumbir diante das tolices que a ilusão proporciona, convencendo-o de que são reais.

A fé genuína em Deus pode ter a função adicional de proteger e libertar das crendices ilusórias deste mundo. Chesterton afirmava que, "quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa". Basta olhar ao redor para constatar quantos de nossos irmãos "descrentes" acreditam devotamente no Estado, na política, no horóscopo, no cosmos, na ufologia, nas ideologias, nas vãs filosofias e, por fim, em si mesmos.

Enquanto a fé verdadeira liberta o ser humano, suas próprias conνίcções podem aprisioná-lo, conforme alertou Nietzsche, um cético que acreditava na ilusão da morte de Deus. Paradoxal, não é mesmo? Diante desse cenário, é pre ciso refletir: Sua fé está inteiramente depositada em Deus e em Sua Palavra?

https://mais.cpb.com.br/meditacao/crencas-perigosas/

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

CRENÇAS QUE LIMITAM

 Devocional Diário - Descobertas da fé

13 de janeiro

CRENÇAS QUE LIMITAM

Se você se mostra fraco no dia da angústia, é porque a sua força é pequena. Provérbios 24:10

Você já sucumbiu à ansiedade e não enfrentou um problema? Sabia que isso pode ser sinal de uma limitação psicológica que impede Deus de agir plenamente em sua vida? Há pessoas que confundem o fato de que somos pó (Sl 103:14) com uma restrição doentia que nos impede de crescer na vida.

Além da natureza pecaminosa, contra a qual lutamos, existem crenças limitantes que levam à inatividade e apatia, inclusive espiritual. Essas crenças se formam na infância e se desenvolvem ao longo da vida, impedindo-nos de crescer em algum aspecto de nossa relação pessoal, social, profissional ou até mesmo em nossa comunhão com Deus.

São pensamentos impositivos que o inconsciente armazenou como verdades absolutas formadoras de nossa personalidade. Eles podem ir desde a criança rejeitada, que busca no sofrimento compensar a falta de amor materno, até aos que estimulam a dor alheia para saciar questões mal resolvidas. Em ambos os casos, a crença limitante leva o sujeito a inibir realizações próprias ou de pessoas com quem convive.

O medo da perda faz um pai “castrar” o crescimento do filho, e a crença do “não mereço” sabota a felicidade de uma mãe. Os exemplos beiram as bordas do infinito e ocorrem de forma prolongada e inconsciente. Mas eu tenho uma boa notícia. João 16:13 diz que o Espírito Santo nos conduz a toda verdade, inclusive àquela que diz respeito a nós mesmos.

Isso significa que, além de salvar, Deus pode despertar a consciência sobre o que nos aprisiona em um mundo de neuroses. Basta aceitar a cura. O problema é que crescer dói, e nem todos querem a dor de serem curados.

Ao dizer que o filho não levará a culpa de seus pais (Ez 18:20), Deus declara que você não precisa ser refém do enredo que outros escreveram. O diabo usa traumas para aprisionar a alma, mas Cristo é especialista em exorcizar demônios do passado.

Deus quer salvar integralmente nosso corpo, alma e espírito (1Ts 5:23), o que implica dizer que salvação também é terapia. Assim como Ele transforma o espírito no batismo e transformará o corpo por ocasião da volta de Cristo, também cura traumas no processo de santificação. Portanto, entregue-se à terapia de Deus; Ele quer ver você feliz.

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sábado, 26 de junho de 2021

Crede E Estareis Seguros

MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 DE JUNHO, SÁBADO

CREDE E ESTAREIS SEGUROS

Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis. 2 Crônicas 20:20

O texto bíblico de hoje é muito conhecido, mas qual é o seu contexto? Essas palavras foram proferidas por Josafá, o quarto rei de Judá. O relato a seu respeito é de total confiança em Deus. Em 2 Crônicas 17:4 lemos o seguinte: “Antes, procurou ao Deus de seu pai e andou nos Seus mandamentos e não segundo as obras de Israel”. Ele não permitiu que o mau procedimento de grande parte de sua nação o influenciasse nem que isso fosse efetuado por estrangeiros, como os egípcios ou os filisteus. Seguiu um caminho que acreditava ser a vontade de Deus.

Josafá fortaleceu todas as partes do reino promovendo conferências bíblicas em que a lei era cuidadosamente ensinada ao povo. Achava-se preparado para qualquer crise, mas não confiou em seu exército bem disciplinado quando surgiram problemas. Com efeito, certa vez, quando o inimigo invadiu Judá, o rei convocou toda a nação para um período de jejum e oração. Devido a essa atitude, um profeta transmitiu ao povo estas palavras: “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus” (2Cr 20:15). Bem cedo de manhã, no dia seguinte, ao se dirigirem à batalha, Josafá proferiu as memoráveis palavras de nosso texto para hoje. Depois disso, ele fez algo contrário a toda estratégia militar: ordenou cantores para o Senhor, que louvassem a beleza da santidade divina. Esses cantores marcharam à frente do exército, erguendo a voz em louvor a Deus. O Senhor concedeu a Seu povo uma estupenda vitória nesse dia.

O mesmo Deus que ajudou Josafá está pronto a ajudar Sua igreja e a cada um de nós individualmente. Mas os mesmos princípios ainda vigoram no tempo presente. Crer em Deus e em Seus profetas traz prosperidade.

Tenho observado pessoalmente que nossa obra progride nos países em que a Bíblia e o Espírito de Profecia não são postos em dúvida. Tenho notado a mesma coisa em indivíduos e famílias. Mostre-me um lar em que seus membros creem inteiramente na revelação divina e mostrarei um lar que prospera. Crer e obedecer significa sucesso.

Robert Spangler, 16/8/1978

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Graça para um cético

MEDITAÇÃO DIÁRIA

11 DE MAIO
Graça para um cético

E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as Minhas mãos; chega também a mão e põe-na no Meu lado; não sejas incrédulo. João 20:27

Não sabemos muito a respeito das origens de Tomé. Ele foi um dos doze discípulos de Jesus, e o nome “Dídimo”, que talvez fosse seu apelido, indica que era gêmeo com outro irmão ou irmã. Embora apareça em todas as listas de discípulos nos evangelhos, o evangelho de João fala mais vezes a respeito dele.

A mais comentada característica desse discípulo é seu ceticismo, talvez resultado de uma personalidade arredia, pessimista, amuada, teimosa, tímida e melancólica. Apesar disso, como todo ser humano, tinha também suas virtudes. Embora tivesse permitido “que a desconfiança e a incredulidade tomassem posse da mente e do coração”, Tomé “amava ardentemente o Senhor” (Ellen White, O Desejado de Todas as Nações, p. 807). Nas várias referências de João a esse discípulo, ele é apresentado revelando determinação, anseio de conhecimento e lealdade para com o Mestre.

Certa ocasião, Jesus e os discípulos haviam passado pela Judeia, onde Cristo foi ameaçado de apedrejamento. Já estavam longe quando receberam a informação sobre a enfermidade e morte de Lázaro. A disposição de Jesus em voltar para a Judeia foi contestada pelo grupo temeroso de mais ameaças, menos por Tomé: “Vamos também nós para morrermos com Ele” (Jo 11:16), disse. “A ideia de viver sem Jesus não era nada agradável para Tomé. Morreria com seu Mestre, porque não poderia viver sem a companhia Dele.

Entretanto, seu comportamento diante da ressurreição de Cristo o estigmatizou como descrente. Ausente do reencontro do Senhor com o restante do grupo, foi informado disso e resolveu que não creria (Jo 20:24, 25). Na semana seguinte, Jesus reapareceu, e Tomé estava lá. Conhecedor do coração de Seu discípulo, o Senhor lhe ofereceu as provas que havia pedido. A melancolia, o pessimismo, a teimosia e o ceticismo cederam à crença: “Senhor meu e Deus meu!”, exclamou o discípulo.

Tomé não foi descartado por Jesus. Foi alvo de Sua compaixão. No Pentecostes, lá estava recebendo a plenitude do Espírito Santo. Consta que ele levou o evangelho à Índia, e lá teria sido martirizado. Estou seguro de que o destaque da vida de Tomé não deve ser o ceticismo, mas a graça que o transformou.

Não duvide, essa graça também pode transformar sua vida neste dia.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

segunda-feira, 24 de junho de 2019

A Morte Tragada na Vitória

A Fé Pela Qual Eu Vivo
24 de junho
A Morte Tragada na Vitória


Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados, não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. 2Coríntios 5:4.

Doador da vida vem para quebrar as cadeias da sepultura. Ele trará para fora os cativos e proclamará: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 430.

Em parte alguma nas Escrituras Sagradas se encontra a declaração de que é por ocasião da morte que os justos vão para a sua recompensa e os ímpios ao seu castigo. Os patriarcas e profetas não fizeram tal afirmativa. Cristo e Seus apóstolos não fizeram sugestão alguma a esse respeito. A Bíblia claramente ensina que os mortos não vão imediatamente para o Céu. Eles são representados como estando a dormir até à ressurreição (1Tessalonicenses 4:14; Jó 14:10-12.) No mesmo dia em que se quebra a cadeia de prata, e se despedaça o copo de ouro (Eclesiastes 12:6), perecem os pensamentos dos homens. Os que descem à sepultura estão em silêncio. Não mais sabem de coisa alguma que se faz debaixo do Sol (Jó 14:21.) Bendito descanso para o justo cansado! Seja longo ou breve o tempo, não é para eles senão um momento. Dormem, e são despertados pela trombeta de Deus para uma imortalidade gloriosa. “Porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. … Quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória” (1Coríntios 15:52-54). Ao serem eles chamados de seu profundo sono, começam a pensar exatamente onde haviam parado. A última sensação foi a agonia da morte, o último pensamento o de que estavam a cair sob o poder da sepultura. Ao se levantarem da tumba, seu primeiro alegre pensamento se expressará na triunfante aclamação: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” (1Coríntios 15:55). O Grande Conflito, págs. 549 e 550.

As agonias da morte foram as últimas coisas que eles sentiram. …

Quando eles acordarem, todo o sofrimento terá passado. … As portas da cidade de Deus se revolvem sobre seus gonzos, … e os resgatados de Deus entram pelo meio de querubins e serafins. Cristo lhes dá as boas-vindas e põe Sua bênção sobre eles: “Muito bem, servo bom e fiel; … entra no gozo do teu Senhor” (Mateus 25:21). Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 431.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 181

terça-feira, 18 de junho de 2019

O Estado do Homem na Morte

A Fé Pela Qual Eu Vivo
18 de junho
O Estado do Homem na Morte


Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Até o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Ecl. 9:5 e 6.

A teoria da imortalidade da alma foi uma das falsidades que Roma tomou emprestadas do paganismo, incorporando-a à religião da cristandade. Martinho Lutero classificou-a entre as “monstruosas fábulas que fazem parte do monturo romano dos decretos”. … Comentando as palavras de Salomão no Eclesiastes, de que os mortos não sabem coisa nenhuma, diz o reformador: “Outro passo provando que os mortos não têm. … sentimento. Não há ali”, diz ele, “deveres, ciência, conhecimento, sabedoria. Salomão opinou que os mortos estão a dormir, e nada sentem absolutamente. Pois os mortos ali jazem, não levando em conta nem dias nem anos; mas, quando despertarem, parecer-lhes-á haver dormido apenas um minuto.” O Grande Conflito, pág. 549.

O mártir Tyndale, referindo-se ao estado dos mortos, declarou: “Confesso abertamente que não estou persuadido de que eles já estejam na plena glória em que Cristo Se acha, ou em que estão os anjos eleitos de Deus. Tampouco é isto artigo de minha fé; pois, se assim fosse, não vejo nisto senão que o pregar a ressurreição da carne seria coisa vã.” O Grande Conflito, pág. 547.

Segundo a crença popular, os remidos no Céu estão a par de tudo que ocorre na Terra, e especialmente da vida dos amigos que deixaram após si. Mas como poderia ser fonte de felicidade para os mortos o saberem das dificuldades dos vivos? … E quão revoltante não é a crença de que, logo que o fôlego deixa o corpo, a alma do impenitente é entregue às chamas do inferno! Em quão profundas angústias deverão mergulhar os que vêem seus amigos passarem à sepultura sem se acharem preparados, para entrar numa eternidade de miséria e pecado! Muitos têm sido arrastados à insanidade por este inquietante pensamento. O Grande Conflito, pág. 545.

Cristo apresenta a morte, para Seus filhos crentes, como um sono. Sua vida está escondida com Cristo em Deus, e até que soe a última trombeta, os que morrem dormirão nEle. O Desejado de Todas as Nações, pág. 527.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 175

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Como superar o medo (2) MD-Salmo 27:3

Meditação Diária
Como superar o medo (2)
Ainda que um exército me cercasse, o meu coração não temeria (Salmo 27:3).

Enquanto as pessoas excluírem Deus de suas vidas é impossível serem livres do medo. A maioria, inclusive os ateus, sente no fundo de sua alma que Deus existe e que é Todo-poderoso. Sente também que O tem negligenciado de maneira irresponsável e isso gera, mesmo que inconscientemente, temor e desconforto.

A Bíblia diz que “também os demônios o creem  e estremecem” (Tiago 2:19). A ideia de que Deus existe é uma fonte de medo perene para cada criatura que não está em harmonia com Ele.

Medo é um sentimento nefasto que nos assalta quando corremos perigo ou somos ameaçados. Não importa se tais perigos e ameaças são autênticos ou imaginários, o pavor é sempre muito real. Quem pensa estar em perigo se torna tão vulnerável quanto quem de fato está.

A apreensão e a preocupação são diferentes dimensões do medo. A primeira é a expectativa de um desastre iminente e incontrolável que pode nos atingir a qualquer momento; a segunda se relaciona à busca frenética de uma solução, porém ambas minam nossa energia e paz de espírito. Assemelham-se às ervas daninhas que crescem em meio às flores do jardim.

Como o rei Davi, autor do versículo acima, lidava com os medos dele? Ele tinha uma fórmula bastante simples: confiança em Deus.

Experimente Jesus através da leitura e meditação diária da Palavra de Deus, desfrute de suas promessas e tenha uma vida  renovada e vitoriosa.

Salmos 38 Comentário

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