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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O preço da rebelião

 

O preço da rebelião e a dor de um pai
2 Samuel 18 – Comentários

Tema central
A vitória que traz dor, as consequências das escolhas e o conflito entre justiça, liderança e sentimentos pessoais.

Contexto
O capítulo 18 descreve a batalha entre os homens de Davi e o exército de Absalão. Apesar da rebelião do filho, Davi demonstra profundo amor paternal, ordenando que Absalão fosse tratado com brandura. Deus concede a vitória a Davi, mas o triunfo é marcado por tristeza, revelando que nem toda vitória externa traz alegria interior.

Principais pontos do capítulo

1. Organização e liderança de Davi (vv. 1–5)
Davi demonstra maturidade ao organizar o exército e ouvir seus comandantes. Mesmo afastado do campo de batalha, ele exerce liderança sábia e responsável. Sua ordem clara — poupar Absalão — revela um coração paterno, embora essa decisão entre em tensão com a justiça necessária ao reino.

2. A derrota de Absalão (vv. 6–8)
A batalha ocorre na floresta de Efraim, onde o próprio ambiente se torna instrumento de derrota para os rebeldes. O texto afirma que “a floresta consumiu mais gente do que a espada”, mostrando que Deus luta pelas causas justas e governa sobre todas as circunstâncias.

3. A morte de Absalão (vv. 9–15)
Absalão fica preso pelos cabelos em um carvalho, símbolo irônico de sua vaidade e orgulho. Joabe, contrariando a ordem de Davi, executa Absalão. Aqui vemos o choque entre a misericórdia pessoal do rei e a necessidade de restaurar a ordem no reino.

4. O fim do memorial de Absalão (vv. 16–18)
Absalão havia erguido um monumento para perpetuar seu nome, mas termina enterrado sob um monte de pedras. A glória humana é passageira; somente o que é feito segundo a vontade de Deus permanece.

5. As notícias ao rei (vv. 19–33)
A ansiedade de Davi ao aguardar notícias e sua reação ao saber da morte do filho revelam um coração quebrantado. A famosa lamentação — “Meu filho Absalão!” — mostra que, embora fosse rei e vencedor, Davi continuava sendo pai.

Lições espirituais
▪︎O orgulho e a rebelião sempre conduzem à queda, mesmo quando parecem bem-sucedidos por um tempo.
▪︎Nem toda vitória externa significa paz interior; vitórias sem restauração trazem dor.
▪︎Deus é soberano e pode usar até circunstâncias naturais para cumprir Seus propósitos.
▪︎A glória pessoal não substitui a obediência a Deus.
▪︎O amor de um pai pode coexistir com a necessidade de disciplina e justiça.

Aplicação prática
Examine o coração: há orgulho, rebeldia ou vaidade que precisam ser entregues a Deus? Aprenda a confiar na justiça divina, mesmo quando as situações ferem emocionalmente. Busque alinhar sentimentos pessoais com a vontade de Deus, pedindo sabedoria para lidar com conflitos difíceis.
💌 t.me/bibliaG

sábado, 24 de janeiro de 2026

2 Samuel 16 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Samuel 16
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 16 – Sempre haverá aliados para quem pratica o mal, tanto quanto para quem pratica o bem.

A polarização existe desde a entrada do pecado. Eva acusou Adão de seu próprio pecado. Caim tornou-se rival de Abel, matando-o injustamente. Antes disso, Lúcifer tornou-se Satanás por intentar usurpar o trono de Deus; para tal propósito, conseguiu a terça parte dos anjos santos de Deus como seus aliados (Apocalipse 12:4).

Em II Samuel 16, Davi fugia do próprio filho – Absalão – que intentava usurpar seu trono. Até mesmo os súditos de Davi se aliaram a Absalão. Ambos tiveram aliados:

• Ziba mentiu para Davi (II Samuel 16:1-4; 19:24-30).
• Simei Amaldiçoou Davi, contrariando a lei (II Samuel 16:9-14; Êxodo 22:28).
• Aitofel aconselhou Absalão a praticar sexo em público com as concubinas de Davi, seu pai (II Samuel 16:15-23).
• Husai estava a favor de Davi – o rei instituído por Deus; e, discretamente contra Absalão e seus aliados.

Chama-nos a atenção o último versículo deste capítulo: “Naquela época, tanto Davi como Absalão consideravam os conselhos de Aitofel como se fossem a palavra do próprio Deus”.

Quem foi Aitofel?

Aitofel era avô de Bate-Seba. Embora seus conselhos fossem considerados sábios, seu nome significava “irmão de conversa tola”. Obviamente havia nele uma tensão entre tolice e sabedoria além da teoria. Ele fora conselheiro de Davi, depois tornou-se conselheiro de Absalão contra Davi. Na verdade, ele traiu o rei instituído por Deus para ficar a favor do usurpador do trono (II Samuel 15:1-37). Sua suposta sabedoria falhou quando escolheu aliar-se a Absalão (II Samuel 16:15).

Sabedoria desprovida da revelação de Deus torna-se tolice!

“Embora as atitudes de Aitofel indiquem a instabilidade geral em que se encontrava o reino de Davi naqueles dias, ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei”. Sendo Bate-Seba sua neta, “a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias [seu genro]. Ele, entretanto, nasceu num ambiente de instabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resultado de sentimento geral de deslealdade sentido por muitos, no declinante reino de Davi”, explica Simon Vibert.

Aitofel evidencia que não é confiável todo aquele que é considerado sábio, ainda que suas palavras sejam avaliadas como do próprio Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

“A Rebelião de Absalão e a Dor de Davi”

 📖 2 Samuel 15 - Comentários

“A Rebelião de Absalão e a Dor de Davi”

Contexto Geral
O capítulo 15 de 2 Samuel descreve o início da rebelião de Absalão contra seu pai, o rei Davi. Após ser reintegrado a Jerusalém, Absalão passa a agir de maneira estratégica e enganosa, conquistando o coração do povo por meio de promessas vazias e críticas veladas ao governo do rei.
Usando um falso pretexto religioso, ele vai a Hebrom — local simbólico de poder e origem do reinado de Davi — e ali se proclama rei, dando início à conspiração. A traição de Aitofel, conselheiro de confiança de Davi, fortalece ainda mais a rebelião.
Diante da crise, Davi reage com humildade e submissão à vontade de Deus. Ele deixa Jerusalém para evitar derramamento de sangue, entrega a arca do Senhor de volta à cidade e se lança em oração, demonstrando uma fé amadurecida pela dor. Enquanto Davi chora e ora, Deus começa a agir silenciosamente, levantando instrumentos para frustrar os planos de Absalão.

Mensagem central: O capítulo revela o contraste entre ambição sem temor de Deus e liderança moldada pela humildade, mostrando que, mesmo em meio à traição e ao sofrimento, Deus continua soberano.

Tema central: A conspiração de Absalão e a dor de um pai rejeitado

1️⃣ A estratégia da sedução política (vv. 1–6)
Absalão prepara carros, cavalos e cinquenta homens para acompanhá-lo, criando uma imagem de poder e importância. Ele se coloca à porta da cidade, onde julgamentos eram feitos, ouvindo o povo e insinuando que o rei não cuidava devidamente de suas causas.
👉 Lição: Absalão não conquista corações pela verdade, mas pela aparência e pela manipulação. O texto afirma claramente: “Assim, Absalão roubava o coração dos homens de Israel.”

2️⃣ A conspiração disfarçada de espiritualidade (vv. 7–12)
Absalão pede permissão para ir a Hebrom sob o pretexto de cumprir um voto ao Senhor. Porém, o voto é apenas fachada para dar início à rebelião. Ali ele é proclamado rei, enquanto mensageiros espalham a conspiração por Israel.
👉 Lição: Nem toda linguagem religiosa revela um coração consagrado. Espiritualidade sem obediência é apenas máscara.

3️⃣ A traição de Aitofel (v. 12)
Aitofel, conselheiro respeitado de Davi, une-se a Absalão. Sua traição fortalece a revolta e enfraquece emocionalmente o rei.
👉 Lição: Dói mais quando a traição vem de alguém próximo. Ainda assim, Deus permanece soberano mesmo quando aliados falham.

4️⃣ A reação de Davi: humildade e submissão (vv. 13–18)
Ao saber da conspiração, Davi não reage com orgulho ou violência. Ele decide sair de Jerusalém para poupar a cidade de sangue e sofrimento.
👉 Lição: A verdadeira liderança não se afirma pela força, mas pelo temor de Deus e cuidado com o povo.

5️⃣ O choro do rei e do povo (vv. 19–23)
Enquanto Davi atravessa o vale do Cedrom, ele e seus seguidores choram. Itai, o geteu, demonstra fidelidade ao rei mesmo sem obrigação.
👉 Lição: Deus sempre levanta corações fiéis em tempos de crise.

6️⃣ A arca de Deus e a fé madura de Davi (vv. 24–29)
Davi manda que a arca volte para Jerusalém, reconhecendo que Deus não depende de símbolos para agir. Ele se entrega completamente à vontade divina.
👉 Lição: Fé madura confia no caráter de Deus, não em garantias externas.

7️⃣ Oração em meio à dor (vv. 30–31)
Davi sobe o monte das Oliveiras chorando e orando. Ao saber da traição de Aitofel, ele clama para que Deus frustre seus conselhos.
👉 Lição: A oração continua sendo o refúgio do coração quebrantado.

8️⃣ Deus já está agindo (vv. 32–37)
Deus responde à oração de Davi ao permitir que Husai, o arquita, permaneça em Jerusalém para frustrar os planos de Absalão.
👉 Lição: Enquanto Davi ora, Deus já está trabalhando nos bastidores.

Aplicação Espiritual
•Cuidado com a sedução da aparência e do discurso fácil
•Liderança verdadeira nasce da humildade
•A dor da traição não anula o plano de Deus
•A oração precede a vitória, mesmo quando ainda há lágrimas
💌t.me/bibliaG

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

2 Samuel 19 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Samuel 19
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 19 – Esquemas de politicagem geralmente resultam em caos, sofrimento e desgraça. Busca pelo poder a qualquer custo pode custar a vida até de gente bem quista, atraente e estrategista. Percebe-se essa realidade fatídica na curta vida de Absalão. Davi, seu pai, chorou copiosamente pela desgraça acometida ao filho que tentou usurpar seu trono.

O livro em análise está marcado por lágrimas de várias pessoas por situações ligadas de alguma forma a politicagens ou escândalos no governo (II Samuel 1:12, 24; 3:16, 32; 11:26; 12:21-22; 13:19, 36; 15:23, 30, 31, 34; 18:33). II Samuel 19 inicia com o rei Davi chorando em luto por seu filho Absalão que intentara usurpar seu trono.

“Absalão era egoísta, inescrupuloso, ambicioso e impulsivo”. Contudo “era admirado pelo povo e foi gradualmente conquistando sua simpatia”, assinala o Comentário Bíblico Adventista. A revelação mostra que a preferência do povo para eleger seus líderes é questionável. A voz do povo nunca é a voz de Deus. O gosto do povo não é refinado o bastante para saber o que é melhor para governar uma nação.

Focado na desgraça do filho, Davi ignorava a quem deveria valorizar. Quando isso nos acontece, é necessário alguém nos confrontar para erguer nossos olhos e fazer-nos enxergar o óbvio. Joabe repreendeu duramente a Davi levando-o à reflexão. O resultado foi positivo (II Samuel 19:5-43). Então, a sábia e correta habilidade política de Davi começou a funcionar novamente. Amasa, que dirigira as tropas de Absalão não foi descartado, foi escolhido para comandar o próprio exército. Simei e Ziba encontraram favor e misericórdia em Davi quando mereciam punição. “Davi aprendera a lição de que não podemos desfrutar a misericórdia e o perdão de Deus sem estendê-los a outros”, salienta Rosalie Haffner Lee. Também devemos aprender essa lição!

Há situações que a misericórdia de Deus nos alcança por meio de uma severa e rígida exortação. “Melhor é a repreensão feita abertamente do que o amor oculto. Quem fere por amor mostra lealdade...” (Provérbios 27:5-6).

Há situações pessoais que afetam nossas emoções, comprometendo, inclusive, deveres oficiais; nessas horas, alguém precisa abrir nossos olhos, com argumentos razoáveis como fez Joabe (II Samuel 19:5-7).

Na jornada rumo ao reino celestial, precisamos de repreensão e correção (Hebreus 12:1-12). Aprenderemos a lição? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 25 de outubro de 2022

2 Samuel 18 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Samuel 18
Comentário
 Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 18 – A Bíblia deve ser nossa regra de fé e prática em tudo. Seus amplos princípios podem ser aplicados em todo lugar e época.

Podemos gostar ou não de política, economia e sociologia, mas Deus preocupou-se em prover-nos princípios gerais sobre tais assuntos visando orientar-nos.

Leia atentamente com oração II Samuel 18. Observe que, raramente a política mundana cria atmosfera agradável mesmo entre o povo de Deus. Geralmente envolve orgulho e vaidade, oposição e rebelião, egoísmo e partidarismo. Consequentemente, pode acarretar assassinatos e suicídios, inclusive no povo escolhido por Deus!

O capítulo inicia apresentando a tensão política entre Absalão e seu pai, Davi (II Samuel 18:1-5). A população sofreu terrivelmente com essa situação. Finalmente, Absalão foi morto e jogado numa cova (II Samuel 18:6-17). Contudo, o causador da rebelião ganhou um monumento e o lamento de seu pai, que chorou copiosamente pela fatídica desgraça do filho (II Samuel 18:18-33). Aitofel, o sábio conselheiro de Absalão, prevendo tal derrota humilhante, já havia suicidado (II Samuel 17:23). Tudo isso deixa evidente como a busca pelo poder promove um clima deprimente!

Observe que “a Bíblia não é um livro sobre política, mas fala bastante sobre o tema e contém muita ação política... Nela há mais de 4 mil referências a conceitos políticos, como rei, reino, reinar, governador, governo, governar, líder, administrador, nações, cidadãos, embaixadores, autoridade, soberano e soberania... Por isso, há quem argumente que o Antigo e o Novo Testamento são documentos políticos”, considera Marcos De Benedicto.

Todavia, considere o Filho de Davi, “o Soberano dos reis da Terra” (Apocalipse 1:5) quando viveu neste mundo:

“O governos sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo; clamavam de todos os lados os abusos – extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o Salvador não tentou nenhuma reforma civil. Não atacou nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem com a administração dos que se achavam no poder. Aquele que foi o nosso exemplo, conservou-Se afastado dos governos terrestres. Não porque fosse indiferente às misérias do homem, mas porque o remédio não residia em medidas meramente humanas e externas. Para ser eficiente, a cura deve atingir o próprio homem, individualmente, e regenerar o coração” (Ellen White, DTN, 509).

Portanto, reavivemo-nos biblicamente! – Heber Toth Armí.
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 23 de outubro de 2022

2 Samuel 16 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - 2 Samuel 16

Comentário Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 16 – Sempre haverá aliados para quem pratica o mal, tanto quanto para quem pratica o bem.

A polarização existe desde a entrada do pecado. Eva acusou Adão de seu próprio pecado. Caim tornou-se rival de Abel, matando-o injustamente. Antes disso, Lúcifer tornou-se Satanás por intentar usurpar o trono de Deus; para tal propósito, conseguiu a terça parte dos anjos santos de Deus como seus aliados (Apocalipse 12:4). 

Em II Samuel 16, Davi fugia do próprio filho – Absalão – que intentava usurpar seu trono. Até mesmo os súditos de Davi se aliaram a Absalão. Ambos tiveram aliados:

• Ziba mentiu para Davi (II Samuel 16:1-4; 19:24-30).

• Simei Amaldiçoou Davi, contrariando a lei (II Samuel 16:9-14; Êxodo 22:28).

• Aitofel aconselhou Absalão a praticar sexo em público com as concubinas de Davi, seu pai (II Samuel 16:15-23).

• Husai estava a favor de Davi – o rei instituído por Deus; e, discretamente contra Absalão e seus aliados.

Chama-nos a atenção o último versículo deste capítulo: “Naquela época, tanto Davi como Absalão consideravam os conselhos de Aitofel como se fossem a palavra do próprio Deus”. 

Quem foi Aitofel?

Aitofel era avô de Bate-Seba. Embora seus conselhos fossem considerados sábios, seu nome significava “irmão de conversa tola”. Obviamente havia nele uma tensão entre tolice e sabedoria além da teoria. Ele fora conselheiro de Davi, depois tornou-se conselheiro de Absalão contra Davi. Na verdade, ele traiu o rei instituído por Deus para ficar a favor do usurpador do trono (II Samuel 15:1-37). Sua suposta sabedoria falhou quando escolheu aliar-se a Absalão (II Samuel 16:15).

Sabedoria desprovida da revelação de Deus torna-se tolice!

“Embora as atitudes de Aitofel indiquem a instabilidade geral em que se encontrava o reino de Davi naqueles dias, ele teve razões pessoais para o seu tolo comportamento concernente ao rei”. Sendo Bate-Seba sua neta, “a cooperação dele na queda de Davi seria motivada por vingança pela morte cruel de Urias [seu genro]. Ele, entretanto, nasceu num ambiente de instabilidade entre os seguidores do rei e sua traição seria simplesmente resultado de sentimento geral de deslealdade sentido por muitos, no declinante reino de Davi”, explica Simon Vibert.

Aitofel evidencia que não é confiável todo aquele que é considerado sábio, ainda que suas palavras sejam avaliadas como do próprio Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

2 Samuel 14 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Samuel 14
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 14 – A complexidade da vida requer sabedoria para não tornar a existência numa constante frustração e aflição. Há complicações em decisões e ações quando erramos que paralisam nossas percepções.

Isso aconteceu a Davi, quando seu filho Absalão matou seu outro filho Amnom por ter violentado sua filha Tamar. Davi colhia os amargos frutos do adultério com a mulher de Urias.

Baseando-se na estratégia certeira do profeta Natan, Joabe mandou buscar uma mulher sábia para convencer Davi a aceitar a Absalão que havia fugido após o fratricídio (II Samuel 14:1-20). Conquanto o profeta despertou o sentimento de Davi contra seus sentimentos, a astuta mulher despertou os sentimentos dele contra sua consciência. Embora a mulher esperta de Tecoa influenciou fortemente a Davi, essa experiência não chega nem perto da busca de Saul pela diabólica feiticeira de En-dor (I Samuel 28).

A astúcia da mulher convenceu Davi a receber de volta ao filho assassino que fizera justiça com as próprias mãos. Davi reconheceu que Joabe estava por trás de toda aquela armação estratégica da mulher. E, convencido racionalmente, mas com o coração endurecido, Davi concedeu apenas meio perdão e Absalão retornou; contudo o rei o impediu que estivesse em sua presença por dois anos, o que irritou profundamente a Absalão – o qual conclui ter sido pior ter vindo a Jerusalém do que ter ficado em Gesur!

Inclusive, “na opinião popular, Davi foi indevidamente severo ao tratar o filho, e o povo gradualmente foi atraído para Absalão” (CBASD). Após Absalão vingar-se de Joabe queimando a plantação dele por não interferir na questão junto ao rei, Joabe falou com Davi, aproximando pai e filho (II Samuel 14:21-33).

Resoluções forçadas acarretam maiores problemas. Davi foi forçado pela argumentação lógica da mulher de Tecoa a receber de volta a Absalão; depois, Joabe foi forçado a falar com Davi devido à pressão de Absalão. Assim, o problema se distanciava cada vez mais da solução.

Mais que autocontrole, precisamos ser regidos pelo Espírito Santo; nossos sentimentos e raciocínios lógicos não nos darão soluções reais, apenas soluções paliativas para nossos problemas. Nossas tentativas de acertos dão erradas quando desprezamos a Palavra de Deus (II Samuel 12:7-11).

Carecemos da obra divina em nosso coração diariamente caso queiramos evitar ou resolver problemas familiares! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Absalão– 2 Samuel 18

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 2 Samuel 18
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Absalão

Este capítulo é rico e cheio de preciosas aplicações! Leia-o com oração e alcançarás pérolas espirituais de grande valor...

Lúcifer usou sua habilidade, criatividade e liberdade para inventar o pecado. A partir daí suas características são nítidas nas pessoas que caem do nível do pecado da desobediência ao da rebeldia. Contudo, notam-se, também, traços de Deus nos filhos dEle:

• Absalão trilhou o mesmo caminho de Lúcifer, aventurou-se pela estrada da vaidade e ambição (vs. 9, 18; Ezequiel 28:16-17).

• Absalão levou boa parte do povo de Deus a participar da rebelião, assim como Lúcifer conquistou o coração da terça parte dos anjos (v. 7; Apocalipse 12:3-4).

• Absalão intentou usurpar através da guerra ao trono dado por Deus a Davi, da mesma forma que Lúcifer intentou usurpar ao trono de Deus (vs. 1-6; Ezequiel 28:13-16).

• Davi experimentou o desafio da rebeldia de seu filho, assim como Deus provou o enfrentamento bélico de Lúcifer e seus anjos (vs. 7-17; Apocalipse 12:7-9).

• Davi amou imensamente e desejou o bem de seu filho rebelde, assim como Deus amou a Lúcifer mesmo quando este O atacava (vs. 5, 19-32; Isaías 14:12-15).

• Davi chorou pela morte de seu filho Absalão, o que ilustra a tristeza de Deus pela rebelião de Lúcifer que, por sua nova personalidade formada pelo pecado tornou-se Diabo e Satanás (v. 33; Apocalipse 12:10).

O pecado é impetuoso em sua função destrutiva. Ele tornou Lúcifer, um anjo de luz, em Diabo e Satanás; arrastou a terça parte dos anjos; levou à morte mais de 20.000 homens de Israel, em batalha contra Davi; tornou o príncipe Absalão, o pai da paz, em ícone da rebelião contra os planos divinos.

Um dia Lúcifer terá fim como teve Absalão (Apocalipse 20). E, quem estiver com ele morrerá como os mais de 20.000 homens do exército de Absalão. Precisamos precaver-nos para que não participemos do exército do maligno; devemos ser membros do povo de Deus, então sairemos vencedores.

Precisamos abandonar avenidas do inferno para entrar pelo caminho do Céu (João 14:6); pois, em breve, o mal será eliminado! Nesse momento, o coração de Deus ficará partido porque muitos de Seus filhos preferiram a rebelião antes que Jesus – a salvação (Isaías 28:21).

A quem você reflete: Cristo ou o Diabo?/Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 20 de julho de 2019

Lições – 2 Samuel 14

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 2 Samuel 14
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Lições

Antes de aprender com a inspiração deste capítulo, é importante relembrar quem é Absalão:

• Primeiramente, ele é filho Maaca, uma das esposas de Davi (3:3);
• Segundo, vingador de sua irmã Tamar, estuprada por seu irmão Amnom (13:14):
• Terceiro, assassino de seu irmão Amnom (13:22-28);
• Quarto, fugitivo da casa de seus pais (13:37).

Moacir da Cunha Viana observa que, “depois do assassinato de Amnom, fugiu Absalão para a corte de Talmai, em Gesur. Três anos depois pediram a Davi que permitisse a volta de seu filho para Jerusalém, no que ele anuiu; mas não quis vê-lo senão passados mais dois anos dando-lhe, no fim desse tempo, o beijo da reconciliação. Era agora Absalão, entre os filhos sobreviventes, o mais velho de Davi, mas receando ser suplantado pelo filho de Bate-Seba, procurou obter popularidade, mantendo ao mesmo tempo uma esplêndida corte. Por fim, revoltou-se contra seu pai, e a princípio foi bem-sucedido; mas depois foi capturado e morto por Joabe, apesar da proibição de Davi, que ainda muito amava a seu filho”.

• Atenção: Possuir beleza, destreza, liderança, força, talento e influência não garantem verdadeiro sucesso.

Absalão tinha tudo isso, mas sucumbiu ainda jovem sem deixar nenhum bom legado às gerações futuras. Seu nome possui paz (shalom), mas seu coração vivia em conflito.

• Mimar demasiadamente aos filhos, dar rédeas à permissividade na educação, faltar com a disciplina corretiva, dar brechas à entrada do pecado no lar, farão que tal pai seja humilhado pelos filhos e afligidos por suas ameaças.

• Ausência de disciplina gera filhos fracos, indecisos, indiferentes. Precisamos de sabedoria do Pai Celestial para educar filhos corretamente neste mundo imoral.

• Pais frouxos geram filhos revoltados!

As lições extraídas de Absalão são úteis quando aprendemos a não trilhar seu caminho. Hernandes Dias Lopes atesta três atitudes que macularam sua vida:

1. Mágoa, ausência de perdão;

2. Fuga, ausência de diálogo;

3. Conspiração, ausência de lealdade.

Mágoas, ausência de lealdade e diálogo refletem ausência de Deus no íntimo. O bálsamo refrescante do perdão divino é capaz de restaurar qualquer situação por mais complexa que seja. Deus pode arrancar maus sentimentos de nossa alma e, semear no lugar boas sementes que produzirão frutos do Espírito, conforme descritos em Gálatas 5:22-23.

Peçamos ao Senhor: “Ajude-nos produzir bons frutos!” /Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Pecados e consequências– 2 Samuel 13

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 2 Samuel 13
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Pecados e consequências

Pecado cobra juros altos com correção monetária. Chamá-lo “desgraça” é pouco. Consequências horríveis oriundas de suas ações são titânicas. Sofrimentos, angústias e traumas são oceânicos.

Este capítulo fala de obsessão sexual. Pessoas taradas. Estupro/abuso sexual. Vergonha. Brutalidade. Traumas, etc. Tudo entre irmãos, filhos do rei Davi.

A família de Davi está fragmentada. Marcada por bebedeiras, fratricídio, luto. O ódio reinou entre os membros da família real. Davi não tinha moral para reprender seus filhos...

Davi foi perdoado pelo pecado do assassinado de Urias e o adultério com Bate-Seba. Entretanto, as consequências permanecem a fim de que o pecador experimente o fel e o veneno do mal. Perdão retira culpa, não consequências!

O pecado é pior que a morte. Mais traiçoeiro que serpente peçonhenta. É veneno atraente. É isca satânica para infernizar a existência dos filhos de Deus. É pior que os mais perigosos vírus e bactérias do mundo. Seu estrago é maior que da bomba atômica. Dores, angústias e sofrimentos causados por ele são incalculáveis, incessantes.

Tome cuidado com o pecado: Ele te...
• ...levará mais longe do que almejas ir;
• ...fará permanecer mais tempo do que pretendias – escraviza, vicia;
• ...custará mais caro do que estarias disposto a pagar.

O pecado retirou de Davi seu poder de educar (repreender para corrigir) seus filhos. O rei, que outrora, na juventude, vencera ao gigante Golias, agora vê os efeitos gigantescos das concessões aos pecados como poligamia, ociosidade, adultério e assassinato:

1. Filho com amizades duvidosas, perigosas (vs. 1-6);

2. Filho psicopata, frio e calculista (vs. 7-15);

3. Filha estuprada e desprezada pelo irmão – traumatizada (vs. 15-21);

4. Filho dominado pelo ódio mortal, raiva e ira (vs. 22-36);

5. Filho fugitivo (vs. 37-39).

“Nenhuma mãe ou pai deseja conscientemente ver os filhos fracassarem. Todo pai e toda mãe quer criar bons filhos. Sabem que os bons filhos falam bem de nosso trabalho como pais. Em contrapartida, os filhos desajustados nos fazem sentir que fomos reprovados em uma das tarefas mais importantes da vida humana” (Antonio Estrada).

• Quem quer o sucesso dos filhos (e netos) deve abandonar todo pecado e dedicar-se fiel e, ininterruptamente, ao relacionamento íntimo com Deus e sua família!

Destrua o pecado antes que ele destrua tua família! O segredo? Corra para Deus! /Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

terça-feira, 27 de junho de 2017

Monumento de pedras

Monumento de pedras, 27 de Junho


Levaram Absalão, e o lançaram no bosque, numa grande cova, e levantaram sobre ele mui grande montão de pedras. 2 Samuel 18:17.

Davi e todo o seu grupo — guerreiros e estadistas, velhos e jovens, mulheres e crianças — nas trevas da noite atravessaram o rio profundo e correntoso. ... O conselho de Husai conseguira seu objetivo, obtendo para Davi oportunidade para escapar; mas o príncipe, precipitado e impetuoso, não pôde por muito tempo ser restringido, e logo se pôs em perseguição de seu pai. ...

O local da batalha foi um bosque próximo do Jordão, em que o grande número do exército de Absalão apenas lhe era uma desvantagem. Por entre os pontos espessos e os pantanais da floresta, aquelas tropas indisciplinadas se tornaram confusas e não mais podiam ser dirigidas. ... Absalão, vendo que era perdida a causa, voltara-se para fugir, quando a cabeça lhe foi apanhada entre os ramos de uma árvore larga; e, saindo seu mulo de debaixo dele, foi deixado desamparadamente suspenso, como presa a seus inimigos. Em tal condição foi encontrado por um soldado, que, de medo de desagradar o rei, poupou Absalão, mas referiu a Joabe o que vira. Joabe não se restringiu por quaisquer escrúpulos. Havia favorecido a Absalão, tendo duas vezes conseguido sua reconciliação com Davi; e a confiança assim manifesta para com ele fora vergonhosamente traída. Se não fossem as vantagens alcançadas por Absalão mediante a intercessão de Joabe, esta rebelião, com todos os seus horrores, jamais poderia ter ocorrido. Agora estava nas mãos de Joabe destruir com um golpe o instigador de todo este mal. “E tomou três dardos e traspassou com eles o coração de Absalão.” 2 Samuel 18:14. ...

Assim pereceram os instigadores da rebelião em Israel. Aitofel morrera pela sua própria mão. O príncipe Absalão, cuja gloriosa beleza fora o orgulho de Israel, foi eliminado no vigor da juventude, sendo seu cadáver arremessado em uma cova, e coberto com um monte de pedras, em sinal de ignomínia eterna. Em vida, construíra Absalão para si um custoso monumento no vale do rei; mas a única lembrança que assinalou a sua sepultura foi o monte de pedras no deserto. — Patriarcas e Profetas, 742-744.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Sábio insensato

Sábio insensato, 26 de Junho

Pois ordenara o Senhor que fosse dissipado o bom conselho de Aitofel, para que o mal sobreviesse contra Absalão. 2 Samuel 17:14.

Aitofel insistiu com Absalão sobre a necessidade de ação imediata contra Davi. ... Este plano foi aprovado pelos conselheiros do rei. Caso houvesse sido seguido, certamente Davi teria sido morto, a menos que o Senhor interviesse diretamente para o salvar. Uma sabedoria mais elevada, porém, do que a do afamado Aitofel, estava a dirigir os acontecimentos. ...

Husai não fora chamado ao conselho, e não se intrometeria sem que isto lhe fosse pedido, receoso de vir sobre si a suspeita de ser espião; mas, depois que se dispersou a assembléia, Absalão, que tinha grande consideração pelo juízo do conselheiro de seu pai, submeteu à sua apreciação o plano de Aitofel. Husai viu, que, se o plano proposto fosse seguido, Davi estaria perdido. E disse: “O conselho que Aitofel esta vez aconselhou não é bom.” ... E sugeriu um plano atraente pela sua natureza vaidosa e egoísta, propenso à exibição de poder. ... “Então disse Absalão a todos os homens de Israel: Melhor é o conselho de Husai, o arquita, do que o conselho de Aitofel.” 2 Samuel 17:10-14. Mas houve um que não foi enganado — um que previu claramente o resultado deste erro fatal de Absalão.

Aitofel compreendeu que a causa dos rebeldes estava perdida. E viu que, qualquer que pudesse ser a sorte do príncipe, não havia esperança para o conselheiro que instigara os seus maiores crimes. Aitofel havia animado Absalão na rebelião; aconselhara-o à mais abominável impiedade, à desonra de seu pai; sugerira a morte de Davi, e fizera os planos para a sua realização; suprimira a última possibilidade de reconciliação com o rei; e agora outro era preferido a ele, mesmo por Absalão.

Cheio de inveja, irado, e desesperado, Aitofel “foi para sua casa e para a sua cidade, e pôs em ordem a sua casa, e se enforcou, e morreu”. 2 Samuel 17:23. Tal foi o resultado da sabedoria de quem, com todos os seus elevados dotes, não fez de Deus o seu conselheiro. — Patriarcas e Profetas, 739-741.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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sábado, 24 de junho de 2017

Formosura superficial

Formosura superficial, 24 de Junho


Porém Tu, Senhor, és o meu escudo, és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça. Salmos 3:3.

Tendo sempre diante de si a lembrança de sua própria transgressão à lei de Deus, Davi parecia moralmente paralisado; era fraco e irresoluto, quando antes de seu pecado era corajoso e decidido. Sua influência junto ao povo se havia enfraquecido. E tudo isto favorecia os planos de seu filho desnaturado. ...

E, enquanto o rei mais e mais se inclinava a desejar o retiro e a solidão, Absalão cortejava assiduamente o favor popular. ... Dia após dia este homem de semblante nobre podia ser visto à porta da cidade, onde uma multidão de suplicantes esperava a fim de apresentar suas queixas e receber justiça. Absalão misturava-se com eles, e escutava seus agravos, exprimindo simpatia pelos seus sofrimentos, e pesar pela ineficiência do governo. — Patriarcas e Profetas, 729, 730.
Por sua notável beleza, maneiras cativantes e simulada bondade, ele astutamente roubou o coração do povo. Ele não possuía bondade de coração, mas era ambicioso e, como mostram os acontecimentos subseqüentes, recorreria à intriga e ao crime para obter o reino. Retribuiria a bondade e o amor de seu pai tirando-lhe a vida. Ele foi proclamado rei por seus seguidores em Hebrom, e liderou-os na perseguição a seu pai. — Spiritual Gifts 4b:89.

Com humildade e tristeza, Davi saiu pela porta de Jerusalém, repelido de seu trono, de seu palácio, da arca de Deus, pela insurreição de seu querido filho. O povo acompanhou-o em um séquito longo e triste, semelhante a um cortejo fúnebre. — Patriarcas e Profetas, 731.
Muitos que não vêem como Deus vê, mas vêem as coisas do ponto de vista humano, podem argumentar que Davi poderia ter motivos para queixar-se, e que a sinceridade do seu arrependimento anos antes podia tê-lo excluído do presente juízo. ... Davi não se queixou. O mais eloqüente salmo que ele já cantou foi quando subia o Monte das Oliveiras, chorando e descalço, de espírito humilhado, altruísta e generoso, submisso e resignado. — Carta 6, 1880.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Salmos 3 Comentário

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