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quarta-feira, 23 de março de 2022

Monte Sinai - Êxodo 19

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 19

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 19 – Assim que o pecado passou à raça humana, aproximar-se de Deus tornou-se impossível. Contudo, o Deus que ama Suas criaturas, não Se conformou em tê-las distantes de Si; então, criou estratégias para aproximar-Se – tornando possível o que era impossível!

Desde o início do livro de Êxodo, tudo visava o encontro de Deus com Israel – cujo contexto de existência como nação está descrita em Gênesis. O propósito de Deus é estar com pecadores; para isso, Ele Se manifesta, Se revela e fala. Ao encontrar-Se com Moisés, uma das Suas promessas era que Israel O serviria no monte Sinai (Êxodo 3:12), cujo cumprimento encontra-se em Êxodo 19.

Assim como Deus apresentou-Se no deserto a Moisés em chamas de fogo na sarça (Êxodo 3:2), assim também “aos olhos dos israelitas, a glória do Senhor parecia um fogo consumidor no topo do monte” Sinai (Êxodo 24:17). Deus manifestou-Se mesmo diante da possibilidade causar mortes; porém, para que ninguém morresse, Ele ofereceu importantes orientações (Êxodo 19:10-14, 20-25). 

O povo devia consagrar-se, e ser consagrado conforme Deus orientou. Foram dois dias de intensa e inteira preparação para encontrar-Se com Deus. “Ao amanhecer do terceiro dia houve trovões e raios, uma densa nuvem cobriu o monte, e uma trombeta ressoou fortemente... Moisés levou o povo [que estava temeroso] para fora do acampamento, para encontrar-se com Deus, e eles ficaram ao pé do monte. O monte Sinai estava coberto de fumaça, pois o Senhor tinha descido sobre ele em chamas de fogo. Dele subia fumaça como que de uma fornalha; todo o monte tremia violentamente... Então Moisés falou, e a voz de Deus lhe respondeu” perante o povo (Êxodo 19:16-19).

Que encontro fantástico! Além de oferecer o privilégio de Sua presença aos pecadores indignos, Deus faria daqueles ex-escravos Seu tesouro pessoal entre as nações, reino de sacerdotes e nação santa – caso fossem fieis à aliança proposta (Êxodo 19:3-6).

Mais impressionantemente do que foi no Sinai, é Jesus tornou-Se humano, e “nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz”; a nós que antes, nem éramos povo, misericordiosamente Deus nos fez ser exclusivos dEle, geração eleita, sacerdócio real, nação santa, para testemunhar de Suas maravilhosas ações às multidões (1 Pedro 2:9-10).

Nada disso seria possível sem a maravilhosa graça divina! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 19 de setembro de 2015

Êxodo 20 Comentários: Michael Hasel

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Êxodo 20
Comentários: Michael Hasel

No monte Sinai, Deus expressa Sua natureza divina mediante a promulgação da Lei Moral. O amor é a raiz de Sua Lei, o amor por Deus é a base do amor uns pelos outros. A concessão da Lei é tanto um ato de graça e de misericórdia como a libertação da escravidão egípcia porque por meio dela Deus mostra aos Seus redimidos como eles devem viver. A colocação destas “tábuas da aliança” (Dt 9:9-11) sob o propiciatório da arca indica que eles são a base da aliança.

Aliança envolve relacionamento e comunhão. Relacionamento real e comunhão não podem ocorrer entre dois indivíduos sem um conjunto de normas que definam essa relação. Os primeiros quatro mandamentos definem nosso relacionamento com Deus, enquanto que os próximos seis definem nosso relacionamento uns com os outros.

O sábado é definido por Deus como o sétimo dia em que descansamos com Ele e renovamos o nosso reconhecimento e adoração de Deus como Criador. O sábado se torna o sinal da aliança entre Deus e Seu povo para sempre (Ex 31:16-17). A pessoa que guarda o sábado como definido por Deus indica que ele ou ela está em um relacionamento de salvação com Deus.

Michael Hasel



sexta-feira, 5 de junho de 2015

Hebreus 12 Comentários de Felix H. Cortez

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Hebreus  12
Comentários  de  Felix H. Cortez

Hebreus 12 traz o argumento do capítulo 11 a um fechamento poderoso. Os heróis da história são uma multidão de testemunhas que aplaudem e reconhecem o maior modelo de fé: Jesus. Ele é o fundador e consumador da nossa fé, porque a Sua vida e sacrifício tornaram a nossa fé possível e significativa.

Os versos 3-11 nos convidam a considerar cuidadosamente o exemplo de Jesus e saber que a vitória da fé vem somente como o resultado de disciplina e paciência. Esta é uma lição difícil de aprender para aqueles que acreditam que a fé é uma coisa mágica, rápida.

Os versos 12-16 nos advertem contra o perigo da “raiz de amargura” que pode crescer e pode nos impedir de obter a graça de Deus, como aconteceu com a geração Israelita do deserto (Heb 3:12-13).

Os versos 18-24 contrastam a experiência da geração israelita do deserto no monte Sinai e a nossa no monte Sião. Hebreus sugere que nós, por meio da fé, somos capacitados a experimentar a entronização de Jesus, Sua consagração como sacerdote e a inauguração da nova aliança na Jerusalém celeste, representada como o monte Sião. Assim, enquanto os israelitas ficaram com medo diante do monte Sinai, podemos nos alegrar com a exaltação de nosso Senhor no céu.

Os versos 25-29 fecham o argumento da carta exortando-nos a prestar atenção ao que Deus nos tem dito por meio do Filho. Os israelitas falharam em obedecer a Deus que lhes falou no Monte Sinai e não entraram em Canaã. Quanto mais nós não devemos desconsiderar a Jesus que nos fala da Jerusalém celeste! Quando Deus falou no Sinai a montanha tremeu. Desta vez, quando Deus fala novamente do santuário celestial, todo o universo será abalado e somente os justos serão capazes de ficar de pé e herdar o reino de Deus (Salmos 15:5; 16:8; 21:7; 62:2; 112:6).

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos

Salmos 47 Comentário

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